Como escolher as ferramentas de marketing digital certas para o seu negócio

ferramentas Marketing digital

Não sabe em quais ferramentas de marketing digital investir? Este artigo traz uma breve análise dos principais softwares do tipo, o que esperar deles e como selecionar os mais adequados.

ferramentas Marketing digital

Antes de entrar nos termos técnicos de marketing, como automação, análise e engajamento, é importante que você entenda como seus processos de marketing funcionam. Isso é fundamental para identificar as necessidades que podem ser atendidas pelas ferramentas de marketing, os tipos de ferramentas que vão ajudá-lo, o modo como elas funcionam umas com as outras e o papel do elemento humano. Sim, as ferramentas de marketing (ainda) não substituem o elemento humano.

Faça o seguinte exercício com sua equipe:

Reúna todos em uma sala para traçar juntos o fluxo do processo de marketing da empresa. Quer seja na criação de uma campanha de e-mail marketing ou de uma nova estratégia de geração de leads, anote cada etapa em um post-it e os posicione linearmente na parede ou sobre uma mesa.

Dessa forma, vocês serão capazes de identificar quaisquer desconexões ou gargalos e onde o processo fica lento. Também podem existir grupos de tarefas que precisam ser otimizados.

Cada um desses problemas é um desafio que você precisa resolver. Portanto, o mais lógico é procurar ferramentas com foco nessas atividades e que ofereçam uma automação completa ou, pelo menos, um fluxo mais simplificado.

Ferramentas de marketing digital: as 3 áreas mais importantes

Marketing de conteúdo, e-mail marketing, gerenciamento de redes sociais, web analytics e ferramentas de pesquisa. Existem dezenas de categorias de software que se enquadram como ferramentas de marketing. Porém, as pequenas e médias empresas (PMEs) devem evitar se distrair com ferramentas “moderninhas” e, em vez disso, se concentrar em três áreas principais: engajamento, execução e insight.

1. Engajamento

De acordo com a Gartner, as ferramentas da categoria de engajamento são aquelas que potencializam os pontos de contato que chegam até seus clientes e leads. Muitas vezes, elas são os motores de canais específicos que entregam mensagens de outbound marketing e registram os resultados (artigo completo, em inglês, disponível para clientes da Gartner).

Dois tipos populares de software de engajamento que podem ajudar a sua empresa a criar campanhas de marketing direcionadas e eficazes são as ferramentas de e-mail marketing e as de marketing de redes sociais.

O que é uma ferramenta de e-mail marketing?

Uma ferramenta de e-mail marketing é um sistema que automatiza as comunicações por e-mail entre uma empresa e seus leads e clientes. Ela oferece recursos como envio de e-mails em massa, banco de dados de contatos, gestão de assinantes e modelos de e-mail para usar em campanhas.

Esse tipo de software também ajuda a monitorar a eficácia do marketing por e-mail e a aumentar sua eficiência com insights que podem ser aplicados tanto em campanhas atuais como nas mais antigas.

As ferramentas de e-mail marketing ajudam em tarefas como:

  • gestão de modelos de e-mail
  • criação de newsletters com foco no cliente
  • envio de e-mails de pesquisa
  • execução de campanhas promocionais
EmailOctopus e-mail marketing
Exemplo de criação de campanha de e-mail marketing no EmailOctopus (Fonte)

Quando vale a pena optar por um software de e-mail marketing?

Sua empresa deve pensar em adicionar um software de e-mail marketing ao seu pacote de ferramentas de marketing se sua equipe estiver buscando uma maneira de enviar e-mails para clientes existentes e potenciais de maneira eficaz e direcionada e de rastrear o sucesso das interações em um só lugar.

Mais informação sobre ferramentas de e-mail marketing:

O que é uma plataforma de gerenciamento de redes sociais?

As plataformas de gerenciamento de redes sociais são sistemas que permitem que as equipes de marketing trabalhem o reconhecimento da marca e a fidelidade do cliente, ao mesmo tempo em que centralizam todas as atividades de redes sociais e de alcance em uma única plataforma. Normalmente, esse software oferece recursos como publicação automática, gestão de conteúdo e segmentação de clientes.

As ferramentas de redes sociais ajudam em tarefas como:

  • agendamento e seguimento de postagens
  • rastreamento de conversão
  • gerenciamento de múltiplas contas
Hootsuite gerenciamento de redes sociais
Criação de calendário de conteúdo no Hootsuite, que possui versão grátis (Fonte)

Quando vale a pena optar por um software de marketing de redes sociais?

Você deve considerar adquirir um software de marketing de redes sociais se deseja construir uma presença forte nas redes com o objetivo de fomentar o relacionamento com clientes já existentes.

2. Execução

De acordo com a Gartner, as ferramentas da categoria de execução fornecem um repositório unificado para seu conteúdo de marketing e ajudam a manter suas campanhas no caminho certo. As ferramentas de execução podem ser um local para armazenar todos os seus conteúdos ou podem ser ferramentas que ajudam a otimizar e automatizar tarefas e processos recorrentes (artigo completo, em inglês, disponível para clientes Gartner).

Os softwares de execução mais comuns de um pacote de ferramentas de marketing são os automação de marketing e de gestão de conteúdo (CMS na sigla em inglês).

O que é uma ferramenta de automação de marketing?

As ferramentas de automação de marketing ajudam as empresas a otimizarem os processos de outbound marketing e a gerenciar campanhas em vários canais, como e-mail, redes sociais e SMS, por exemplo. Elas também ajudam a automatizar tarefas recorrentes, como o disparo de e-mails e a coleta de dados de clientes.

Geralmente, os programas de automação de marketing oferecem recursos como monitoramento de ROI (retorno sobre o investimento na sigla em inglês), gestão de leads, campanhas gota a gota, geração e segmentação de leads e gerenciamento de canais.

As ferramentas de automação de marketing ajudam em tarefas como:

  • criação e lançamento de campanhas gota a gota
  • lead scoring
  • testes A/B e análise de dados
Omnisend automação de marketing
Mapeamento de campanha gota a gota no Omnisend, que possui versão grátis (Fonte)

Quando vale a pena optar por um software de automação de marketing?

Você deve considerar investir em um software de automação de marketing se estiver procurando otimizar as execuções de campanhas de marketing e utilizar novas tecnologias para obter o máximo de cada interação com o cliente.

O que é CMS?

Um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) ajuda as empresas a gerenciarem todo o conteúdo digital existente em seu site. Ele ajuda a estabelecer um repositório categorizado de conteúdo e permite a criação, modificação, armazenamento e exclusão de todas as formas de ativos digitais, incluindo documentos, imagens e vídeos.

Os sistemas de gerenciamento de conteúdo ajudam em tarefas como:

  • personalização de conteúdo usando templates
  • monitoramento e indexação de documentos
  • gerenciamento de SEO
CMS Hub cms
Gerenciamento de páginas no CMS Hub, que possui versão em português (Fonte)

Quando vale a pena optar por um CMS?

Você deve considerar a aquisição de um software de gerenciamento de conteúdo se já tiver ou pensa em investir em um grande repositório de conteúdo.

Mais informação sobre softwares de gestão de conteúdo:

3. Insight

De acordo com a Gartner, os softwares de insights capturam dados valiosos e fornecem insights que podem ajudá-lo a identificar estratégias para alcançar as metas de negócios (artigo completo, em inglês, disponível para clientes da Gartner).

Eles também proporcionam informações de grande valor sobre como os clientes estão interagindo com suas campanhas de marketing, dando a você a oportunidade de ajustar suas ações com base em feedbacks reais. Aqui entram os softwares de pesquisa e de experiência do cliente.

O que é uma ferramenta de pesquisa?

Uma ferramenta de pesquisa permite que os usuários projetem, conduzam, agendem e publiquem pesquisas, enquetes e questionários online para realizar pesquisas de mercado, medir a satisfação do cliente, coletar feedback de funcionários, etc. Ela oferece uma variedade de formatos de feedback de usuário, como botões de opção, caixas de seleção e campos de texto de formato livre.

As ferramentas de pesquisa ajudam em tarefas como:

  • análise de sentimentos 
  • coleta de feedback de clientes
  • acompanhamento de eventos
SurveyLegend ferramenta de pesquisa
Criação de pesquisa de marca no SurveyLegend, que possui versão grátis (Fonte)

Quando vale a pena optar por uma ferramenta de pesquisa?

Sua equipe de marketing deve pensar em investir em um software de pesquisa se há necessidade de avaliar a opinião dos clientes sobre qualquer desenvolvimento ou atividade de marketing recente ou de forma regular.

Mais informação sobre softwares de pesquisa:

O que é uma ferramenta de experiência do cliente?

As ferramentas de experiência do cliente permitem que suas equipes gerenciem as interações com clientes potenciais e já existentes e acompanhem aspectos como emoções e interações. Elas ajudam os profissionais de marketing a monitorar, responder e melhorar cada momento-chave ao longo da jornada do cliente, agregando as opiniões dos clientes em tempo real em seus processos de tomada de decisão.

Os softwares de experiência do cliente ajudam em tarefas como:

  • coleta de dados multicanal
  • coleta de dados para desenvolver melhores estratégias de segmentação
  • análise preditiva
UserLike experiência do cliente
Janela de bate-papo do agente no UserLike, que está disponível em português (Fonte)

Quando vale a pena optar por um software de experiência do cliente?

Um software de experiência do cliente é necessário se você deseja monitorar ativamente como seus clientes estão se envolvendo com seu site, seus e-mails, suas atividades de marketing e outras ações online.

Mais informação sobre softwares de experiência do cliente:

Como todas essas ferramentas podem trabalhar juntas?

É importante entender que as ferramentas de marketing digital que trabalham isoladas não serão úteis para o seu negócio. Os dados e ativos precisam fluir de uma ferramenta para outra, de diferentes formas.

Por exemplo, os insights coletados pelo software de e-mail marketing devem poder ser usados pela ferramenta de automação de marketing para uma melhor segmentação e qualificação de leads. Da mesma forma, os ativos armazenados no sistema de gestão de conteúdo devem poder migrar para as ferramentas de marketing de redes sociais, pesquisas, e-mail marketing e de experiência do cliente.

Assim, para que um pacote de softwares de marketing tenha sucesso, você precisa garantir que as ferramentas escolhidas sejam capazes de comunicar-se entre si. Isso vai além da integração direta e requer um entendimento completo de como e onde cada ferramenta se encaixa no fluxo de trabalho de marketing.

Tente traçar um gráfico de como você acha que isso funciona em seu negócio. Crie um fluxograma de como as tarefas e os dados devem fluir de uma ferramenta para outra.

Abaixo, colocamos um exemplo de um gráfico de fluxo de trabalho de marketing. Ele mostra como várias ferramentas de marketing podem trabalhar juntas, formando uma rede integrada de processos e atividades.

ferramentas Marketing digital integradas

O que ter em mente ao explorar ferramentas de marketing digital

Com todas essas ferramentas diferentes para explorar, pode ser difícil saber como avaliá-las. Para ajudá-lo, listamos algumas perguntas a serem feitas antes de investir.

  • Quão importantes são as integrações? As integrações ajudam suas ferramentas a se comunicarem e, portanto, são muito importantes. A maioria das ferramentas oferece integrações embutidas (ou seja, uma conexão direta entre dois ou mais aplicativos) ou integrações por meio de ferramentas de terceiros, como Zapier, IFTTT e Automate.io. Se as ferramentas que você está considerando não se integram diretamente, certifique-se ao menos de que os dados possam passar de uma à outra. Por exemplo, certifique-se de que sua ferramenta de pesquisa permite que você baixe dados como arquivos Excel ou CSV para que você possa passá-los à sua ferramenta de automação de marketing. Mas essa deve ser apenas sua última opção. A integração é sempre preferível a mover dados manualmente de uma ferramenta para outra.
  • Preciso de um software específico para o meu setor? Provavelmente não. A maioria das ferramentas de marketing digital são baseadas em funcionalidades e não são específicas de um setor. Portanto, independentemente da sua indústria, se você precisa de uma ferramenta para monitorar suas redes sociais, uma ferramenta de gerenciamento de mídias sociais padrão deve funcionar bem. Mas se você também está avaliando ferramentas de gestão de projetos, de contabilidade ou de inteligência de negócios como um add-on para suas ferramentas de marketing, pode explorar soluções específicas do seu setor.
  • O que as pessoas pensam? Ler avaliações de usuários reais pode não apenas economizar tempo na pesquisa mas também evitar que você repita erros que outros já cometeram. Portanto, passe algum tempo lendo comentários em plataformas de terceiros como o Capterra. Se desejar, entre em contato com alguns usuários de seu software preferido. Você pode explorar o site do fornecedor para conhecer histórias de sucesso e entrar em contato com algumas das empresas que eles destacaram. Lembre-se de escolher empresas semelhantes à sua com respeito a setor, tamanho, base de clientes e localização geográfica.
  • O software pode ficar defasado? Eventualmente, sim. Para planejar a longo prazo e levar em conta os próximos meses e anos, utilize o conhecimento e a experiência da sua equipe e deixe-a contribuir com a avaliação das ferramentas de marketing digital. Procure as informações que o fornecedor oferece por meio de seus blogs, artigos, webinars e redes sociais. Além disso, avalie com que frequência eles ajustam sua ferramenta para incorporar novidades.

E, finalmente, teste as ferramentas por algumas semanas antes de assinar um contrato de um ano. Isso o ajudará a descobrir qual valor a ferramenta pode oferecer e quais desafios esperar dela.

Busca softwares de e-mail marketing? Confira nosso catálogo!

Nota: As aplicações selecionadas neste artigo são exemplos para mostrar uma característica em um contexto e não são endossos ou recomendações. Elas foram obtidas de fontes que se acreditavam confiáveis no momento da publicação.

Beter contractbeheer met een professionele contractmanagement tool

professioneel contractmanagement

Elke onderneming heeft te maken met contracten: huurcontracten, contracten met de verzekeringsmaatschappij, contracten met leveranciers en klanten of arbeidscontracten. Het niet nakomen van de contractvoorwaarden kan financiële claims tot gevolg hebben. Excel lijkt wellicht een goede (goedkope) oplossing, maar je moet het wél allemaal zelf bijhouden.

