O que é um gerenciador de senhas e por que a sua empresa precisa dele

Muitas companhias ainda não se atentam a um item fundamental da rotina: o armazenamento seguro de senhas. Neste texto, entenda o que é um gerenciador de senhas e como esta ferramenta pode reforçar a proteção da sua empresa

Saiba o que é um gerenciador de senhas

A série recente de vazamentos de dados escancarou o fato de que muitas empresas brasileiras ainda estão despreparadas no que diz respeito à cibersegurançaUm dos principais pontos de vulnerabilidade está relacionado à escolha e ao armazenamento de senhas. 

Pesquisa realizada em 2020 pelo Capterra comprova as más práticas na administração de senhas: a grande maioria dos profissionais de pequenas e médias empresas (PMEs) do país afirmam guardar senhas na memória (42%) ou em planilhas do Excel (37%). 

Uma maneira de contornar o cenário é utilizar um sistema de gerenciamento de senhas –ferramenta responsável por armazenar códigos e promover logins seguros.

No entanto, a adoção deste sistema ainda é insatisfatória. Outro estudo encabeçado pelo Capterra, nos mercados em que a plataforma está presente –incluindo Brasil–, aponta que apenas 29% das PMEs usam um sistema de gerenciamento de senhas.

Trata-se de uma adesão baixa para uma ferramenta que pode trazer inúmeros benefícios em termos de proteção. Neste texto, o Capterra explica o que é um gerenciador de senhas e por que sua empresa deve aderir a ele o quanto antes.

O que é um gerenciador de senhas?

Um gerenciador de senhas é um sistema de segurança informática que serve como um depósito de todas as senhas que você usa em diferentes aplicações. Toda vez que for fazer login em um software ou página, o gestor de senhas é quem se encarregará da tarefa através das credenciais de acesso que você optar por armazenar nele. 

Este sistema permite a criação de senhas exclusivas para cada uma de suas contas, possibilitando também salvá-las em local seguro e acessá-las por meio de uma extensão no navegador ou de um aplicativo. Assim, o gerenciador de senhas pode ser usado tanto com o computador como com o seu smartphone ou tablet.

Ao usar um gerenciador de senhas em sua empresa, você pode compartilhar senhas com segurança entre os funcionários. Dessa forma, deixa de ser necessário anotá-las em um papel ou enviá-las por e-mail, reduzindo bastante o risco de alguém interceptá-las. 

É uma solução conveniente para equipes que trabalham na modalidade remota, já que não será preciso compartilhar senhas a todo momento; também, para empresas que utilizam muitos softwares na sua rotina, evita-se a repetição da mesma senha para diferentes aplicações. 

Medidas de segurança incluídas nos gerenciadores de senha

Agora que você já sabe o que é um gerenciador de senhas, é hora de aprender as medidas de segurança que esse tipo de software pode fornecer a você e à sua empresa.

Ataques de força bruta 

Neste tipo de ataque, um hacker utiliza diferentes técnicas para tentar decifrar a senha. Portanto, quanto mais longa e complexa for a senha, mais difícil será decifrá-la. Usar um gerenciador de senhas irá protegê-lo contra esse tipo de ataque, pois permite que você gere senhas fortes usando combinações aleatórias de números, letras e caracteres especiais.

Injeção de código no banco de dados 

Estes ataques são direcionados a empresas que gerenciam um número significativo de usuários e, portanto, possuem muitas combinações de e-mails e senhas em seus bancos de dados. Recentemente, o setor de informática do Sistema Único de Saúde (SUS) foi invadido e o hacker apontou vulnerabilidades no sistema para esse tipo de ataque. Um gerenciador de senhas irá avisar você se uma mesma senha for usada mais de uma vez, permitindo que ela seja alterada rapidamente se estiver comprometida.

Roubo de senha

Uma senha escrita em um pedaço de papel ou até mesmo em um documento no computador corre o risco de chegar às mãos de alguma pessoa com más intenções. Este risco de segurança pode ser evitado com a utilização de um gerenciador de senhas, pois ele as mantém em um local seguro e criptografado.

