Selecionamos aplicativos para professores trabalharem remotamente

aplicativos para professores

aplicativos para professores

A crise provocada pelo novo coronavírus exigiu que muitos buscassem soluções criativas para o ensino e para a aprendizagem online. Não apenas professores de escolas e universidades, mas também treinadores e instrutores –dos esportivos aos de ioga– começaram a buscar ferramentas para poder continuar se comunicando e ensinando seus alunos de forma remota.

Neste artigo, apresentamos uma visão geral das possibilidades de ensino online por meio de aplicativos educacionais e softwares para promover aulas na internet. Explicaremos cada tipo de ferramenta de forma ampla para que você possa escolher aquela que melhor se adapta às suas necessidades.

Neste artigo serão apresentadas as seguintes categorias de aplicativos para professores:

Sistemas LMS

Os sistemas de gestão de aprendizagem (LMS, em inglês) ajudam professores, escolas, instituições educacionais ou até empresas a gerenciar todas as atividades de aprendizado e treinamento. 

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O Moodle é um dos sistemas LMS mais usados e conhecidos dos professores (Fonte)

Principais funcionalidades dos sistemas de gestão de aprendizagem:

  • Gerenciamento de cursos: criação e gestão de materiais, apresentações e inscrições dos cursos.
  • Desenvolvimento do curso: acompanhamento do progresso dos alunos, das notas e do tempo gasto em tarefas e provas.
  • Aprendizado misto: suporte ao aprendizado misto –uma mistura de aprendizado em sala de aula e online– com ferramentas online e recursos de bate-papo, como wikis e quadros de avisos.
  • Aprendizado móvel: disponibilização aos alunos de acesso ao material do curso por meio de um aplicativo LMS ou de um site, para que eles também possam estudar no celular ou no tablet.
  • Provas/avaliações: criação e gestão de provas e outros meios de avaliação de proficiência ou aprendizado.

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Alternativas aos sistemas LMS para escolas

Para as escolas e instituições educacionais que trabalham com o G Suite for Education, uma alternativa a um sistema LMS é o Google Classroom. Não se trata de um sistema LMS, mas de uma ferramenta de colaboração na qual professores e alunos com uma conta pessoal do Google podem formar turmas e compartilhar documentos.
Os professores podem organizar suas aulas, compartilhar links de materiais de ensino ou fazer uploads dos materiais online. O Google Classroom inclui recursos de e-mail e bate-papo e os pais recebem informações em suas próprias contas.

Programas de treinamento e e-learning

As ferramentas de e-learning são usadas para criar conteúdo educacional interativo. As aulas ou os cursos são ministradas por meios digitais e dispositivos eletrônicos.

Atenção

É preciso ter em conta que uma aula, treinamento ou palestra online é muito diferente de uma evento em sala de aula ou em um local físico adequado para treinamentos. Por isso, sempre faça um planejamento com antecedência. Descreva o objetivo da aula ou treinamento e somente então comece a trabalhar.

Principais funcionalidades dos programas de treinamento e e-learning:

  • Criação de aulas e cursos online responsivos para vários dispositivos de maneira fácil.
  • Acompanhamento dos resultados.
  • Disponibilidade de elementos interativos, como avaliações e questionários.
  • Modelos pré-definidos para facilitar a criação de aulas.
  • Possibilidade de personalização das aulas online com a identidade corporativa da empresa ou instituição.
  • Compatibilidade com vários tipos de arquivos, como iFrame, Modelo de Referência de Objeto de Conteúdo Compartilhável (SCORM na sigla em inglês) e com programas de apresentações.
  • Possibilidade de uso conjunto com sistemas LMS.

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Softwares de apresentação

Os programas para apresentações ajudam os instrutores e professores a agregar informações e apresentá-las de maneira visual. O Powerpoint é um dos exemplos mais conhecidos.

Com esse tipo de aplicativo, é possível compartilhar apresentações com os alunos fazendo o upload delas no sistema LMS, em uma ferramenta de colaboração ou por e-mail, por exemplo.

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O popular PowerPoint pode ajudar alunos no ensino a distância (Fonte)

Principais funcionalidades dos softwares de apresentação:

  • Ferramentas para adicionar informações em texto, imagens, áudio, vídeo e gráficos.
  • Modelos personalizáveis para montar apresentações de forma rápida e criativa com cores, fontes e efeitos.
  • Biblioteca de mídia com ícones, imagens e gráficos para serem usados nas apresentações.
  • Animações de textos e transições de slides.
  • Conteúdos de áudio e vídeo para tornar as apresentações mais ilustrativas.
  • Apresentação offline: possibilidade de compartilhamento da apresentação com o público em modo offline.

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Softwares de videoconferência

Os softwares de videoconferência viveram um boom depois da crise do coronavírus e são um grande aliado também dos professores. 

Além do recurso mais óbvio de poder ver os alunos por meio das chamadas, esse tipo de software tem funcionalidades muito úteis na hora do ensino, como o compartilhamento de tela, a possibilidade de subir arquivos (uma apresentação, por exemplo) e de abrir conversas em janelas de bate-papo.

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Software de videoconferência Zoom ganhou destaque durante a quarentena (Fonte)

Principais funcionalidade dos softwares de videoconferência:

  • Compartilhamento de tela com os participantes.
  • Bate-papo em tempo real: chat por texto durante uma conferência ao vivo ou após a reunião.
  • Streaming de apresentações e vídeos durante uma videoconferência.
  • Gravação e reprodução posterior de chamadas de vídeo e de videoconferências ao vivo.
  • Moderação da reunião: o anfitrião tem controle sobre determinadas ações.
  • Aplicativos móveis nativos: possibilidade de fazer conferências online por meio de um aplicativo móvel.

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Softwares de sala de aula virtual

Uma sala de aula virtual requer um investimento considerável em recursos audiovisuais e de TI.

Com esse tipo de ferramenta, um professor ministra a aula em um estúdio, diante de várias telas, enquanto os participantes estão visíveis online. Ao mesmo tempo, ele pode ver apresentações ou responder a perguntas em outra tela, por exemplo.

A vantagem da sala de aula virtual é que, como instrutor, você pode fazer contato visual com todos os participantes. Ela também possibilita uma maior interação entre o professor e os alunos e entre os próprios alunos. Além de um estúdio equipado com o equipamento audiovisual –como monitores, câmeras, etc.–, você também deve usar um software. Geralmente, são os mesmos usados para webinars.

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Sistemas de gamificação

Sistemas de gamificação, que podem ser usados para para testes e jogos digitais, tornam as aulas mais divertidas e interativas. Existem aplicativos simples e intuitivos para fazer bons testes e games que podem ser jogados no celular ou no computador. 

Principais funcionalidades dos sistemas de gamificação:

  • Organizar jogos ao vivo por videoconferência ou enviar o link dos jogos para a conexão com os alunos/participantes em casa ou em outros locais.
  • Definição e seguimento de objetivos.
  • Coleta de ideias e opiniões dos participantes.
  • Gerenciamento de comentários.
  • Gestão de medalhas e de recompensas (certificados/estrelas/pontos).

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Ferramentas para webinar

Ferramentas para webinar permitem que empresas e instituições educacionais façam apresentações de áudio e vídeo online. As apresentações podem ser interativas e gravadas ao vivo ou com antecedência.
Nos webinars, que em geral contam com um moderador/ apresentador, também é possível fazer perguntas e conversar via chat. Existem muitos tipos de programas para webinars no mercado. Ao selecionar uma ferramenta do tipo para educação a distância, preste muito atenção à facilidade de uso (por exemplo, registro e login), à estabilidade e em quantas pessoas podem participar simultaneamente. 
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GoToWebinar é uma da opções populares para fazer seminários online ao vivo (Fonte)

Principais funcionalidades das ferramentas para webinar:

  • Gerenciamento da lista de participantes, de presença e cancelamentos.
  • Gravação e arquivamento de apresentações para uso futuro.
  • Compartilhamento de tela durante a apresentação.
  • Bate-papo ao vivo com os participantes.
  • Perguntas e respostas em modo público e/ou privado.
  • Enquetes e votações: criação de pesquisas rápidas para manter os participantes envolvidos.

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Aplicativos para professores são seguros?

Como vimos, existem inúmeras possibilidades de aplicativos para professores para o ensino online. No entanto, antes de testá-los, é importante verificar se eles são seguros e se estão em conformidade com a legislação de privacidade de dados local. No caso do Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados ainda está em fase de aprovação, mas já tem mudado o panorama sobre a questão dos apps educacionais. 

Ao usar ferramentas online, a segurança dos dados e a privacidade dos alunos e participantes são muito importantes. Ao adotar uma ferramenta, você pode descobrir se ela é segura fazendo as seguintes perguntas:

  • O aplicativo usa dados pessoais? Se sim, quais?
  • Há segurança e privacidade dos dados dos alunos? Leia os termos e condições de privacidade.
  • Por que os dados pessoais são necessários?
  • Onde os dados são armazenados?
  • O software requer acesso a dados (de contato) de smartphone, tablet ou PC?
  • O software requer acesso à câmera ou ao microfone?

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10 consejos para una comunicación efectiva en equipos que teletrabajan

Comunicación efectiva en equipos durante el teletrabajo

Comunicación efectiva en equipos durante el teletrabajo

Las pequeñas y medianas empresas se han visto obligadas a implantar el teletrabajo para poder hacer frente al confinamiento y a la nueva normalidad. Muchas empresas han tenido que comprar nuevos software para poder mantener el ritmo de la nueva situación de mercado. También se ha observado un incremento en el uso de las herramientas de comunicación, como los programas para videoconferencias y de los software de gestión de proyectos.

Esta nueva forma de trabajar implica un cambio de mentalidad tanto en los trabajadores como en los clientes. También conlleva enfrentarse a nuevos desafíos.

Conseguir una comunicación efectiva es uno de los retos más importantes que presenta el teletrabajo

En un reciente estudio de Capterra* sobre el trabajo en remoto, los encuestados indicaron cuales son problemas principales a los que se enfrentan cuando teletrabajan. Además del reto que supone mantener la concentración, la comunicación entre los miembros del equipo y la relación con los clientes demostraron ser los desafíos más importantes a los que hay que hacer frente.

Principales retos del teletrabajo

Los resultados sugieren que las prácticas de comunicación actuales no son del todo claras en los siguientes tres aspectos:

  • Comunicación interna
  • Comunicación y mantenimiento de las relaciones con los clientes
  • Contacto continuo con los compañeros y sentirse parte de un equipo.

Las directrices de comunicación que elaboren las empresas deben cubrir estos tres aspectos. Para evitar mayores confusiones, también es necesario profundizar en las herramientas que mejor se adaptan a cada objetivo y los motivos por los que son las más adecuadas. Si los empleados entienden las razones en las que se sustentan los procesos de la empresa, estarán más dispuestos a respetarlos. De esta forma se podrá enfrentar los retos de comunicación interna y externa que el teletrabajo supone.

Cómo colaborar de forma eficaz

Para contribuir a que las empresas elaboren una política de comunicación efectiva, hemos clasificado cada tipo de comunicación en función de estos criterios:

  1. Objetivo: Práctico, ¿conversaciones con clientes o interacción social?
  2. Tiempo invertido: ¿Durante un horario determinado o continuamente?
  3. Frecuencia: ¿Continua o a intervalos de tiempo periódicos? 
  4. Herramientas: Necesidades de software.

Existe una inmensa variedad de herramientas indicadas para cubrir las necesidades del teletrabajo. No obstante, el objetivo es encontrar las más adecuadas y la cantidad correcta de plataformas en función de las necesidades de tu equipo. Los líderes de una empresa deberían ser los responsables de facilitar los procesos de comunicación y de reunir a todas las partes interesadas bajo un solo techo (virtual).

10 consejos para que los gestores de equipos que trabajan en remoto consigan una comunicación efectiva

Objetivo: Práctico

1. Centraliza la forma de comunicar los objetivos y los plazos de entrega

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Software de gestión de proyectos, herramientas de colaboración

Habitualmente, al comienzo de cada proyecto, el equipo de personas implicado en él se reúne en una sala para debatir el resultado final que se quiere alcanzar. Este primer paso es de suma importancia, dado que se trata de conseguir que todo el mundo esté al día. En el caso de un equipo que teletrabaja, organizarse a distancia es uno de los retos de la comunicación interna pero ese no es motivo para saltarse este paso.