Effectief contractmanagement met professionele contractmanagement software zorgt dat je niet voor onverwachte kosten komt te staan in verband met boetes of vergeten opzegtermijnen. Inzicht, overzicht en signalering zijn de sleutelwoorden.

professioneel contractmanagement

Contract beheren in Excel

Het beheren van contracten in losse spreadsheets is mogelijk een goede oplossing als er sprake is van een klein aantal standaardcontracten. Het is voordelig, want er hoeft geen software aangeschaft te worden. Het kost echter wel tijd om alles up-to-date te houden. Wordt het aantal contracten groter, dan kost het in Excel al snel erg veel tijd om de gegevens overzichtelijk te houden en de integriteit te waarborgen.

In een spreadsheet kun je wel makkelijk contracten registreren, maar niet beheren of managen. Op de site van MochaDocs staat een casestudy over de struggle van het managen van contracten met Excel. Daaruit blijkt dat het niet eenvoudig is. Er ontstaan problemen door het werken in verschillende Excel versies, door beperkingen in de e-maildienst (alleen Outlook kan gebruikt worden) en mogelijke fouten in de code van de gemaakte oplossing. Vaak weet enkel de maker van de spreadsheet hoe deze precies is opgezet, wat een risico voor de continuïteit kan betekenen.

Waarom contractmanagement?

Door gebruik te maken van contractmanagement software, worden mijlpalen, aflooptermijnen, betalingstermijnen, opzegtermijnen en nog veel meer parameters bijgehouden. Automatische herinneringen worden gestuurd als een kritiek moment nadert, zodat tijdig actie ondernomen kan worden. Mijlpalen kunnen tevens workflows aansturen, zodat de juiste persoon geïnformeerd wordt; automatisch, dus het bespaart veel tijd en zorgen.

Digitale opslag van contracten maakt het mogelijk snel een contract terug te vinden: op nummer, naam, type, sector enzovoorts. Wordt er gekozen voor een cloud-oplossing, dan zijn de documenten 24/7 overal beschikbaar en in geval van een calamiteit zijn de contracten tevens veilig opgeslagen. Contractmanagement software komt overigens met nog veel meer functionaliteiten.

overzicht contracten in gatekeeper
Overzicht van contracten in de cloudgebaseerde oplossing voor contractbeheer  GateKeeper (bron)

De belangrijkste functionaliteiten van een contract management systeem

Centrale digitale opslag

Het centraal digitaal bewaren van contracten is de basisfunctionaliteit van contractmanagement software. Niet meer zoeken in archiefkasten of op de harddrives van verschillende apparaten. Snel overzicht, want contracten zijn te categoriseren op vrij te definiëren parameters.

Opstellen contracten en sjablonen

De software helpt bij het opstellen van een contract door bijvoorbeeld gebruik te maken van templates en clausuleblokken.

template-overeenkomst-contractbeheer
Sjabloon van een standaard overeenkomst in de contractbeheertool Precisely (bron)

Versie management en het koppelen van een workflow

Versiebeheer zorgt er onder andere voor dat alle betrokkenen met de laatste versie van een contract werken en dat een contract door de juiste personen wordt geautoriseerd. Met een gekwalificeerde e-handtekening kunnen contracten digitaal en rechtsgeldig worden ondertekend, zodat het proces van het aanbieden van een contract tot en met acceptatie en ondertekening snel en veilig online kan gebeuren.

Automatische levensduurbeheer

Veel tijd (en dus geld) wordt bespaard met het automatisch managen van de contracten. De voorheen genoemde bewaking van mijlpalen, lopende verplichtingen of einddata en opzegtermijnen gebeurt geheel automatisch.

Rapportage

Contractmanagement software heeft tevens uitgebreide rapportage mogelijkheden. Deze geven met een druk op de knop onder andere inzicht in:

  • de contractstatus en de contract life cycle dankzij triggers, als afloopdatum, opzegtermijn, mijlpalen etc.;
  • de kosten welke met een contract zijn gemoeid;
  • de waarde van een contract of groep contracten;
  • de prestaties van contractpartners.
  • De risico’s van een contract
risicobeheer contractmanagement tool icertis
Een analyse van het risico van een contract in contract management tool Icertis (bron)

E-negotiation

Snel en accuraat vanuit de werkplek. Je hebt tevens een schat aan informatie ter beschikking bij onderhandelingen van nieuwe contracten. Een snelle beschikking over de contractdata van eerder afgesloten contracten, helpt bij het evalueren van de nieuwe voorwaarden. Ingestelde compliance regels bewaken tevens de bedrijfsstandaarden. Met een druk op de knop stuur je het voorstel naar de klant.

digitaal contractbeheer met Conga
Digitaal contractbeheer in Conga Contracts (bron)

Waar moet je op letten bij het kiezen van een contractmanagement systeem?

Een van de eerste vragen die gesteld moet worden is: “cloud of on-premise?” Bij on-premise installaties heb je alles in eigen hand. Kies je voor de cloud, dan heb je geen zorgen over software en infrastructuur, maar de leverancier moet garant kunnen staan voor de beveiliging van de contractdata. Onderstaande punten zijn daarom van belang.

  • Is de leverancier ISAE 3402 en ISO 27001 en/of ISO 9001 gecertificeerd? ISO 27001 is een internationale norm voor gegevensbeveiliging binnen de organisatie en ISAE 3402 betreft een audit standaard voor uitbestede processen. Cloudhosting wordt namelijk door softwareleveranciers veelal uitbesteedt aan een derde partij. ISO 9001 is de internationale norm voor kwaliteitsmanagementsystemen.
  • Waar staan de servers? Heb je een Nederlands bedrijf, dan kies je het beste voor een leverancier die zijn servers in Nederland of in elk geval binnen de EU heeft staan. Dit onder andere in verband met verschillen in de privacywetgeving in verschillende delen van de wereld.
  • Hoe zijn back-ups en een eventuele recovery geregeld?

Bij het kiezen van de contractmanagement software dient er gekeken te worden naar de wensen en eisen binnen de onderneming. Een demo van de leverancier kan inzicht geven of de mogelijkheden van de software voldoen. Denk ook aan mogelijk gewenste functionaliteiten in de toekomst. Belangrijk is ook de support: Is deze online, 24/7 of enkel tijdens kantooruren? En wat is de responstijd? Ziet het er allemaal goed uit, dan rest enkel de implementatie nog. Informeer hoe de bestaande contracten worden overgezet naar de nieuwe contractapplicatie en welke ondersteuning er door de leverancier wordt geboden.

Belangrijke trends op het gebied van contractmanagement software

Het bekende “one size fits all” contract volstaat tegenwoordig niet meer. Bijna elk contract heeft klantspecifieke voorwaarden en prijscondities. Dankzij de contractmanagement software kunnen al deze gepersonaliseerde condities automatisch bewaakt worden en krijgen je tijdig een signalering als er actie ondernomen moet worden.

Artificial Intelligence (AI)

Kunstmatige intelligentie wordt steeds frequenter gekoppeld aan contractmanagement. AI analyseert alle contracten en clausules in de database en geeft voorstellen en inzichten bij het onderhandelen en opstellen van een nieuw contract. Hiermee wordt handmatig zoeken in voorgaande contracten en herhaling van mogelijke fouten in het verleden voorkomen, wat veel tijd bespaart.

En nu? Bekijk onze catalogus met contract management software om de juiste tool te vinden.

De Top 10 FMIS-systemen – Facility management informatiesystemen vergeleken 

Top 10 FMIS systemen

Facilitair management omvat een breed scala aan ondersteunende diensten. Van onderhoud aan de gebouwen tot het verzorgen van de catering, alles komt op het bord van de facilitair manager terecht. Met de 1,5 meter samenleving gaat het facilitair management een uitdagende tijd gemoed, maar met de juiste fmis-systemen kunnen vele uitdagingen het hoofd worden geboden.

Volgens de NFC Index® Kantoren zijn de facilitaire kosten in 2019 ongeveer op hetzelfde niveau als 2018 uitgekomen. Een mooi resultaat, maar met de nieuwe 1,5 meter samenleving is het nog maar de vraag of dit resultaat zich in 2020 zal herhalen. Met het juiste facilitair management informatiesysteem (fmis) heb je inzicht in en controle over de facilitaire kosten voor de komende jaren.

Top 10 FMIS systemen

Hoe kies je een facilitair management informatiesysteem?

Geen bedrijf is hetzelfde en elke onderneming zal zo zijn specifieke regels, wensen en behoeften hebben. Er zijn een paar algemene vragen die je kunt beantwoorden, want eisen, wensen en doelstellingen moeten duidelijk zijn alvorens een keuze te maken.

  • Waarom is er een wens om naar een FMIS-systeem opzoek te gaan? Wat zijn momenteel de problemen?
  • Wordt er gezocht naar een oplossing voor een enkel onderdeel van de onderneming of is een geïntegreerde totaaloplossing gewenst?
  • Welke management info/rapportages heb je nodig om te sturen?
  • Zijn er projecten onder beheer op verschillende locaties, bijvoorbeeld parkeergarages, of wordt er een facility management tool gezocht voor één locatie?
  • Wil je op afstand de technische staat van de infrastructuur kunnen monitoren en indien nodig corrigeren gebruikmakend van IoT?
  • Wil je een on-premise of cloudoplossing?

Bedenk ook dat het fmis-systeem flexibiliteit moet bieden en met de onderneming mee moet groeien. En “last but not least”: de relatie met een leverancier is waarschijnlijk voor de lange termijn; dus zorg dat je je er goed bij voelt. Een goed begin is het halve werk!

De 10 top FMIS-systemen in Nederland

Heb je duidelijk voor ogen waar je naar op zoek bent? Dan kun je beginnen met het selecteren van de juiste tool. In deze top 10 FMIS-systemen vind je de meest gezochte FMIS-systemen in Nederland. Alle tools beschikken over de basisfunctionaliteiten van facilitair management software: onderhoudsbeheer, werkplekbeheer, reserveringen van (vergader)ruimtes en rapportage. De tools zijn cloudgebaseerd en voldoen aan de ISO 27001-norm.

  1. Axxerion (onderdeel van Spacewell)
  2. Facilitor
  3. Facility 2 (Wish FMIS)
  4. Famas (Fame FMIS)
  5. FM-systems
  6. Myprequest
  7. Planon (Universe)
  8. Spacewell (MCS)
  9. TOPdesk
  10. Ultimo

1. Axxerion

facilitair management informatiesysteem axxerion
Contractbeheer in Axxerion (bron)

Axxerion is onderdeel van Spacewell. Het platform, dat onderhoudsbeheer (CMMS), werkplekbeheer (IWMS) en contractbeheer (CLM) biedt is in gebruik bij meer dan 400 bedrijven over 20 landen verspreid. Rabobank, Danone en Veiligheidsregio Haaglanden mogen zij onder andere tot hun klanten rekenen. Axxerion biedt ook IoT-toepassingen. De software kan workflows triggeren, voor bijvoorbeeld reparatie of schoonmaak, aan de hand van sensorgegevens. Het is modulair opgebouwd, dus je betaalt enkel voor wat je gebruikt. Prijzen staan niet op de website, maar zijn op aanvraag bij de leverancier; een gratis demo is mogelijk.

Goed om te weten:

  • Work Assistant kan ook met Axxerion worden gebruikt. Servicemedewerkers ontvangen hun opdrachten direct op de app (tablet) en melden het werk gereed als de job klaar is.
  • Spacewell is een PropTech bedrijf, gespecialiseerd in slimme IoT-oplossingen voor “slimme” gebouwen.

Meer informatie

2. Facilitor

werkplekbeheer in fmis Facilitor
Werkplekbeheer in Facilitor (bron)

Facilitor uit Enschede heeft een volledig cloudgebaseerd FMIS dat uit 36 modules bestaat. Met ruim 32 jaar ervaring en meer dan 260.000 gebruikers is het bedrijf een goede bekende in de branche. Hoge School Leiden, de NS en het WTC Amsterdam mogen zij tot hun klanten rekenen. Facilitor startte als een van de eersten met een SaaS-oplossing voor facility management. Je kunt klein beginnen en gecontroleerd uitbreiden. Met de module Crossdomain zie je overzichten uit verschillende Facilitor-omgevingen bij elkaar. Handig als je meer vestigingen hebt. Prijzen worden niet op de website vermeld; er kan wel een demo worden aangevraagd.

Goed om te weten:

  • De Mareon-module is een platform waar opdrachtgevers en opdrachtnemers samenkomen en direct opdrachten, facturen en bestellingen automatisch uitwisselen tussen hun administraties. Momenteel zijn ruim 600 bedrijven aangesloten.
  • Goede integratiemogelijkheden: FMIS Facilitor is al met meer dan 2.500 andere systemen gekoppeld.

Meer informatie

3. WISH FMIS van Facility2

rapportage in FMIS-systemen
Rapportage in Wish (bron)

Facility2, oftewel Facility Kwadraat, uit Den Bosch brengt de facility management tool WISH op de markt, welke gericht is op vastgoedbeheer. Met 25 jaar ervaring en klanten zoals de Gemeente Utrecht, Center Parks en Wanzl retail & shop solutions, is het een ervaren zakenpartner. FMIS WISH bestaat uit 15 modules, waaronder modules Veiligheid, Legionella-preventie en Toegangsbeheer. Je kunt de implementatie beginnen met de voor jou belangrijkste modules. API’s maken koppelen met andere softwaresystemen mogelijk. FMIS WISH is alleen beschikbaar als SaaS-oplossing. De licentie is inclusief onderhoud, updates en upgrades, back-ups en hosting. Licentiekosten worden per gebruiker berekend. Prijs op aanvraag bij leverancier.

Goed om te weten:

  • Functioneert op PC, laptop, tablet en smartphone, dus 24/7 en overal toegang tot de gegevens.
  • De module Vastgoedrekenen van WISH bezit een krachtige rekenfunctie, waardoor losse spreadsheets overbodig worden!

Meer informatie

4. Fame FMIS

FMIS Fame
FMIS-systeem van Famas (bron)

Het Nederlandse FMIS-systeem Famas is leverancier van de tool FAME FMIS. Fame bestaat uit 28 modules, waaronder Wagenparkbeheer, Bezoekersregistratie en Sleutelbeheer, maar is al operationeel met de basismodules. “Keep it simple” is het motto met ‘recht toe recht aan’ functionele schermen. FAME heeft implementaties in alle sectoren: bij nationale en lokale overheden (o.a. Ministerie van Justitie en Gemeente Rotterdam), de vastgoedsector, culturele organisaties en theaters (o.a. LUX theater Nijmegen). FAME is modulair gebouwd rond een centrale database; aangesloten modules integreren met elkaar. FAME is geschikt voor het beheren van projecten op verschillende locaties. API’s koppelen deze FMIS-tool aan bestaande software binnen de onderneming. FAME is een cloudoplossing. Demo en prijs op aanvraag bij leverancier.