A importância de usar senhas fortes em tempos de teletrabalho

Com a pandemia de COVID-19, muitas empresas implementaram o teletrabalho, o que gerou um desafio para manter a segurança nas conexões remotas entre a empresa e os usuários. Com isso, tornou-se vital contar com sistemas de segurança de rede para proteger as conexões e, assim, evitar vulnerabilidades no sistema.

Além disso, é recomendável que as empresas implementem uma política de gerenciamento de senhas que incentive o uso de senhas fortes, algo que os gerenciadores de senhas oferecem.

O estudo do Capterra mencionado no início deste texto também revelou que, no Brasil, apenas 49% dos entrevistados adotam senhas com letras, números e caracteres aleatórios, algo que deveria ser praxe. Este cenário é preocupante, pois reforça que a maioria das empresas não dá a devida importância ao gerenciamento de senhas, o que as expõe a uma brecha de segurança.  

Funções de um gerenciador de senhas

É importante não apenas saber o que é um gerenciador de senhas e o que ele faz, mas também saber escolher aquele que melhor se adapta às necessidades da sua empresa. Para isso, você deve ter em mente se o software inclui, pelo menos, estas cinco funcionalidades:

  • Capacidade de rastrear o uso de senhas e gerar relatórios: função que permite monitorar aspectos como quem acessou determinadas contas, a partir de qual IP e por quanto tempo;
  • Autenticação multifator: característica que permite verificar o acesso do usuário ao gerenciador de senhas, utilizando a autenticação de dois fatores;
  • Conexão VPN: funcionalidade que adiciona uma camada extra de segurança ao usar o gerenciador de senhas por meio de conexões remotas que criptografam a comunicação. Também existem programas VPN específicos para este tipo de segurança;
  • Auditoria de senhas: recurso que analisa quais senhas são fracas e sugere alterá-las;
  • Códigos aleatórios: funcionalidade que cria uma senha segura e longa, com caracteres especiais, evitando assim usar o mesmo código para diferentes aplicações.

Até aqui, você aprendeu o que é um gerenciador de senhas, as medidas de segurança que ele inclui e as principais funções que esse tipo de software oferece. Agora é o momento de saber se esta ferramenta é mesmo confiável.

Posso confiar em um gerenciador de senhas?

Apesar de os gerenciadores de senhas não nos protegerem completamente contra ataques cibernéticos, podemos nos beneficiar bastante de suas vantagens. Abaixo, listamos dois motivos pelos quais você pode confiar nesses programas:

1- Os gerenciadores de senhas evitam ataques de reutilização de senhas. Caso um hacker roube uma de suas senhas, não poderá utilizá-la nas demais contas, pois o gerenciador de senhas impede que você use a mesma senha em mais de uma conta.

2- Toda a informação disponível na internet está vulnerável ​​a sofrer algum tipo de ataque cibernético. Implantar um gerenciador de senhas não significa que nossos códigos estarão seguros para sempre, mas seu uso é recomendado pois torna o trabalho dos hackers mais difícil ao agregar um ou mais níveis extras de segurança aos dados da empresa.

Ao dispensar o uso de um gerenciador de senhas, sua empresa se torna mais suscetível a uma quebra de segurança, o que pode resultar em perdas significativas para o seu negócio.

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Drie nieuwe cyberbedreigingen die je moet kennen

3 nieuwe cyberbedreigingen

Er zijn talloze cyberbedreigingen en deze veranderen voortdurend. Wat in eerste instantie een gewoon telefoontje lijkt, kan een geavanceerde social-engineering aanval zijn.

3 nieuwe cyberbedreigingen

Stel, je baas belt je en vraagt je om € 220.000 over te maken op een externe bankrekening. Doe je dat dan gewoon of controleer je toch even of het echt wel je baas was die belde?

Dat controleer je natuurlijk!

Maar als die baas je nu aanspreekt met je naam, uitlegt dat het om een zéér dringende en belangrijke zakelijke transactie gaat en wil dat het geld onmiddellijk overgemaakt wordt? Je herkent de typische ‘melodie’ van zijn stem en zijn Duitse accent.

