O que é Agile: explicamos a gestão ágil de projetos

o que é agile

o que é agile

Em 2001, na estação de esqui Snowbird, em Utah (EUA), 17 desenvolvedores se reuniram para discutir métodos leves de desenvolvimento de software e produziram o inovador Manifesto Ágil (Agile Manifesto, em inglês). Quase 20 anos depois, o conceito está em todo lugar, mas você sabe realmente o que é Agile?

A declaração de princípios foi criada para otimizar o processo de desenvolvimento de software, desencorajando práticas ineficientes, como documentação pesada, excesso de reuniões e adesão rígida a processos.

Mas acabou tornando-se um chavão em todos os tipos de negócios, entrando para a seleta lista integrada por outros como “sinergia”, “disruptivo” e o famigerado “pensar fora da caixa”.

Hoje, em empresas do mundo inteiro, desde o grupo de diretores aos estagiários, se gabam de quem é mais ágil do que quem.

Método ágil: além do clichê

Sabe qual é a grande diferença entre o Agile e os demais clichês de gestão de projetos do passado? Ele propõe uma abordagem real da gestão de projetos acompanhada de uma definição real. Não dá para quantificar o “pensamento fora da caixa”, mas é possível aplicar a metodologia Agile em seus negócios se você souber o que ela  realmente é.

Dados recentes mostram os benefícios da sua aplicação. 

Segundo a auditoria PricewaterhouseCoopers, os projetos ágeis têm uma taxa de sucesso 28% maior do que os tradicionais.

De acordo com Edson Antonio de Lima, Agile coach da Meta, empresa de tecnologia que já trabalhou com clientes como Globo e Havan, um dos seus principais benefícios para as empresas é o ciclo de aprendizagem rápido que a metodologia proporciona, permitindo que se gaste pouco para validar propostas.

“Embora 70% do esforço das empresas seja para o dia a dia, os 30% utilizados em oportunidades e exploração precisam de um ciclo de aprendizagem rápido”, destaca Lima.

Para Lima, entender o que está por trás do conceito é muito importante na hora da sua aplicação, já que “a maioria das empresas continua tentando comprar o ágil sem tornar-se ágil”.

Ao entender o que a metodologia Agile realmente significa, você também estará melhor equipado para ajudar a implementar práticas ágeis em sua empresa e reconhecer situações que podem ser melhoradas com uma dose de Agile (como cancelar a reunião semanal de planejamento de reuniões).

Faça este teste rápido para descobrir quão ágil você é como gerente de projetos e onde você pode melhorar!

O que é Agile

A primeira —e talvez a mais pura—  definição de gestão de projetos Agile vem do próprio Manifesto Ágil:

  • Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas
  • Software em funcionamento mais que documentação abrangente
  • Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos
  • Responder a mudanças mais que seguir um plano

Porém, é possível interpretar melhor esse resumo e chegar a uma definição mais concisa.

Afinal, o que é o gerenciamento ágil de projetos?

Gerenciamento ágil de projetos é uma metodologia de desenvolvimento iterativa que valoriza a comunicação e o feedback humano, adaptando-se às mudanças e produzindo resultados práticos.

Agora, vamos desmembrar isso.

  • O Agile é iterativo, o que significa que é feito em partes (chamadas sprints), com cada sprint construindo e melhorando as lições do sprint anterior. É aqui que o termo Scrum entra em jogo. O que é Scrum? A metodologia Scrum é uma estrutura de fluxo de trabalho composta de sprints e revisões usada para promover a gestão de projetos Agile.
  • Ao contrário do Scrum, que pode ser desmembrado em um processo passo a passo, o Agile é uma abordagem e uma mentalidade. Não é um livro, uma lista de instruções ou uma certificação. Na verdade, tentar transformar o Agile em um modelo preto no branco vai contra tudo o que o Agile é. Seria como tentar dar a alguém o passo a passo de como ser “legal” ou tocar jazz. Entretanto, existem ferramentas de gestão de projetos desenvolvidos especificamente para promover a agilidade.
  • A metodologia Agile tem tudo a ver com comunicação eficiente em substituição à documentação, longas conversas de email ou reuniões excessivas. Segundo um dos 12 princípios do Manifesto Ágil, “o método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para e entre uma equipe de desenvolvimento é através de conversa face a face”. Se você pode se comunicar com uma conversa de 10 segundos em vez de um email, faça-o.
  • O Agile é sobre produzir resultados tangíveis e funcionais após cada iteração. De acordo com os 12 princípios: “Software funcionando é a medida primária de progresso.” Comparando a metodologia Agile ao processo editorial, você entrega um rascunho e depois o revisa com base nas sugestões do editor. Você não entrega a peça inteira de uma só vez no dia em que será impressa.

Método ágil está em constante mudança

Lembre-se que o gerenciamento ágil de projetos se baseia na comunicação entre as pessoas e na capacidade de adaptação a mudanças.

Além disso, ele está, por definição, em constante mudança e evolução. Por isso, fique sempre atento às novidades na área.   

Busca softwares de ferramentas de gestão de projetos? Confira nossa lista completa deste tipo de software, compare entre as opções e leia avaliações dos produtos.

Objetivos claros aumentam o impacto da tecnologia na gestão de pessoas

impacto da tecnologia na gestão de pessoas

impacto da tecnologia na gestão de pessoas

Para qualquer departamento de RH, a transição dos arquivos e planilhas para um sistema confiável e eficiente de recursos humanos é uma grande conquista. É o fim daquele papel que falta, do atraso na folha de pagamento e dos arquivos de metal!

Esses sistemas são fantásticos ao fornecer estabilidade e eficiência administrativa, mas como eles se comportam na hora de ajudar os departamentos de RH a alcançar seus objetivos mais importantes? 

Vale ressaltar que os objetivos mudaram nesta área. Como referência, as três iniciativas mais citadas em uma pesquisa da Gartner com mais de 800 líderes de RH em 2019 (a pesquisa completa está disponível para clientes) foram:

  1. Construção de habilidades e competência críticas (66%)
  2. Avaliação da liderança atual e futura (60%)
  3. Melhoria da experiência do funcionário (51%)

Como é possível ver, os objetivos já não são se referem mais à digitalização de documentos, relatórios, controle de tempo ou compliance. Hoje, portanto, o impacto da tecnologia na gestão de pessoas é notado em outras áreas.

Por mais vantajosos que sejam os sistemas básicos de recursos humanos, eles já não podem ajudar muito com os objetivos estratégicos citados acima.

A verdade é que, se o seu departamento de RH quiser atingir suas metas estratégicas mais importantes neste ano, você precisará expandir as funcionalidades do seu sistema (se houver a possibilidade) ou investir em uma tecnologia adicional.

Para ajudá-lo, primeiro analisaremos o vasto mercado da área para mostrar que existem ferramentas disponíveis para todos os principais objetivos dos departamentos de RH.

Em seguida, você terá acesso a uma breve avaliação interativa, na qual bastará informar seu maior objetivo de RH deste ano para descobrir qual tipo de software é o mais adequado para ajudá-lo a alcançar suas metas.

O impacto da tecnologia na gestão de pessoas: defina objetivos para buscar soluções

Nos últimos 50 anos, o papel do RH nas empresas evoluiu drasticamente de uma função de back-office orientada à normatização para uma função estratégica focada nas pessoas, com uma posição de liderança interna.

A consequência disso é que, hoje, os maiores objetivos dos departamentos de RH se concentram menos em questões como conformidade e eficiência de processos (ainda que esses fatores sigam sendo importantes) e mais nas pessoas: como recrutá-las, retê-las, envolvê-las, desenvolver suas habilidades, etc.

Com uma projeção de mercado global de US$ 30 bilhões em 2025, o cenário da tecnologia em RH já está sedimentado e vem crescendo a passos largos. Basta dar uma olhada na abrangência que a tecnologia no RH está alcançando atualmente, de acordo com a Gartner:

recursos humanos e tecnologia

Se o seu objetivo é automatizar tarefas importantes da folha de pagamento, existem softwares de folha de pagamento. Se quiser otimizar os custos de mão de obra, há programas de gestão de remuneração. Existem ainda sistemas que trabalham com um dos “pilares” inteiros da imagem acima, como os softwares de gestão de mão de obra, e até mesmo soluções completas que podem lidar com todas as principais funções de RH.

A lista é enorme e, mesmo assim, não consegue mostrar a escala real do que está acontecendo no mercado.

Com relação a recrutamento, por exemplo, existem funções de programas e até ferramentas independentes para dar apoio a qualquer tarefa, desde a busca de candidatos até a melhoria da experiência do funcionário e a redação de ofertas de vagas disponíveis.

Se você acaba de comprar um software de RH, esta lista também mostra um contraste desanimador.

Isso porque, apesar de os principais sistemas de RH ajudarem nas demandas administrativas e até na gestão da mão de obra, como controle de horas e de faltas, eles nem sempre incluem funcionalidades que abordam os objetivos de RH relacionados à gestão de talentos, cada vez mais importantes.