Goed om te weten:

  • Gebruikers kunnen in beperkte mate het eigen scherm customizen (o.a. taal, lettergrootte en kleur, achtergrondkleur).
  • Fame is webbased, maar kan ook lokaal op het intranet van de onderneming functioneren.

Meer informatie

5. FM:systems

facility management tool
Ruimtebeheer in FM:systems (bron)

Het Amerikaanse FM:systems levert een totale werkplekoplossing voor alle sectoren. Het Europese hoofdkantoor staat in Londen. FM:systems heeft meer dan 1.400 implementaties in 80 verschillende landen. FM:systems maakt gebruik van IoT met onder andere bezettingssensoren. Empirische sensorgegevens informeren je bijvoorbeeld over het aantal bezette werkplekken of ingebruik zijnde vergaderzalen. Er zijn 3 hoofdmodules: Workplace Management, Workplace Analytics en Employee Experience met elk hun eigen features. Prijs op aanvraag.

Goed om te weten:

  • Wereldwijd heeft het bedrijf al meer dan 250.000 sensoren met haar software verbonden.
  • Omgevingssensoren worden gebruikt en gekoppeld met het FMIS om veilige werkplekken te garanderen.

Meer info

6. myPrequest

top fmis-systemen Nederland
Werkorder in Myprequest (bron)

myPrequest is het facility beheersysteem van Prequest uit Den Bosch, leverancier van “space & facility” software sinds 1988. Prequest richt zich op de vastgoedmarkt en heeft haar klanten voornamelijk in het onderwijs, de overheid en de zorgsector. Het is een cloudbased oplossing, dus je kunt altijd en overal over de gegevens beschikken. myPrequest heeft een self-service module, zodat gebruikers van het systeem de mogelijkheid hebben zelf oplossingen te zoeken. Met de Field Service app heeft iedereen direct inzicht in de werkorders. Een Demo is mogelijk, prijs op aanvraag.

Goed om te weten:

  • Voor rapportagedoeleinden zijn gegevens uit andere systemen in te voeren en te bewerken met de Prequest Building Blocks rapportagemodule.
  • Prequest kan helpen bij het maken of up-to-date houden van je CAD tekeningen of Revit model.

Meer informatie

7. Planon Universe

Planon facility management systeem
Property passport in Planon (bron)

Het Nijmeegse Planon behoort tot een van de meest toonaangevende leveranciers in de FMIS branche. Ruim 35 jaar ervaring en klanten verspreid over de hele wereldbol, waaronder University of Texas, Unilever en Ahold Delhaize. Planon besteedt veel aandacht aan IoT en innovatieve technologieën. Het functioneert vanuit de cloud en met de Planon app heb je ook op tablet en smartphone toegang tot de gegevens. Planon richt zich vooral op vastgoed- en werkplekbeheer, maar heeft ook modules voor customer management, service buitendienst, lease administratie en boekhoudprocessen. Prijzen zijn op aanvraag.

Goed om te weten:

  • Planon heeft voorgeconfigureerde templates, gebaseerd op 35 jaar ervaring. Zo hoef je het wiel niet opnieuw uit te vinden.
  • Planon integreert met de meeste bekende ERP en HR-systemen.

Meer informatie

8. Spacewell

Het Antwerpse Spacewell is een zogenaamde PropTech aanbieder ontstaan uit een fusie tussen MCS Solutions en Axxerion & Plandatis. Het is daarom dat Spacewell twee facilitair management informatiesystemen onder de vleugels heeft: MCS en Axxerion.

MCS

werkplekbeheer
Werkplekbeheer in Spacewell IWMS (bron)

Het MCS FMIS is geheel klaar voor het IoT (Internet of Things) met realtime gegevens. De software is voornamelijk gericht op vastgoedbeheer en biedt ruime mogelijkheden voor customizing. Zo kun je het pakket naar eigen inzicht en behoefte aanpassen. Bekende cliënten van MCS zijn onder andere Douwe Egberts en de KU Leuven. Je kunt gebruikmaken van het IoT met de app Slimme FM-diensten. MCS kent een standaardversie en een enterprise-versie, beide in de cloud. Je betaalt per actieve gebruiker en de prijs is op aanvraag.

Goed om te weten:

  • De service-app Work Assistant van Spacewell kan met MCS worden gebruikt. Geen papieren opdrachten meer; alle serviceopdrachten, terugmeldingen en observaties direct via de app.
  • MCS kwam uit in 2016 en claimt “‘s werelds eerste FMIS-software op basis van het IoT” te zijn.

Meer informatie

9. TOPdesk

Nederlands fmis-systeem
FMIS-systeem van TOPdesk (bron)

Het Nederlandse TOPdesk is geschikt voor zowel het MKB als grote ondernemingen. Met meer dan 5.000 implementaties en ruim 25 jaar ervaring weet je dat je met een solide software leverancier te maken hebt. Ontstaan als IT-servicedesk, maar uitgegroeid tot een complete FMIS tool. Je kunt een selfservice portaal inrichten. Klanten en medewerkers kunnen zo ook zelf een antwoord op hun vragen zoeken. Naast de bovengenoemde basismodules, beschikt het onder andere over een Plan Board en Service Level Management module. De software is on-premise te installeren, maar er is ook een SAAS-versie. TOPdesk is 30 dagen gratis online uit te proberen. Prijs op aanvraag.

Goed om te weten:

  • TOPdesk is modulair opgebouwd, waardoor het flexibel is en je enkel de licentie betaalt voor de modules die je gebruikt.
  • Beschikbare open API’s laten de software makkelijk integreren met andere software. Zo kun je eventueel bestaande tools blijven gebruiken.

Meer informatie

10. Ultimo

Ultimo
Ultimo FMIS-systeem (bron)

Ultimo is Enterprise Asset Management software pakket, waarvan de Ultimo FMIS tool een belangrijk deel van uitmaakt. Ultimo Software Solutions uit Nunspeet timmert al sinds 1988 aan de weg. Met meer dan 5.000 implementaties kan het grote ondernemingen en instellingen als BASF Nederland en het Martini Ziekenhuis Groningen tot haar klanten rekenen. Modules als CAD-integratie en Ultimo Go maken het werk een stuk makkelijker. Ultimo is een SaaS-oplossing, maar de Premium en Enterprise versies zijn ook beschikbaar als on-premise installaties. De basic Essentials versie heb je vanaf € 29 per maand per gebruiker met 5GB opslag. Standaard geen proefversie, maar je kunt wel een demo aanvragen.

Goed om te weten:

  • Ultimo biedt oplossingen op het gebied van Internet of Things (IoT), big data en virtual reality, gekoppeld aan het facilitair management informatiesysteem.
  • Een speciaal koppelplatform maakt dat Ultimo met vrijwel elke toepassing te integreren is.

Meer informatie

Wil je meer weten? Bekijk dan onze online catalogus met een uitgebreid aanbod aan facility management software.

Methodologie

Om in aanmerking te komen voor onze selectie moesten de facilitair informatiesystemen voldoen aan onderstaande criteria:

  • Minimaal beschikken over basismodules als onderhoudsbeheer, werkplekbeheer, reserveringen van (vergader)ruimtes en rapportage.
  • Cloudoplossingen gecertificeerd volgens de ISO 27001-norm.
  • Hoogst in Google gerankt op 20 augustus 2020 op zoekwoorden: fmis software, facility management software, fmis systeem, facilitair management informatie systeem.

 

5 beste gratis alternatieven voor PowerPoint om je presentaties te verbeteren

alternatief powerpoint

Omdat veel gevestigde bedrijven Microsoft Office-suite op de computers van hun werknemers hebben staan, is MS PowerPoint steevast de standaardkeuze voor het maken van presentaties. Executives, marketeers, projectleiders, onderzoekers en managers, bijna iedereen maakt gebruik van PowerPoint voor het presenteren van informatie.  In dit artikel bekijken we echter 5 gratis alternatieven voor Powerpoint:

  1. Canva
  2. Google Slides
  3. Prezi
  4. Renderforest
  5. Visme

alternatief powerpoint

Waarom is PowerPoint zo populair?

Als standaardtool binnen de sector heeft PowerPoint zijn populariteit te danken aan de vele gevarieerde en vertrouwde functies die het samenstellen van pakkende presentaties zo makkelijk maken.

Toch is PowerPoint niet voor iedereen een optie. Er zijn kleine bedrijven die niet werken met Microsoft Office vanwege de kosten en freelancers beschikken niet altijd over het vereiste budget voor proprietary software.

Daar komt bij dat sommige professionals, zoals projectmanagers, niet alle functies van MS PowerPoint gebruiken. In plaats daarvan hebben ze een handige oplossing nodig waarmee ze de omvang en het budget van een project aan hun team kunnen presenteren voor een succesvolle kickoff- en afwikkelingsbijeenkomst.

Kleine bedrijven die hun softwareaankopen niet goed onderbouwen (bijvoorbeeld door geen rekening te houden met totale kosten, beschikbare functies en bruikbaarheid) kunnen worden opgescheept met een oplossing die onnodig duur en/of te complex is voor hun doeleinden.

Door naar alternatieve softwareproducten te kijken, krijgen kleinere bedrijven in het mkb een beter idee van wat er verkrijgbaar is, in dit geval presentatiesoftware, zodat de juiste oplossing kan worden gevonden.

In dit artikel bekijken we vijf PowerPoint-alternatieven. De volledige lijst met PowerPoint-alternatieven vind je hier.

In dit artikel bespreken we de vijf meest aanbevolen gratis PowerPoint-alternatieven op basis van gebruikersscores op Capterra. Om op deze lijst te komen, moesten producten aan de volgende criteria voldoen:

  • Ze moeten de kernfuncties van PowerPoint bevatten, zoals ingebouwde sjablonen, de mogelijkheid om dia’s/afbeeldingen te maken, documentbeheer en publishing.
  • Ze moeten een “altijd gratis”-versie hebben.
  • Ze moeten meer dan 20 reviews op Capterra hebben.

Na analyse van de functies en ons ervan verzekerd te hebben dat elk product een gratis versie heeft, keken we ook naar de aanbevelingsscores van Capterra-gebruikers. Daardoor konden we de lijst terugbrengen tot vijf gratis alternatieven voor PowerPoint, die hieronder in alfabetische volgorde worden vermeld.

De beste 5 gratis PowerPoint-alternatieven

1. Canva

Sjabloon gratis alternatief powerpoint canva
Sjabloon uit Canva (bron)

Maak snel presentaties met minimalistische sjablonen. Canva is geschikt voor gebruikers die nog niet bekend zijn met het maken van presentaties. De gratis versie bevat meer dan 8000 sjablonen zodat ook beginners professioneel ogende dia’s kunnen maken.

De minimalistische functies van de software zijn perfect voor nieuwkomers die een gebruiksvriendelijke tool willen. De meer gevorderde gebruiker zal echter bepaalde PowerPoint-functies missen, zoals “overgangen”, waarmee gebruikers de ene dia vloeiend kunnen laten overlopen in de andere.

 Wat Capterra-reviewers goed vinden

  • Gebruikers waarderen de grote verzameling kant-en-klare lay-outs, waardoor het maken van dia’s snel en gemakkelijk verloopt.
  • Er zijn verschillende use cases aan de hand waarvan gebruikers presentaties, briefhoofden, e-books, brochures en infographics kunnen maken.
  • Dankzij het gebruikersvriendelijke ontwerp en de video-instructies voor beginners hebben gebruikers de tool in een mum van tijd onder de knie.

 Welke verbeteringen klanten willen

  • Elementen (vormen/grafieken) moeten makkelijker kunnen worden toegevoegd omdat gebruikers melden dat ze lang moet scrollen voordat er een gevonden wordt die hen bevalt.
  • Verbeter de mogelijkheid om afbeeldingen te labelen en markeren zodat gebruikers snel de afbeeldingen kunnen vinden die ze uploaden.
  • Voeg geavanceerde ontwerpopties toe zoals tekstcontouren, cirkelvormige sjablonen en 3D-tekst.

 Prijzen

Er zijn twee betaalabonnementen: Canva Pro (vanaf € 8,99 per gebruiker per maand, jaarlijks gefactureerd) en Canva Onderneming (€ 27,00 per gebruiker per maand, jaarlijks gefactureerd). Deze twee betaalabonnementen bevatten functionaliteiten zoals een visuele identiteit voor je merk, onbeperkt aantal mappen en stockafbeeldingen van foto’s en functies voor teambeheer, die niet in de gratis versie zijn opgenomen.

Meer informatie

2. Google Slides

Presentatie tool Google Slides
De templates van Google Slides (bron)

Ontwerp presentaties met realtime samenwerking. Google Presentaties, of Google Slides, biedt ingebouwde samenwerkingsfuncties met behulp waarvan verschillende gebruikers met elkaar kunnen samenwerken. De tool kan worden geopend in een browser of als iOS- of Android-app. Je kunt presentaties op je telefoon bewerken en die vervolgens weergeven via Chromecast of Apple Airplay.

 Wat Capterra-reviewers goed vinden

  • Met de realtime samenwerkingsfuncties kunnen meerdere gebruikers presentaties maken, bewerken en controleren.
  • Gebruikers zijn positief over de mogelijkheid van versiebeheer waarmee ze eerdere versies kunnen terughalen en wijzigingen kunnen bijhouden tussen verschillende documenten.
  • Door integratie met G Suite kunnen gebruikers YouTube-video’s en Google Foto’s naadloos integreren in een presentatie.

 Welke verbeteringen klanten willen

  • Voeg meer sjablonen en grafische elementen toe om presentaties visueel aantrekkelijker te maken.
  • Neem betere overgangs- en animatie-effecten op, zoals 3D en reflecties, waarmee gebruikers interactieve presentaties kunnen maken.
  • De software moet meer stijlen, opsommingstekens en lettertypen bevatten voor meer flexibiliteit in het ontwerpen.