Cuando se trata de proyectos pequeños, siempre debería existir un informe detallado que contenga los objetivos y las metas. Los líderes del proyecto deberían encargarse de perfeccionar el nivel de detalle con el que van a comunicar las líneas de actuación para evitar que se produzcan malentendidos.

Las herramientas de colaboración y los software de gestión de proyectos suelen funcionar bien para centralizar las actividades ad-hoc y las relacionadas con el trabajo continuo. Por lo general, la gestión se lleva a cabo por proyecto o por tareas, lo que permite a los usuarios incluir tanto el informe como el objetivo. Además, los gestores pueden desarrollar los pasos necesarios para los proyectos más grandes de forma independiente. 

La comunicación verbal sigue siendo crucial. Sin embargo, el hecho de tener un sistema en línea centralizado facilita a los empleados un punto de referencia cuando necesitan recordar pequeños detalles. 

2. Explica de forma clara los procesos de colaboración

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Programas de diseño gráfico

Ha sido necesario modificar muchos de los procesos, dado que la mayoría de los equipos han tenido que pasar de una estructura de trabajo en la oficina al teletrabajo. Si no reciben ningún tipo de orientación, los trabajadores probablemente se adaptarán a la nueva situación a su manera, pero es bastante improbable que modifiquen los procesos de la forma oportuna. 

Es el momento de volver a optimizar los procesos de forma que se adapten al nuevo entorno digital. Sin embargo, la sobrecarga de mensajes y de instrucciones digitales puede llegar a ser un problema. Para solucionarlo, es posible crear representaciones sencillas y visuales. 

Los organigramas y las presentaciones en PDF resultan muy útiles en este caso. Con los software de diseño gráfico, los gestores pueden resumir todas las variables de una tarea o proyecto. Del mismo modo, las estructuras corporativas visuales son una forma sencilla de que los trabajadores conozcan los puntos de contacto más importantes.

3. Agenda reuniones para actualizar sobre el avance del proyecto

Tiempo invertido: De 15 a 60 minutos

Frecuencia: Diaria o semanal

Herramientas: Programas para videoconferencias, programas para hacer presentaciones

En un entorno de teletrabajo, es muy sencillo perder la pista de lo que hacen los demás cuando uno está trabajando en tareas individuales, aunque todo ello forme parte de un mismo proyecto. En el caso de los equipos que tienen un ritmo de trabajo rápido, como en la metodología Agile, una breve reunión de 15 minutos a diario ha demostrado ser una forma eficaz de mantener a los miembros del equipo actualizados. Si no hay posibilidad de hacerlo, debería ser suficiente con una reunión semanal de una hora. 

En estas reuniones, los miembros del equipo deberían poner al día a sus compañeros sobre sus avances y facilitarles un resumen de las tareas que se van a desarrollar a continuación. También es una buena oportunidad para detectar los posibles problemas u obstáculos y debatirlos en grupo.

A pesar de que los equipos no puedan reunirse en persona todas las veces, los programas de videoconferencia facilitan la forma de juntarse más parecida a la física. El motivo es, probablemente, que podemos ver el lenguaje corporal de los demás y sus expresiones faciales, así como oír su tono de voz. Estas reuniones son mucho más útiles cuando los trabajadores dinamizan los debates en lugar de ser participantes pasivos. Una buena forma de fomentarlo es animar a los miembros del equipo a aportar ideas, comentar los resultados y crear presentaciones para celebrar los logros importantes.

Objetivo: Conversaciones con los clientes

4. Comparte la estrategia frente a la COVID-19

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de email marketing, herramientas de marketing en redes sociales, software para sistemas telefónicos

La honestidad en momentos de incertidumbre es importante porque los clientes valoran la transparencia. Comunica a tus clientes las decisiones que has tomado, por ejemplo, en cuanto a la forma de apoyar a tus equipos y a la empresa. Si decides cerrar de forma temporal ciertas facetas de la empresa para garantizar la seguridad de la plantilla, deja bien claro que es una de tus prioridades. El hecho de tratar a los clientes de tú a tú en vez de enviar propaganda corporativa genera confianza.

Si la empresa sigue funcionando ya sea total o parcialmente en la situación actual, es la oportunidad de dejar tranquilos a tus clientes. Ya sea a través de las redes sociales o bien con correos electrónicos masivos o llamadas telefónicas, comunica que vas a seguir prestando los servicios oportunos. 

5. Asume las repercusiones que van a sufrir los clientes

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de email marketing, programas para videoconferencias

La interrupción de los flujos de trabajo es inevitable cuando se atraviesan etapas de cambios sin precedentes. Es muy probable que los clientes lo disculpen sin pensar. Sin embargo, la falta de comunicación puede dejar muy mal sabor de boca. Asegúrate de que la frecuencia de las comunicaciones es suficiente para mantener actualizados a los clientes sobre aquello que les puedes ofrecer. 

En función del nivel de interrupción al que te enfrentes, puede bastar con una alerta rápida de correo electrónico. En caso de que la interrupción sea más importante, plantéate la posibilidad de realizar una videoconferencia para debatir un plan alternativo. 

El mundo está viviendo una etapa de inestabilidad en estos momentos. Como empresa, tu responsabilidad es transmitir sensación de tranquilidad y confianza a tus clientes. 

6. Comparte ideas, comentarios y consejos positivos

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: Semanal o mensualmente

Herramientas: Herramientas de email marketing, software para encuestas

Es posible que algunos clientes estén más nerviosos de lo normal en estos momentos. Un correo electrónico o una llamada de cortesía puede contribuir en gran medida a que sepan que estás disponible para ofrecerles asistencia. Sin embargo, respeta siempre sus horarios y la presión a la que se están viendo sometidos. Ciertas personas van a tener que lidiar con una carga de trabajo más elevada de lo normal, por lo que puede resultar molesto encontrarse con una llamada imprevista. 

Una de las formas de ofrecer valor añadido a los clientes es ofrecerles opiniones y consejos. Comunícate de forma diligente con tus contactos para saber el tipo de interrupciones que están sufriendo y los problemas a los que se están enfrentando. También puedes realizar una encuesta.

Con los datos importantes que recabes, puedes abordar los obstáculos más habituales y utilizar la experiencia para crear un contenido constructivo. Por ejemplo, un informe mensual de marketing o un boletín semanal en el que se destaque contenido constructivo que pueda orientar a los clientes durante esta etapa sin precedentes. 

Objetivo: Interacción social

7. Haz un seguimiento de forma regular a los trabajadores

Tiempo invertido: 30 minutos

Frecuencia: Diaria o semanal

Herramientas: Programas para videoconferencias

Un 43 % de los participantes que respondieron a la encuesta de Capterra indican que uno de los retos del teletrabajo es sentirse parte de un equipo y la comunicación con los compañeros. Para cualquier empresa que esté funcionando en estos momentos, es importante hacer un seguimiento del bienestar del equipo. Con tantas conversaciones digitales, es necesario que los gestores hagan un hueco para mantener conversaciones individuales cara a cara y de calidad con los miembros de sus equipos. 

Los programas para videoconferencias son muy útiles para que los gestores y sus trabajadores se puedan poner al día. Es una sala virtual en la que los trabajadores pueden hablar de su bienestar y los gestores pueden practicar la escucha activa. 

8. Organiza actividades virtuales

Tiempo invertido: De 1 a 2 horas

Frecuencia: Semanalmente

Herramientas: Programas para videoconferencias

Que levante la mano el que no esté cansado ya de las charlas durante el café que terminan convirtiéndose en conversaciones sobre el trabajo. 

Trata de revolucionar la forma de socializar virtualmente del equipo. Por ejemplo, organiza una tarde de juegos para el equipo a través de videollamadas. Internet está repleta de actividades lúdicas gratuitas y, si tu presupuesto lo permite, podrás incluso organizar un juego para tus empleados, como un escape room virtual.

Sea cual sea la actividad que elijas, anima a la plantilla a dejar atrás la semana y relajarse un poco. Pídeles que se tomen algo y prohíbe cualquier tema relacionado con el trabajo.

9. Crea rituales de celebraciones virtuales

Tiempo invertido: Menos de un minuto (en función del esfuerzo que se quiera invertir)

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de comunicación interna

Durante todos estos meses se celebrarán muchos cumpleaños y es posible que se logren alcanzar algunos de los objetivos de la empresa. La gente tendrá ganas de celebrarlo. Como llevar un aperitivo al trabajo o una comida fuera con todo el equipo no son actualmente una opción recomendada o viable, es posible crear ciertos rituales virtuales que permitan celebrar las ocasiones importantes. 

El software de comunicación interna es muy útil en estos casos. Además, plantéate crear imágenes personalizadas para rendir homenaje a quien lo merezca. Ten en cuenta, no obstante, que todo ello puede conllevar la inversión de una gran cantidad de tiempo.

Sea cual sea tu perspectiva al respecto, invertir esfuerzos en destacar el evento es más importante que la forma de hacerlo. Como se suele decir, la intención es lo que cuenta. 

Consejo adicional

10. Evita los bombardeos de mensajes digitales

Cuando se trabaja a distancia es importante establecer nuevas directrices en cuanto a las normas de comunicación. En ellas deben incluirse los medios más adecuados para cada propósito. Además, la casa de los empleados se ha convertido también en su oficina, lo que conlleva que sea mucho más difícil desconectar. Elaborar una norma que prohíba el uso de mensajería digital fuera del horario laboral animará a la plantilla a mantener su tiempo de ocio. 

Elimina los obstáculos para conseguir una comunicación efectiva

El teletrabajo a jornada completa es un concepto nuevo en la mayoría de las empresas. Las ventajas que aporta esta situación son muchas, pero la buena comunicación sigue siendo la base de un equipo de trabajo productivo en remoto. 

El hecho de tomarse ahora el tiempo necesario para elaborar las políticas de comunicación más eficaces para la empresa dará como resultado un incremento en el bienestar y la satisfacción de los empleados, así como el desarrollo de una empresa más funcional.

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*Metodología de la encuesta

Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea durante 23 y 27 de marzo del 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 517 personas, entre las que se seleccionaron 306 para participar. El criterio de selección es:

  • Residente en España
  • Empleado o dueño de una pequeña o mediana empresa
  • Empleado a jornada completa o parcial durante el inicio del confinamiento debido a COVID-19

Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 

Nota: La gráfica presentada en este artículo corresponde a la pregunta de respuesta múltiple: ¿Cuáles son los principales retos para hacer teletrabajo? Los resultados incluyen a los 212 participantes que realizan teletrabajo más 39 de los 94 participantes que no teletrabajan (los 54 participantes no considerados para esta pregunta son los que respondieron previamente que estaban de baja médica o que su trabajo requiere presencia física).

Il 51% delle PMI italiane non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

Il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

Il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

La crisi dovuta al Covid-19 sembra essere – almeno momentaneamente – rientrata ma i suoi effetti si stanno rivelando in tutta la loro forza e stiamo assistendo a un cambio di abitudini e paradigmi senza precedenti.

Non parliamo solo di cambi nei nostri stili di vita e di consumo, la “nuova realtà” è arrivata per rimanere e i suoi strascichi si stanno avvertendo soprattutto nel mondo degli affari, andando ad impattare in molti casi le strategie di business impostate dalle aziende e le modalità lavorative.

Le piccole e medie imprese (PMI), sono state molo colpite non solo a livello economico ma anche e soprattutto a livello organizzativo. Un esempio su tutti è stata la necessità di riorganizzarsi per poter continuare a svolgere il lavoro in modalità telelavoro. La prova è stata brillantemente superata e ad oggi, oltre tre mesi dopo l’inizio della pandemia, il lavoro da remoto è considerato non solo una soluzione temporanea per far fronte all’emergenza ma un vero e proprio cambio di paradigma nel mondo aziendale.