Com as mudanças rápidas no mercado de trabalho, os departamentos de RH não podem deixar de lado o apoio da tecnologia nessa área. Ao mesmo tempo, é sabido que podem faltar recursos para contratar uma suíte de software completa que seja capaz de lidar com todas suas necessidades de gestão de talentos de uma só vez.

Isso significa que a empresa deve priorizar as compras de tecnologia com base nas maiores aspirações do departamento de RH e em seus pontos fracos mais evidentes.

Investimento em tecnologia: objetivos do departamento de RH devem guiar compras

Pode ser que o grande foco do seu departamento de RH neste ano seja o aprendizado e o desenvolvimento dos funcionários. Ou talvez a melhoria salarial. Ou quem sabe o engajamento.

Qualquer que seja seu objetivo de RH, há uma tecnologia no mercado que oferece o suporte necessário para você alcançar suas metas.

Faça o teste interativo abaixo para descobrir em qual programa de RH você deveria investir baseado no objetivo de recursos humanos mais importante da sua empresa neste ano:

Precisa de mais ajuda na gestão de talentos?

Tanto se você decidir fazer um upgrade da ferramenta que já utiliza como se preferir investir em novas funcionalidades com soluções independentes, o departamento de RH deve sempre se esforçar para adotar a tecnologia que ajude a atender às necessidades da gestão de talentos.

Se você quiser ver o diretório completo de programas de gestão de talentos e de RH do Capterra, clique aqui.

Os departamentos de RH também devem buscar ficar a par das últimas dicas, das melhores práticas e das tendências na área. O Capterra também ajuda nessa tarefa, basta seguir o nosso blog!

À procura de softwares de RH? Confira todas opções disponíveis no Capterra! Se você conhece mais soluções, deixe seu comentário abaixo.

Black Friday Brasil 2019: truques para lucrar muito nesse período

black friday brasil 2019

black friday brasil 2019

Agora que o ano entrou na reta final é momento de o varejo focar em um dos melhores períodos de vendas: o Black Friday Brasil 2019.

Programado para o dia 29 de novembro, o evento promete gerar um faturamento de R$ 3,45 bilhões e um crescimento de 18% em relação ao resultado de 2018 somente para o comércio eletrônico, de acordo com a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Para abocanhar uma fatia desse bolo, as pequenas e médias empresas devem planejar-se não somente para arrasar nas vendas como também para conquistar consumidores fiéis. Abaixo, confira as dicas para que sua empresa possa aproveitar o período.

As principais tendências do Black Friday Brasil 2019

Uma pesquisa realizada pelo Google em parceria com a agência Provokers com a participação de mais de 2.000 pessoas antecipou algumas tendências daquilo que provavelmente veremos em 2019.

Segundo o estudo, as compras que supõem mais de um meio (online e offline) estarão em alta. Isso quer dizer que um consumidor pode fazer uma pesquisa e decidir pela compra do produto no ambiente virtual, mas realizá-la na loja física. 

A cada três vendas offline, uma é influenciada pelo digital”, lembra Bruno Cantarim, gerente de desenvolvimento de negócios do Google Brasil. 

Ainda segundo a pesquisa do Google, até 2018, a multicanalidade representava 7% das transações de compra. Para este ano, a expectativa é de que alcance 25%.

Outro dado importante é que o preço não é o único motivador de uma compra. Para 54% das pessoas entrevistadas, confiança e nível de serviço também importam.Vale lembrar que o Black Friday brasileiro também é conhecido pela “maquiagem” dos preços. Não à toa, 61% dos entrevistados consideraram que os valores dos produtos estavam iguais ou mais caros em 2018 do que em 2017.

Com os consumidores cada vez mais atentos, é necessário pensar no planejamento e na estratégia para não manchar a reputação da sua empresa.  

Como vender mais na Black Friday 

Ações de desconto

desconto black friday

Etapa importantíssima da sua campanha, você pode oferecer descontos em percentual, frete grátis, cupom de desconto, cashback, entre outras modalidades. Fixe uma margem de lucro e defina quais são os produtos que terão o valor reduzido. Não se esqueça de analisar, principalmente, os produtos que têm boa saída, verificando ainda quantidades disponíveis e lucratividade.

Campanhas de marketing

Email marketing e redes sociais são dois canais importantes para a sua estratégia de marketing, por isso gaste tempo no planejamento das ações.

Antes do Black Friday, bole uma campanha de assinatura da sua newsletter, o que ajudará a aumentar o número de seguidores. Aproveite o período para dar algumas prévias do que os clientes podem esperar dos descontos.

Você também pode dar benefícios para quem se inscrever na sua rede de contatos durante o Black Friday. Mas lembre-se de colocar uma validade ao desconto, assim o cliente terá um senso de urgência para usá-lo.

Aproveite também as artimanhas que Facebook, Instagram e WhatsApp oferecem ao varejo. Produza conteúdos com frequência, invista em anúncios dinâmicos e use hashtags para ganhar maior destaque. Conte ainda com softwares como aliados para automatizar a etapa de marketing e ter tempo para empreender em outras funções.

Prepare a experiência online

Você não quer ter sua página fora de serviço em uma das datas mais importantes, portanto preste atenção na engenharia por trás do seu site. A  Amazon, por exemplo, notou que a lentidão no carregamento da sua página poderia custar US$ 1,6 bilhões em vendas por ano.

Fique atento aos pontos-chave para uma boa experiência online: 

  •     Crie uma interface intuitiva
  •     Otimize a velocidade de carregamento do site
  •     Ofereça diversos métodos de pagamento no checkout
  •     Deixe a página funcional na versão mobile
  •     Faça descrições de produto completas, incluindo recursos como fotos 360 graus

 Planejamento logístico

logística black friday

Em 2018, das 97,2 mil reclamações sobre Black Friday feitas na plataforma Reclame Aqui, a maioria, cerca de 33%, referia-se a atraso na entrega.

Um truque para a logística é usar ferramentas que auxiliem no cálculo do frete e na simulação do prazo de entrega. Para este último, aliás, é importante que a previsão estimada leve em conta o tempo de preparação do pedido, incluindo separação, empacotamento e despacho do produto, e não apenas o tempo do transporte.

Importante: não se esqueça de criar estratégias para a logística reversa. Defina uma política clara de troca, que informe a modalidade de devolução (coleta no local ou pontos de entrega, por exemplo) e oriente sobre o empacotamento para o retorno.

Controle de estoque

Nenhum consumidor gosta de se deparar com a mensagem “produto indisponível”, ainda mais tratando-se de Black Friday. Para evitar esse contratempo, organize o seu estoque e faça um inventário, de forma que a quantidade de produtos do estoque físico corresponda àquela disponível do estoque online.

Quando você faz a gestão de estoque, entende quais são os produtos mais atrativos da sua loja –portanto, os que sempre têm de estar disponíveis– e conhece aqueles que estão parados, ou seja, suscetíveis a uma promoção para que não fiquem encalhados por muito mais tempo.

Muito além do Black Friday: as principais datas do varejo para manter-se atento

Além do Black Friday, há outras datas importantes para o varejo que se consolidam a cada ano no Brasil. É possível replicar as mesmas ações citadas acima para elas. A seguir, confira os dias que, com uma boa estratégia, prometem trazer rentabilidade.

Semana do Brasil

Com intuito de aquecer as vendas no mês de setembro, foi criada a Semana do Brasil, que em 2019 ocorreu entre os dias 6 e 15 de setembro.

Dia do Consumidor

É comemorado no Brasil desde 2014 e, cada vez mais, ganha visibilidade. Acontece na quarta-feira da semana do dia 15 de março.

Dia do Frete Grátis

No Dia do Frete Grátis, programado para a última sexta-feira de abril, o varejo oferece isenção da taxa de frete durante 24 horas.

Cyber Monday

Focado na venda de produtos eletrônicos, o Cyber Monday acontece na segunda-feira após o Black Friday. 

Que ações sua empresa pretende tomar para ter sucesso na Black Friday neste ano? Compartilhe conosco nos comentário abaixo.

5 programas gratuitos de controle de tempo para gerentes de projeto

controle de tempo

controle de tempoQuanto vou demorar com certa tarefa? Qual é o nível de esforço para tal atividade?

Se você não usa uma ferramenta de controle de tempo, será difícil responder com precisão a essas perguntas. Uma estimativa incorreta pode custar tempo e dinheiro. Felizmente, você não precisa gastar muito para encontrar uma solução.

Se a sua equipe é pequena, o orçamento é apertado e dá para abrir mão de alguns recursos mais avançados, uma software de controle de tempo grátis ou freemium deve ser suficiente para você. (Softwares freemium são versões gratuitas de programas pagos que oferecem funcionalidades limitadas, limite de usuários ou ambos.)

Neste post destacamos cinco programas grátis de gestão de tempo e produtividade entre aqueles com melhor classificação* no Capterra, além do valor do upgrade de cada um.

Você pode consultar esta lista para definir 1) se ferramentas grátis são a solução adequada para sua empresa e 2) qual opção grátis se encaixa melhor com suas necessidades.