 Prijzen

Google Presentaties is gratis als je een Gmail-account hebt. Bedrijven kunnen ook G Suite aanschaffen vanaf € 4,68 per gebruiker per maand als ze een aangepast e-mailadres bij de domeinnaam van het bedrijf en geavanceerde gegevensbeveiliging nodig hebben.

Meer informatie

3. Prezi

gratis alternatief powerpoint Prezi
(Bron)

Maak aansprekende presentaties als effectieve ondersteuning voor discussies. In Prezi kunnen gebruikers in- en uitzoomen op dia’s in plaats van alleen maar de een na de ander te kunnen bekijken, zoals in PowerPoint. Een handige functie als je bepaalde onderwerpen in je presentatie wilt benadrukken, zoals een statistiek of citaat.

Met de nieuwste versie van Prezi kunnen 10 gebruikers in realtime samenwerken. Dat maakt de tool ideaal voor freelancers, omdat ze annotaties kunnen invoegen om gewenste wijzigingen aan te geven.

 Wat Capterra-reviewers goed vinden

  • Met de dynamische ontwerpfunctie kunnen gebruikers visueel aantrekkelijke presentaties maken met dia’s waarop kan worden in- en uitgezoomd.
  • Gebruikers waarderen de samenwerkingsfuncties, die het makkelijk maken om met meerdere gebruikers aan een en dezelfde presentatie te werken, zonder alle problemen van versiebeheer.
  • De tool maakt gebruik van analytische gegevens om toekomstige presentaties te verbeteren. De tool bevat informatie over de dia’s die het meest werden bekeken en de dia’s die werden overgeslagen.

 Welke verbeteringen klanten willen

  • Bied een intuïtievere interface zodat gebruikers niet zoveel tijd hoeven te besteden aan het onder de knie krijgen van de tool.
  • Verbeter de prestaties door problemen te verhelpen zoals het traag laden van overgangen en het vastlopen van het systeem tijdens het bewerken van afbeeldingen.
  • Geef de gebruiker meer controle over presentatiefunctionaliteiten, zodat ze niet overweldigd en duizelig raken bij het in- en uitzoomen van de dia’s.

 Prijzen

Prezi begint vanaf € 7 per maand voor het Tier 1-abonnement en loopt op tot $ 59 per maand voor Tier 2. Er zijn aangepaste tarieven voor bedrijven met grote teams. Het basisabonnement is gratis, waarmee je presentaties kunt maken in een browsergestuurde tool. Die versie ontbeert echter functies als privacybeheer, offline toegang en analytische gegevens.

Meer informatie

4. Renderforest

Presentatie programma Renderforest
Presentatie maken in Renderforest (bron)

Stel videopresentaties samen en zet ze online. Renderforest is het enige product in deze lijst waarmee uitsluitend videopresentaties kunnen worden gemaakt. De tool heeft een vereenvoudigde workflow waarmee je videopresentaties in drie stappen kunt maken: bewerken van de dia, aanpassen van de kleuren en selecteren van de muziek.

Gebruikers kunnen de video rechtstreeks publiceren op Facebook of YouTube, de link delen op verschillende sociale netwerken of de video downloaden als mp4-bestand.

 Wat Capterra-reviewers goed vinden

  • Met de handige en intuïtieve functies kunnen gebruikers snel videopresentaties samenstellen.
  • Het brede scala aan videosjablonen biedt vele mogelijkheden om presentaties van HD-kwaliteit te maken.
  • Gebruikers waarderen de video-instructies waarmee beginnende gebruikers in een mum van tijd videopresentaties kunnen maken.

 Welke verbeteringen klanten willen

  • Geef gebruikers de mogelijkheid aan elke afzonderlijke dia muziek toe te voegen in plaats van één en hetzelfde nummer voor de gehele presentatie te moeten gebruiken.
  • Video’s moeten sneller kunnen worden weergegeven.
  • Vereenvoudig de prijzen zodat gebruikers precies kunnen berekenen en bijhouden hoeveel ze moeten betalen.

 Prijzen

Renderforest biedt twee typen prijzen: op abonnementbasis of betalen per export, dat wil zeggen, betalen voor elke videodownload.

De abonnementen beginnen vanaf € 9,99 per maand voor 7 mockups. De prijs verandert echter op basis van het aantal video’s van HD 720-kwaliteit, de duur van de video, het aantal muzieknummers en de opslag van gegevens.

In het gratis abonnement kun je een onbeperkt aantal videopresentaties maken, maar je moet wel betalen voor branding, een hogere videokwaliteit, opslagruimte boven 500 MB, video’s langer dan drie minuten en muzieknummers.

Meer informatie

5. Visme: Dashboards met drag-and-drop voor beginners

Visme presentatie maken
Design dashboard in Visme (bron)

Visme werkt met drag-and-drop ontwerpdashboards om snel presentaties te kunnen maken. De tool bevat elementen zoals meer dan 6000 pictogrammen en grafieken.

Visme is een cloudoplossing en genereert automatisch een URL die kan worden gedeeld, zodat gebruikers de presentatie niet eerst naar een toepassing voor cloudopslag zoals OneDrive hoeven te uploaden, zoals wel het geval is bij PowerPoint.

 Wat Capterra-reviewers goed vinden

  • Reviewers melden dat de gebruikersvriendelijke interface het beginnende gebruikers makkelijk maakt om interactieve presentaties te ontwerpen.
  • Ze zijn positief over de kant-en-klare sjablonen, illustraties en stockfoto’s, die van pas komen om snel presentaties te maken.
  • Gebruikers zijn ook te spreken over de mogelijkheid om presentaties te ontwerpen met behulp van foto’s en kleurenpaletten die gebaseerd zijn op hun eigen huisstijl.

 Welke verbeteringen klanten willen

  • Bied een mobiele app zodat gebruikers de tool ook kunnen openen op een iOS- of Android-apparaat.
  • Verbeter de prestaties van bepaalde onderdelen, zoals een betere visuele editor die niet vertraagt of vastloopt.
  • Vergroot de opslaglimiet voor bestanden omdat gebruikers met veel bestanden en documenten deze lokaal moeten opslaan.

 Prijzen

De tool heeft verschillende abonnementen voor individuele personen, bedrijven en onderwijsinstellingen. Het Tier 1-bedrijfsabonnement begint vanaf $ 25 per maand, met functies zoals privacybeheer en 10 GB aan opslagruimte die niet in de gratis versie zijn opgenomen.

Meer informatie

Welk PowerPoint-alternatief is het beste voor een klein bedrijf als het jouwe?

Als je te weinig tijd of mensen hebt voor het maken van presentaties, kan Canva de ideale oplossing zijn. Met de uitgebreide sjabloonbibliotheek kun je snel presentaties, infographics, posts op social media, e-books, enzovoort, ontwerpen.

Bij geografisch verspreide teams, bestaande uit freelancers en telewerkers, is Google Presentaties een populaire keuze, omdat de oplossing over realtime samenwerkingsfuncties beschikt.

Prezi is vooral geschikt voor bedrijven in het mkb-segment die behoefte hebben aan extra creatieve presentaties. Kies voor deze oplossing als je een dynamische ontwerptool nodig hebt waarmee je presentaties kunt maken en de impact van die presentaties op je doelgroep kunt analyseren.

Heb je een klein bedrijf dat videopresentaties wil maken, dan is Renderforest de beste keuze.

En tot slot, als je team niet de nodige deskundigheid bezit voor het maken van presentaties en je een handige oplossing nodig hebt, kies dan voor Visme.

Wil je meer weten? Bekijk dan onze online catalogus met een uitgebreid aanbod aan presentatieprogramma’s

5 Key Takeaways From The Switch To Remote Work In the UK

People communicating virtually while they work remote.

Businesses around the world have been forced to confront COVID-19 while staying open. The world of remote work and by extension, remote work software, has become the norm. 

We surveyed 491 respondents (for a full methodology*, scroll to the bottom of the page) to see how businesses and employees were handling the move to remote work, whether they’ve been using new tools, and what the challenges and benefits of remote work have been. 

People communicating virtually while they work remote.

Highlights of Capterra’s remote work survey

Despite the obvious stress people are feeling right now, the results painted an optimistic picture of many companies quickly switching to remote work and employees overall enjoying the change. 

Highlights of the survey include:

  1. 60%  were working in the office, but are now working full-time remote (77% of workers are now remote)
  2. 43 % of employees were given new tools 
  3. 76% of companies have changed some or all of their offering so it can be delivered virtually
  4. The main benefits of working remotely include no commute (37%) and casual dress code (27.9%)
  5. The main challenges to working remotely are loneliness (26%) and internet connectivity (25%)

In this article, we’ll take a deep dive into the 5 takeaways we learned from our survey about the UK’s transition to remote working. 

Most workers have gone remote and enjoy it

Working remotely has been a widely discussed topic in the UK, but the crisis hasn’t left any room for debate. Businesses needed to drastically adjust the way they were run and have their employees work from home. Prior to the crisis, remote work wasn’t common but it also wasn’t unheard of with 17% respondents saying they were already working remotely.

The overall reception to working remotely has been positive with 67% of respondents saying they liked working from home (46% liked it and 21% really liked it). This is encouraging because it means workers are in higher spirits regarding their professional situation, despite the lockdowns.   

Key takeaway: Don’t fix something that isn’t broken. People have enjoyed remote work which is encouraging, especially if an extended lockdown exists in some form. It can be tempting to have everyone in the office every day, but you should allow for a more flexible remote work schedule. If you are concerned about not staying as organised while working from home, check out project management or task management software. 

A massive change has led to rapid software adoption that’s gone smoothly

With so many businesses abruptly working remotely, a lot of businesses quickly needed to look into tools to make sure operations continued. 43% of respondents said that they’ve had to adopt a new tool since the start of the crisis, and 25% said their company was planning on buying some. 

Remote working software adoption UK
Infographic 1: Remote working software adoption in the UK.

Thankfully, using new tools has been easy. When asked how difficult it’s been to learn how the new tools worked, 44% of respondents said that it was “easy to use” and 25% said it was “very easy” to use. 

Key takeaway: Don’t be afraid to implement new software in your company. However, you should also include the perspective of relevant employees when you are shopping around. Get their input as to what they think would be effective and easy to use. They’ll likely be using the software as much as you (if not more), so you’ll want to ensure it’s a good fit.

Companies had to quickly adapt their offerings for the crisis

We asked if businesses have had to adapt their offering so that it could be delivered virtually. The vast majority of respondents said yes.

A total of 76% of companies have had to adapt their offerings so that they can be delivered virtually, and if you include companies that already had virtual products, that number rises to 87%. 

Key takeaway: If 87% of businesses have at least some part of their product offered virtually, you should as well. Obviously, some businesses are more conducive to a more digital product, but you don’t necessarily need a massive overhaul to get a digital boost to your business.

For example, scheduling software can automate a lot of time that could be spent on the phone with clients or in your calendar. Email marketing software can help you keep in touch with your clients. Divide clients into segments for refined targeting and streamline your email marketing strategy. 

Benefits since working remotely include no commute and a casual dress code

When asked about the benefits of working remotely, the most chosen answer was no commute, and that’s not surprising. The Trade Union Congress (TUC) said in a 2018 report that the average person in the UK spends 58 minutes getting to and from work. It was even worse for Londoners whose average commute was 1 hour and 21 minutes going to and from work. So it’s not surprising that people in the UK enjoy getting nearly an extra hour every day that would normally be spent stuck in traffic or on public transport.

Remote working employee benefits in UK
Infographic 2: Remote working benefits highlighted by UK employees.

Other benefits included a casual dress code (27%) and no distractions from colleagues (also 27%). This suggests people feel a bit more comfortable working at home and it’s easier to stay focused. There’s also a much stronger trust between employers and employees who both have had to become more flexible with one another since the start of the crisis. 

Key takeaway: Trust between employers and employees can go a long way. During a time when many don’t know if or when their children can go back to school, flexibility and understanding of circumstances at home are deeply important for employees.

And don’t ignore that “no commute” was the top response to this question. Take into account the toll a long commute can have on an employee’s work-life balance as you develop or adjust a remote work policy. 

The most-reported challenges involve communication, technology, and loneliness

Despite the positive news mentioned above, there have been difficulties when working from home. While employees have enjoyed teleworking, the isolation from colleagues has put a strain on workplace communication and mental health. 

remote working employee challenges
Infographic 3: Remote working challenges according to the UK’s workforce.

This is to be expected when so many companies have had to radically change their communication methods. Although a company might have had collaboration software to chat or discuss work strategies, it wasn’t the only option. But now that there are no meetings in the conference room or chats in the breakroom, people have felt more disconnected from their colleagues.

Key takeaway: It’s extremely frustrating when information isn’t communicated clearly, and that can be exacerbated by loneliness or isolation. Keeping this in mind:

  • When managing remote workers, Gartner recommends that you should be on the lookout for signs of distress. A good idea is to conduct regular check-ins with employees. These don’t have to be formal, but instead should be personal and focused on their wellbeing.
  • Triple-check that your communication is easy to understand (ask a colleague for advice) and don’t overwhelm your employees with memos and emails
  • Come up with a specific plan for what your employees should do if they are having IT problems. It can be as simple or coherent as you like —a designated IT Support person, or even bug tracking or help desk software. More importantly, make sure it’s consistent and clearly-explained.  

A remote workplace is built on trust and flexibility

Despite a serious crisis, employers and employees across the UK have started adapting their product for virtual offerings, increased trust between one another, and quickly adapted to a radically different day-to-day workplace. 


*Survey methodology

To collect the data from this report, we conducted an online survey between 1st April 2020 and 8th April 2020. The responses come from a sample of the Australian market. Of the 773 people who participated in the survey, we were able to identify 491 respondents that fit within our criteria:

  • UK resident
  • Employed by a small or mid-sized business
  • Employed full-time or part-time
  • Working remotely as a response to COVID-19.

The participants come from various business sectors and levels of seniority. 

Note: Infographics 2 and 3 had multiple response options, so the total sum of the percentages exceed 100%.

5 Ways Australia’s Lockdown Has Fast-tracked Digital Transformation

Digital transformation in Australia since COVID-19

Fighting the pandemic is Australia’s biggest priority right now. Along with the rest of the world, many of us have had to rethink every aspect of our daily lives. Yet, there is a lot that society’s response to COVID-19 can teach us about human creativity.  