Ora, alla fine dell’ondata pandemica, le aziende devono guardare al lungo termine e, in molti casi, rivedere il loro modello di business.

Quali misure sono state adottate in risposta all’emergenza? Quali cambiamenti nella strategia sono stati fatti per garantire la sopravvivenza delle attività? Si stanno apportando piani di continuità operativa e cambiando strategie di business per rispondere alle future crisi? Come si presenta il futuro a medio e lungo termine? Per rispondere a queste domande, Capterra ha intervistato 254 manager di PMI italiane tra il 15 e il 19 maggio 2020. La metodologia dettagliata è presentata alla fine dell’articolo.

Punti salienti dello studio


  • Prima del COVID-19, il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa per garantire lo svolgimento delle attività aziendali in caso di crisi.
  • Solo il 37% delle PMI si aspetta di poter sopravvivere per più di sei mesi con le misure speciali adottate e senza il sostegno finanziario del governo.
  • Il 46% delle PMI ha implementato o sta considerando di implementare un nuovo modello di business offrendo il proprio prodotto/servizio online.
  • Il 57% delle PMI ha cambiato o sta considerando di cambiare il ruolo dei propri dipendenti in maniera temporanea o permanente.

Le PMI non credono di poter garantire continuità operativa per più di 6 mesi

Per garantire la sopravvivenza del business durante l’emergenza, oltre alle misure di salute e sicurezza (67%) imposte dalla situazione eccezionale, le PMI hanno dovuto implementare con urgenza politiche di agevolazione del telelavoro (61%) e di sicurezza informatica (32%).

Le politiche per favorire il lavoro da remoto hanno portato all’adozione di software per agevolare lo svolgimento di mansioni quotidiane da parte dei dipendenti.  Abbiamo osservato – nella prima parte del nostro studio – come l’87% degli intervistati consideri l’adozione di software essenziale per la sopravvivenza della propria azienda. In particolare, i software per videoconferenza e i tool di collaborazione si sono rivelati indispensabili per garantire la business continuity.

E la sopravvivenza a lungo termine?

L'attuale modello operativo non è applicabile per più di 6 mesi

La percezione è piuttosto pessimista: solo il 15% delle PMI pensa di poter continuare ad operare con il modello attuale per oltre un anno (senza contare su aiuti economici da parte del Governo).

Nonostante le misure adottate, quindi, l’equilibrio a medio/lungo termine delle PMI rimane fortemente precario. La grande maggioranza prevede pertanto di dover ripensare in profondità i propri modelli operativi e le proprie strategie di business per riuscire a continuare a svolgere la propria attività.

Quanto potrà continuare ad operare la tua azienda con le misure speciali che ha adottato finora

Solo il 38% delle PMI aveva un piano di continuità operativa prima della crisi

La tua azienda aveva un piano di continuità operativa prima della crisi del COVID-19

La crisi del Covid-19 ha acceso i riflettori sull’estrema necessità di formulare un piano di continuità operativa: una serie formalizzata di passi pensati per riprendersi da un disastro aziendale.

La creazione di questo piano permette alle PMI di anticipare le conseguenze negative dovute ad una crisi e di continuare ad operare in “modalità ridotta”, limitando le perdite e accelerando la ripresa.

Ad oggi, con il rischio correlato all’arrivo di una seconda ondata pandemica o di un attacco infomatico, ad esempio, la gestione delle crisi è una politica che non può non essere implementata all’interno di ogni organizzazione. Esistono diverse strategie e strumenti che possono aiutare le imprese a creare un buon piano di business continuity.

I software per business continuity sono uno strumento pensato proprio per aiutare un’azienda a sopravvivere ad una crisi. Vengono utilizzati per progettare e realizzare un piano di continuità operativa e per attivarlo senza difficoltà al momento opportuno. Tra le principali funzioni, ad esempio, ci sono quelle volte a garantire l’integrità dei dati e renderli disponibili in caso di hacking, di identificare e notificare le minacce, di avvalersi dell’opzione di crittografia e dell’esecuzione di continui back up.

Ogni azienda dovrebbe determinare i punti chiave della propria attività, identificare i rischi potenziali e pianificare una soluzione per ciascuno di essi. I tool per business continuity permettono di raccogliere tutte queste informazioni, che possono essere voluminose, e le rendono facilmente accessibili e aggiornabili.

Per l’implementazione del piano in caso di necessità, è inoltre necessario prevedere un piano di comunicazione di crisi e l’adeguata formazione dei dipendenti. Tutta l’azienda si deve dimostrare reattiva e deve sapere quali azioni intraprendere.

Cambiare il modello di business per affrontare la crisi: e-commerce e cambio dei ruoli dei dipendenti

Secondo quanto emerso dallo studio, le priorità delle PMI in questo periodo di crisi sono state il mantenimento della base clienti, l’aumento della produttività, la fidelizzazione e il mantenimento della produttività dei dipendenti e la riduzione dei costi.

Come diretta conseguenza di queste necessità, abbiamo assistito al boom della digitalizzazione di prodotti e servizi, all’avvento definitivo dell’e-commerce e all’incremento di servizi di consegna a domicilio.

In particolare, dalla ricerca emerge come le aziende abbiamo optato per una vera e propria evoluzione del proprio modello di business:

Modifiche implementate al modello di business a causa del Covid-19

La principale reazione delle PMI a questa situazione, infatti, è stata la corsa alla digitalizzazione: adattare e offrire il proprio prodotto o servizio online. Circa l’87% dei manager intervistati ha dunque ritenuto indispensabile cambiare il modello di business per operare a distanza o in digitale.

La creazione di opportunità di e-commerce rappresenta una promessa di rinnovo e di rilancio, sia per i piccoli commercianti che per le aziende stesse. Sul mercato sono disponibili software per la creazione di siti web in grado di semplificare notevolmente il passaggio offline-online e di promuovere le attività di vendita.

Come dimostra l’indagine, le aziende stanno anche apportando cambiamenti nella strategia aziendale per far fronte alla nuova realtà: offrire un prodotto o un servizio gratuitamente, consegnarlo a casa del cliente o modificare il modello di prezzo.

In questo momento di grande fermento, l’aspetto umano non è stato sottovalutato e questo è un dato importante considerando che molti lavoratori italiani non hanno potuto lavorare a distanza in quanto svolgono attività che richiedono presenza fisica oppure non godevano delle condizioni necessarie per il telelavoro (mancanza di attrezzature informatiche, scarsa qualità della connessione internet, problemi legati alla vita privata…).

Dallo studio emerge come la riassegnazione temporanea (37%) o permanente (19%) dei dipendenti a ruoli diversi in risposta al COVID-19 è stata una misura efficace per evitare la riduzione del personale e, al contempo, per reinventarsi.

Anziché licenziare i dipendenti, gran parte delle PMI intervistate ha dunque potuto assegnare posizioni o mansioni diverse ai dipendenti che erano rimasti inattivi contribuendo magari a rafforzare alcuni reparti che stavano sperimentando un’esplosione della domanda.

La sopravvivenza dipende dalla capacità di adattamento e dalla velocità di risposta

La crisi causata dal COVID-19 ha colpito il mondo degli affari in modo totalizzante. Non si è trattato solo di adattarsi al telelavoro e di iniziare a vendere online, ma di una vera e propria rivoluzione del modello di business: nuovi programmi, strategia di pricing, inserimento di diversi servizi e riorganizzazione dell’organico aziendale.

In questa “nuova realtà”, la flessibilità indotta dagli strumenti di telelavoro, la digitalizzazione dell’offerta, la formazione dei team e la realizzazione ed esecuzione di un piano di continuità aziendale sono i pilastri della sopravvivenza delle aziende nel lungo periodo: le PMI che investiranno rapidamente in queste misure saranno quelle che potranno affrontare il futuro con spirito sereno.

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Metodologia

Per raccogliere i dati di questo studio, abbiamo condotto un’indagine online tra il 15 e il 19 maggio 2020 su 401 dipendenti di PMI italiane che hanno svolto telelavoro a causa della crisi COVID-19. I 254 intervistati che hanno risposto alle domande presentate in questo studio sono stati selezionati in base al loro ruolo all’interno dell’azienda: provengono da diversi settori di attività e ricoprono ruoli di responsabilità e decision-making (manager, senior manager, dirigenti o quadri superiori).

53% das PMEs afirmam poder sobreviver apenas seis meses com crise da COVID-19

pequenas empresas na crise

pequenas empresas na crise

A crise do coronavírus atingiu em cheio as pequenas e médias empresas brasileiras e desenha um cenário preocupante para um conjunto que, em números absolutos, representa quase a totalidade dos negócios do país

Os dados são contundentes: mais da metade das PMEs acredita que seu negócio não resistirá mais do que seis meses caso persista a situação atual provocada pela pandemia (veja o gráfico abaixo).

É o que aponta a segunda parte de um estudo realizado pelo Capterra sobre como as PMEs, principalmente aquelas que adotaram o trabalho remoto ou adaptaram seus serviços ou produtos para seguir com suas operações, estão lidando com a chamada nova normalidade. 

Para o estudo, o Capterra ouviu 337 trabalhadores com cargos de gerência e poder de decisão em empresas com até 250 funcionários e de diversos setores de todo o país (veja a metodologia completa do estudo no final do texto). 

pequenas empresas na crise quanto tempo pmes resistem

 

É importante notar que, ainda que a diferença não seja tão significativa, o tamanho da empresa influencia na percepção dos gerentes em relação à saúde da empresa. 

Entre as empresas com menos funcionários (2 a 10), sobe para 59% o número de entrevistados que acreditam que seu negócio fechará as portas antes de seis meses, enquanto os negócios com 11 a 50 e 51 a 250 trabalhadores se aproximam da média global:

pequenas empresas na crise pmes 6 meses por tamanho

Pequenas empresas na crise: aposta por estratégia digital ainda gera dúvidas

Um cenário tão complicado exige agilidade das empresas. A boa notícia é que a maioria delas está mudando sua forma de operar para se adaptar à nova realidade pós-pandemia.

Segundo o estudo do Capterra, 72% dos negócios passaram a oferecer produtos, serviços ou eventos online por causa da COVID-19 e 43% afirmam ter modificado ou adaptado suas ofertas.

mudança modelo negócio

Em relação à organização interna, as PMEs também não ficaram paradas: 63% dos entrevistados disseram que suas empresas realocaram (ou pretendem fazê-lo) temporariamente funcionários em posições diferentes como resposta à COVID-19.

O dado mostra a boa capacidade dos empresários de darem respostas rápidas tanto a clientes como a trabalhadores em meio a uma situação sem precedentes e para a qual grande parte não estava preparada, como apontou o Capterra recentemente.  

pequenas empresas na crise recolocação funcionários

Ainda que tenham reagido com agilidade ao novo cenário, as PMEs parecem estar desperdiçando a oportunidade de aproveitar a crise como uma maneira de promover mudanças estruturais em suas formas de funcionar. 

Mesmo que a maioria afirme ter adotado algum tipo de estratégia digital, a aposta pelo online não é vista como uma das suas principais prioridades. 

O Capterra pediu para os entrevistados indicarem o grau de importância de diversas questões ligadas à gestão de diferentes áreas dos negócios, do financeiro, passando por recursos humanos, entre outras. Entre nove opções apresentadas, a mudança para o digital é vista como a menos importante no curto prazo (veja gráfico abaixo).  

Os dados preocupam, já que a chamada nova normalidade exigirá que muitos empresários repensem sua presença online. Na próxima seção, veremos algumas das principais vantagens de uma aposta consciente pelo digital, uma realidade que deve ser potencializada pelas novas condições sanitárias e de mobilidade impostas pelo coronavírus.

pequenas empresas na crise principais preocupações gerentes

Como mostra o gráfico, questões como a preservação de postos de trabalho também não aparecem entre as cinco questões mais importantes para os entrevistados. 

Ainda que muitas vezes as crises obriguem os empresários a cortar para se manterem vivos, vale lembrar que a retenção de talentos pode representar uma economia no futuro. Por mais duras que sejam, as crises são passageiras, e ter de gastar em contratações e treinamentos assim que a economia volte ao normal pode sair mais caro.   