* Cada uma das cinco ferramentas incluídas neste artigo possui classificação geral feita pelos usuários acima da média em comparação com outros produtos da mesma categoria, além de um número alto de avaliações de gerentes de projeto. Conheça a nossa metodologia no final do texto.

As ferramentas estão listadas em ordem alfabética.


  • Clockify
  • Freedcamp
  • Harvest
  • MeisterTask
  • Toggl

gráfico controle de tempo

5 programas grátis de controle de tempo e produtividade para gerentes de projeto

1. Clockify

O Clockify é uma ferramenta de controle de tempo projetada para trabalho em equipe e que funciona na nuvem ou pode ser instalada em Mac, Windows ou Linux. Os principais recursos do Clockify incluem um cronômetro, a capacidade de definir valores flexíveis (por exemplo, por projeto, categoria ou usuário) e de diferenciar entre horas faturáveis e não faturáveis. Também oferece visualização das planilhas de horas do usuário, além de relatórios (rastreamento da lucratividade e progresso do projeto).

O plano gratuito inclui acesso ilimitado às funcionalidades básicas, além de usuários e projetos ilimitados, suporte por e-mail e acesso à base de conhecimento online da ferramenta.

O plano pago oferece funcionalidades adicionais como relatórios personalizados, modelos de projetos, metas e lembretes, além de assistência ao usuário exclusiva.

Prós: os usuários destacam a simplicidade e a interface intuitiva do Clockify e afirmam que a ferramenta é muito direta e fácil de usar.

Contras: segundo os usuários, falta um detector de inatividade, o que significa que as pessoas podem esquecer de interromper o cronômetro, resultando em quadros de horários imprecisos.

Valor do upgrade: US$ 9,99 (cerca de R$ 41) por mês (Plus), US$ 29,99 (cerca de R$ 123) por mês (Premium), US$ 450 (cerca de R$ 1.840) por mês (Server), em pagamentos mensais. Os planos pagos têm um custo fixo por local de trabalho, não por usuário.

Integrações: O Clockify oferece mais de 50 integrações pré-configuradas com outros aplicativos web, incluindo várias ferramentas para gestão de projetos, como Trello, Asana, Monday.com e Basecamp.

Aplicativos para celular/tablet: iOS, Android

Melhor avaliado por: No ano passado, 86% das avaliações do Clockify no Capterra foram realizadas por profissionais de pequenas empresas. A maior quantidade de reviews foi de usuários das áreas de desenvolvimento de software, TI e de marketing e publicidade.

captura de tela do clockify
Visão da área de trabalho do Clockify, que também possuis diversas integrações (Fonte)

2. Freedcamp

O Freedcamp é uma ferramenta de gestão de trabalho colaborativo que pode ser usada na nuvem ou instalada nos sistemas operacionais Mac e Windows. Ela inclui controle de tempo juntamente com outros recursos, como gestão de tarefas, rastreamento de erros e gestão de relacionamento com o cliente (CRM na sigla em inglês). Os principais recursos de gestão de tempo incluem a capacidade de calcular o tempo dedicado a diferentes tarefas e cobrar dos clientes pelo tempo gasto nos projetos.

O plano gratuito do Freedcamp inclui acesso a usuários, tarefas, projetos e armazenamento ilimitados, além de suporte padrão.

O plano pago do Freedcamp oferece atendimento exclusivo ao cliente e funcionalidades adicionais, como relatórios, CRM e faturamento.

Prós: os usuários destacam a personalização do Freedcamp e afirmam ser fácil ativar e desativar os módulos do programa de acordo com suas necessidades.

Contras: vários usuários citam problemas com os apps do Freedcamp para dispositivos móveis.

Valor do upgrade: US$ 2,49 (cerca de R$ 10) por usuário, por mês (Minimalist), US$ 8,99 (cerca de R$ 37) por usuário, por mês (Business), US$ 16,99 (cerca de R$ 69) por usuário, por mês (Enterprise), em pagamentos mensais. Há descontos para assinaturas anuais.

Integrações: O Freedcamp oferece mais de 1.500 integrações através do Zapier a vários produtos, incluindo Slack, G-suite e ferramentas de gestão de projetos, como Smartsheet e Monday.com.

Aplicativos para celular/tablet: iOS, Android

Melhor avaliado por: No ano passado, 88% das avaliações do Freedcamp no Capterra foram feitas por profissionais de pequenas empresas. O maior número foi de usuários dos setores de marketing e publicidade, serviços de TI e desenvolvimento de software.

captura de tela do freedcamp
Área de trabalho da ferramenta de gestão de trabalho colaborativo Freedcamp (Fonte)

3. Harvest

O Harvest é uma ferramenta de gestão de tempo baseada na nuvem e projetada para trabalhos em equipe. Os principais recursos incluem um cronômetro, planilhas de horários de usuários, a capacidade de definir valores flexíveis (por exemplo, por projeto, categoria ou usuário), diferenciação entre horas faturáveis e não faturáveis, faturamento, painéis para monitoramento do progresso do projeto e relatórios (de capacidade de recursos e lucratividade, por exemplo).

O plano gratuito do programa inclui um usuário, dois projetos, todas as funcionalidades, suporte por telefone ou e-mail e uma central de ajuda online.

Já o plano pago oferece usuários e projetos ilimitados.

Prós: os usuários apontam que o Harvest é fácil de usar e se integra a uma variedade de outros softwares de negócios, como sistemas de contabilidade, processadores de pagamento e ferramentas de gestão de projetos.

Contras: vários usuários afirmam que o preço do programa é uma desvantagem.

Valor do upgrade: US$ 12 (cerca de R$ 49) por usuário, por mês (Solo e Team), em pagamentos mensais. Há desconto para assinaturas anuais.

Integrações: O Harvest oferece centenas de integrações pré-configuradas com várias ferramentas, incluindo programas de gestão de projetos como Asana, Basecamp, Smartsheet, Teamwork Projects e Trello, por exemplo.

Aplicativos para celular/tablet: iOS, Android

Melhor avaliado por: No ano passado, 86% das avaliações do Harvest no Capterra foram realizadas por profissionais de pequenas empresas. O maior número de reviews foi de usuários dos setores de marketing e publicidade, design e desenvolvimento de software.

captura de tela harvest
Área de trabalho ferramenta de gestão de tempo baseada na nuvem Harvest (Fonte)

4. MeisterTask

O MeisterTask é um programa visual de gestão de trabalho que pode ser usado na nuvem ou instalado no Mac ou no Windows. O programa oferece controle de tempo juntamente com outros recursos, como gestão de tarefas e trabalho colaborativo. Entre as principais funcionalidades de gestão de tempo estão um cronômetro, a possibilidade de registrar o tempo por tarefas e relatórios de tempo (por exemplo, tempo registrado por usuário, tarefa ou projeto).

O plano gratuito do MeisterTask inclui usuários, tarefas, controle de tempo e armazenamento ilimitados, além de integrações limitadas, suporte por e-mail e documentação de ajuda online.

O plano pago oferece suporte prioritário, integrações ilimitadas, backups e outras funcionalidades, como relatórios, calendário e perfis de usuários.

Prós: quem utiliza o MeisterTask destaca a simplicidade do programa e afirma ser fácil para os novatos se ambientarem com a ferramenta.

Contras: vários usuários observam que o plano gratuito é limitado, principalmente quando se trata da automação do fluxo de trabalho, isto é, da definição de tarefas recorrentes.

Valor do upgrade: € 8,25 (cerca de R$ 37) por usuário, por mês (Pro), € 20,75 (cerca de R$ 93) por usuário, por mês (Business).

Integrações: O MeisterTask oferece integrações pré-configuradas com vários softwares de negócios, como o Slack e o Microsoft Teams. Além disso, existem mais de 1.000 integrações disponíveis no Zapier, incluindo ferramentas de gestão de projetos, como Asana, JIRA e Trello.

Aplicativos para celular/tablet: iOS, Android

Melhor avaliado por: No ano passado, 77% das avaliações do MeisterTask no Capterra foram feitas por profissionais de pequenas empresas. A maior quantidade de reviews foi de usuários dos setores de desenvolvimento de software, serviços de TI e marketing e publicidade.

captura de tela do meistertask
Detalhe da função de controle de tempo da ferramenta de gestão MeisterTask (Fonte)

5. Toggl

O Toggl é uma ferramenta de gestão de tempo projetada para freelancers e equipes que pode ser usada na nuvem ou instalada nos sistemas operacionais Mac ou Windows. Os principais recursos do Toggl incluem um cronômetro, detecção de inatividade, capacidade de definir valores flexíveis (por exemplo, por projeto, categoria ou usuário), diferenciação entre horas faturáveis e não faturáveis, relatórios e monitoramento de funcionários.

O plano gratuito da ferramenta inclui acesso para até cinco usuários, várias integrações e funcionalidades como controle de tempo, painéis de usuários e relatórios básicos.

O plano pago do Toggl oferece mais integrações e recursos avançados, como auditorias de tempo, possibilidade de definir valores faturáveis, gestão de tarefas e estimativas de tempo de projeto.

Prós: os usuários destacam as integrações do Toggl e a facilidade com que podem conectar o gestor de tempo a outros softwares de negócios.