Zou dat je twijfels wegnemen en zou je het geld nu overmaken?

Als dat zo is, dan loop je de kans een grote fout te maken.

Dit is namelijk precies wat een bedrijf in het Verenigd Koninkrijk overkwam toen een cybercrimineel er met state-of-the art deepfake audio technologie in slaagde de CEO om de tuin te leiden.

Wat kunnen we hiervan leren? Cybercriminelen maken nu ook al gebruik van opkomende technologieën om nog geloofwaardiger over te komen en mensen in de val te lokken. Wat in eerste instantie een gewoon telefoontje lijkt, kan een geavanceerde social-engineering aanval zijn die een bedrijf veel geld kan kosten.

Als eigenaar of manager wil je weten hoe je je bedrijf kunt beschermen tegen de nieuwste cyberbedreigingen. Dan moet je eerst weten hoe de cyberrisico’s van bedrijven zijn veranderd. In deze blog gaan we dieper in op het veranderende landschap van cybersecurity-risico’s en geven we een paar nuttige tips voor de beveiliging van jouw bedrijf.

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  1. Deepfake: het nieuwe gezicht van social engineering

Social engineering cyberbedreigingen zijn uiteenlopende soorten cyberaanvallen die beveiligingssystemen en -protocollen omzeilen door op een slimme manier misbruik te maken van de menselijke aard. Een typisch voorbeeld hiervan is een phishingaanval via e-mail, waarin mensen verleid worden om op een schadelijke link te klikken of een bijlage te downloaden die malware bevat.

Door recente ontwikkelingen in de deepfake-technologie kunnen cybercriminelen hun social engineering aanvallen nog geloofwaardiger maken.

Deepfakes zijn nepfoto’s en audio- of video-opnamen waarmee beelden of stemmen van mensen worden nagebootst. Deze worden gemaakt met geavanceerde machine learning algoritmen waarmee tools gebruik kunnen maken van deep learning en beeldsynthese.

Wat kun je tegen deepfake bedreigingen doen?

De beste manier om deepfake social engineering aanvallen te voorkomen, is training van je medewerkers. Hieronder staan enkele best practices hiervoor.

Geef security trainingen

Social engineering aanvallen richten zich op typisch menselijk gedrag en zwakke beveiligingspraktijken. Met een goed trainingsprogramma kunnen de meeste social engineering aanvallen worden tegengehouden door mensen bewust te maken van deze werkwijzen. In deze trainingen moeten mensen leren hoe ze deepfakes kunnen herkennen (bijvoorbeeld door verschillen in de huidtint in een video of een ongewoon helder geluid via de telefoon). Ook moeten ze precies weten waar en hoe ze verdachte incidenten moeten melden.

Het is altijd verstandig om opfriscursussen te geven zodat mensen niet vergeten wat ze eerder hebben geleerd. Stuur regelmatig – liefst een keer per twee weken – een herinnering aan de best practices voor het beschermen van gevoelige informatie en het identificeren van deepfake social engineering aanvallen.

Zorg voor een bedrijfscontinuïteitsplan

Een bedrijfscontinuïteitsplan is je laatste verdedigingslinie. Zo’n plan omvat strategieën voor dataopslag, databack-ups, proces- en dataherstel, communicatieworkflows enzovoort. Een dergelijk plan maakt je activiteiten veerkrachtig, zodat het bedrijf cyberaanvallen tot op zekere hoogte kan ‘absorberen’ en schade kan herstellen.

  1. API-aanval: het nieuwe datalek

Softwareleveranciers gebruiken API’s (Application Programming Interfaces) al lang om data te kunnen delen tussen apps en apparaten. API’s zijn echter meer dan connectoren waarmee softwareleveranciers hun tools met andere producten integreren.

Veel bedrijven, zoals social media sites, mobiele app stores en zelfs postdiensten, bieden tegenwoordig openbare API’s om zakelijke partners en klanten eenvoudiger toegang te geven tot hun diensten.