As vantagens de migrar para o digital 

Abaixo mostraremos os principais benefícios de gerar receita online para o seu negócio em comparação com lojas físicas ou serviços oferecidos pessoalmente e dicas de como fazê-lo. As informações foram adaptadas de um estudo da consultoria Gartner (material completo disponível para assinantes): 

Caso você pense em montar um e-commerce, ou queira melhorar o que já tem, não deixe de ler os conteúdos que preparamos sobre como estruturar cada setor da operação online e de como vender pelo Instagram. Se você tem um restaurante, confira um passo a passo de como montar uma operação de delivery.

É mais barato

Gerar receita digital custa menos.

Uma vez que você tenha uma boa infraestrutura digital, é muito mais fácil  escalar sua operação. 

Por exemplo, um médico que passa a atender mais pacientes usando a telemedicina terá muito pouco custo adicional, uma vez que a tecnologia de monitoramento digital já está implantada e sendo utilizada.

Requer menos investimento

Com um negócio digital, seus gastos com aluguel de salas ou espaço para armazenamento diminuem. 

Se você quiser montar um curso de ensino à distância, por exemplo, não precisa se preocupar em pagar por um espaço físico ou outros tipos de materiais.

Gestão de estoque

É comum ver PMEs que optam por vender na internet com um grande problema: a limitação do espaço de estoque. A dica é escolher um modelo de reposição que se adeque ao seu espaço. Considere implantar a reposição contínua, em que se aumenta a frequência da aquisição de mercadorias e, ao mesmo tempo, se reduz a sua estocagem.

Usar tecnologia também é essencial para ter uma boa gestão de estoque. Softwares de gestão de estoque ajudam a monitorar a quantidade de produtos e mantêm o inventário atualizado constantemente e em tempo real.

Permite a adoção de um modelo de assinaturas

Com uma loja virtual, é fácil trabalhar com modelos de venda por assinatura ou de vendas recorrentes.

Por exemplo, se você dá cursos de yoga, é possível incentivar assinaturas mensais ilimitadas que garantam uma renda estável e previsível para o seu estúdio. Se você vende produtos de consumo diário, como café, pode incentivar empresas ou indivíduos a fazerem assinaturas através de sua plataforma de e-commerce, o que facilita tanto a sua vida como a do cliente, automatizando parte da experiência de compra.

Como a tecnologia pode ajudar a montar um modelo de assinatura?

Softwares de gerenciamento de assinaturas podem ajudá-lo a definir níveis de preços, descontos e pacotes para os clientes para facilitar o recebimento de seu produto ou serviço. Esse tipo de software também pode enviar lembretes de pagamento, configurar pagamentos automáticos e gerar faturas para seus clientes.

Permite chegar a mais lugares

Um boa operação digital abre possibilidades para o seu negócio que não se limitam ao local em que você ou sua empresa estão.

Uma escola de música pode oferecer seus cursos para quem estiver interessado nos estilos ou nos instrumentos de sua especialidade em qualquer parte do globo, basta um bom software de videoconferência.

loja física vs operação digital

Invista na sua presença digital

Como destaca Edney Souza, diretor acadêmico na Digital House Brasil e um dos maiores especialistas em internet do país, a hora é agora: “as PMEs precisam aceitar que esse é o novo normal e disponibilizar seus produtos e serviços online.” 

As mudanças exigirão um esforço inicial, mas apostar por gerar receita digital ajudará a sua empresa a estar em uma melhor posição para possíveis novas crises e criar as condições para que você possa escalar seu negócio com novos produtos, serviços e clientes.

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Metodologia 

Para esta pesquisa, foram ouvidos 409 trabalhadores de empresas com até 250 trabalhadores que, devido à crise da COVID-19, adotaram o trabalho remoto (83%), optaram por não aderir à prática (7%) ou que estão impedidas de fazê-lo, mas que adaptaram seus serviços, como restaurantes que aderiram ao delivery, por exemplo (10%). Do total de entrevistados, 337 ocupavam cargos de gerência e com poder de decisão nas empresas em que atuam e 72 eram trabalhadores de nível júnior e intermediário, com restritos poder de decisão. Empresas nas quais o trabalho remoto não é possível não foram consideradas para o levantamento. As entrevistas foram realizadas de maneira online entre os dias 19 e 21 de maio. 

El 54 % de las pymes ve clave ofrecer productos online para renovar su modelo de negocio ante la crisis

Cambios en el modelo de negocio

Cambios en el modelo de negocio

Los distintos frentes abiertos de las pymes ante la crisis

El impacto del coronavirus en los negocios tiene muchos frentes. La supervivencia ante la crisis actual se basa en la adquisición de nuevo software, la oferta de productos y servicios en formato virtual, el aprendizaje y la integración de herramientas de teletrabajo, el cambio de mentalidad a la hora de operar y, por supuesto, los cambios en la organización.

Capterra ha realizado un estudio* a fin de conocer la transformación del modelo de negocio y la organización interna de las pymes para poder navegar en los peligrosos oleajes de la nueva realidad. ¿Cuánto tiempo creen poder sobrevivir bajo las condiciones actuales? ¿Estaban preparadas para una crisis así? ¿Han hecho cambios internos para habituarse al emergente mercado virtual? ¿Cómo han tenido que adaptar su producto o servicio?

Al ser cuestiones que competen a la directiva de las empresas, para este artículo se analizaron únicamente las respuestas de los participantes con poder de toma de decisión.

Puntos destacados del estudio

  • Sólo el 32 % prevé que puede sobrevivir más de seis meses bajo las medidas especiales sin ayudas económicas gubernamentales.
  • El 54 % de las pymes ha implementado o consideran ofrecer su producto/servicio de forma online.
  • El 73 % de las pymes ha cambiado los roles de los empleados o están pensando en hacerlo.

Preocupante pronóstico de supervivencia de las pymes a pesar de la existencia de plan de continuidad

La economía se está reactivando y los negocios poco a poco vuelven a un tipo de normalidad que está condicionada por las medidas especiales tomadas como respuesta a la pandemia. La percepción de supervivencia de las pymes bajo esta situación no es positiva. El estudio indica que únicamente un 32 % prevé que puede sobrevivir más de seis meses sin ayudas económicas gubernamentales.

Pronostico continuidad de pymes en medidas especiales de la pandemia

¿Estaban las pymes preparadas para una crisis de esta índole? El análisis indica que no, incluso teniendo un plan para asegurar la continuidad del negocio. Un 45 % sí tenía plan de continuidad, un 40 % no lo tenía y el resto no está seguro. Pero, sorpresivamente, el sí tenerlo no garantiza la supervivencia del negocio ya que una crisis económica derivada de una pandemia es un caso excepcional.

Casi la mitad de las pymes tenían plan de continuidad previo a la pandemia

Un porcentaje considerable de las organizaciones (64 %) que sí tenía un plan para asegurar la continuidad del negocio frente a una crisis económica está en el segmento que considera no aguantar más de seis meses. Esto sugiere que la pandemia desarrolló frentes inesperados incluso para los escenarios previstos por estos planes.

Renovar el modelo de negocio para enfrentar la crisis: productos online y cambio de roles de los empleados

La reacción principal de las pymes ante esta situación ha sido la digitalización: adaptar y ofrecer su producto o servicio vía online. Un 66 % de ellas considera importante cambiar el modelo de negocio para operar de manera remota o digital.

Por ejemplo, utilizar software de videoconferencia para las reuniones de equipos, instalar un chatbot de asistencia al cliente en la página web o incluso abrir un ecommerce para una experiencia optimizada al usuario.

Como expone la encuesta, las empresas también están realizando cambios en la estrategia de negocio para resistir en la nueva realidad: ofrecer un producto o servicio gratis, entregar a domicilio o modificar el modelo de precios. 

Son cambios en el modelo de negocio que principalmente residen en la digitalización de los productos. Para ello fue necesario comprar nuevo software, una decisión considerada crucial por el 75 % de las pymes

Software adquirido por pymes debido a COVID-19

Un 63 % de las pymes ha adquirido nuevo software para trabajo en equipo, procesos internos y entrega de producto. Por ejemplo, herramientas de colaboración, software de gestión de proyectos o software de chat en directo.

Adquirir e implementar nuevas herramientas implica aprender a utilizarlas, ya que una herramienta mal usada no sólo es pérdida de dinero sino también de tiempo y calidad en el servicio al cliente. Las pymes lo tienen claro, ya que un 82 % de ellas dio formaciones online ya fuese mediante un curso certificado (36 %) o informal (46 %) por medio de un miembro del equipo.

Empleados han recibido formación online informal en las nuevas herramientas digitales

Este nuevo escenario, donde se opera a distancia y se reconfiguran los equipos y los procesos de trabajo, ha supuesto que el 73 % de las pymes hayan cambiado los roles de los empleados o estén pensando en hacerlo. 

Pymes planifican o implementan recolocación de empleados debido al coronavirus

Es consecuente que en situaciones extraordinarias las organizaciones también tengan que tomar medidas no sopesadas anteriormente. De momento, la implementación o consideración de cambio de roles temporal es mayor al permanente pero el mundo de los negocios no es ni será el mismo que el previo al coronavirus, por lo que estas modificaciones podrían mantenerse incluso terminando la crisis, en la nueva realidad. 

Revolución integral de las pymes: modelo de negocio, producto y estructura interna

La crisis causada por la COVID-19 está afectando de manera integral el mundo de los negocios. No es únicamente adaptarse al teletrabajo y expandir el producto a canales virtuales, sino también cambiar el modelo de negocio: planes, precios, servicios, roles de los empleados y la manera de pensar el mercado.

Estos cambios no son fáciles y la mayoría de las pymes no estaban preparadas para un paro tan agresivo y repentino como el que supuso la pandemia, ni siquiera las que tenían planes de continuidad.

El camino que están siguiendo las pymes para mantenerse operativas es ofrecer el producto o servicio online. Y muchas de ellas están haciendo lo necesario para lograrlo: comprar software, formar a los empleados, reorganizarse internamente, abrirse a los nuevos canales y cambiar la mentalidad de funcionar en el mercado.

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*Metodología de la encuesta
Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea durante mayo 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 1009 personas, entre las que se seleccionaron 421 para participar. El criterio de selección es:
  • Residente en España
  • Empleado o dueño de una pequeña o mediana empresa
  • Empleado a jornada completa o parcial
Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 
De los 421 participantes, 325 son directivos, gerentes o dueños con poder de toma de decisiones y 96 son empleados sin poder de toma de decisiones. Este artículo está basado en el análisis de las respuestas de los participantes con poder de toma de decisiones.
Nota: La gráfica 3 corresponde a una pregunta con opción de respuesta múltiple, debido a esto la suma total de los porcentajes es mayor a 100 %.

Home office en pymes implica retos en comunicación y ciberseguridad pero también beneficios significativos

Home Office y ciberseguridad en pymes mexicanas

El coronavirus empuja a las pymes a cambiar su forma de funcionar

La situación creada por COVID-19 obligó a muchas pequeñas y medianas empresas a funcionar de manera remota. Procesos y canales de comunicación se tuvieron que adaptar al home office, lo cual significó un cambio sustancial en la manera trabajar y la implementación de nuevas herramientas digitales. Esto implica nuevos retos pero también conlleva beneficios.

En Capterra* lanzamos una encuesta para conocer la situación de las pymes y su forma de operar bajo esta nueva normalidad. ¿Estaban las empresas preparadas para operar a distancia? ¿Qué dificultades y beneficios presenta? ¿Están las compañías preparadas en ciberseguridad para esta manera de trabajar? ¿Los empleados quieren seguir haciendo trabajando en remoto?

Adaptar el negocio y adquirir nuevo software

El confinamiento causó que oficinas, locales, agencias y demás tipo de negocios tuvieran que transformarse para seguir funcionando. El 71% de las pymes adaptó su servicio o producto a un formato virtual o lo está planeando hacer. Un porcentaje muy alto que indica que las empresas no estaban preparadas para operar de esta manera ni total ni parcialmente. Por lo tanto es un cambio significativo en mentalidad y organización.