Contras: muitos afirmam que o preço do Toggl é uma desvantagem.

Valor do upgrade: US$ 10 (cerca de R$ 41) por usuário, por mês (Starter), US$ 20 (cerca de R$ 82) por usuário, por mês (Premium), em pagamentos mensais. É necessário entrar em contato com o fornecedor para preços corporativos.

Integrações: O Toggl oferece integrações pré-configuradas com mais de 100 ferramentas, incluindo várias soluções de gestão de projetos, como Asana, Basecamp, Pivotal Tracker, Podio e Redbooth.

Aplicativos para celular/tablet: iOS, Android

Melhor avaliado por: No ano passado, 84% das avaliações do Toggl no Capterra foram realizadas por profissionais de pequenas empresas. O maior número de reviews foi de usuários dos setores de marketing e publicidade, desenvolvimento de software e serviços de TI.

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Área de trabalho da ferramente de gestão de tempo Toggl (Fonte)

Saiba mais

Para serem incluídos nesta lista, os programas precisavam ter uma quantidade mínima de avaliações no Capterra e uma classificação geral acima da média em comparação com outros programas da categoria (veja nossa metodologia mais abaixo). Além disso, as ferramentas precisavam ter um alto número de avaliações de gerentes de projeto.

Se as avaliações das ferramentas de gestão de tempo por outros usuários não são relevantes para você, os seguintes programas também atendem às demais condições mencionadas, com exceção do requisito associado à posição profissional:

  • AND CO (248 avaliações, 4.9/5 estrelas)
  • My Hours (21 avaliações, 4.8/5 estrelas)
  • Paymo (64 avaliações, 4.5/5 estrelas)

Além disso, você pode visitar a lista de ferramentas de gestão de tempo do Capterra e filtrá-la para mostrar apenas produtos que atendem a determinados critérios, como os principais recursos necessários ou o número de usuários.


Metodologia

As ferramentas consideradas para este post tinham que cumprir as seguintes condições:

  • Oferecer uma versão gratuita e independente do programa e não uma versão de teste que exige que o software seja comprado após certo período.
  • Satisfazer a definição para gestores de tempo do Capterra.

Tal definição afirma que “softwares de gestão de tempo ajudam indivíduos, equipes e organizações de todos os setores a acompanhar o tempo gasto pelos funcionários em esforços de trabalho, ou seja, o tempo gasto em tarefas e projetos, locais de trabalho, turnos, tarefas de clientes, etc. Essas ferramentas fornecem dados sobre o nível de esforço, lucratividade e hábitos dos funcionários, ajudando a melhorar a produtividade, bem como a carga e o planejamento do trabalho”.

As ferramentas que atendiam à definição acima também precisavam ter um mínimo de 20 avaliações publicadas entre 30 de junho de 2018 e 30 de junho de 2019 e alcançar uma classificação geral dos usuários acima da média em comparação com outros programas da categoria.

  • As melhores ferramentas têm uma avaliação geral de, pelo menos, 4.5/5 estrelas.

A lista de ferramentas de gestão de tempo do Capterra apresenta uma variedade de programas que refletem as diversas necessidades dos compradores, como cálculo de tempo para RH e folhas de pagamento, área de construção civil, gestão de projetos e departamento jurídico, por exemplo. Assim, para identificar as melhores ferramentas para gerentes de projeto, foram escolhidos os programas que tinham um alto número de avaliações feitas especificamente por estes profissionais.

Observação: O conteúdo deste artigo apresenta opiniões e pontos de vista expressos por usuários e não representa necessariamente a opinião do Capterra.

 À procura de softwares para gestionar o tempo? Confira a lista da Capterra com as melhores opções de ferramentas de controle de tempo.

Como fazer um plano de projeto perfeito em 5 passos

como fazer um plano de projeto

como fazer um plano de projeto

Tem dúvidas de como fazer um plano de projeto? Então este post pode te ajudar!

Iniciar um projeto sem um plano é o mesmo que viajar sem um mapa. Você pode até chegar ao local exato desejado, mas certamente vai gastar mais tempo e dinheiro.

Pesquisa do Project Management Institute (informação em inglês) mostra que quatro dos sete principais motivos de fracasso de projetos citados por gerentes de projetos poderiam ter sido resolvidos por meio de um melhor planejamento.

falhas plano de projeto

Embarcar em um projeto sem ter uma estratégia bem escrita pode levar ao desvio do escopo, estouro do orçamento e perda dos prazos.

Ao se sentar com sua equipe e montar um plano de projeto antes de começar  a implantação, você pode definir as expectativas que o guiarão para o sucesso.

Observação: Todos os passos a seguir pressupõem que você está usando uma ferramenta de gestão de projetos para ajudar na comunicação com a equipe, cronograma, orçamento e escopo. Um software do tipo também é o melhor lugar para documentar e armazenar as informações que você coletará nos passos abaixo. Se você está relutante em investir em um programa de gestão de projetos, pode fazer testes usando uma opção gratuita.

Como fazer um plano de projeto em 5 passos

Passo 1: Defina o projeto

Tanto se você está criando um aplicativo como abrindo uma nova loja, sempre comece definindo seu objetivo. Mas definir um objetivo não é simplesmente escrever “Quero abrir uma lanchonete” em um papel.

Há seis elementos principais na hora de definir um projeto:

1. Objetivos: Trata-se do que você está tentando alcançar com esse projeto, tanto externamente (lucro, participação de mercado, satisfação do cliente) quanto internamente (melhoria da infraestrutura, racionalização de processos, retenção de funcionários). As diretrizes dos objetivos devem ser SMART: acrônimo em inglês para específicos, mensuráveis, realizáveis, realistas e com prazo determinado.

2. Escopo: Independentemente do cuidado na hora de fazer o planejamento, seu projeto sofrerá alterações com as quais você precisará lidar. Em vez de tentar identificar tudo o que está dentro do escopo, pode ser mais fácil distinguir o que está definitivamente fora. Esse também é um bom momento para determinar quem será responsável por aprovar ou rejeitar alterações do escopo.

3. Critérios de sucesso: O que determinará se o seu projeto é um sucesso ou um fracasso? Faça referência aos seus objetivos nesta etapa. Alguns critérios muito usados são: projetos entregues dentro do prazo e do orçamento, produtos acabados atendendo a um certo nível de qualidade e resolução de um problema específico do negócio.

4. Entregas: Faça uma lista das entregas essenciais para o seu projeto. Alguns exemplos: um aplicativo móvel funcional para sua empresa, uma lanchonete pronta para o cliente ou um novo sistema de folha de pagamento. Seja o mais detalhado possível ao definir as entregas do seu projeto.

5. Requisitos: Esta etapa consiste em determinar tudo o que você precisa (recursos, pessoal, orçamento, tempo) para alcançar os objetivos do projeto e obter um bom resultado. Consulte os principais stakeholders (partes interessadas) para garantir que você não está esquecendo nada.

6. Cronograma: Crie uma EAP (estrutura analítica de projetos) para determinar o que precisa ser entregue e quando. Em seguida, use-a para estabelecer a linha de base do cronograma, os marcos do projeto e os prazos.

Passo 2: Identifique riscos, premissas e restrições

Identificar possíveis armadilhas e contratempos antes que eles aconteçam pode ajudar você a se salvar dos imprevistos quando eles aparecerem.

Neste passo, você deve nomear um membro da equipe como responsável pelo gerenciamento de riscos. Dependendo do tamanho do projeto, essa pessoa pode ser você, o gerente do projeto ou outro líder. O importante é que alguém seja responsável por monitorar os riscos identificados, como, por exemplo, atrasos ou estouro de orçamento. Softwares de gestão de projetos podem facilitar a gestão de riscos com uma definição precisa do projeto.

Esta etapa (e o planejamento do projeto em geral) não se resume apenas a tentar superar condições caóticas e imprevisíveis. Também é importante documentar certas premissas ou restrições à medida que você as estabelece, como os recursos disponíveis ou a fonte de financiamento do projeto.

Se o projeto precisar ser concluído durante o horário normal de trabalho (sem horas extras) ou concluído usando apenas os recursos que já estão disponíveis, é importante que sua equipe saiba disso.

Passo 3: Organize a equipe

Este passo é a base do seu plano de projeto afinal, gestão de projetos é basicamente gestão de pessoase, quanto mais completo for o trabalho executado nos passos 1 e 2, mais fácil será o passo 3.

Organizar a equipe significa identificar e documentar os seguintes pontos:

  • Cliente: Quem receberá o produto final? São internos ou externos?
  • Stakeholders: São os indivíduos ou grupos com interesses particulares na conclusão bem sucedida do projeto. A identificação dos stakeholders será usada no plano de comunicação do projeto.
  • Papéis e responsabilidades. Estabeleça a hierarquia organizacional para o projeto. Quem tem a palavra final nas decisões? Quem é responsável pela comunicação com o cliente? Quem monitora o orçamento e o cronograma dentro da ferramenta de gestão? Quem é responsável por fazer o trabalho de verdade?