Hierdoor ontstaat er een risico op API-datalekken, waarbij hackers automatische toolkits inzetten om via zwakke plekken in een API gebruikersgegevens te bemachtigen. Dat kan rampzalige financiële gevolgen hebben. Een hacker kan een datalek bijvoorbeeld omzetten in een ransomware-aanval, met name bij bedrijven die veel gevoelige informatie hebben, zoals medische en bankgegevens.

Wat kun je tegen API-bedreigingen doen?

In een Gartner-rapport over API-beveiliging worden verschillende manieren beschreven waarop organisaties API-bedreigingen kunnen aanpakken (inhoud alleen beschikbaar voor klanten van Gartner). Hier volgt een samenvatting van de hoofdpunten:

Identificeer de API’s die jouw organisatie levert of gebruikt

Als eerste stap in API-beveiliging moet je bijhouden hoe API’s in jouw bedrijf worden gebruikt. Om hier achter te komen, moet je met je IT-team, vooral de ontwikkelaars, gaan praten om inzicht te krijgen in welke API’s worden ontwikkeld of al zijn gepubliceerd. Ook moet je inventariseren welke API’s van derden in je bedrijf worden gebruikt.

Gebruik beveiligingsoplossingen die beschermen tegen API-bedreigingen

Er zijn verschillende producten die je kunnen helpen bij je API-beveiliging. API-management software, ook wel een API gateway genoemd, helpt bijvoorbeeld bij het beheren van de toegang tot back-end systemen. Ook kun je encryptiesoftware gebruiken om je databases te versleutelen en te voorkomen dat onbevoegde gebruikers toegang krijgen tot ‘data in ruste’.

En ten slotte, maar zeker niet minder belangrijk, is er IT, server en network monitoring software om te controleren op zwakke plekken in je systemen waarvan API-hackers misbruik kunnen maken.

  1. CPS- en IoT-bedreigingen: het nieuwe speelveld van cybercriminelen

Het gebruik van cyber-physical systems (CPS) en het internet of things (IoT) neemt toe. Denk hierbij bijvoorbeeld aan bouwdrones, slimme gezondheidszorgsystemen, slimme steden, autonome voertuigen, wearables en robotica.

Deze technologie wordt in bepaalde sectoren al veel toegepast, echter vaak zonder een goede beveiliging. Dit heeft te maken met de grote diversiteit aan applicaties en devices. Van die gebrekkige beveiliging in deze systemen maken cybercriminelen gretig gebruik. De media staan inmiddels vol met horrorverhalen over IoT-kwetsbaarheden en de grote financiële gevolgen van een CPS-aanval.

Wat kun je tegen CPS- en IoT-bedreigingen doen?

Om CPS- en IoT-devices te kunnen beveiligen, moeten bedrijven eerst hun huidige gebruik hiervan inventariseren. Op basis daarvan moeten ze hun investeringen in de beveiliging prioriteren. Het is belangrijk dat bedrijven deze devices en systemen voortdurend blijven monitoren om ze actief te beschermen tegen bedreigingen.

Analyseer je CPS- en IoT-usecases

Elke sector zet CPS en IoT op zijn eigen specifieke manier in. De gezondheidszorg gebruikt bijvoorbeeld CPS om gepersonaliseerde geneeskunde te bieden en in de productiesector worden IoT-apparaten en CPS gebruikt voor het verbeteren van zakelijke activiteiten zoals de inkoop van materiaal en de levering van producten.

Cyberrisico’s van bedrijven zijn dus branchespecifiek. Dat betekent dat je eerst goed moet gaan kijken hoe CPS en IoT bij jou worden ingezet. Je kunt ook cybersecurity professionals inschakelen om de kwetsbaarheid van jouw bedrijf te analyseren.

Blijf deze systemen en devices voortdurend monitoren

De producten die op dit moment beschikbaar zijn om CPS- en IoT-devices te controleren, staan nog in de kinderschoenen. Toch kunnen bedrijven aanvallen op deze systemen en devices monitoren en beheersen.

Ze kunnen bijvoorbeeld network monitoring tools en log management software gebruiken om het netwerkverkeer te monitoren en proactief op jacht te gaan naar bedreigingen die tot een cybersecurity-incident kunnen leiden.