Pymes adaptaron su producto o servicio a un formato virtual

Esta adaptación también supone utilizar nuevas herramientas para trabajar, ya sean para el funcionamiento interno de la empresa o de cara al cliente. Nuestro estudio señala que el 61% de las pymes tuvo que comprar/instalar nuevo software para hacer home office o está planeando hacerlo.

Compra de software debido al home office

Las nuevas herramientas digitales a las que se han tenido que acostumbrar los trabajadores son principalmente productos que facilitan la comunicación y la organización, por ejemplo:

Software en la nube despega en uso

La diferencia entre un software local y un software basado en la nube es que el primero se encuentra instalado únicamente en la computadora o laptop y sólo se puede acceder desde ese dispositivo en específico, y el segundo está en internet, por lo tanto se puede acceder desde cualquier dispositivo con conexión a la red, por ejemplo gmail o facebook.

Por este motivo, el software basado en la nube es más importante que nunca, la facilidad de acceso desde cualquier dispositivo y desde cualquier lugar con conexión a internet hace que sea la opción lógica para que los trabajadores puedan trabajar en remoto ya sea con su computadora personal o con una de la empresa.

La encuesta confirma esta tendencia, ya que un 68% de los participantes usa software en la nube ya sea de manera parcial o total. Mientras que el uso de software instalado localmente únicamente llega al 54%.

La nube es fundamental para hacer home office

La cultura de ciberseguridad es muy baja

En cuestión de ciberseguridad, los resultados no son positivos. Faltan buenos hábitos y cultura de seguridad informática. La educación en esto es de suma importancia ya que  los empleados que están en su casa no cuentan con infraestructura de seguridad que podría tener su oficina y por lo tanto están expuestos a mayores riesgos.

Por ejemplo, el software anti-virus y de redes, el cual está especializado en reconocer software malicioso y ayuda a proteger los datos, solo lo tiene instalado un 43% de los empleados de pymes. Este programa es básico para la seguridad y ni siquiera la mitad lo usa. Un mal hábito que facilita la entrada de malware y ransomware a la computadora y servidores, lo cual le puede costar mucho dinero y reputación a las empresas

Otro ejemplo que también aporta mucha ciberseguridad, es un VPN. Este tipo de software protege la comunicación entre una computadora y el servidor de la empresa, encripta los datos mientras recorren el internet público, una tecnología muy eficaz en tiempos de trabajo a distancia. En este caso únicamente un 30% de los encuestados lo tiene instalado.

Otro mal hábito es cómo se administran las contraseñas, por ejemplo, tener una única contraseña para varias cuentas y/o que sean fáciles de descifrar ya que son sencillas debido a que se memorizan únicamente. 

Hoy en día una herramienta muy útil para crear, guardar y gestionarlas es el software de administración de contraseñas ya que permite tener múltiples credenciales con distintas claves pero se gestionan únicamente con un master password (uno bien diseñado, muy difícil de descifrar). Esta eficaz herramienta sólo la usa un 39% de los empleados, casi el mismo porcentaje que usa su memoria (31%) para recordar el acceso a sus diversas cuentas.

Las pymes deben invertir más en herramientas y formación de los trabajadores en este tipo de tecnología con el fin de reducir al máximo el riesgo de ataques de cibercriminales.

Home office, una modalidad nueva con retos pero también beneficios

El trabajo en remoto es una nueva forma de trabajar que conlleva hacer cambios en la vida y espacio personal, como reacomodar la casa, crear nuevos horarios, aprender a concentrarse en otro entorno, entre otros. Un porcentaje de empleados de pymes ya estaba acostumbrado a esto pero la mayoría no.

Trabajadores no estaban acostumbrados a trabajar desde casa

Para el 56% es una novedad completamente trabajar en remoto, el coronavirus supuso un fuerte giro a su manera de funcionar. Mientras que para un 19% es conocido porque lo hacían de vez en cuando. Aun así, cambiar de un día para otro a este formato es difícil, los retos que implica son varios. No sólo para para estos dos segmentos sino también para los que están acostumbrados a el trabajo en remoto (25%) porque ellos ahora deben operar con compañeros o clientes que son nuevos en esto, por lo tanto los procesos y la comunicación es distinta también.

Retos del trabajo a distancia

La comunicación es el principal reto, ya sea con compañeros de trabajo, con clientes, o la complejidad de gestionar la cantidad de mensajes que llegan por diferentes canales.

Este es un problema global, la sociedad se debe acostumbrar a la nueva realidad, ya que aunque la pandemia termine, el distanciamiento social seguirá por un tiempo y los hábitos de trabajo ya habrán cambiado lo suficiente como para que muchos procesos se queden a nivel remoto. Por esto, aprender a relacionarse a distancia es clave para que los negocios fluyan sin contratiempos de malinterpretaciones que pueden causar pérdida de tiempo, dinero y contactos.

Debido a estos desafíos, las herramientas de comunicación y colaboración están en auge, mientras que el software de administración de proyectos o gestión de relaciones con los clientes (CRM) se convierten en indispensables para que las pymes puedan seguir funcionando de manera correcta.

A pesar de haber tenido que adoptar nuevo software y herramientas de una forma rápida, nuestra encuesta indica que para la mayoría de los empleados ha sido fácil muy fácil aprender a usarlas.

Fue fácil para empleados aprender a usar las nuevas herramientas digitales

Al 85% de las pymes le gusta hacer home office

Al 85% de los encuestados le gusta (44%) o le gusta mucho (41%) hacer home office. Un porcentaje alto para un formato de trabajo que es novedoso en México. 

¿Cuáles son los motivos principales de esto?

Beneficios de home office

Es lógico que la comodidad de estar en casa y no de tener que usar el coche o subirse al metro o camión para ir al trabajo sea una de las razones principales. El tráfico de las metrópolis mexicanas puede hacer que una persona pierda varias horas al día sólo con ir y regresar de la oficina, demasiado tiempo perdido al año por este motivo. De hecho, trabajar desde casa significa ganar tiempo de vida personal.

La flexibilidad de ajustar el horario conforme a la responsabilidades permite realizar labores domésticas y cuidar a los niños y mascotas. Otro punto a favor para la vida personal.

También se percibe que se gana experiencia y conocimiento tecnológico, esto seguramente es debido a que los trabajadores ahora no cuentan con un técnico que les ayude o les haga las cosas completamente. Ahora ellos tienen que configurar conexiones, instalar programas ver tutoriales por su cuenta, incluso aunque un técnico les ayude forma remota, ya el hecho de que ellos lo operen manualmente es ganar experiencia.

México con mentalidad digital y con la confianza de funcionar a home office

La mayoría de los encuestados (64%) cree que las empresas pueden funcionar al máximo con personal trabajando tiempo completo desde casa. De igual forma, les gustaría continuar con este formato de trabajo cuando se regrese a nueva realidad, aunque sea sólo algunos días.

Pymes quieren seguir haciendo home office cuando se regrese a la normalidad

Home office obligatorio sienta precedente para el futuro inmediato de los nuevos modelos de negocios

La forma de hacer negocios se está transformado rápidamente en México: 

  • Muchas compañías tuvieron que cambiar parte o todo su producto/servicio a un formato virtual invirtiendo en nuevo software especializado para trabajar a distancia. 
  • La adopción de esta tecnología ha sido rápida y positiva, los trabajadores no han encontrado dificultades en utilizar las nuevas herramientas.
  • El reto principal al que se están enfrentando es la comunicación, interna y externa, y la diversidad de canales en la que ahora se produce. 
  • Las herramientas de colaboración, organización interna, comunicación con los clientes y de planeación y gestión de proyectos son claves en este contexto.
  • Las pymes reprueban en cultura y protocolos de ciberseguridad. Programas, actualmente básicos, como un anti-virus, un administrador de contraseñas o un VPN, son usados muy poco, debajo del 50%. Esto puede resultar en una brecha de seguridad seria y, en el peor de los casos, arruinar a la empresa.
  • A los trabajadores les gusta trabajar desde su casa, le encuentran muchos beneficios y quisieran continuar haciéndolo después de que pasé la pandemia. 
  • La mayoría cree que el negocio puede rendir al máximo con personal haciendo home office a tiempo completo. Hay un espíritu pro-digital y de trabajo en remoto.

El coronavirus ha acelerado la digitalización en México, la nube ha ganado terreno, los empleados han ganado conocimiento en tecnología, y están dispuestos a seguir operando así. El futuro de los negocios en México será distinto cuando este hecho histórico termine.

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*Metodología de la encuesta: para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta online en abril del 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado mexicano. El cuestionario se envió a 1240 personas, entre las que se seleccionaron 508 para participar. Los participantes cualificados están empleados (a jornada completa o parcial) en pequeñas y medianas empresas (pymes), trabajan en diferentes sectores de la industria, y durante la realización de la encuesta estaban haciendo home office debido a la emergencia sanitaria. 

La búsqueda de talento en las redes sociales: el cambio que vino para quedarse

Búsqueda de talento en redes sociales

Búsqueda de talento en redes sociales

Corría el año 2004 cuando un jovencísimo Mark Zuckerberg “daba a luz” en su habitación de estudiante a uno de los mayores fenómenos que ha cambiado por completo la manera en la que nos relacionamos: Facebook.

Poco podíamos intuir en aquellos momentos que las redes sociales iban a revolucionar de una manera tan profunda aspectos como la manera en la que nos comunicamos, creamos redes de contacto con otras personas o incluso cómo vendemos sin necesidad de tener que desplazarnos del sofá de nuestra casa.

Y por supuesto, la búsqueda de talento no iba a quedarse atrás en la revolución que las redes sociales trajeron consigo hace unos años. 

Ahora bien, el paso del tiempo ha puesto de manifiesto que la utilización de las redes sociales para buscar y/o atraer candidatos no es tarea sencilla y que, cada vez más, el talento elige dónde trabajar. 

La reciente situación de confinamiento a nivel mundial ha puesto de manifiesto que los procesos de selección pueden hacerse de forma diferente, virtualizando una gran parte de estos y ofreciendo opciones mucho más flexibles a los/as candidatos/as, como es el caso de entrevistas por vídeo llamadas, lo que, sin duda alguna, facilitará ese proceso de atracción de talento para las empresas. 

¿Están las empresas preparadas para atraer talento en las redes sociales?

La realidad es que una gran mayoría de las empresas no están preparadas para buscar y/o atraer candidatos utilizando las redes sociales.

A diferencia de lo que podía pasar hace un tiempo donde las empresas más grandes eran más atractivas ya que disponían de muchos más recursos que aquellas de tamaño inferior, las redes sociales han democratizado, en cierta manera, las estrategias para atraer y buscar candidatos.

Y la realidad nos está mostrando que las empresas de menor tamaño están siendo capaces de aventajar a otras más grandes en su capacidad de atraer y buscar candidatos.

Esto se debe a varias razones:

  • Agilidad: una de las claves del éxito de las estrategias de reclutamiento en redes sociales tiene que ver con la agilidad de las empresas a la hora de implementar acciones nuevas, innovadores y diferentes en redes sociales.

Las empresas más pequeñas presentan una gran ventaja con respecto a otras de mayor tamaño ya que les resulta mucho más sencillo experimentar y poner en marcha acciones que les ayuden a que sean atractivas para los /as candidatos/as. 

  • Experimentación: las pymes así como startups han demostrado una enorme capacidad de experimentación en redes sociales.

Es importante tener en cuenta que las redes sociales son muy dinámicas con lo que no podemos hablar de reglas fijas y preestablecidas.

Y esto, en cierta manera, es una clara ventaja ya que permite a las empresas más innovadoras y creativas poner en marcha iniciativas y acciones que les ayuden a conectar con los/as candidatos/as en las redes sociales.

  • Nuevos canales al alcance de todas las empresas: si hay algo especialmente interesante en lo que a las redes sociales se refiere, es que son canales al alcance de cualquier empresa y que poco influye su tamaño.

Así no es extraño encontrarnos con empresas de pequeño tamaño con comunidades de seguidores muy amplias y especialmente activas.