Passo 4: Liste os recursos necessários

No passo 1, foram identificados alguns requisitos gerais necessários para concluir o projeto com sucesso. Já no passo anterior, ficaram definidos os recursos humanos necessários para executar e gerenciar o trabalho. Agora, é hora de focar nos recursos específicos necessários para começar a trabalhar.

Exemplos de recursos para o projeto podem ser:

  • Tecnologia (hardware, software ou dispositivos móveis)
  • Salários
  • Veículos
  • Materiais 

Faça uma lista de tudo o que for necessário, juntamente com os respectivos custos, para poder informar sobre o orçamento e o gerenciamento de recursos. Não se preocupe com os cálculos. Desde que seus números sejam precisos, seu software de gestão de projetos fará o trabalho pesado.

Passo 5: Estabeleça um plano de comunicação

Agora você já tem um projeto claramente definido com cronograma, orçamento, recursos e equipe. Hora de começar a trabalhar, certo? Errado. Você ainda não tem um plano de comunicação.

Ainda segundo a PMI,  falhas de comunicação são uma das principais causas de fracasso de um projeto. Se você pensa que pode contar sempre com a boa comunicação de sua equipe, sua suposição pode prejudicar todo o projeto.

Isso acontece porque muitos fatores do projeto –cumprimento de prazos e manutenção do orçamento, por exemplo– dependem dos membros da equipe se comunicarem entre si, com os stakeholders e com os clientes.

Um bom plano de comunicação deve incluir:

  • Objetivos: Qual é o objetivo de uma determinada mensagem? Você está querendo saber se uma equipe específica tem recursos suficientes ou lembrando ao líder da equipe que um prazo importante está chegando em breve? Saiba bem o que você quer alcançar e deixe que isso guie sua mensagem antes de pressionar o botão ‘Enviar’.
  • Público-alvo: Quem deve ser incluído nas comunicações? O presidente da empresa, por exemplo, não precisa saber das atualizações rotineiras de cada etapa, mas deve ser consultado se o projeto estiver excedendo o orçamento.
  • Conteúdo essencial: Quando você se comunica com sua equipe, quais informações devem ser incluídas em cada mensagem? Pode ser necessário enviar aos stakeholders uma atualização semanal do estado do projeto, incluindo o progresso em relação às próximas etapas, lembretes de prazos importantes e de como vai o orçamento. Documente todas essas informações no seu plano de comunicação.
  • Método e frequência: Como serão entregues as comunicações de rotina da equipe e com qual frequência? Semanalmente, na sexta-feira de manhã, ou quinzenalmente, às  segundas-feiras? Por e-mail ou usando uma ferramenta de colaboração? Defina essas informações no início do projeto e siga consistente com elas.

Aprenda e melhore cada vez mais

Se você notou que seus projetos costumam ficar fora de controle, extrapolar o orçamento, perder prazos ou que eles falham na qualidade da entrega do produto final, é bem provável que um mal planejamento tenha pelo menos parte da culpa.

Fazer uma definição clara do projeto, identificar os riscos, montar a equipe, reunir os recursos e elaborar um plano de comunicação fará uma enorme diferença.

Siga nosso blog para receber mais dicas sobre todas as fases do ciclo de gestão de projetos.

À procura de softwares de gestão de projetos? Confira a lista da Capterra com as melhores ferramentas de gestão de projetos.

Lei Geral de Proteção de Dados: o que não dá para deixar de saber

lei geral de proteção de dados

lei geral de proteção de dados

Nessa minha primeira colaboração para o blog do Capterra, tento descomplicar um pouco a tal da LGPD, da qual tanto se fala e que passa a valer em agosto de 2020. Vamos começar pela sopa de letrinhas: LGPD, de Lei Geral de Proteção de Dados.

Há dois pontos importantes nessa sigla para os quais gostaria de chamar a sua atenção: o primeiro é o “G” de Geral. Ele quer dizer que a lei se aplica a todos os setores da economia (empresas de internet e tecnologia são só a ponta do iceberg) e até mesmo ao governo. 

Empresas de todo os portes –inclusive as pequenas e médias– podem ser consideradas agentes de tratamento de dados (veremos abaixo o que isso quer dizer) e estarão sujeitas à lei. Os modelos de negócio B2C (de empresa para consumidor) tendem a lidar com maior volume de dados pessoais e devem estar ainda mais atentos às implicações da LGPD. 

Há multas e outras consequências pelo seu descumprimento, assunto de que trataremos em breve. O importante nesse momento é entender que o cenário de proteção de dados muda completamente no ano que vem: hoje, qualquer tratamento de dados pessoais é, em princípio, autorizado. A partir de agosto, só será considerada lícita uma operação de tratamento que tenha fundamento em uma das bases legais do artigo 7º da LGPD.  

Há outro ponto importante nessas quatro letrinhas: na verdade, deveria haver uma quinta letra na sigla, o “P”, de pessoais. A lei só se aplica ao tratamento de dados pessoais, ou seja, dados que possam identificar uma pessoa física, de carne e osso. Dados de pessoas jurídicas, por exemplo, estão fora do alcance da LGPD(P). Mas, afinal, o que quer dizer “tratamento de dados pessoais”?

Antes de mais nada, uma sugestão. O texto da lei está disponível no site do Congresso brasileiro. Proponho que você abra o link e vá até os artigos que mencionarei neste post para ver, na prática, o que parece teoria. À primeira vista vai parecer complicado, mas leis, apesar do vocabulário estranho, estão aí para serem lidas (e entendidas) por qualquer um. Ajudarei aqueles que se encorajarem, indicando alguns artigos específicos que vale a pena consultar.

Sigamos! 

O artigo 5º traz várias definições importantes, entre elas a de “dados pessoais” (qualquer dado que diga respeito a uma pessoa, o que vai do número do RG a uma fotografia, passando por informações financeiras, filiação política, endereço, orientação sexual, etc.). O mesmo artigo define “tratamento” com uma lista de 20 verbos diferentes (!) e ainda diz que são só exemplos.

Ou seja, virtualmente, tudo o que se pode fazer com um dado pessoal –coletar, compartilhar, armazenar, filtrar, etc.– é considerado tratamento e, portanto, está sujeito à lei.

Aquele que trata dados pessoais pode ser: 

  • um controlador – se tratar os dados para fins próprios
  • um operador – caso realize o tratamento de dados pessoais em benefício de outra empresa, essa, sim, o controlador 

Essas definições, e outras, estão no artigo 5º da LGPD –as que faço referência aqui estão nos incisos I, VI, VII e X.

O que não dá para não saber sobre a LGPD em cinco tópicos:

1. Base Legal

O ponto central da lei  –e a principal mudança que se observará a partir de agosto de 2020– é o seguinte: toda operação de tratamento de dados pessoais precisará estar casada com uma das justificativas previstas no artigo 7º.

A isso se chama base legal.

São dez bases legais possíveis. As que mais interessam ao setor de tecnologia são: 

  • consentimento (inciso I) 
  • cumprimento de obrigação legal ou regulatória (inciso II) 
  • cumprimento de contrato com o titular dos dados (inciso V) 
  • legítimo interesse (inciso IX)

2. Identificando a base legal

A primeira etapa do processo de adequação à LGPD é encontrar uma base legal para cada operação de tratamento realizada. Podemos pensar, por exemplo, em uma empresa que atua no segmento de software como serviço (SaaS na sigla em inglês) e que coleta dados dos usuários no momento da abertura da conta.

Será necessário identificar uma base legal para essa coleta (exemplo: cumprimento de contrato com o titular dos dados –art. 7º, V). Se essa mesma empresa compartilhar esses dados com um terceiro, isto é considerado outra atividade de tratamento e também precisa ter uma base legal específica (digamos, consentimento).  

3. Consentimento

As atividades de tratamento que se baseiam no consentimento precisam observar algumas regras específicas. Por exemplo, ele precisa ser “livre, informado, inequívoco e específico” (artigo 5º, XII) e pode ser revogado a qualquer momento (artigo 8º, parágrafo 5º).

4. Legítimo interesse

O legítimo interesse é uma saída interessante para quando não é viável obter o consentimento ou quando não há um contrato com o titular dos dados. Isso permite, por exemplo, que o Google trate dados pessoais em sua atividade de indexador.

Mas atenção: o tratamento de dados com base em legítimo interesse precisa observar as regras do artigo 10, não se aplica a dados sensíveis (definidos no art. 5º, II) ou dados de crianças e adolescentes. Implica também cuidados maiores, como a elaboração de um relatório de impacto que pode ser exigido pela futura autoridade nacional (o chamado relatório de impacto à proteção de dados ou LIA –legitimate interest assessment). 

5. Princípios

Qualquer operação de tratamento deve seguir alguns princípios, que constam do artigo 6º da lei. Os mais importantes –vale consultar a lei aqui para entender o que cada um deles significa– são: 

  • finalidade
  • adequação
  • livre acesso
  • transparência
  • segurança
  • prevenção
  • não-discriminação

Esses “princípios” podem parecer teóricos, mas não são. É justamente isso, junto com a “base legal” sobre a qual falamos acima, que deve nortear a avaliação, pela futura autoridade nacional, sobre a legitimidade de cada atividade de tratamento.