Digital transformation in Australia since COVID-19

Our homes have transformed into offices and schools. Social events are still happening, but virtually. Some are even throwing birthday parties and saying ‘I do’ in front of video chat. Technology, such as video conferencing software has been a key driver in salvaging some level of normality in our personal lives. And there are drastic digital transformations happening within businesses too.

Digital transformation for Australian SMEs

Companies have been driven out of their comfort zone and forced to speed up digital transformation. From our survey*, we discovered that 57% of Australian small and mid-sized businesses (SMEs) are already operating fully remotely and more plan to. Consequently, the country has seen drastic rises in:

  1. Technology adoption
  2. Digitalised business offerings
  3. Telework
  4. Receptiveness to remote working
  5. Digital transformation leadership.

In this article, we reveal how the lockdown has fast-tracked digital transformation in these five areas of business in Australia.

1. Technology adoption

We don’t yet know when the battle against this invisible enemy will be over. Businesses have had to respond quickly to the possibility of working remotely for what began as days and quickly turned into months. 

Devastatingly, the lockdown has threatened the survivability of many brands and businesses. However, small and mid-sized businesses have been quick to equip themselves with the necessary remote work software to help fight challenging market conditions. 

Our survey found that 41% of SMEs bought or installed new software to enable them to work remotely, and 22% are planning to. For SMEs and companies with smaller budgets, the assistance of software price reductions and trial extensions has been of huge value.

The good news is employees are adapting to these tools with little difficulty. 

Remote working australia new tools
Infographic 1: Most Australian SME workers have adapted to new tools with ease.

While the idea of digitalisation may have been an overwhelming idea for many before, post-COVID-19 suggests something different. With the majority of employees (93%) quickly and easily adapting to new tools,  there is an incentive for companies to continue updating technological resources in the future.

Key takeaway:

Fast-tracking technology adoption within Australian SMEs significantly helps innovate business processes and operations. That being said, data security, privacy and ethics need to be prioritised alongside technology adoption. Otherwise, companies put themselves at risk to the rise in digital threats

2. Digitised business solutions

Many of us have now experienced changes in what services are available to us in our personal lives—such as walking into a grocery store, heading to the gym or dining out for dinner. Luckily, we can still access most of these services through digital alternatives.

Adapting these services has been vital for business survival, but it also enables well-loved brands and businesses to step up their customer focus. Forbes explains how digital transformation contributes to this:

‘The goal of a digital transformation is to use technology to solve traditional problems, which means integrating technology into every area of the business. When done right, digital transformation allows companies to provide unprecedented value to customers.’

 

Millennials lead exceptionally busy lives and spend a lot of time working—research even goes so far to suggest that they are workaholics. Similarly, Generation Z is the first true generation of digital natives. Before COVID-19, companies may never have considered digitalising their products. Now, 72% of businesses have digitised some or all of their offerings so that they can be delivered virtually. 

Digitised product offerings since lockdown
Infographic 2: The Majority of Australians SMEs have digitised or plan to digitise their business models.

A positive outcome of this move is that virtual solutions and delivery services cater to more compact schedules. Businesses in Australia that didn’t offer this before may continue to do so in a bid to meet rising customer demands for greater convenience

Key takeaway:

As digital solutions prove their value during the lockdown, businesses should continue using customer focus as the key driver for digital transformation decisions. 

3. Telework

Previously, remote work was widely considered a benefit that was only suitable for those that require little to no face-to-face interaction. Due to lockdown, businesses from all industries have been forced to reevaluate their workspaces.

The top five industries who have or plan to operate fully remotely during the fight against Coronavirus:

  1. IT & Technology
  2. Education
  3. Financial Services
  4. Healthcare & social assistance
  5. Retail

Industries that have previously resisted a distributed workforce (or client base) are likely to have stepped up their digital resources to deliver crucial services during the pandemic. 

Education, healthcare and social assistance and retail—these are the industries that are likely to face the most challenges. However, implementing innovative solutions could be critical in tackling further, potential lockdowns in the future.

Key takeaway:

Even with the likelihood that some businesses will return to work-in-office policies, many will see the long-lasting benefits of digital environments too.

 4. Shifts in attitudes 

Given that remote working is the most desired benefit by employees in Australia, it’s of little surprise that the majority of workers have reacted positively to their new home office setup. 

Remote working responses since lockdown
Infographic 3: Most Australian SME employees are enjoying teleworking.

When pressed why this might be, 31% of respondents said their employer is more flexible than pre-COVID-19. Additionally, just over a fifth (21%) of respondents said they feel a greater level of trust from their employers. 

Benefits of working remotely
Infographic 4: Australian SME workers revealed the best aspects of remote working since the enforced lockdown.

Companies are likely to relax their viewpoints toward remote working as their workforce proves their compatibility with it. 87% of employees stated they’d like to continue working remotely after the lockdown ends, and more than half of employees said they believe their company could function at full potential with permanent remote working flexibility.

Key takeaway

Employers have been forced to operate a distributed workforce, and employees are seemingly liking it. Teleworking during lockdown may present an interesting business case to employers for why they should continue this as a long-term option. 

5. Transformational leadership 

Just 12% of respondents said they hadn’t had guidance yet on this new way of working. This suggests the majority of businesses are stepping up to guide their workforce through the changes. 

Remote working guidelines from SME employers
Infographic 5: Employers have provided guidelines for remote working, but communication remains a challenge.

Infographic 5:  Employers have provided guidelines for remote working, but communication remains a challenge. 

Communication was the third most popular aspect that employers outlined. Despite this, it appears to be an ongoing challenge for employees. 

According to a report by McKinsey, one of the most common reasons for failed digital transformation is because ‘outdated models and change techniques are fundamentally misaligned with today’s dynamic business environment.’ With COVID-19 forcing businesses into the most digitised environment they’ve ever faced, it’s crucial to align employees with their efforts. 

Many SMEs won’t have financial resources to work with change management experts. In that case, they should create clear guidelines on all aspects of digital working. 

Logically, it makes sense to begin with communication guidelines. If management can communicate clearly, aligning and streamlining other areas of the business will be much simpler!

Key takeaway

Companies are having to adapt fast to their new business environment. To implement change within a business, however, it takes time to iron out the creases. Companies need to modernise the communication strategy to be in line with a remote office—and they shouldn’t be afraid to overcommunicate.

Digital transformation ‘silver linings’ in our fight against COVID-19

Digital transformation doesn’t happen overnight, even with the pressure of a universal lockdown upon us. However, the problem-solving ability of employers and employees alike have come into their own.  It’s likely that the lockdown will mark a positive shift in the way markets and industries operate as we move towards greater customer focus through technology.


*Survey methodology

To collect the data from this report, we conducted an online survey between 4th April 2020 and 14th April 2020. The responses come from a sample of the Australian market. Of the 916 people who participated in the survey, we were able to discover that 57% of Australian small and mid-sized businesses (SMEs) are already operating fully remotely and 6% plan to. 

We then screened out all respondents not working remotely, and found 500 respondents fitted within our criteria:

  • Australian resident
  • Employed by a small or mid-sized business
  • Employed full-time or part-time
  • Working remotely as a response to COVID-19.

The participants come from various business sectors and levels of seniority. 

Note: Infographics 4 and 5 had multiple response options, so the total sum of the percentages exceed 100%.

Internationalisierung von Unternehmen: Wohin expandierst du 2019?

Wohin expandierst du in 2019

Wir schreiben das Jahr 2019. Die Zukunft ist da. Wir haben den Wind auf dem Mars gehört, YouTube hat Justin Biebers Song „Baby‟ mit seinem eigenen Jahresrückblick „Rewind‟ den Rang als YouTube-Video mit den meisten Dislikes abgelaufen, und wir haben den Lebkuchen-Burger erschaffen.

Auch deine Zukunft ist da. Die Zeit ist gekommen, um dein kleines oder mittleres Unternehmen (KMU) auf dem Globus auszuweiten – sei es nur ein kleiner Hüpfer ins Nachbarland oder gleich ein großer Satz über den Atlantik. Wir haben zwar bereits über das Thema Internationalisierung von Unternehmen geschrieben, aber es gibt ja immer noch Neues hinzuzulernen.

Internationalisierung von Unternehmen: Wohin expandierst du 2019?

Vielen KMU fehlen die Ressourcen, um die Firmengröße, Ausrichtung und das generelle Geschäftsverhalten der Käufer im Ausland zu rechercherien. Doch wer überlegt, international zu expandieren, kann ohne diese Informationen beim Erstellen einer wirksamen Marketing-Strategie schwer ins Stolpern geraten.

Mithilfe eines Überblicks über die demographischen Daten französischer und US-amerikanischer KMU können sich deutsche Unternehmer ein besseres Bild davon machen, auf welche Zielgruppe sie ihr Marketing ausrichten sollen und wie viel Geld dieser Markt potenziell abwirft.

Gartner Digital Markets hat zu diesem Zweck eine Umfrage unter jeweils 270 deutschen und französischen KMU sowie über 700 US-amerikanischen KMU durchgeführt, um zu erfahren, welches Budget sie für den Zeitraum 2019–20 für Unternehmenssoftware angesetzt haben und welche Kaufabsichten sie verfolgen.

Deutschland, Frankreich und die USA sind allesamt wirtschaftlich starke Länder: 2018 belegten die USA den ersten, Deutschland den vierten und Frankreich den sechsten Platz der Volkswirtschaften mit dem höchsten BIP, und sie alle haben konstant eine Vielzahl technischer Neuerungen übernommen. Betrachtet man das Software-Budget dieser Länder, bekommt man ein klares Bild davon, wo ihre hauptsächlichen technischen Interessen liegen.

In diesem Artikel werden wir uns anschauen, welche Informationen du aus dem Vergleich der KMU in diesen drei Ländern ziehen kannst, welches davon für eine (internationale) Expansion möglicherweise vorteilhafter ist, und welches Wissen du aus deinen Erfahrungen als deutsche/r Unternehmer*in auf den ausländischen Markt übertragen kannst.  

Die wichtigste Frage zuerst: Bist du bereit, international zu expandieren?

Bevor du dich zu einer Auslandsexpansion entschließt, musst du dir selbst auf den Zahn fühlen, ob du dafür auch wirklich gewappnet bist. Um das zu überprüfen, beantworte bitte die folgenden vier Fragen:

  1. Besitzt du die nötige Infrastruktur, um zu expandieren?
    Wenn nicht, bereite zunächst deine Mitarbeiter aus dem Verkauf, der Produktion und dem Kundenservice auf eine deutlich höheren Nachfrage vor.
  2. Besitzt du die finanziellen Ressourcen, um international zu expandieren?
    Wenn nicht, erweitere deinen Kundenstamm zunächst im Inland. Einige der Tipps in diesem Artikel werden trotzdem auch für dich hilfreich sein, also lies weiter!
  3. Reichen deine Fremdsprachenkenntnisse aus, um international zu expandieren?
    Wenn nicht, findest du in diesem Artikel Tipps, um dich der Sprache und Kultur des Landes anzunähern, in das du expandieren willst.
  4. Weißt du, wie viel Geld für dich beim EU-Nachbarn oder in den USA zu holen ist?

Wenn nicht, lies weiter!

Wo steckt in den USA, Frankreich und Deutschland das Geld?

Werfen wir einen Blick auf die folgenden drei Diagramme. Für jedes Land — die USA, Frankreich und Deutschland — haben wir die drei Arten von Software ausgewählt, für die der größte Teil des Budgets eingeplant ist. Die Unternehmen sind in verschiedene Größen untergliedert, damit wir gezielt ihre jeweilige Investitionsrate betrachten können.

Internationalisierung von Unternehmen: US-amerikanischen Unternehmen die in Software investieren wollen
Schaubild 1: Dieses Diagramm zeigt das jeweilige Interesse der unterschiedlich großen Unternehmen an den aufgelisteten Technologien (in Prozent).
Internationalisierung von Unternehmen: französischen Unternehmen die in Software investieren wollen
Schaubild 2: Frankreichs größte Unternehmen scheinen bei der Investition in beliebte Softwarekategorien zurückhaltender zu sein. Den Grund dafür erfährst du weiter unten.
Internationalisierung von Unternehmen: deutschen Unternehmen die in Software investieren wollen
Schaubild 3: Diese Diagramme zeigen deutlich die Unterschiede zwischen den USA Frankreich und Deutschland sowie die internationale Stimmungslage der Unternehmen.

Warum sind diese Arten von Software Spitzenreiter?

Software für Daten- und Informationssicherheit und Cloud-Anwendungen haben es in allen drei betrachteten Ländern in die Top 3 geschafft.

Cloud Computing — mit seinen Teilbereichen SaaS (Software as a Service), PaaS (Platform as a Service) und IaaS (Infrastructure as a Service) — ist aus der heutigen Arbeitspraxis kaum noch wegzudenken, inbesondere in Unternehmen, die großen Bedarf an Speicherpatz haben und Firmenniederlassungen an unterschiedlichen Orten miteinander koordinieren müssen.   

Die große Beliebtheit, der sich Software für Daten- und Informationssicherheit in Deutschland und Frankreich erfreuen, lässt sich damit erklären, dass beide Länder als Mitgliedsstaaten der EU der strikten Datenschutzgrundverordnung (DSGVO) unterliegen. Als deutsches Unternehmen, das in die USA expandiert, sollte man sich bezüglich des Datenschutzes gut informieren, um z. B. durch das Übertragen von personenbezogenen Daten nicht gegen die DSGVO zu verstoßen und heftige Bußgelder zu riskieren.

Das bedeutet umgekehrt auch, dass jede US-amerikanische Firma, die mit europäischen Staatsbürgern und Unternehmen interagiert, die DSGVO ebenfalls erfüllen muss. Angesichts internationaler Geschäftsbeziehungen, der wachsenden Besorgnis über die Sicherheit im Internet und diverser anderer Sicherheitsvorschriften verwundert es nicht, dass alle drei Länder verstärkt in Software für Daten- und Informationssicherheit investieren.

Sowohl in Deutschland als auch in den USA fällt Software für die Finanzverwaltung und Buchführung in die drei Top-Kategorien, während Frankreich stärker in CRM Software investiert, um die Beziehung zu den Kunden zu pflegen.

Das lässt sich damit erklären, dass Deutschland und die USA auf dem globalen Markt an ihren jeweiligen Standorten auf ähnlichen Gebieten operieren: Sie gehören in puncto Handel, Produktion und Transport zu den führenden Nationen. In diesen drei Industriebranchen bildet Software für die Finanzverwaltung / Buchführung ein unerlässliches Hilfsmittel für kleine und mittelständische Unternehmen.