Las reglas del juego han cambiado para todos

Si hay algo que debemos tener en cuenta es que las reglas del juego, en lo que a la búsqueda de talento se refiere, han cambiado para todas las empresas, con independencia de su tamaño.

De ahí que, en cierta manera, todas las empresas se encuentren en una situación similar y las dificultades ya no son únicas de las empresas más pequeñas o con menos recursos.

¿Qué implican estos cambios?

  • El talento elige dónde quiere trabajar: aquellos/as candidatos/as cuyas habilidades, experiencia, conocimientos, motivación son diferenciadoras tienen la capacidad de elegir dónde quieren trabajar.

De ahí que las empresas necesiten mostrar por qué son una empresa atractiva para trabajar.

  • ¿Qué vas a ofrecer a tu candidato/a?: ya no es suficiente con ofrecer una oportunidad laboral. Los/as candidatos/as esperan algo más. Quieren una Propuesta de Valor al Empleado (PVE) por parte de la empresa que sea única y diferenciadora, porque eso será, precisamente, lo que les hará decantarse por una empresa u otra para trabajar. 
  • Transparencia y cercanía frente a distanciamiento y oscurantismo: aquellos tiempos en los que las empresas no facilitaban información sobre su Propuesta de Valor al Empleado (PVE), sobre cómo es como lugar de trabajo y demás aspectos a nivel de cultura y organización, han pasado a mejor vida.

Los/as candidatos/as buscan organizaciones que sean cercanas y donde la transparencia prime por encima del tradicional oscurantismo que ha reinado en muchas empresas, donde resultaba muy difícil conocer aspectos que los/as candidatos/as valoran de forma especial.

De ahí que las redes sociales jueguen un papel tan relevante ya que permiten acercar al candidato con la empresa de una forma sencilla y rápida.

  • Los/as candidatos/as buscan experiencias positivas en los procesos de selección: las redes sociales se han erigido en importantísimos altavoces de los/as candidatos/as con lo que resulta sencillo compartir cómo es su experiencia en un proceso de selección.

Es lo que se denomina la experiencia del candidato.

Cuanto más positiva sea esa experiencia, más posibilidades hay de que se comparta en redes sociales y que, por lo tanto, ayude a visibilizar la marca empleadora de la empresa. O cómo es esta de atractiva para trabajar.

Algunas pautas a tener en cuenta a la hora de usar las redes sociales para la búsqueda de talento

  • La estrategia es fundamental: para que la búsqueda de talento sea efectiva, es importante que haya una estrategia, que haya una planificación previa de qué tipo de acciones se van a llevar a cabo, cómo se van a realizar y en qué redes sociales se va a tener presencia.

El riesgo de no llevar a cabo esta estrategia es que posiblemente los resultados no sean los esperados o que se diluyan de forma rápida sin ser efectivos.

  • La búsqueda de talento en redes sociales es una carrera de fondo: pretender obtener resultados en redes sociales en poco tiempo es uno de los mayores errores que muchas empresas cometen.

A diferencia de lo que ocurren en los portales de empleo, en redes sociales los resultados no son inmediatos pero a medio y largo plazo son mucho más duraderos y efectivos en lo que a la búsqueda de talento se refiere.

  • Las redes sociales no son un portal de empleo: no es infrecuente que las empresas utilicen las redes sociales en las estrategias de reclutamiento como si de un portal de empleo se tratase.

Es por ello que es crucial desarrollar estrategias que sean claramente diferentes a las utilizadas en los portales de empleo.

  • Sé creativo/a, utiliza diferentes formatos: una de las grandes ventajas de las redes sociales es que nos permite utilizar diferentes tipos de contenidos: vídeos, infografías, texto, imágenes, gifs…

La idea es conseguir que nuestros potenciales candidatos/as se interesen por quiénes somos, cuál es nuestra Propuesta de Valor y qué supone trabajar en nuestra organización.

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Isabel IglesiasIsabel Iglesias es directora de Sirania, una empresa que busca aunar la gestión del talento y la transformación digital aplicada a Recursos Humanos. Es profesora colaboradora de diferentes instituciones educativas como la Universidad de Alicante o Esic.

Desarrolla una gran parte de su actividad profesional ayudando a las empresas en mejorar las estrategias de atracción y fidelización de talento a través de las redes sociales. 

En la actualidad coordina el programa de Transformación Digital aplicado a la gestión de Recursos Humanos de la Universidad de Alicante.

Autora del libro “Los procesos de selección en la era digital” publicado en 2019 y coautora de “El dilema del directivo” publicado en el 2015.

Beeldbellen in de zorg: 10 betrouwbare videoconsultoplossingen voor de zorg

beeldbellen in de zorg

Zorgverleners zijn over de hele linie zeer positief over het inzetten van eHealth, blijkt uit de eHealth-monitor 2019 van Nictiz. Beeldbellen of een videoconsult wordt steeds vaker ingezet in de zorg. Videoconferentie software bestaat al jaren, maar met de coronacrisis heeft het definitief zijn weg naar de zorgsector gevonden. Ook na de pandemie zal zorg op afstand en het video- of vConsult een belangrijk onderdeel van de medische zorg blijven. eHealth heeft vaste grond onder de voeten gekregen!

beeldbellen in de zorg

Verschil tussen software voor beeldbellen in de zorg en normale videoconferentie tools

Videoconsult software lijkt veel op de bekende videoconferentie-software als bijvoorbeeld Zoom of GoToMeeting. Het verschil bestaat voor een groot gedeelte achter de schermen. vConsult software is speciaal voor de zorgsector ontwikkeld en moet minimaal aan de onderstaande normeringen voldoen:

  • ISO27001: internationale norm betreffende gegevensbeveiliging.
  • NEN7510: deze norm is specifiek toegespitst op de informatiebeveiliging in de zorgsector.

Een applicatie voor videobellen moet ook geïntegreerd kunnen worden in bestaande informatiesystemen, zoals het elektronisch patiënten dossier (EPD), het ziekenhuis-informatiesysteem (ZIS) of het huisartsen-informatiesysteem (HIS).

Videoconsult huisarts, hoe gaat het in zijn werk?

Het videoconsult met de huisarts is een uitstekend instrument voor contact op afstand tussen de arts en de patiënt. Het is zeer eenvoudig in gebruik en bestaat in grote lijnen uit de volgende stappen:

  1. De patiënt heeft klachten en neemt contact op met de zorgverlener per telefoon of via de applicatie.
  2. De zorgverlener stuurt de patiënt een bericht met de tijd en link voor het videoconsult, bijvoorbeeld via email, WhatsApp of Messenger.
  3. De patiënt opent de link op zijn laptop, tablet, desktop of smartphone en komt zo in de wachtkamer terecht.
  4. De zorgverlener activeert de beeldverbinding op de laptop, tablet, desktop of smartphone en het consult kan beginnen.

Afhankelijk van de gekozen software wordt de internetverbinding tot stand gebracht via een te downloaden app, of gewoon via de webbrowser. Een videoconsult is natuurlijk niet alleen geschikt voor de huisartsenpraktijk, maar voor alle zorgverleners die zorg op afstand willen aanbieden: fysiotherapeuten, diëtisten, wijkverpleging, specialisten en ga zo maar door.

Voordelen van het medisch videoconsult

Minder reistijd voor zorgverleners en patiënten is een groot voordeel van een beeldbellen in de zorg. Patiënten met een chronische aandoening, bijvoorbeeld COPD, zijn periodiek onderweg voor de controle bij de arts. Een controle via beeldbellen is onder andere voor deze groep patiënten ideaal. Ook de (huis)arts bespaart tijd indien een patiënt via het videoconsult kan worden geholpen.

Een ander pluspunt is dat een medisch videoconsult in principe onafhankelijk van tijd en plaats kan plaatsvinden. Hiermee kan de werkdruk van de arts over de dag verspreid worden en worden overvolle wachtkamers tijdens het inloopspreekuur voorkomen.

10 veilige videoconsult tools ontwikkeld voor de zorgsector

Geïnteresseerd in beeldbellen met patiënten? Om tijd te besparen hebben wij alvast 10 solide en vooral veilige videoconsult applicaties voor jou op een rijtje gezet. De selectie aanbieders van videobellen in deze lijst staan in willekeurige volgorde en voldoen aan de volgende criteria:

  • De beeldbelapplicatie is specifiek voor de zorg ontworpen.
  • De videoconsultapplicatie voldoet aan ISO27001 én NEN7510 normering.
  • De applicatie is AVG-compliant.
  • Koppeling met bestaande informatiesystemen (HIS en EDP, ECD) mogelijk.
  • Gericht op: huisartsenzorg, ziekenhuizen, huisartsenpraktijken.
  • Functioneert met een standaard internetverbinding: bandbreedte vanaf 50 Mbit/s.
  • Functioneert zowel op PC/laptop, tablet als smartphone.
  • Hoogst in google gerankt op zoekwoord videobellen zorg op 3 juni 2020

1. Clickdock

videoconsultatie in de zorg

Clickdock wordt aangeboden door CompuGroup Medical (CGM) Nederland en is onderdeel van hun eHealth zorgportaal met geïntegreerde modules (o.a. HIS, EPD) voor de hele zorgsector. De videoconsultapplicatie is direct klaar voor gebruik. Je hoeft niets te installeren of downloaden. Ook patiënten kunnen hun eigen EPD inzien. Kosten: € 12,95 per maand, maar het gebruik van de Clickdock module is tot 1 september kosteloos i.v.m. de corona pandemie.

Overige kenmerken:

  • Geïntegreerd in CGM zorgportaal; geen installatie van programma’s nodig.
  • Functioneert op de PC/laptop alleen met de Chrome internetbrowser.

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2. BeterDichtbij

mobiele app consult patiënten huisarts
Mobiele app voor consultatie van BeterDichtbij (bron)

BeterDichtbij is een initiatief van de zorgsector. Het omvat een beveiligd webplatform, waarvan het videoconsult een onderdeel is. De software is te koppelen aan HIS en EPD systemen. Tweefactorauthenticatie bij inloggen is mogelijk. Het platform heeft een berichtenfunctie en je kunt foto’s en labresultaten van patiënten ontvangen en versturen. Geschikt voor ziekenhuizen en huisartspraktijken. Kosten vanaf € 37,50 per maand.

Overige kenmerken:

  • Integratie met apotheek.nl en thuisarts.nl.
  • Geen groepsgesprek mogelijk.

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3. FaceTalk

beeldbellen met patiënten
Beeldbellen met patiënten via FaceTalk (bron)

FaceTalk is een online spreekkamer voor veilig beeldbellen. Kan losstaand worden gebruikt, maar ook geïntegreerd worden met het HiX zorgplatform en EPD. Er kunnen tot maximaal 12 deelnemers vanaf verschillende locaties aan een gesprek deelnemen. Ideaal als met familie van de patiënt of collega’s overlegd moet worden. Er gelden speciale tarieven voor grotere zorgorganisaties en een testaccount is mogelijk. Een persoonlijk abonnement kost € 35 per maand, dit is inclusief een gratis account voor de assistente en enkel voor 1 op 1 beeldbellen.

Overige kenmerken:

  • Diverse extra functionaliteiten, waaronder melding uitlooptijd, assistent planner, SMS alert.
  • Beeldscherm delen (voor tonen van bijv. röntgenfoto’s) is mogelijk.

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4. Zaurus

Vconsult met Zaurus
Beeldbellen met Zaurus (bron)

Beeldbellen met Zaurus kan met maximaal 40 deelnemers. De applicatie is gericht op de gehele zorgmarkt, van grote ziekenhuizen zoals het Radboudumc en het St Jansdal tot GGZ-organisaties en huisartsen. Deze videoconsultatiesoftware maakt onderdeel uit van de Zaurus digitale spreekkamer. Deze kan geïntegreerd worden met het een bestaand informatiesysteem (HIS en EPD). De spreekkamer heeft de beschikking over een digitale assistent (chat bot) die indien gewenst de arts en assistente werk uit handen kunnen nemen. Prijs op aanvraag.