Autoridade Nacional de Proteção de Dados e DPO

Também há vários pontos ainda indefinidos em relação à LGPD, inclusive a composição da futura Autoridade Nacional de Proteção de Dados. Além do “enforcement” (ou seja, verificar o cumprimento e impor penalidades), a autoridade terá o poder de regulamentar pontos que a lei deixou em aberto. 

Por exemplo, em princípio, todo agente de tratamento precisará indicar um “encarregado”, também chamado de DPO (data protection officer na sigla em inglês), para fazer a interface entre a empresa, a autoridade e os titulares de dados pessoais. É possível, porém, que a Autoridade dispense determinadas empresas dessa obrigação, por conta do tamanho e do volume das atividades de tratamento de dados por elas realizadas. 

Esse ponto interessa especialmente às PMEs, por conta do custo adicional que um DPO –caso a empresa decida contratar alguém externo para exercer esse papel– geraria. Mas isso é assunto para um próximo artigo.   

Há muito mais a falar sobre a LGPD, e isso só o começo. Prometo voltar aqui em breve, para conversarmos sobre outros pontos interessantes. Alguns deles: transferência internacional de dados, como LGDP e GDPR (General Data Protection Regulation, a regulação europeia sobre o tema) dialogam entre si e no que consiste um programa de compliance de dados pessoais. 

Até breve!

foto Pedro Fonseca

Pedro Leal Fonseca é membro e co-fundador do Coletivo.adv.br, coletivo de advogados de negócio com sede em São Paulo. Presta consultoria jurídica a empresas de tecnologia (cloud, software, fintechs, plataformas de e-commerce e outras). Antes, liderou o departamento jurídico da Amazon no Brasil (2014-2018) e atuou em grandes escritórios de advocacia nas áreas empresarial, propriedade intelectual e fusões e aquisições.

 

Busca softwares que possam ajudar seu negócio a se adaptar a essas mudanças? Confira a lista ferramentas de TI do Capterra!

ERP para pequenas empresas: 44% usam sistemas de gestão empresarial

ERP para pequenas empresas

ERP para pequenas empresas

O aumento de opções de sistemas ERP para pequenas empresas no mercado brasileiro parece estar animando as PMEs (pequenas e médias empresas) do país a deixarem de lado as planilhas de Excel e apostarem por um programa do tipo na hora de gerir vendas, pagamentos e a contabilidade dos negócios.

É o que aponta pesquisa realizada pelo Capterra entre os dias 26 de agosto e 20 de setembro que ouviu 380 trabalhadores de empresas de 23 setores com entre 1 e 250 funcionários de todo o país. 

Do total de ouvidos, 44% afirmam utilizar um sistema de gestão empresarial para o controle financeiro do negócio –33% dizem ainda usar planilhas, 15%, softwares da própria empresa e apenas 7%, papel e caneta.

Vale lembrar que um ERP, sigla em inglês para Enterprise Resource Planning (ou sistema de gestão empresarial), é um grande aliado para a organização das empresas. Com um software do tipo, as companhias podem ganhar eficiência e poupar tempo e recursos reunindo toda as informações em um só lugar, da contabilidade, passando pelo financeiro, gestão de pessoas, estoque, vendas e pagamentos.

ERP para pequenas empresas: destaques do estudo

  • O tamanho é decisivo: PMEs de maior porte alcançam 73% de adoção, enquanto MEIs (microempreendedores individuais) e microempresas não chegam a 30%
  • 45% das empresas planejam adotar um novo sistema –destas, 58% afirma querer gastar entre R$ 30 e R$ 70 por usuário por mês
  • PMEs da área de internet e informática são as que mais adotam ERPs, seguidas por empresas de seguros

Micros x médias

De acordo com a pesquisa, o nível de adoção de ERPs é maior entre as PMEs de maior porte (com entre 101 a 250). Do total de entrevistados que trabalham em empresas deste tamanho, 73%  afirmam utilizar sistemas de gestão empresariais. Entre os MEIs ou que trabalham em empresas de até 5 funcionários, apenas 29% afirmam adotar um software do tipo. 

Os números mostram ainda que o nível de adoção de sistemas ERP no Brasil entre PMEs está ligado ao número de funcionários: quanto menor a empresa, menor o uso. O dado não surpreende, levando em conta que empresas com mais trabalhadores contam com uma maior capacidade de investimento e podem optar por planos de softwares com descontos para um maior número de usuários. 

ERP tamanho empresa

O fato de quase um terço das micros utilizarem esse tipo de sistema, porém, ilustra a diversificação vivida nos últimos anos no mercado de ERP no Brasil. Hoje, soluções na nuvem desenvolvidas no país, como Tiny ERP, Bling, gestãoClick, Cake ERP ou Omie, atendem esse público, com preços mais acessíveis em comparação com as solução que precisam ser instaladas na empresa (on-premise). 

Além dos preços acessíveis, as opções na nuvem trazem o benefício de uma implementação mais ágil, boas opções de mobilidade e serviços integrados de segurança de dados.

Vale lembrar que os ERP instalados nos servidores das empresas implicam custos mais altos tanto com a própria instalação como com a manutenção. Por outro lado, oferecem mais opções de personalização e uma estrutura mais robusta para negócios com planos rápidos de expansão. A escolha depende, portanto, de quais são os objetivos da empresa.   

Investimentos em ERP

O estudo conduzido pelo Capterra também reflete a movimentação vivida pelo mercado de ERP no Brasil: entre todos os ouvidos, 45% afirmam querer investir em um novo sistema. Destes, 58% dizem querer gastar entre R$ 30 e R$ 70 por usuário ao mês. 

Os dados mostram o preço como uma preocupação entre as MEIs e microempresas que querem investir na área: estes tipos de negócio representam 57% do total dos que buscam soluções de até R$ 30 por usuário ao mês. As opções gratuitas, no entanto, estão fora do radar de praticamente todas as empresas, independentemente do tamanho: somente 7% do total de ouvidos diz estar buscando um software grátis. 

ERP preço

A questão dos recursos disponíveis na plataforma pode ajudar a explicar a resistência às versões gratuitas. Tais opções limitam o número de usuários que podem acessar a ferramenta e restringem o uso de determinadas funcionalidades, como notas fiscais que podem ser emitidas, por exemplo. A última é justamente a função mais utilizada entre todos negócios ouvidos, seguida da gestão financeira e de estoque. 

As restrições, portanto, motivam o empresariado a buscar soluções que atendam todas suas necessidades básicas, dica muito importante aos negócios que ainda estudam implementar um ERP. Trata-se, afinal, de não tentar economizar de um lado para depois perder do outro. 

ERP brasileiro é preferido 

ERPs adaptados à legislação brasileira são os preferidos entre as empresas escutadas. 

Segundo a pesquisa, 64% das PMEs estão dispostas a pagar mais por uma solução do tipo. Aqui, novamente, fica clara a maior importância dada pelos negócios à relação entre qualidade e preço na hora do investimento. Afinal, adquirir um software mais barato que não emite notas fiscais, por exemplo, obrigará o empresário a fazer integrações, que podem custar dinheiro.

ERP origem

A língua é outro fator decisivo para as PMEs no momento de investir em um novo ERP: 64% dos ouvidos consideram importante ou muito importante que o software esteja disponível em português.

Tais dados vão na mesma direção dos números do mais recente levantamento anual do uso de TI nas companhias brasileiras feito Fundação Getúlio Vargas (FGV). Segundo a pesquisa, 72% das empresas com até 170 estações de trabalho utilizam softwares nacionais ou que possuem versões em português –TOTVS (48%), SAP (12%), Oracle (8%) e Infor (4%). 

Integrações

Além de perguntar sobre os usos do ERP, o Capterra também buscou saber quais eram os maiores desafios de gestão enfrentados pelas empresas ouvidas.  

Questões ligadas à gestão financeira estavam entre as mais citadas pelos entrevistados, mas o problema número um para a maioria dos ouvidos diz respeito à relação com os clientes. 

Os dados, portanto, apontam na direção de uma boa efetividade na utilização dos ERPs pelas PMEs brasileiras, já que desafios ligados à gestão de contas a pagar ou emissão de notas não ocupam a primeira posição.

Ao mesmo tempo, também mostram a importância da integração dos sistemas ERP com softwares CRM, que são os que podem ajudar os negócios no contato com o consumidor.

Os chamados softwares de gestão de relacionamento com o cliente trabalham como um banco de dados online com os detalhes dos clientes, informações sobre vendas e de marketing. Como um ERP, um CRM ajuda as empresas a mater toda a informação em um único lugar, controlar as atividades dos vendedores e gerar relatórios.

Alguns softwares de gestão possuem módulos de CRM e outros oferecem a possibilidade de integrar o ERP a um CRM externo. 