Cyberrisico’s voor bedrijven veranderen, dus je cybersecurity moet mee

In deze blog hebben we enkele nieuwe bedreigingen op een rijtje gezet. Er zijn echter veel verschillende soorten cyberbedreigingen en deze veranderen voortdurend. Bedrijven moeten daarom op de hoogte blijven van de laatste ontwikkelingen op het gebied van cyberbeveiliging.

Neem een kijkje in onze cybersecurity-categorie als je op zoek bent naar een softwareoplossing. Tussen de meer dan 70 opties vind je er vast een die geschikt is voor jouw bedrijf. Selecteer de grootte van je bedrijf en het type branche. Er zijn verschillende filters om het aantal opties nog verder te beperken, bijvoorbeeld op basis van het prijsmodel, ondersteunde apparaten, locatie en integratie-opties.

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How To Prepare Your Enterprise Against Common Cyber Security Threats

protect against cyber security threats

Remote work is here to stay, making cyber security an important issue for small and medium enterprises (SMEs). Here are some ways to protect your business (and employees) against cyber security threats.

protect against cyber security threats

Twenty-two percent of business owners we surveyed in the UK are concerned about cyber security with employees working from home—and their concerns are valid.* The swift shift to remote work in 2020 left businesses, and their remote employees, exposed to a variety of cyber security threats. 

In a different survey, nearly two-thirds of UK companies (64%) report that most of their business has been conducted virtually since the start of the pandemic**, and because of this, one in five SMEs have fallen victim to cyber security attacks in a three-month period in late 2020.

The connection between remote work and cyber security risks is not one businesses can afford to ignore for long. 

Here are three things you can do to protect your employees and, by extension, your organisation from falling for a cyber threat. 

1. Communicate regularly with employees about best practices

All it takes is one person clicking one link, giving malicious code an opportunity to make your business vulnerable to cybercriminals. Your employees are both your number one line of defense against cyber security threats and also your weakest link (full research available to clients). 

Employees are scattered, relying on their personal internet connection and are likely sharing it with partners, roommates, students, and family members. They might be feeling pandemic-related stress and burnout from remote work. Yet, their role in protecting the organisation from cyber threats is more important than ever, making it critical for business leaders to make cyber security training for employees an ongoing priority. 

According to a Verizon report, one out of three data breach incidents involve insiders (your employees or partners) exposing confidential information.

Regularly communicating best practices can help keep cyber security at the forefront of employees’ minds, reminding them about basic dos and don’ts. Your security awareness plan may include longer workshops or regular newsletters that include cyber security tips.

Other simple best practices include avoiding unsecured public WiFi networks, practice recognizing phishing attempts, changing passwords regularly, using multifactor authentication, and using a virtual private network (VPN) when connecting to the internet from a private connection.

cyber security best practices

Continuously communicating these guidelines to employees on a weekly or monthly basis can help keep the information fresh in their minds and, as a result, keep your business safe from threat actors.

2. Invest in the right security technology 

Twelve percent of UK companies reported needing new security software since the beginning of COVID-19, and it’s not too late to invest in the right tools. 

You’ll want to assess where your security strengths and vulnerabilities lie and what tools you already use, if any. This will make it easier to identify which remote tools will be most beneficial. Below, let’s take a look at some software platforms that can strengthen network security. 

Endpoint security software can help protect network servers and devices such as laptops and mobile phones. It can detect and block malware, help prevent a ransomware attack, and assess any safety files that are downloaded.

Virtual private networks (VPNs) add a layer of security for those relying on their own internet connection by encrypting data sent through web servers. Companies may require the use of a VPN if remote employees access confidential information, client information, or the company’s intranet

Most data breaches are linked to weak passwords. Password management software can help employees generate strong passwords and securely save passwords 

Software updates are important for security. Encourage employees to update immediately rather than postpone their software updates. Patch management software can help businesses manage updates and reminders to remote workers

Multifactor authentication tools add a layer of security by requiring a passcode or biometric information, in addition to passwords, in order to access business accounts.