Overige kenmerken:

  • Inloggen met tweefactorauthenticatie of pincode of vingerafdruk via webbrowser.
  • Beeldscherm delen (voor tonen van bijv. röntgenfoto’s) is mogelijk.
  • Platform beschikbaar als whitelabel.

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5. Beeldzorg – Mobiléa beeldbellen

Vconsult zorgsector
Vconsult via Beeldzorg (bron)

Deze software heeft verschillende modules die te koppelen zijn: ouderenzorg, gehandicaptenzorg en natuurlijk beeldbellen en spreekkamer voor huisartsen en revalidatiecentra. Het is mogelijk om tot 50 deelnemers in een gesprek toe te voegen. De app kan gekoppeld worden met een zorgcentrale naar keuze en is reeds gekoppeld met Nedap Ons en JouwOmgeving. De app aan de cliëntzijde is zeer simpel uitgevoerd, zodat ook digibeten ermee overweg kunnen. Prijs op aanvraag en een vrijblijvende demo is mogelijk.

Overige kenmerken:

  • Web-based, dus enkel een account aanmaken; inloggen met tweefactorauthenticatie.
  • Diverse extra functionaliteiten waaronder chat, vergroten van tekst voor slechtzienden en koppeling met apotheek.
  • Beeldscherm delen (voor tonen van bijv. recepten e.d.) is mogelijk.

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6. Karify

videoconsult huisarts
Videoconsultprogramma van Karify (bron)

Gericht op de geestelijke gezondheidszorg en geeft de beschikking over specifieke modules. Het beeldbellen is gekoppeld aan het eHealth platform van Karify en bij een slechte internetverbinding blijft de geluidsverbinding altijd functioneren. Karify maakt een log van de tijd en duur van de videogesprekken (handig voor declaratie). Vanaf € 29,95 per maand per medewerker kun je al van het Karify platform gebruikmaken. Voor het videobellen wordt 9 cent per minuut extra in rekening gebracht. 

Overige kenmerken:

  • Werkt via de webbrowser; geen installatie van programma’s nodig.
  • Geen groepsgesprekken mogelijk.

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7. MDO beeldbellen- Caresharing

Consultatie via de app
consultatie via de app met MDO (bron)

Beeldbellen met MDO werkt direct vanuit de internetbrowser. Er is geen account nodig en er hoeft niets geïnstalleerd te worden. Het is een eenvoudige losstaande module die eventueel geïntegreerd kan worden in het cBoards platform, waar met andere zorgprofessionals kan worden samengewerkt. Je kunt het beeldscherm en bestanden delen om bijvoorbeeld onderzoeksresultaten aan de patiënt te tonen, en er is een chat functie. Je kunt direct aan de slag, want de videobel module is gratis.

Overige kenmerken:

  • Werkt via de webbrowser van Chrome, Firefox en Chromium; Safari en Internet Explorer worden niet ondersteund.
  • Tot maximaal 75 deelnemers in een gesprek mogelijk (ook afhankelijk van de beschikbare internet-bandbreedte).
  • Zowel zorgverlener als patiënt kunnen een beeldgesprek beginnen.

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8. KPN zorgmessenger

videoconferentie in de zorg
Bron: Capterra

Het beeldbellen maakt onderdeel uit van het zeer uitgebreide E-Zorg KPN zorgmessenger platform met koppelingen naar bijvoorbeeld het apotheekinformatiesysteem. Je kunt hier een volledige administratie voeren. Inloggen met tweefactorauthenticatie en pincode voor mobiele apparatuur. Via beschikbare API’s zijn koppelingen te maken naar een EPD of HIS informatiesysteem. Prijs op aanvraag.

Overige kenmerken:

  • Vereist enige ICT-kennis voor het installeren van het E-Zorg platform.

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9. Gezond.nl

zorg op afstand
Mobiele app van Gezond.nl (Bron)

Dit is een eenvoudige beeldbel applicatie waarmee je direct aan de slag kunt. Gezond.nl is een initiatief van Arts en Zorg, speciaal gericht op de huisartsenpraktijk. Deze videobel applicatie is onderdeel van een zorgportaal waar ook afspraken, herhaalmedicatie en labuitslagen kunnen worden opgevraagd. Patiënten kunnen zelf via het patiëntenplatform een afspraak met de arts te maken. Prijs op aanvraag.

Overige kenmerken:

  • Nog geen koppeling met het HIS en EPD. Het platform is in ontwikkeling, dus in de toekomst is meer functionaliteit te verwachten.

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10. Advitronics

Zorg op afstand
(Bron)

Meetingroom is een videobel applicatie die als stand alone gebruikt kan worden, of als geïntegreerd onderdeel van het Advitronics communicatieplatform. Het is gericht op de huisartsenpraktijk en kan zowel op PC en laptop als op mobiele apparatuur gebruikt worden in de webbrowser. Er is geen download van apps nodig, ook niet voor de patiënt. Scherm delen, chat en groepsgesprekken tot maximaal 25 personen kan allemaal. De meetingroom is gratis tot 1 september 2020, daarna € 8 per maand voor de standalone beeldbel applicatie.

Overige kenmerken:

  • Men kan ook inbellen met de telefoon en aan het vConsult deelnemen.
  • Geen koppeling naar HIS of EPD.
  • Videoconsult kan worden opgenomen.
Wil je meer weten? Bekijk dan onze online catalogus met een uitgebreid aanbod aan software voor monitoring van patiënten op afstand.

La adquisición de nuevo software es crucial para la supervivencia de las pymes ante la crisis actual

Compra de software es crucial para que las pymes sobrevivan la crisis económica

Compra de software es crucial para que las pymes sobrevivan la crisis económica

El coronavirus acelera la digitalización de las pymes

La crisis económica generada por el coronavirus ha obligado a las pequeñas y medianas empresas (pymes) a cambiar su forma de operar, se han tenido que adaptar a una nueva realidad donde el teletrabajo y los servicios a distancia se han normalizado. Como respuesta las pymes han agilizado o adelantado su proceso de transformación digital.

Un elemento fundamental de esta transformación es el software con el que se trabaja. Muchas organizaciones han tenido que comprar e implementar nuevas herramientas digitales para poder ofrecer servicios y productos virtuales o a distancia. Adquisiciones que en su mayoría no estaban planificadas pero aún así se realizaron, un giro en la estrategia de compra de software como reacción a la situación de la covid-19.

Para comprender mejor la realidad de las pymes, Capterra lanzó una encuesta* con el fin de analizar el cambio de comportamiento de compra de software durante la crisis. Para este artículo se analizaron únicamente las respuestas proporcionadas por participantes con poder de toma de decisiones (managers, directivos y dueños). 

¿Era indispensable adquirir nuevo software para sobrevivir la etapa de aislamiento? ¿Qué supuso la compra de nuevas herramientas? ¿Qué tipo de software necesitaban las pymes? 

Puntos destacados del estudio

Puntos destacados del estudio sobre impacto de la covid-19 en las pmes

El 55 % de las pymes no tenía planificada compra de software y la covid-19 obligó a ello

En enero publicamos un artículo sobre los pronósticos de tendencias tecnológicas en pymes para el 2020. Esto ha cambiado radicalmente durante el primer semestre de este año debido a la irrupción del coronavirus en el mundo. Las herramientas de colaboración y comunicación tuvieron un auge inesperado gracias a la implantación del teletrabajo, así como otras categorías que ayudan al funcionamiento del negocio a distancia. 

Pero la adquisición de estos productos fue repentina para más de la mitad de las pymes, lo cual supuso un reajuste en el presupuesto y los tiempos de compra.

Compra de software inesperada debido a covid-19

El estudio indica que el 55 % de las pymes no tenía planificado comprar, instalar o actualizar software y lo tuvieron que hacer debido a la covid-19. Caso opuesto es el del 30 % de pymes que no cambiaron sus planes de adquisición ya sea porque compraron antes los productos que tenían en mente o porque no compraron nuevas herramientas. 

Por su parte, el segmento de pymes que tuvo que comprar inesperadamente herramientas digitales sufrió una alteración considerable en tiempo y dinero. Para el 31 % de este grupo, este cambio de planes supuso adelantar la adquisición de software entre 1 – 6 meses; y para el 48 %, el gasto realizado fue mayor al planificado para el periodo de enero a mayo. 

A pesar de que este cambio de planes de compra haya significado más costes, es una decisión clave de las pymes para ir de la mano con la transformación de la sociedad y el mercado, y no quedarse atrás.

El 75 % de las pymes considera crucial adquirir nuevo software para sobrevivir a la crisis

Transformarse o desaparecer es la regla que impera en las pequeñas y medianas empresas del mundo actualmente. A nivel global, el 70 % de las pymes ha adaptado su producto al mundo digital y un 59 % está operando bajo el modelo de teletrabajo. Esto supone la inevitable aceleración de la digitalización, la cual implica que las pymes tengan las herramientas correctas para transformarse. Si no las tienen, es esencial adquirirlas para sobrevivir este nuevo mercado.

Para 3/4 partes de las pymes es crucial adquirir nuevo software para sobrevivir la crisis

El 75 % de las pymes considera crucial la compra de nuevo software para la supervivencia del negocio, el 23 % lo percibe como muy crucial. Adaptar un producto o servicio a un formato virtual no es sencillo, no es únicamente comunicarse con el cliente a distancia o tener chats grupales con el equipo trabajo. Es replantear el producto, cambiar procesos internos y externos, agregar servicios, desarrollar nuevas vías de comunicación, formar empleados y clientes en nuevas herramientas y plataformas, cambiar la manera de relacionarse y hacer negocios, por mencionar algunas razones. 

Por lo tanto, es un cambio integral del negocio: mentalidad, estrategias, procesos y herramientas. 

Top 5 software adquiridos o por adquirir para afrontar los tiempos del coronavirus

A continuación presentamos los principales tipos de software que las pymes han comprado o están planeando comprar para enfrentar la crisis y adaptarse a las nuevas reglas del juego. 

Top 5 software para que las pymes enfrenten la crisis del covid-19

La encuesta indica que los productos con más demanda en España son los relacionados con el trabajo y las operaciones a distancia. 

El 55 % de los encuestados indica que el software de escritorio remoto es la principal herramienta elegida por las pymes para adaptar el negocio a la situación actual. Permite acceder a un ordenador o un servidor desde otro dispositivo a distancia, mediante un ordenador, móvil o tablet. Un software bastante útil para dar soporte técnico o trabajar con los archivos instalados localmente desde otra ubicación. Esencial para resolver problemas técnicos de forma remota.

El software de chat en directo está en segunda posición como el más demandado, un 34 % de los participantes opta por esta tecnología para implementarla en su negocio. El producto posibilita la comunicación con los clientes en directo a través de distintos formatos como chats, chatbots o llamadas; y se utiliza para diversas funciones como captación y conversión de leads, soporte técnico o registro y análisis de datos. Una práctica herramienta que optimiza la comunicación a distancia entre empleados y clientes.

Los programas para videoconferencias y las herramientas para webinar son categorías muy valiosas en estos tiempos de distanciamiento. Las reuniones en vídeo son un elemento básico para una comunicación correcta entre miembros de un equipo o con clientes, los mensajes se transmiten mejor en conversaciones y resolver dudas en ese momento evita interpretaciones erróneas y pérdida de tiempo y recursos. Mientras que los webinars han sustituido a las conferencias en persona, una industria muy afectada por la crisis de la covid-19.

Las herramientas de colaboración son esenciales para mejorar el teletrabajo, optimizan la organización interna, la gestión de proyectos y la comunicación. 

Comportamiento de compra de software de las pymes durante la crisis

Adquirir e implementar el software requerido para transformar el negocio a las nuevas condiciones implica varios retos. Un desafío es saber qué tipo de herramientas necesita el producto para poderse ofrecer de manera virtual o a distancia y el otro es elegir el software adecuado del abanico de opciones disponibles.

El presente estudio de Capterra está basado en respuestas de gerentes, directivos y dueños de pymes, cargos que planifican la compra e implementación de software. Ellos conocen las necesidades de la empresa pero, ¿qué esfuerzo requieren para encontrar el software que se adapta a su negocio? ¿En qué etapa del funnel de compra de tecnología se encuentran?