Interpretation der unterschiedlichen Investitionsraten: 3 Erkenntnisse

1. Große US-amerikanische Unternehmen investieren insgesamt mehr in Technik als deutsche und französische Firmen

Sehen wir uns die Investitionsraten in den Schaubildern 1–3 an.

Abgesehen von den Betrieben, die weniger als 5 Millionen US-Dollar pro Jahr erwirtschaften, investieren US-amerikanische KMU stärker in Software als ihre europäischen Pendants — in einigen Fällen beinahe doppelt so viel.

Auch wenn das bedeutet, dass für Software-Händler in den USA insgesamt mehr Geld zu holen ist, sollte man auch Frankreich als Ziel für die Unternehmensexpansion nicht gleich ausklammern!

Zwar verfügen die großen US-Firmen über umfassende finanzielle Ressourcen, aber das geht mit einem harten Wettbewerbskampf einher, denn es gibt eine Fülle anderer Unternehmen, die eifrig versuchen, sich den Deal zu sichern.  

2. Kleinere Unternehmen sind in Frankreich der Schlüssel zum Verkaufserfolg

Wenn du nach wie vor daran interessiert bist, deine Software auch in Frankreich zu vertreiben, solltest du das Augenmerk auf die kleineren französischen Betriebe legen.

Was ihre Investitionsrate angeht, so übertreffen die französischen Unternehmen mit einem Jahresertrag unter 5 Millionen USD in allen drei Software-Kategorien die deutschen und selbst die US-amerikanischen Firmen ähnlicher Größe.

Hier ein Beispiel: 44 % der französischen Kleinunternehmen beabsichtigen, in Software zur Daten- und Informationssicherung zu investieren. Demgegenüber stehen 29% der deutschen und 36 % der US-amerikanischen KMU.

Frankreich verzeichnet beim Einsatz neuer Technologien sagenhafte Zuwachsraten

Werfen wir einen kurzen Blick auf die Kategorie Cloud Computing. In Frankreich haben 41 % der Unternehmen mit einem Jahresertrag zwischen 50 und 100 Millionen USD ein Budget für Cloud Computing Software veranschlagt. In Deutschland liegt der Vergleichswert bei nur 30 %.

Ein Grund für diesen Unterschied ist, dass Frankreich bei der Nutzung von Cloud Software einen ordentlichen Schritt zugelegt hat – so spricht die Gesellschaft der Bundesrepublik Deutschland für Außenwirtschaft und Standortmarketing Germany Trade & Invest von zweistelligen Zuwachsraten im Bereich Cloud Computing in Frankreich. Selbst die größeren Unternehmen, die sich am stärksten gegen die Übernahme neuer Technologien gesträubt haben, können sich dem Bedarf an Cloud-Software nicht länger entziehen.

3. Wenn du im Inland expandierst, verkaufe deine technischen Neuheiten an größere deutsche KMU

Wenn neu aufkommende Technologien dein Beschäftigungsfeld bilden – wie Blockchain,  Augmented Reality, Internet of Things (IoT) oder Künstliche Intelligenz, solltest du überlegen, größere KMU im Inland anzupeilen.

Die Nutzungsrate deutscher Unternehmen hinsichtlich neuartiger Technologien und Software ist bereits jetzt bemerkenswert hoch und wird voraussichtlich noch weiter ansteigen. Unternehmen mit einem Schätzwert von 10–50 Millionen USD und über 100 Millionen USD rechnen für IoT-Technologien innerhalb der kommenden zwei Jahre mit einem Anstieg auf 54 % bzw. 66 %.

Das bedeutet: Um auf diesem massiven Markt Fuß fassen zu können (auf dem sehr viel Geld zu holen ist), solltest du als einen der ersten Schritte bei der Expansion eine Marketing-Strategie planen und umsetzen, damit deine Marke möglichst bald einen hohen Bekanntheitsgrad erreicht.

Für den Erfolg ist es – insbesondere bei neu aufkommenden Technologien – unabdingbar, dass sich deine Firma als vertrauenswürdig präsentiert und als sachkundige Informationsquelle.

Was kannst du mit diesen Informationen anfangen?

Je nachdem, wie etabliert oder neuartig deine Technologie ist, gilt es, sorgfältig auszutarieren, wie du deinen Preis und deine Produktion auf die Größe der Zielunternehmen zuschneidest.

Je besser du über das finanzielle Potenzial und die Interessen in dem Land, in das du expandieren möchtest, Bescheid weißt, desto besser kannst du entscheiden, wie du dein Produkt dort vermarkten kannst. Außerdem führt es dir vor Augen, mit welchen Einnahmen du rechnen kannst und wie lange es voraussichtlich dauern wird, ein stabiles internationales Unternehmen aufzubauen.   

Technologische Prioritäten ändern sich abhängig von der Größe und dem Standort einer Firma. Wir raten dir daher, als Nächstes diese Schritte zu befolgen:

  • Wenn Frankreich dein angestrebtes Ziel ist, findest du hier Informationen, wie du eine erfolgreiche Expansion nach Frankreich vorbereitetst.
  • Lass dich beraten – die deutsch-französische Handelskammer sowie die deutsch-amerikanische Handelskammer unterstützen Unternehmen beim Markteinstieg in den jeweiligen Ländern.
  • Finde heraus, wie Frankreich und die USA und ihre Bedürfnisse nach neuen Technologien im Vergleich zu Deutschland aussehen.
  • Schau dir an, welche Größe die Unternehmen im angestrebten Land haben, die eher in deine Produkte investieren werden.
  • Richte deine Marketing-Strategie auf die Unternehmen aus, die höhere Gewinne versprechen.

Informationen zu Capterras Umfrage über die Top-Technologie-Trends für KMU

Capterra hat diese Umfrage im Juni und Juli 2018 unter insgesamt 540 deutschen und französischen und 715 US-amerikanischen KMU mit mehr als einem Angestellten und einem Jahreseinkommen von bis zu 100 Millionen USD durchgeführt. Gemeinnützige Organisationen wurden nicht in diese Studie einbezogen. Bei den befragten Personen handelt es sich um Mitarbeiter, die darüber entscheiden, in welche Technologien die Firma investieren wird, oder die zumindest maßgeblich an der Entscheidung beteiligt sind.

Internationalisation des PME : comment vendre ses logiciels en Allemagne et aux États-Unis en 2019

Internationalisation des PME comment vendre logiciels Allemagne États Unis en 2019

Nous sommes en 2019. Et 2019, c’est le futur. La technologie est devenue indissociable de notre quotidien : commandes en un clic, support client basique assuré par des robots… D’ailleurs, les premiers touristes de l’espace pourraient bien être envoyés en orbite au cours des prochains mois.

2019, c’est aussi le futur de votre PME. L’heure est venue d’assurer son internationalisation en passant les frontières. Pourquoi ne pas tenter l’aventure en Allemagne, voisin proche, ou même aux États-Unis, notre voisin outre-Atlantique ?

Internationalisation des PME comment vendre logiciels Allemagne États Unis en 2019

De nombreuses PME qui cherchent à se développer à l’international ne disposent pas des ressources nécessaires pour étudier la taille, la portée et les opérations des acheteurs étrangers. Et cette absence d’informations peut entraver l’efficacité de leur marketing.

En analysant les données démographiques des PME d’autres pays, les entreprises françaises se feront une meilleure idée de l’identité de leurs clients potentiels ainsi que du budget dont ils disposent.

Pour cette raison, nous avons interrogé* 270 entreprises françaises, 270 entreprises allemandes et 700 entreprises américaines pour connaître leur budget en matière de logiciels professionnels pour 2019-2020, ainsi que les types de solutions qu’elles ont l’intention d’acheter.

Les États-Unis tout comme l’Allemagne ont depuis de nombreuses années donné la priorité au développement de nouvelles technologies et bénéficient d’un climat propice à l’adoption d’innovations. L’examen des plans budgétaires en matière de technologie de ces deux pays peut donner une vision plus claire de leurs principaux intérêts technologiques.

Dans cet article, nous allons comparer les PME européennes et américaines, nous intéresser aux secteurs les plus réceptifs à l’expansion internationale et découvrir comment utiliser ces données pour l’expansion de votre PME à l’international.

Tout d’abord, l’internationalisation est-elle faite pour vous ?

Avant de décider qu’il est temps de grandir, vous devez vous assurer d’être prêt. Pour le savoir, répondez à ces quatre questions :

  1. Avez-vous l’infrastructure nécessaire pour votre internationalisation ?
    Si non, renforcez d’abord vos équipes de vente, de production et de service clientèle pour répondre à une demande beaucoup plus forte.
  2. Avez-vous les ressources financières nécessaires pour votre internationalisation ?
    Si non, construisez-vous d’abord une clientèle en France. Certains conseils de cet article vous concernent également, donc lisez la suite !
  3. Avez-vous les compétences linguistiques nécessaires pour votre internationalisation ?
    Si non, engagez des talents natifs, et formez-vous à la langue et à la culture des pays dans lesquels vous souhaitez vous implanter. Nous reviendrons sur ce point essentiel plus loin dans l’article !
  4. Savez-vous de quel budget vous disposez dans les pays en question ?
    Si non, lisez la suite !

Où se trouve l’argent en France, en Allemagne et aux États-Unis ?

Intéressons-nous aux trois graphiques suivants. Pour chacun de ces pays (France, Allemagne et États-Unis), nous présentons les trois types de logiciels les plus convoités, déclinés selon la taille des entreprises qui y investissent, afin d’étudier leur niveau d’investissement.

Voici la situation en France :

enquete france

… en Allemagne :

enquete allemagne

… et aux États-Unis :

enquete etats-unis

Pourquoi ces types de logiciels arrivent-ils en tête du classement ?

Les logiciels de sécurité des données et des informations ainsi que les logiciels de cloud computing se classent dans le top 3 de chaque pays étudié.

Le cloud computing, comprenant les logiciels-en-tant-que-service (SaaS), les plateformes-en-tant-que-service (PaaS) et les infrastructures-en-tant-que-service (IaaS), est devenu partie intégrante des opérations, surtout dans les entreprises qui nécessitent davantage d’espace de stockage et des fonctions de coordination entre plusieurs bureaux et plusieurs sites.

La France et l’Allemagne, quant à elles, prévoient d’adopter les logiciels de sécurité des données et des informations sans doute parce qu’elles sont membres de l’Union européenne, qui a mis en place en mai 2018 la réglementation RGPD, visant à renforcer la protection des données pour les individus.

Autre point à remarquer : les États-Unis et l’Allemagne s’intéressent aux logiciels de
finance/comptabilité, tandis que la France penche plutôt pour les logiciels de gestion de la relation client. Cela peut s’expliquer par le fait que les États-Unis et l’Allemagne ont des rôles très semblables sur leur part respective du marché mondial. Ces pays sont à la pointe du commerce, de la fabrication et du transport, des secteurs dans lesquels les PME ont besoin d’un logiciel de finance/comptabilité pour survivre.

Interpréter les différences en matière d’investissement : 3 choses à retenir

1. Les grandes entreprises américaines investissent plus fréquemment que leurs homologues français et allemands

Observez les taux d’investissement sur les graphiques plus haut.

Outre celles qui gagnent moins de 5 millions de dollars par an, les PME américaines investissent plus fréquemment que leurs homologues européens de taille similaire.

Prenons un exemple : 53 % des grandes entreprises américaines ont pour projet d’investir dans un logiciel de sécurité des données et des informations, pour 31 % en France et pour 37 % en Allemagne.

Il y a donc un marché à prendre aux États-Unis.

Mais attention, si les grandes entreprises ont un plus gros portefeuille, la concurrence est rude : une kyrielle d’autres entreprises essaient de s’intercaler et de remporter la mise. Il faudra donc être bien préparé pour obtenir les faveurs de ces PME américaines.

expansion pme etats unis

2. Vendez votre technologie innovante aux grandes PME allemandes

Si vous développez des technologies innovantes comme le blockchain, la réalité virtuelle/augmentée, l’Internet des Objets (IoT) et l’intelligence artificielle, ciblez les PME allemandes de plus grande taille.

De fait, les entreprises allemandes utilisent ou prévoient d’utiliser des logiciels et des technologies innovantes à un taux incroyablement élevé. Les PME dont le chiffre d’affaires est entre 10 et 50 millions de dollars et celles dont le chiffre d’affaires dépasse les 100 millions de dollars ont pour projet d’utiliser l’IoT à des taux respectifs de 54 et de 66 % au cours des deux prochaines années.

Ainsi, pour accéder à cet énorme marché au très gros portefeuille, vous devez commencer vos campagnes de marketing au début du processus d’expansion pour faire connaître davantage votre marque et vous ériger en expert.

Toutefois, au vu du caractère innovant de cette technologie, votre entreprise doit avoir l’air fiable et experte en la matière si elle souhaite s’épanouir. Votre produit doit être consolidé, et votre discours bien rodé.

3. Adaptez-vous au marché que vous ciblez

Que vous choisissiez d’exporter votre logiciel aux États-Unis ou en Allemagne, chacun de ces pays a des spécificités dont il faut tenir compte dans votre stratégie d’expansion.

L’Allemagne est connue pour l’importance qu’elle accorde à la qualité de ses produits. Cela explique l’existence de réglementations très strictes auxquelles les entreprises françaises qui souhaitent s’y exporter devront se conformer. En plus de respecter les normes internationales et européennes, les entreprises étrangères devront également observer les normes DIN de l’Institut allemand de normalisation.

Dans de nombreux contextes, internationalisation rime avec localisation (notamment localisation du logiciel et localisation du site web). En effet, les utilisateurs étrangers seront beaucoup plus réceptifs à votre logiciel s’ils peuvent en disposer dans leur langue et dans une version qui est adaptée à leur réalité. N’oubliez pas non plus de traduire votre site web et de proposer une assistance dans la langue du pays. Un logiciel de gestion de traductions peut être un bon point de départ vers l’internationalisation de votre entreprise.

Que pouvez-vous faire avec toutes ces informations ?

Selon l’omniprésence ou la nouveauté de votre technologie, vous devez trouver comment adapter votre prix et votre production à la taille des entreprises que vous ciblez.

La connaissance du paysage financier et de votre pays cible vous donnera une meilleure idée de la façon dont vous devez vendre votre produit, du chiffre d’affaires que vous pouvez espérer et du temps qu’il vous faudra pour créer une entreprise internationale stable.