O importante é ter uma visão ampla do funcionamento do negócio, dos processos internos à gestão do relacionamento e das vendas, o que ajudará as PMEs a garantir mais eficiência e melhorar os ganhos.

gráfico ERP para pequenas empresas

Metodologia da pesquisa

Para para reunir os dados presentes neste texto, o Capterra realizou uma pesquisa online entre os dias 26 de agosto a 20 de setembro em que ouviu  profissionais que trabalham para MEIs, micro, pequenas e médias empresas (de 1 a 250 trabalhadores) de todo o país. O questionário foi enviado para 1.078 pessoas, das quais 380 foram selecionadas por perguntas eliminatórias. Os resultados são representativos da pesquisa, mas não necessariamente da população como um todo.

Quer conferir mais opções de softwares ERP? Veja a lista completa de soluções de gestão empresarial do Capterra.

A importância da segmentação de clientes para as PMEs

segmentação de clientes

segmentação de clientes

Um serviço inovador ou um produto melhor que o da concorrência não significam garantia de sucesso no mercado. Para se destacar, os empresários precisam conhecer muito bem o seu público e saber com o máximo de precisão possível quais são o seus interesses. Com dados sobre seus compradores em mãos, o segundo passo é trabalhar com a segmentação de clientes.

Isso ajudará as PMEs (pequenas e médias empresas) a desenhar melhores estratégias de comunicação e a atender com mais eficiência os seus consumidores.  

Segmentar não é nada mais do que dividir o público-alvo a partir de  determinadas características. Uma empresa que vende certo produto tanto para crianças como para adultos, por exemplo, provavelmente terá de trabalhar com uma segmentação por faixa-etária. 

O objetivo é conhecer melhor cada grupo para sempre enviar a mensagem correta, diminuir as chances de criar uma campanha de marketing que não atinja os seus objetivos e aumentar as vendas.  

Relação com o cliente

Na hora de dividir os seus consumidores em grupos, as PMEs devem estar atentas a três fatores que norteiam a relação com o cliente: 

  • Desejos: para saber o quanto o consumidor está propenso a adquirir determinado produto ou serviço.  
  • Necessidades: para saber quão necessário é um produto a determinado consumidor.
  • Compatibilidade: para saber se determinado cliente é o ideal para tal produto ou serviço.

Ferramentas de e-mail marketing ajudam na hora de criar campanhas segmentadas, que aumentam drasticamente as chances de que uma mensagem seja lida. 

Segundo dados da plataforma de e-mail marketing Mailchimp, a taxa média de abertura de e-mails é de 21%. Ainda de acordo com a empresa, a probabilidade de que as pessoas cliquem em uma campanha segmentada, no entanto, é 75% maior que de uma não-segmentada.   

Outra dica na hora de trabalhar com mensagens personalizadas é investir nas redes sociais (muitas ferramentas de e-mail marketing oferecem funcionalidades para criar campanhas nas redes) e no envio de mensagens por sistemas de SMS em massa

Dicas para aprimorar a segmentação de clientes


  1. Personas: concentre-se nas principais característica do seu cliente ideal
  2. Acompanhe e analise o êxito das campanhas
  3. Crie novos segmentos de mercado

1. Personas: concentre-se nas principais características do seu cliente ideal

É importante diferenciar os conceitos de segmentação de clientes e personas (ou buyer personas). Ambos podem ser usados na hora de desenhar  campanhas de e-mail marketing.

O primeiro dá conta da definição de grupos dentro do público-alvo, enquanto o segundo busca respostas sobre as motivações dos clientes e de como conectar-se melhor com eles. Para resumir em uma frase, a persona pode ser vista como o cliente ideal da empresa dentro daqueles que compõem o seu público-alvo.

Abaixo detalhamos algumas das principais características a serem observadas ao montar personas.

gráfico de como definir persona

Para encontrar essas informações, as PMEs devem analisar os dados dos clientes que já têm em mãos. Outra dica para a criação das personas é contatar diretamente os clientes mais fiéis e perguntá-los sobre os problemas que enfrentam, suas motivações de compra e por que buscaram determinada empresa. 

É importante lembrar que a persona não é algo fixo e deve ser revisada à medida que o negócio avança.  

Exemplo de buyer persona:

gráfico persona

2. Acompanhe e analise o êxito das campanhas

Campanhas de marketing exigem um esforço contínuo: como para a criação das buyer personas, é preciso trabalhar constantemente para se adaptar às mudanças de cada segmento. 

Os times de marketing e de vendas devem sempre trabalhar juntos para garantir que os segmentos de mercado definidos reflitam o consumidor real. Para isso, é preciso medir quais segmentos geram mais leads e quais necessitam ajustes.

Aqui também entram as ferramentas de e-mail marketing. Com elas, é possível realizar testes A/B, que permitem que as empresas enviem duas versões de uma campanha para um grupo de clientes e analisem qual das duas produz melhores resultados (como número cliques e taxa de retorno).

Para as PMEs que ainda pensam duas vezes na hora de investir em uma ferramenta de e-mail marketing, vale lembrar outros benefícios desse tipo de software:

Aumento da eficiência: as tarefas são automatizadas e, com menos intervenção manual, os erros tendem a diminuir. Além disso, as equipes de vendas e marketing trabalharão juntas para alcançar os mesmos objetivos: adquirir e nutrir mais leads e gerar mais receita.

Melhora do ROI (retorno sobre o investimento):  uma maior eficiência, menos tempo gasto em atividades repetitivas e mais leads conquistados levam a menos dinheiro sendo desperdiçado.

3. Crie novos segmentos de mercado

A mesma prática de análise constante das campanhas e dos correspondentes ajustes necessários se aplica na hora de testar novos públicos. 

Um aumento na taxa de conversão de clientes que estavam fora da sua segmentação de mercado pode ser um indicador de que há uma oportunidade de trabalhar com este novo grupo. 

Se o time de marketing vê oportunidades de negócio, pode ser hora de dar meia-volta e debruçar-se sobre os dados outra vez. Investigue esse público, como ele interage com o mercado, quais são suas necessidades e como seu produto ou serviço poderia ajudá-lo.

Em busca de uma solução de e-mail marketing? O Capterra oferece muitas opções de ferramentas de e-mail marketing. Confira!

Ataques cibernéticos: como proteger sua empresa das ameaças digitais

ataques cibernéticos

ataques cibernéticos

Com frequência, o tópico ataques cibernéticos retorna às manchetes mundiais. Empresas como PlayStation, eBay, Yahoo e JPMorgan já encabeçaram notícias sobre o assunto ao se tornarem vítimas de cibercrimes. Já no Brasil, onde ataques de hackers já geraram prejuízo de mais de R$ 80 bilhões, destaca-se o caso da invasão ao sistema da Netshoes, que resultou no vazamento de dados bancários de clientes, e do INSS, que além de deixar o site fora do ar, também comprometeu atendimentos da instituição.

Pela cobertura midiática que este tipo de crime recebe, pode até parecer que os negócios suscetíveis a ataques digitais são as grandes empresas e instituições. Engana-se quem pensa assim! Mais da metade de todos os ataques cibernéticos são aplicados em empresas de menor porte, demonstrando que esse tipo de negócio está muito vulnerável. 

Seja por não ter uma grande carteira de clientes ou não possuir alto faturamento, muitos empresários deixam de investir em cibersegurança, e é aí que reside o perigo. Confira abaixo os prejuízos de um cibercrime e veja dicas, como a adoção de software de cibersegurança, para fazer da segurança digital uma prioridade da sua empresa.

Pequenas e médias empresas: na mira dos ataques cibernéticos

Há alguns fatores que tornam as PMEs alvo fácil dos hackers. São eles:

  • Ausência de ações de cyber security
  • Falta de treinamento e conscientização dos funcionários sobre perigos digitais
  • Posse de dados importantes , como informações de cartão de crédito dos clientes
  • Inexistência de uma plataforma externa para backup de arquivos e proteção de dados

E é para as PMEs que um ataque cibernético pode ser extremamente impactante. Indisponibilidade do sistema, perda de dados importantes, prejuízo aos clientes e problemas na reputação da marca são as principais consequências deste crime. Dependendo da gravidade, pode-se chegar à falência, afinal, estatísticas apontam que cerca de 60% das PMEs fecham as portas seis meses após serem invadidas

Para se ter uma ideia da gravidade, a empresa de serviços na nuvem Code Spaces nem precisou de alguns meses para o fim da operação: ele chegou em algumas horas! Hackers deletaram a maior parte dos dados e backups dos clientes. Com isso, o custo para resolver o problema e reembolsar os consumidores tornou inviável a operação. Com a reputação em baixa e financeiramente abalada, a empresa decidiu não seguir adiante.

Casos assim apenas reforçam a necessidade de investimento em medidas de precaução.     

Conheça 5 tipos de ataques cibernéticos

As ameaças online não só aumentam a cada ano como também estão mais aperfeiçoadas, e os crimes cibernéticos têm objetivos muito claros: o acesso ilegal a dispositivos e o roubo de dados confidenciais. Veja algumas modalidades de cibercrimes abaixo.

Malware

Malware é um software malicioso que, por meio do download de arquivos suspeitos, permite ao criminoso ter acesso sem autorização aos dados de terceiros. Vírus, spywares, Cavalo de Troia e ransomware são alguns dos mais conhecidos malwares.