Fases de investigación de software que en que se encuentran las pymes

Las principales etapas en las que se encuentran los gerentes y directivos en pymes son: interés en tecnología específica y descubrimiento de necesidades de tecnología para el negocio.

El 29 % de los cargos con toma de decisiones están en la fase de interés, conocen el tipo de tecnología específica que necesita la pyme, pero aún deben investigar sobre las características y funciones de la oferta de productos o servicios para encontrar el tipo de software adecuado.

El 22 % está en la fase de descubrimiento, es consciente de que precisa una tecnología para resolver necesidades u oportunidades, pero no sabe ni qué tipo ni qué ofrece exactamente dicha tecnología. Es una etapa inicial que requiere orientación y ayuda para entender la situación del negocio y la tecnología disponible.

Ambas etapas son clave en la aceleración de la transformación digital: reconocer que hay que llevar el producto o servicio al formato digital y después entender qué herramientas son las correctas para cada caso. 

En cuanto se han resuelto estas cuestiones, los siguientes pasos son selección y compra del software. Decisiones que no se deben tomar a la ligera, ya que la tecnología que se implemente será pieza angular para ofrecer productos y servicios de calidad.

Aparte de un proceso interno de investigación de herramientas, contando con la opinión del equipo TI y con un presupuesto limitado, ¿qué otro factor influye en la decisión de compra? ¿qué información externa o características del producto se toman en cuenta para adquirir un producto? 

Factores que influyen en la compra de software en las pymes

El precio del software y los planes disponibles, el principal factor. Esto indica que se busca un producto versátil que se puede adaptar según las necesidades operativas (posibilidad de ampliar las funciones de la herramienta, por ejemplo) o económicas (cambiar de plan si hay un ajuste de presupuesto, por ejemplo).

Facilidad de uso es otro factor vital que se toma en cuenta. Se busca un producto sencillo de aprender y de usar ya que de esto depende que el desempeño con la tecnología sea satisfactorio. Esto influye en la calidad del servicio ofrecido.

Idiomas disponibles y versión de prueba gratuita son elementos valiosos para escoger un software. Tener la opción de que esté en el idioma del comprador y de sus clientes facilita su uso correcto y poder probar el producto para comprar y comprobar que se alinea con las necesidades de la empresa ahorra tiempo y dinero.

Las reseñas de usuarios en sitios web de terceros es el quinto factor en el que se apoyan los cargos con poder de toma de decisión. Conocer la opinión de otras personas sobre el producto aporta información valiosa, ya que es posible que las necesidades sean similares y si el software resuelve los problemas de un usuario, es probable que también sea útil para otros.

Transformarse o desaparecer

Sobrevivir a la crisis económica actual supone retos que anteriormente no había. Las empresas deben operar parcial o totalmente a distancia ya que las reglas sociales han cambiado. La preferencia por no realizar actividades en persona y de manera cercana convierte el teletrabajo en la nueva forma de funcionar. Muchos servicios y productos se ofrecen en formato virtual. Y quien no se sume a esta nueva realidad quedará atrás y podría desaparecer.

Las pymes en España reaccionaron a la transformación del mercado, acelerando su digitalización. Para ello tuvieron que adquirir nuevo software, tuvieron que cambiar su calendario de compra y de gastos. Este movimiento es vital para sobrevivir a la nueva realidad.

Operar a distancia es crucial hoy en día y si la empresa no invierte en productos que le permitan hacerlo es muy probable que se vea superada por la competencia, como afirma el 75 % de las pymes encuestadas. 

Si este cambio es temporal o permanente no es muy relevante para la pyme porque aunque el mundo vuelva a la normalidad anterior, el mercado virtual y a distancia que se está construyendo y que actualmente funciona se mantendrá. Las herramientas y conocimientos que adquiera una empresa ahora seguirán vigentes, y los nuevos canales de operaciones continuarán. Las empresas que resistan esta crisis serán más fuertes cuando esto pase.

¿Buscas herramientas de teletrabajo? Consulta nuestro catálogo.

*Metodología de la encuesta: para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 1009 personas, entre las que se seleccionaron 421 para participar. Los participantes cualificados están empleados (a jornada completa o parcial) en pequeñas y medianas empresas (pymes) y trabajan en diferentes sectores de la industria. De los 421 participantes, 325 son directivos, gerentes o dueños con poder de toma de decisiones y 96 son empleados sin poder de toma de decisiones. Este artículo está basado en el análisis de las respuestas de los participantes con poder de toma de decisiones.

5 Consigli per condurre un video colloquio di lavoro di successo

Video job interview tips

5 cosigli per condurre un video colloquio di lavoro

Non c’è dubbio che stiamo vivendo un momento unico. Siamo tutti protagonisti di un processo di adattamento alla nuova e complicata realtà che il mondo sta affrontando dopo l’epidemia del Covid-19.

È naturale che la situazione possa essere causa di incertezza nelle aziende, in particolar modo in merito ai piani di assunzione. Anche se molte organizzazioni avranno già piani di emergenza per far fronte ai mesi a venire, le PMI si trovano di fronte ad un panorama di incertezza che i professionisti a tutti i livelli stanno imparando a gestire giorno per giorno.

Naturalmente, la decisione di continuar con le assunzioni dipenderà da diversi fattori, tra cui il settore in cui opera l’azienda, la natura del business e i cambiamento nella domanda come risultato della pandemia. Alcuni responsabili torneranno ad avviare procedure di reclutamento a livelli relativamente normali a medio o lungo termine. Altre industrie invece –  la salute, la logistica, i supermercati e i commerci al dettaglio ad esempio –  sono stati costretti ad aumentare rapidamente il personale della loro forza lavoro.

Qualunque sia la tua situazione, occorre ricordare che, sopratutto in questo momento, reclutare nuovi talenti è un buon modo per assicurare la crescita del business nel futuro.

Il processo di inserimento di nuove risorse è probabilmente un’altra vittima della crisi del Covid-19 e ha dovuto subire rapide trasformazioni. In questo momento la tecnologia è giunta in soccorso delle organizzazioni: i software di videoconferenza  e i tool per la selezione del personale garantisticono la possibilità di portare avanti processi di selezione.

È ancora presto per misurare l’impatto, però è chiaro che l’adozione di tecnologie dedicate avrà  un effetto a lungo termine sul settore recruitment.

I video colloqui di lavoro sono colloqui che si avvalgono di tecnologia audiovisiva e non sono vincolati ad una postazione fissa, quindi possono avvenire ovunque.

Vantaggi dei video colloqui

I tool che agevolano il processo di selezione a distanza offrono molti vantaggi rispetto ad un colloquio faccia a faccia:

  • Permettono di estendere la rosa dei candidati anche a coloro che si trovano fisicamente lontani dalla sede centrale dell’azienda.
  • Fanno risparmiare tempo evitando di viaggiare: l’organizzazione dei colloqui può essere molto più facile e veloce.
  • La comodità per il candidato di fare un video colloquio di lavoro da casa rende il momento più facile e meno stressante.
  • Facilitano la valutazione del candidato, in quanto possono essere registrati e visualizzati tutte le volte che si ritenga necessario.
  • Possono essere svolti in diverse modalità. Quando si tratta di scegliere il tipo di video colloquio, ci sono infatti tre opzioni:
  1. lo streaming (la classica videoconferenza)
  2. il video registrato in cui il selezionatore invia una o più domande e l’intervistato risponde con un video
  3. il video CV, un’ alternativa alla lettera di motivazione.

Consigli per condurre un video colloquio di lavoro di successo

Una volta capita l’importanza di poter realizzare processi di selezione attraverso software dedicati è importante comprendere come valutare al meglio i candidati attraverso i video colloqui.

Se sei responsabile delle assunzioni, ci sono sicuramente molti aspetti che possono interessarti. Di seguito abbiamo stilato una serie di suggerimenti per fare un buon video colloquio di lavoro e per identificare i migliori candidati:

1. Utilizza un tool specifico per i processi di selezione

Prima di tutto, è fondamentale scegliere un tool che si adatti alle tue esigenze. Sei solito svolgere colloqui individuali o sessioni di gruppo? Preferisci la modalità streaming o quella registrata?

Video di presentazione, database di domande, valutazioni o sessioni di formazione sono alcune delle caratteristiche dei software per selezione del personale.

Esistono soluzioni che facilitano l’utilizzo di video di presentazione dei candidati, per effettuare una pre-selezione e filtrare in base all’esperienza degli interessati. Queste funzionalità ti permettono di conoscere i candidati prima di invitarli a un colloquio conoscitivo.

Altri tool utilizzano una serie di algoritmi per scegliere il candidato più qualificato e quello che meglio si adatta ai requisiti della posizione di lavoro.

Imparare a conoscere il proprio strumento per fare colloqui e a gestire ciascuna delle sue funzionalità è vitale per sfruttarne tutti i vantaggi.

2. Assicurati che il video colloquio rispetti tutte le fasi del colloquio di lavoro tradizionale

Un colloquio tradizionale comincia dall’accoglienza in reception del candidato e con una breve conversazione informale per metterlo a suo agio. Per quanto possibile, il video colloquio deve poter replicare la struttura di un incontro presenziale: presentazioni, domande e risposte, chiusura e informazioni sui prossimi step.

Pensare a tutte le fasi di un video colloquio e imparare a strutturarle secondo un arco di tempo è fondamentale per non tralasciare nessuna delle domande e per valutare correttamente il candidato. Hai mai provato a sostituire il tradizionale caffè alla macchinetta con un virtual-coffee?

3. Prepara una lista di domande per valutare le competenze chiave per la posizione

Così come avviene nel caso di un processo di selezione tradizionale, per garantire un’esperienza positiva per il candidato, il recruiter dovrebbe preparare un elenco di domande per mettere a fuoco il contesto ed i requisiti richiesti per la posizione offerta.

Il candidato deve fornire informazioni su sè stesso e sulla sua esperienza, ma può anche porgere diverse domande all’intervistatore per essere informato su tutto ciò che il lavoro comporta.

In questi casi è consigliabile seguire un ordine e un copione precedentemente preparato.

4. Non superare la durata ottimale del colloquio

Il vantaggio più importante dei video colloqui di lavoro è che riducono sensibilmente i tempi di attesa. Non è necessario affrontare il traffico dell’ora di punta né aspettare per ore seduti in una sala d’attesa.

Assicurati di iniziare il colloquio in orario, all’ora pattuita, e di strutturarlo in modo tale da poter durare tra i 30 e i 45 minuti. Se per esigenze specifiche non riesci a rispettare questo limite di tempo assicurati che, ad ogni modo, il colloquio non superi mai i 60 minuti. Oltre questa soglia, la stanchezza e la fatica possono portare ad una perdita di lucidità e focus da entrambe le parti.  Meglio ridurre i tempi per assicurare un’interazione di qualità.

5. Presta particolare attenzione alla comunicazione non verbale

In generale è noto che la comunicazione non verbale sia importante quanto o addirittura più della comunicazione verbale.  Nel caso di un video colloquio di lavoro, i piccoli gesti sono specialmente rilevanti in quanto non hai la possibilità di valutare il candidato faccia a faccia e il suo comportamento può darti indizi sulla sua personalità e preparazione. Ad esempio, la posizione della webcam è ideale per favorire l’interazione? Il candidato ti guarda negli occhi oppure si distrae guardando oltre lo schermo?

Nei colloqui in remoto, l’attenzione ai dettagli si traduce anche nella scelta della location per effettuare la riunione. Non è la stessa cosa interagire con un candidato che parla dalla sua scrivania con un’ottima connessione wifi che cercare di parlare con qualcuno che è immerso nel caos di una cucina all’ora di pranzo o è in diretta dal balcone.

Tutti questi piccoli elementi ti aiuteranno a formarti una prima impressione che sia il più possibile in linea con la realtà.

Vuoi saperne di più? Consulta il nostro catalogo di software per la selezione del personale per scoprire il programma più adatto alle tue esigenze.