 

expansion pme

Vous recherchez un logiciel de gestion d’entreprise ? Consultez la liste de Capterra des meilleurs logiciels de gestion d’entreprise.


* Méthodologie de l’enquête : Capterra a conduit cette enquête en juin et en juillet 2018 auprès de 540 PME françaises et allemandes et 715 PME des États-Unis, toutes de plus d’un employé et au chiffre d’affaires de moins de 100 millions de dollars. L’enquête ne concernait pas les organismes sans but lucratif. Les répondants qualifiés sont des décisionnaires ou des personnes qui ont une grande influence sur les décisions liées aux achats de technologies dans l’entreprise.

La situation économique et sociale des startups françaises en 2019

La situation économique et sociale des startups françaises en 2019

Startup, jeune pousse, entreprise qui démarre… autant de synonymes pour désigner la petite entreprise qui grimpe. Pour autant, elle n’est pas définie par un nombre précis d’employés, comme une PME ou TPE, et c’est plutôt le caractère innovant et le fort potentiel de croissance qui constituent leur dénominateur commun. Ces nouvelles entreprises sont regroupées en France sous l’enseigne de la French Tech du Ministère de l’Économie et des Finances français. La fin des années 90 et le début du XXIe siècle ont vu l’essor de ces “jeunes pousses”.

Pour cet article, le comparateur de logiciels en ligne Capterra s’est intéressé de près aux startups d’aujourd’hui en analysant à la fois un sondage réalisé auprès de startups*, une étude interne sur 1 200 jeunes pousses françaises dans toutes les régions de France** et des études externes***.

Selon une étude de BVA***, les 3 qualificatifs les plus associés aux startups sont “innovante”, “dynamique” et “faisant partie du secteur des nouvelles technologies”. Alors, en ce début 2019, quelles sont les startups qui font l’innovation en France et qui réussissent ? Quels sont les plus grands défis que les entrepreneurs ont à relever et quelles sont leurs priorités ? Retrouvez toutes ces réponses, et plus, dans notre article.

Les startups en France aujourd’hui

Avec plus de 10 000 startups en France, l’entrepreneuriat est bien loin de faire peur aux Français. Selon un sondage de Dell et CSA Research***, pour un entrepreneur sur deux, la création d’une entreprise innovante est plutôt facile, et 16 % la considèrent même très facile. C’est peut-être l’une des raisons pour lesquelles les startups françaises se multiplient et augmentent leur chiffre d’affaires : en moyenne, il est passé de 2,12 millions d’euros en 2013 à 5,29 millions en 2016 pour ce qui est des startups digitales (d’après Ernst&Young et France Digitale***).

Capterra s’est servi d’un échantillon représentatif et s’est penché sur 1 200 startups réparties dans toutes les régions de France pour connaître et comprendre leurs forces, leurs faiblesses, les défis auxquels elles font face et les investissements injectés**. Pour cela, nous avons analysé le nombre d’employés, le capital, les secteurs d’activité, les villes principales ainsi que le genre des fondateurs de ces 1 200 startups afin d’obtenir les données présentes sur la carte interactive ci-dessous. Observons-la.

Les régions qui concentrent le plus de startups en France sont les suivantes :

  • L’Île-de-France (qui est le berceau de 51 % des startups)
  • L’Auvergne-Rhône-Alpes (11 %)
  • L’Occitanie (7 %)

Les secteurs d’activité dans lesquelles elles sont actives sont principalement les suivants :

  • Les technologies de l’informatique et de l’information (18 %)
  • Les services aux entreprises (17 %)
  • L’électronique (9 %)

Enfin, il est clair que les startups sont un univers extrêmement masculin : 85 % des entrepreneurs à la tête de ce genre d’entreprise sont des hommes, contre seulement 15 % de femmes.

Le profil des créateurs de startups : qui sont-ils ?

Le stéréotype du créateur de startup est un jeune homme d’à peine 30 ans qui n’a pas fait de grandes études, mais dont l’idée révolutionnaire lui a rapporté gros. Le cliché est-il réalité ?

En premier lieu, il est évident que le marché des startups en France est principalement masculin, puisque les fondateurs sont majoritairement des hommes. On compte seulement 15 % de fondatrices.

De même, le stéréotype colle bien à la réalité en ce qui concerne l’âge des fondateurs. Selon une étude réalisée entre 2011 et 2016 par NUMA***, plus d’un tiers (35 %) des entrepreneurs français se situent dans la tranche d’âge de 25-29 ans, et presque un quart (24 %) dans celle des 30-34 ans. 25 % avaient plus de 35 ans lorsqu’ils ont créé leur startup. Ces entrepreneurs commencent jeunes et bien souvent après avoir obtenu leur diplôme de fin d’études.

Toutefois, les startups ne sont pas fondées sur une simple idée et de très légers bagages universitaires. Bien au contraire. Les autodidactes existent bel et bien, mais restent une exception. Les entrepreneurs français, peu importe leur âge, ont généralement un master, un diplôme provenant d’une école de commerce ou encore d’une école d’ingénieur. Les fondateurs de startup ne se lancent pas à l’aveugle.

En termes de situation géographique, Paris reste le berceau des startups. La capitale est en tête à tous les niveaux : nombre de startups créées et diversité des secteurs d’activité. Lyon arrive en deuxième position : troisième ville de France en nombre d’habitants, elle est attrayante pour les entrepreneurs (à l’instar du www2018 par exemple) et abrite bon nombre de startups.

Enfin, si les fondateurs s’associent, ils ne le font pas avec n’importe qui : plus d’une startup sur quatre (27 %) a été créée par un groupe d’amis, et presque une sur quatre (24 %) par des personnes qui se sont connus à l’école.

Le profil de l'entrepeneur français

Les secteurs dactivité les plus représentés par les startups en France

D’après l’analyse de Capterra** sur 1 200 startups françaises, les secteurs d’activité qui dominent le marché des startups sont les services du numérique et les nouvelles technologies de l’information et communication (SSII et NTIC), suivies par les services aux entreprises, le secteur électronique et le secteur pharmaceutique. La mode, la culture et la restauration ne sont pas loin derrière.

Selon NUMA***, les startups françaises travaillent à 38,8 % dans le B2C. Le B2B2C et le B2B représentent quant à eux 29,6 % et 19,7 % de la part de marché.

Top 5 des secteurs d'activité en France et leurs villes principales

Les défis des entrepreneurs français

D’après l’enquête de NUMA***, la raison principale qui pousse les entrepreneurs français à créer des startups est l’envie de relever des défis (71,9 %). La deuxième raison, pour plus de la moitié des entrepreneurs de startups (55 %), est de changer les règles : c’est même de là que démarre l’innovation. Enfin, las de l’autorité entrepreneuriale et surtout patronale, 40,4 % des fondateurs de startups ont été guidés par l’envie de devenir indépendants et de ne plus rendre de comptes à leur supérieur hiérarchique.

Cependant, si les startups sont nombreuses à voir le jour, certaines sont malheureusement tout aussi rapides à fermer leurs portes. Selon une étude de l’Insee*** de 2017, quatre entreprises françaises sur dix plient boutique avant leur cinquième anniversaire. CB Insights s’est intéressé à ce phénomène et en a conclu que les cinq causes d’échec majeures sont les suivantes :

  • Une absence de marché ou de besoin (42 %)
  • Un manque de trésorerie (29 %)
  • Une équipe inadaptée (23 %)
  • Une concurrence qui est plus forte (19 %)
  • Un produit trop onéreux (18 %)

Même si l’on peut penser qu’une startup est une structure facile à lancer, Capterra a voulu connaître les défis auxquels font face les entrepreneurs et les employés dans une startup en menant un sondage*. Résultats : le manque de liquidités est la principale difficulté pour 19 % des sondés (ce qui rejoint l’étude de CB Insights). Cela explique également le nombre élevé de levées de fonds réalisées par les jeunes pousses pour garder la tête hors de l’eau. Le défi qui arrive en deuxième position est lié aux aspects marketing et à la promotion : 17 % des interrogés disent avoir des difficultés à faire la publicité de leur marque. Enfin, pour 12 % des interrogés, travailler avec un personnel réduit représente un défi non négligeable.

Face à ces difficultés, quelles sont les priorités ? Pour plus d’un tiers des startups (34 %), il s’agit de vendre. Trouver des clients et générer des profits s’impose comme le test ultime afin de savoir si la startup a de l’avenir. Ensuite, il faut mettre en place et finaliser les processus de l’entreprise (21 % des interrogés) et gérer efficacement les ressources humaines et financières (19 % des interrogés). Ces deux dernières priorités jouent davantage sur la gestion interne propre à chaque startup, mais elles semblent avoir de l’importance : si l’entreprise est suffisamment organisée de l’intérieur, elle devrait avoir plus de chances de réussir.

Puisque le manque d’argent est une épée de Damoclès pour les startups, il est donc vital que le budget soit investi intelligemment. Alors, dans quoi ces entreprises investissent ? D’après l’enquête de Capterra*, le budget initial des startups est principalement destiné au recrutement et aux salaires (36,5 %). Il s’ensuit les coûts liés aux activités promotionnelles et publicitaires (27 %), puis le loyer et le matériel (26,5 %). Enfin, l’investissement en logiciels représente tout de même 9 %.

Finalement, nous avons voulu savoir quelles étaient les idées fausses sur les startups. D’après les dirigeants ou employés de ces entreprises, quelles sont les idées reçues présentes dans l’inconscient collectif qui s’avèrent erronées dans la réalité du marché des startups ? Pour 33 % des sondés, il s’agit de la concurrence inexistante : comme toute autre entreprise, les startups doivent faire face à des concurrents. Pour 29 % des interrogés, la principale idée fausse serait que les startups se développent rapidement : ce n’est pas toujours le cas et certaines peuvent même mettre des années à progresser.

Quels logiciels pour une startup ?

Bien que la plus grande partie du budget des startups soit réservée au recrutement et aux salaires, 9 % des liquidités sont prévues pour l’achat de logiciels.

Les levées de fonds des startups sont utiles pour se développer, commercialiser son produit ou ses services et réaliser d’autres investissements essentiels. Cependant, même si les levées de fonds aident un tiers (31 %) des startups, dans 9 cas sur 10, le capital initial provient des fondateurs, selon l’étude de Dell***. Une startup sur deux (51 %) obtient des aides publiques.

Pour ce qui est des logiciels, il est tentant d’acheter d’emblée les plus réputés. Cependant, cela peut être risqué et peu rentable. En effet, une startup, comme son nom l’indique, est une entreprise en démarrage : mieux vaut se tourner vers les logiciels bon marché. Bon nombre de logiciels gratuits ou open source, de divers types, ont obtenu de très bonnes notes sur Capterra.

Toujours dans notre dernier sondage*, nous avons demandé à des PME d’indiquer les logiciels dont elles se servaient le plus et qui étaient essentiels au bon fonctionnement de l’entreprise. Voici les 5 catégories de logiciels qui sont arrivées en tête :

Le tableau suivant présente, pour chacune de ces catégories, le logiciel disponible en version gratuite et en français le mieux noté sur Capterra.

Les logiciels gratuits les mieux notés pour développer sa startup

Pour connaître d’autres logiciels gratuits disponibles sur le marché, n’hésitez pas à vous tourner vers les articles dans lesquels nous détaillons des outils de gestion de projet, des logiciels de ressources humaines ou encore des logiciels ERP.

En résumé : bilan sur les startups en France

Les startups françaises sont en plein essor, avec Paris pour épicentre. Attendons maintenant de voir si cette croissance continuera sur sa lancée en 2019, si les femmes seront davantage mises en avant et si d’autres régions et villes verront leur nombre de startups croître. Il est vrai qu’un certain nombre de startups font faillite avant leur cinquième année, ce qui peut effrayer les futurs entrepreneurs. Mais il ne faut pas s’arrêter à ce chiffre : tout reste à voir et de belles perspectives se dessinent selon les régions et les secteurs.

 


* Sondage interne réalisé par Capterra auprès de 140 créateurs et salariés de startups entre novembre et décembre 2018.

** Source des données concernant les 1 200 startups : Myfrenchstartup.com. Données recueillies et analysées pour l’infographie interactive.

*** Source des données : Statista.fr. Pour toutes les données qui n’ont pas de lien, elles ont été commandées pour cette étude spécialement auprès de Statista.

Technologies : dans quoi vont investir les PME en 2019 ?

Technologies dans quoi investir les PME 2019

Technologies dans quoi investir les PME 2019

Commençons par une évidence : on ne crée pas une entreprise pour la mener à l’échec. Mais inutile de vous rebattre les oreilles de clichés, ils ne vous enseignent rien sur le développement de vos activités, le maintien votre compétitivité ni l’accroissement de vos bénéfices.

Ils ne disent rien non plus de la profitabilité, importante pour toutes les entreprises, mais particulièrement cruciale pour les plus petites structures. Une grande société qui dépense trop et génère moins de profit perd généralement de la valeur actionnariale. Pour une TPE ou une PME, en revanche, une perte de profitabilité a des conséquences plus directes et plus personnelles : diminution de la pension, manque de fonds pour financer les études des enfants, impossibilité de rembourser un crédit immobilier…

Lorsque vous êtes à la tête d’une petite entreprise, vous devez absolument allouer efficacement vos ressources pour faire évoluer votre activité, mais votre marge d’erreur est réduite. Vous ne pouvez pas vous permettre de faire le mauvais choix.

En général, les entrepreneurs ne pensent pas spontanément à investir dans des logiciels métiers. Pourtant, ces outils peuvent être essentiels pour rester compétitif sur un marché. Pour ne pas être à la traîne par rapport à vos concurrents, vous avez besoin de savoir ce que les TPE ou PME comme la vôtre achètent et dans quels types de solutions elles investissent.

Dans cet article, nous allons vous présenter les résultats intéressants d’une enquête récemment menée par Capterra auprès de 700 PME américaines. Nous nous sommes intéressés au budget prévisionnel des entreprises. Nous avons interrogé des chefs d’entreprise et des décisionnaires sur leurs intentions d’achat pour 2019 et 2020 et sur le budget qu’ils comptent consacrer à des logiciels métiers. Une tendance très claire se dégage de l’ensemble des réponses :

Quelle que soit leur taille (de 2 à 249 employés) et leur secteur d’activité, les PME investissent toutes prioritairement dans quatre types d’outils :

  • Finances et comptabilité
  • Cloud computing
  • Sécurité des données
  • Marketing digital

Même si les priorités peuvent changer d’une entreprise à l’autre, ces quatre catégories de logiciels sont en tête de liste chez tous les répondants. Toute PME qui souhaite rester compétitive devrait donc consacrer une partie de son budget prévisionnel à ces technologies.