Ransomware

Trata-se da modalidade de crime digital em que o hacker sequestra os dados da vítima e, a partir de então, cobra um valor pelo resgate da informação, levando muitas empresas a cederem à extorsão. Há casos em que se pediram R$ 400 mil pelo resgate

Phishing 

phishing cyber security

Você provavelmente já lidou com esta modalidade de ataque! O phishing é a tentativa de obter dados, como senhas e número de cartão de crédito, a partir de e-mails fraudulentos que imitam fontes confiáveis. Também é comum que se crie páginas falsas que emulam sites de banco com o mesmo intuito de roubar informações confidenciais.  

Social Engineering

Neste método, o criminoso ludibria os funcionários de uma empresa para ter acesso a dados importantes. A ameaça vem de fontes que parecem confiáveis, como uma mensagem de um colega de trabalho. Porém, aquela conta provavelmente foi hackeada e o objetivo do link que a acompanha é concluir o golpe.   

DDoS

O ataque distribuído de negação do serviço (DDoS) tem como objetivo tornar indisponível um servidor, aplicativo ou infraestrutura. É uma forma muito comum de ataque a serviços online, como e-commerces. 

O que é cyber security?

A essa altura, você deve estar se perguntando como pode proteger a integridade da sua empresa frente a essas ameaças digitais. Por isso, chegou o momento de falar sobre o que é cyber security e como essa prática pode ajudá-lo contra a insegurança do meio digital. 

Conhecido também como cibersegurança, o cyber security refere-se a métodos preventivos que protegem o sistema de uma empresa dos acessos não autorizados. A partir das estratégias, mitiga-se o risco de informações cruciais serem acessadas, mantendo a integridade do negócio. 

Em um cenário onde as empresas chegam a levar oito meses para identificar ciberataques, é imprescindível contar com ações de proteção digital. O ideal é que elas venham aliadas a três importantes pilares: pessoas, processos e tecnologia. É disso traremos  abaixo!   

Como se prevenir de ataques cibernéticos

  • Pessoas

A capacitação da equipe é parte importante das medidas de prevenção. Muitos crimes são cometidos a partir de erros básicos, como abertura de e-mail com conteúdo falso ou o download de arquivos suspeitos. 

Invista em treinamentos constantes que estimulem os funcionários a criar senhas fortes e também alertem sobre o perigo de conteúdos suspeitos. Crie neles um senso de responsabilidade quanto à proteção digital.

  • Processos

Como proceder frente a um ataque cibernético? Tenha um mapa de ação no qual se defina também atribuições, assim a sua empresa poderá responder rapidamente às ameaças. Crimes cibernéticos estão cada vez mais sofisticados, portanto o seu método de reação também deve evoluir na mesma proporção.

  • Tecnologia

De antivírus a ferramentas de backup, use um software de cibersegurança como um aliado importante da sua estratégia de prevenção. Há inúmeras opções no mercado que se ajustam à necessidade da sua empresa e ao seu orçamento.   

Outra dica é empregar um software de segurança de e-mail. Essa ferramenta protege de vírus, SPAM, phishing, ransomware, entre outras ameaças. 

A proteção é essencial para o crescimento sustentável do seu negócio. Como sua empresa se blinda de ataques cibernéticos? Compartilhe seus insights nos comentários.

O que é business intelligence e para que serve?

o que é business intelligence e para que serve

o que é business intelligence e para que serve

Você com certeza já deve ter lido por aí essas duas palavras: business intelligence. Mas você realmente sabe o que é business intelligence e para que serve? Também conhecida como BI ou inteligência de negócios, essa recente tendência empresarial refere-se a uma série de processos, baseados em softwares, cujo objetivo é transformar os dados desestruturados de uma empresa em informações estruturadas. 

Com a aplicação do business intelligence, deixa de haver espaço para achismos, intuições e o tão famigerado “tiro no escuro”. Isso porque as informações citadas acima, na verdade, tornam-se conhecimento que ajuda os tomadores de decisões a encontrar soluções eficientes. 

Ou seja, faz-se uso de informação privilegiada para atuar em direção às reais necessidades de otimização e crescimento de um negócio. Abaixo, confira as principais vantagens de trazer o BI para a sua empresa:

  • Melhoria e rapidez nas decisões
  • Apresentação de dados de forma simplificada
  • Acompanhamento de KPIs (indicadores de desempenho) em tempo real
  • Gestão de riscos
  • Identificação de falhas
  • Abertura de novos mercados
  • Consolidação de diferentes dados em um mesmo relatório
  • Lançamento de novos produtos ou serviços

A importância do business intelligence para as PMEs

Há inúmeros cases na internet que mostram como o BI ajudou alguma grande empresa a abrir mercados, reduzir custos e maximizar suas vendas. A impressão que se tem é que as soluções de BI são acessíveis apenas às organizações maiores, mas isso não é verdade.

Hoje, é preciso destacar, existem ferramentas de business intelligence preparadas às exigências e ao orçamento das PMEs. Antes de mais nada, é necessário saber que as soluções que atendem os grandes negócios não são necessariamente o que as PMEs precisam. Por isso, é importante conhecer como cada área se beneficia dessa estratégia para então poder selecionar a ferramenta de BI ideal.

Como as áreas de uma empresa usam o BI

Marketing 

Quando usados no marketing, softwares de business intelligence permitem monitorar e analisar conversões de leads (os clientes potenciais), identificar por quais canais vieram e qual o interesse deles. Ainda a partir desses dados é possível analisar o custo por lead e o retorno sobre investimento (ROI na sigla em inglês) para que, no futuro, se possa definir novas campanhas mais assertivas e distribuir melhor a verba de marketing.

Vendas

No comercial, as ferramentas de BI permitem identificar o produto ou serviço com maior taxa de venda, o ritmo que elas acontecem, além do ticket médio dos clientes. Também estão disponíveis informações como a região que mais adquire determinado produto, abrindo oportunidade para que se criem ações segmentadas.

Financeiro

A criação de relatórios financeiros torna-se mais rápida com a automatização de processos.  Com inteligência de negócios, o usuário acessa relatórios onde pode comparar um ano com o outro para saber qual o lucro e o crescimento da empresa. 

Recursos humanos

No RH, é possível monitorar as iniciativas que estão sendo realizadas na área, o gasto com horas extras, o tamanho da folha de pagamento por setor, além, principalmente, de acessar o índice de retenção dos colaboradores, um bom indicador do resultado da política de recursos humanos de uma empresa.  

Logística

Setor estratégico para muitas empresas, a área de logística pode ser avaliada – e constantemente melhorada – de acordo com o Acordo de Nível de Serviço (SLA) de entrega de cada transportadora parceira, valor de entrega por cada região e o custo do envio de mercadorias.

PMEs: como escolher a melhor ferramenta de BI 

O primeiro passo antes de selecionar um software é definir estratégias e metas de business intelligence para que sua empresa tenha uma orientação cujo desempenho possa sempre ser medido e, se necessário, reajustado com base nos resultados.

Em seguida, deve-se olhar para as soluções do mercado com os requisitos que listamos abaixo:

1. Informação visual

É comum que as PMEs possuam equipes enxutas e sem tempo para se debruçar em gráficos complexos para entender o que eles querem dizer. Por isso, invista em soluções com bons dashboards (ou painéis de controle), que incluem infográficos, tabelas e planilhas, de preferência ajustadas com um bom design.  Além de apresentar as informações com uma excelente qualidade, o dashboard reúne importantes métricas, o que evita que os funcionários precisem acessar inúmeras fontes em busca do que necessitam.

power bi dashboard
Exemplo de dashboard do Power BI, solução de business intelligence da Microsoft (Fonte)

2. Configuração da análise 

Vale recordar que, apesar dos dashboards serem uma excelente ferramenta de visualização, eles não farão milagre sozinhos. Portanto, estabeleça os principais indicadores de performance que pretende acompanhar para usufruir melhor da sua ferramenta.

Antes de contratar a sua solução, certifique-se de que poderá personalizá-la com facilidade, de forma que sua equipe possa ter domínio rápido da ferramenta. 

3. Segurança dos dados

Como a ferramenta irá trabalhar com dados estratégicos do seu negócio, é imprescindível que você contrate uma opção segura. Portanto, busque informações sobre o software que você está considerando, bem como a reputação da empresa que o oferece. Também descubra como suas informações serão armazenadas e tenha certeza de que terão a integridade garantida. 

4. Dispositivos móveis

Se na sua empresa é comum que parte da equipe trabalhe remotamente, busque uma solução com design responsivo. Isso significa que o software pode ser acessado de qualquer dispositivo: desktop, celular ou tablet.

dashboard mobile do tableau
Exemplo de painel responsivo do Tableau (Fonte)

5. Suporte 

Além das questões de funcionalidade, informe-se se o fornecedor oferece suporte para implementação do software bem como atendimento para quando sua equipe necessitar de auxílio. A ferramenta só terá efeito se os seus colaboradores souberem aproveitar todos os recursos que ela oferece.

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