Et bien que cette enquête ait été réalisée aux États-Unis, ses résultats et les tendances qu’elle dégage peuvent s’appliquer à la France.

Figure 1

Pour vous aider à faire votre choix et à déterminer à quels outils vous devriez consacrer votre budget, nous allons examiner en détail ces quatre technologies, de la moins importante à la plus importante, en mettant l’accent sur les dépenses et les tendances budgétaires selon les tailles des entreprises et leurs secteurs d’activité.

Technologie numéro 4 : le marketing digital, crucial pour l’acquisition de nouveaux clients

Chiffres clés

Les petites entreprises commencent à prendre conscience que toute activité commerciale est numérique. 45,1 % des répondants prévoient d’ailleurs d’investir dans des campagnes en ligne et des outils numériques dans les deux ans qui viennent (voir Figure 1).

La tendance croissante et irréversible des achats en ligne (personnels comme professionnels) a un impact non négligeable sur toutes les entreprises.

Presque n’importe quel processus d’achat commence sur Internet, au moins au stade de la découverte. Le ROPO (research online, purchase offline) est un comportement d’achat en voie de généralisation : 47 % des consommateurs font des recherches en ligne avant d’acheter en magasin.

À l’heure actuelle, si vous n’avez pas de site web ou de présence en ligne, vous êtes presque invisible aux yeux de vos clients potentiels. De plus, une expérience marquante en ligne peut faire la différence entre un client acquis et un prospect perdu.

Le marketing digital est donc particulièrement important pour les petites entreprises qui doivent faire face à des concurrents bien connus du public. Faire de l’e-marketing sur des plateformes clés attire l’attention de clients qui ne vous remarqueraient probablement pas de prime abord. De plus, une solide présence en ligne peut aider votre petite entreprise à se hisser au niveau des grandes sociétés en se forgeant une image fiable et en affichant ses compétences.

Figure 2

Chiffres clés

Selon notre étude, les fonds alloués au marketing digital sont liés à la taille des entreprises, ce qui indique que les PME consacrent un budget plus important au marketing numérique pour gagner des parts de marché ou qu’elles dépensent plus dans ce domaine à mesure qu’elles grandissent (voir Figure 2).

Figure 3

Chiffres clés

Les secteurs des médias et du commerce de détail rassemblent la plus grande proportion de TPE-PME investissant dans le marketing numérique, respectivement 60 % et 50 %. Sur les autres marchés, 40 à 50 % des entreprises investissent dans de type d’outils (voir Figure 3).

L’intention de consacrer une part de son budget au marketing digital est assez constante dans tous les secteurs et dans tous les types d’entreprises, mais les sommes réellement allouées à ce genre de logiciels varient fortement.

Figure 4

Chiffres clés

Il y a plus de 40 000 dollars d’écart entre les entreprises dont le chiffre d’affaires est inférieur à 5 millions de dollars et celles dont le CA se situe entre 50 et 100 millions de dollars (voir Figure 4).

On note aussi une variation significative des dépenses moyennes selon le secteur d’activité.

Figure 5

Chiffres clés

Assez peu de compagnies d’assurances (environ 40 %) prévoient d’investir dans le marketing digital, mais celles qui incluent cette dépense dans leur budget y consacrent en moyenne une somme plus importante que dans les autres secteurs : 45 000 dollars (voir Figure 5).

Recommandations

  • Si vous prévoyez de faire grandir votre petite entreprise, en particulier dans les secteurs des médias et de la vente au détail, consacrez une partie de votre budget au digital marketing pour rester au niveau de vos concurrents.
  • Si vous êtes à la tête d’une petite entreprise active sur l’un de ces marchés, prévoyez de consacrer entre 10 000 et 25 000 dollars au marketing numérique dans les 12 à 24 mois qui viennent.
  • Si vous dirigez une entreprise de taille moyenne dans ces secteurs, prévoyez de dépenser entre 35 000 et 45 000 dollars en e-marketing dans les 12 à 24 prochains mois.
  • Si vous êtes actif sur un autre marché (les assurances, en particulier), vous pourriez prendre le dessus sur vos concurrents en allouant 20 000 à 40 000 dollars aux outils de marketing en ligne.

Technologie numéro 3 : la sécurité des données, une tendance qui se généralise

Chiffres clés

Plus de 47 % de nos répondants prévoient d’investir dans les technologies de protection des données (voir Figure 2), ce qui hisse la sécurité des données sur la troisième marche du podium.

C’est une bonne nouvelle, parce que les réglementations gouvernementales et les lois sur la protection des données et sur la vie privée s’appliquent aux petites sociétés comme aux mastodontes.

Il faut croire que la presse a suffisamment couvert le Règlement général sur la protection des données (RGPD) pour que 61 % des entreprises attribuent aux logiciels de sécurité des informations la première place dans leurs intentions d’achat.

Le piratage peut toucher tous les types d’entreprises. Alors que le gouvernement veut sensibiliser les PME au risque de cyberattaque, nos résultats indiquent que les dirigeants des petites sociétés sont déjà conscients de l’importance de la protection des données.

Figure 6

Chiffres clés

La prévalence dans certains marchés vaut la peine d’être soulignée : d’après notre enquête, dans tous les secteurs sauf un, plus de 40 % des entreprises prévoient d’investir dans la sécurisation des données (voir Figure 6).

Le budget moyen consacré à la protection des données semble varier selon la taille des entreprises. Comme on peut s’y attendre, les grandes entreprises, qui gèrent plus de données, de clients et d’employés, ont besoin de davantage de licences logicielles et de fonctionnalités plus avancées.

Pour mettre ces chiffres en perspective, le budget moyen le plus élevé prévu pour la protection des informations s’élève à 34 000 dollars, un coût inférieur à l’estimation du budget nécessaire pour se remettre d’une cyberattaque, généralement autour des 100 000 dollars.

Figure 7

Chiffres clés

Les organisations gouvernementales et les structures associées sont les plus nombreuses à consacrer une partie de leur budget à la sécurité des informations. Elles dépensent en moyenne 49 000 dollars dans ce domaine (voir Figure 7).

Recommandations

  • Si vous êtes une agence gouvernementale ou si vous travaillez en étroite collaboration avec une institution de ce type, prévoyez entre 40 000 et 50 000 dollars pour assurer la sécurité de vos données et rester au niveau de vos concurrents dans les 12 à 24 mois qui viennent.
  • Si vous êtes actif dans le secteur de l’enseignement, tablez sur 40 000 dollars pour rester à jour.
  • Si vous travaillez dans un autre secteur, vous pourriez prendre l’avantage sur vos concurrents en dépensant 30 000 à 40 000 dollars pour la sécurisation de vos informations.
  • Dans le commerce de détail, la construction, les soins de santé et la vente en gros, 20 000 dollars devraient suffire.

Technologie numéro 2 : le cloud computing, un atout pour les petites entreprises

Le cloud computing (services à la demande par Internet) s’adapte très bien aux PME. Il leur permet de s’équiper de logiciels dont la puissance de calcul est comparable à celle des outils utilisés par Amazon, Google ou Microsoft. Investissement en capital nul, tarification évolutive et implémentation physique inexistante en sont les principaux avantages.

Grâce au SaaS, les petites entreprises peuvent accéder à des logiciels métiers et à une technologie de stockage de l’information robustes sans devoir investir dans une infrastructure coûteuse.

L’investissement nécessaire pour bénéficier d’une infrastructure propre était autrefois un obstacle insurmontable pour les petites entreprises. Aujourd’hui, elles peuvent être au même niveau que les plus grandes grâce à l’accès aux outils dans le cloud.

Chiffres clés

Les outils cloud occupent la deuxième place des technologies : 47,8 % des entreprises prévoient des dépenses dans ce type de solution (voir Figure 1).

Près de 50 % des entreprises dont le CA se situe entre 5 et 100 millions de dollars prévoient d’investir dans le cloud computing. Celles générant moins de 5 millions de dollars ne sont que 33,4 % à prévoir cet investissement (voir Figure 2).

Cependant, les chiffres réels pourraient être plus élevés, car nos résultats indiquent que de nombreuses PME achètent des logiciels de cette catégorie sans savoir qu’ils fonctionnent en cloud. C’est un des charmes des outils cloud : ne pas avoir à se soucier des spécifications techniques !

Figure 8

Chiffres clés

Entre 45 et 55 % des répondants issus de presque tous les secteurs comptent investir dans le cloud computing (voir Figure 8).

Les sommes prévues sont comparables d’un type d’entreprise à l’autre et d’un secteur à l’autre, mais les budgets réellement alloués sont très variables. Les plus petites entreprises travaillent avec des budgets réduits qui croissent presque linéairement selon la croissance de l’entreprise.

Figure 9

Chiffres clés

Les compagnies d’assurances, les sociétés de transport et les organisations gouvernementales prévoient de consacrer en moyenne 40 000 dollars aux technologies cloud (voir Figure 9).

Recommandations

  • Pour rester concurrentielles, les PME de tous les secteurs devraient étudier la valeur potentielle du cloud computing dans leurs activités.
  • Si vous êtes actif dans les domaines de l’assurance ou des transports, prévoyez de dépenser 40 000 à 50 000 dollars pour ce type de logiciel dans les 12 à 24 prochains mois.
  • Dans les secteurs des services, de la communication, de l’industrie, de la santé, des banques et de l’enseignement, tablez sur 30 000 à 40 000 dollars.

Technologie numéro 1 : les logiciels de finance et de comptabilité, toujours incontournables

Chiffres clés

Les logiciels de comptabilité et de gestion des finances occupent la première place dans les résultats notre enquête. 53,6 % des répondants prévoient d’investir dans ces technologies (voir Figure 1).

Si vous avez lancé votre propre activité, c’est probablement pour apporter de la valeur à vos clients, pas pour passer vos journées à jongler avec des chiffres. Pourtant, pour faire tourner votre affaire, vous devez gérer le volet financier.

Toutes les PME qui réussissent excellent en comptabilité. Or, rares sont les personnes qui ont un sens inné de la comptabilité. Nous avons pratiquement tous besoin d’aide dans ce domaine. Comptes débiteurs, comptes créditeurs, taxes sur le chiffre d’affaires, impôts sur le revenu, rapports, audits… Le niveau de complexité des activités comptables est suffisant pour faire capoter vos projets en cas de mauvaise gestion.

Les logiciels de comptabilité ne vous permettent pas seulement d’être plus efficace, ils assurent une certaine sécurité à votre entreprise.

Si vous ne pouvez investir que dans un type d’outil dans les deux prochaines années, consacrez votre budget à un logiciel de comptabilité et de gestion financière. Selon notre enquête, les PME savent que ces aspects sont essentiels à la bonne gestion d’une entreprise (voir Figure 10).

Figure 10

Chiffres clés

Plus de 60 % des institutions bancaires et des sociétés actives dans le domaine de la construction comptent investir dans un logiciel de comptabilité (voir Figure 10).

Les sommes prévues varient fortement d’un secteur à l’autre, et le budget moyen par secteur n’est pas clairement lié au pourcentage de répondants prêts à investir. Par exemple, de nombreuses entreprises issues des secteurs de la construction et des services prévoient des dépenses dans le domaine, mais leurs prévisions sont plutôt basses (entre 27 310  et 25 820 dollars).

Figure 11

 

Chiffres clés

C’est dans le transport et le commerce en gros qu’on compte dépenser le plus pour des logiciels de comptabilité, respectivement 56 330 dollars et 53 850 dollars (voir Figure 11).

Recommandations

  • Les logiciels de comptabilité et de gestion financière sont une technologie de base pour les entreprises de toutes tailles et devraient être les premières à faire l’objet d’investissements.
  • Pour rester au niveau de leurs concurrents, les entreprises actives dans les domaines du transport et de la vente en gros devraient prévoir d’y consacrer 50 000 à 55 000 dollars durant les 12 à 24 mois qui viennent.
  • Dans les secteurs des médias, de la gestion gouvernementale, de l’industrie, de la banque et de la vente au détail, un budget de 30 000 à 40 000 dollars devrait suffire pour les 12 à 24 prochains mois.
  • Les autres entreprises devraient prévoir d’allouer 10 000 à 30 000 dollars à un logiciel de finances et de comptabilité pour rester au niveau de leurs concurrentes.
  • Si vous ne savez pas quel outil choisir, consultez notre analyse des logiciels de comptabilité en fonction de la taille des entreprises.
  • Apprenez de vos concurrents

Nous avons mentionné énormément de chiffres dans cet article.

Mais pourquoi analyser les prévisions en investissement technologique des  PME ? Parce qu’à l’heure actuelle, la technologie est essentielle à la réussite des entreprises.

Or, il n’est pas toujours facile de prendre les bonnes décisions quand on travaille avec un budget serré. Il faut s’équiper de bons outils, mais pas prendre des décisions inconsidérées. En vous informant sur les investissements prévus par des entreprises comparables à la vôtre vous pouvez faire des choix plus éclairés.

Vous voulez aller plus loin et savoir quels logiciels spécifiques vos concurrents achètent ? Découvrez-le grâce aux avis utilisateurs accessibles dans les répertoires Capterra :

En cliquant sur le nom d’un éditeur de logiciel, vous accédez à des commentaires qui vous donnent de précieux renseignements sur les besoins et les attentes de vos concurrents et vous pouvez même voir la taille de l’entreprise de chaque utilisateur qui partage son avis.

 


Méthodologie de l’enquête

Capterra a mené cette enquête en juin et juillet 2018 auprès de 715 PME installées aux États-Unis employant plus d’une personne et dont le CA annuel ne dépassait pas 100 millions de dollars à l’exclusion des sociétés à but non lucratif. Les répondants étaient des chefs d’entreprise ou des décisionnaires en matière d’achats technologiques.

En raison de la taille réduite des échantillons, les informations récoltées dans les secteurs des communications, de l’enseignement, du commerce de gros, de l’assurance et des transports n’ont pas de valeur statistique et sont donc purement indicatives.