Adding security software and technology to your cyber security arsenal can give your business’ security strategy an added layer of protection. These tools can help employees work more securely while remote.

3. Create a cyber security incident plan 

By training your employees and adopting security software to add extra layers of protection, you’re doing everything you can to mitigate cyber security risks. Even with these measures in place, however, your organisation can fall victim to a data breach. 

However, only 37% of businesses have a cyber attack response plan, according to Gartner (full research available to clients). 

If an attack happens, there needs to be a plan for how to handle it. For example, if an employee clicks on a phishing email mistakenly, who should he or she contact in the business? Then, what should that point of contact do to inform the larger company and minimize the impact on your business and its data?

When creating your cyber security crisis management plan, be sure to keep it as simple as possible; incorporate existing and emerging threats, consider critical infrastructure, and test the plan regularly to make sure it runs smoothly. 

Within the plan, be sure to form a response team, define what type of incident will trigger the plan, and create a crisis management flowchart that shows what actions should be taken and when. 

crisis management flowchart

You should also create crisis communication templates that you can use to save time when crisis hits and clearly define roles and responsibilities in the plan for each member of the response team. 

Be sure to also communicate this plan to all employees by letting them know who they should contact should they accidentally click on a phishing email or malicious link. 

A holistic cyber security strategy can protect your business 

Protecting your business against cyber security threats means fortifying your business on all fronts. 

This means taking all of the above steps to ensure that you are fully prepared to both prevent and handle cyber incidents. Train your employees on cyber security best practices, so they know what a phishing email looks like and what to do when they receive one. Add security software tools for that extra layer of protection for your sensitive data. 

And lastly, while all of these above steps are great ways of mitigating cyber attacks, a crisis management plan is the last line of defense. If the worst happens, everyone knows what their role is to fix the problem. 

All of these together create a secure environment that you can continue to operate within, feeling comfortable and confident.

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Methodology 

*Data for the GetApp New Business Model Survey was collected in November 2020. The sample comes from an online survey of 1,851 respondents that live in the UK. The survey data used for this article comes from 539 participants who have qualified to answer.  The information in this article corresponds to the average of all surveyed participants. The criteria for participants is: Owner, founder, or another head role, C-suite executive (e.g., CEO, CIO), or president or vice president. 

**Data for this study was collected in December 2020 from an online survey of 541 respondents that live in the UK. To participate on the survey, respondents had to be employed full-time in one of the following roles: Owner, founder or other head of an organisation, C-suite executive e.g., CEO, CIO, president or vice president, director, manager, working for a company of up to 250 people, and/or working at the organisation during the COVID-19 pandemic. 

Note: The applications selected in this article are examples to show a feature in context, and are not intended as endorsements or recommendations, obtained from sources believed to be reliable at the time of publication.

3 kostenlose Website-Designtools für 2021

kostenlose Website-Designtools

Der Jahresbeginn bietet eine gute Gelegenheit, mal etwas Neues auszuprobieren – auch bei der eigenen professionellen Website. Kostenlose Website-Designtools machen das besonders einfach.

Egal ob als Freelancer, unabhängiger Berater oder Inhaberin eines kleinen Unternehmens: In der digitalen Wirtschaft von heute ist es wichtiger denn je, eine professionelle Website zu besitzen. Wer die Website selbst erstellt, lernt dabei nützliche Fähigkeiten, aber muss gleichzeitig auch aufpassen, genug Zeit fürs eigentliche Geschäft übrigzubehalten.

Dank kostenloser Website-Designtools kann man zum Glück auch ohne Programmierkenntnisse bereits eine einfache, professionelle Website erstellen. 

kostenlose Website-Designtools

Mit Tools für die Website-Erstellung, die Webdesign-Tools, Domain-Hosting und Code- und Vorlagenoptionen bieten, lässt sich schon in kurzer Zeit eine eigene Website gestalten. Einige dieser Tools umfassen auch Widgets für soziale Netzwerke, Integrationen sowie E-Commerce-, Kreditkartenverarbeitungs- und Multimediafunktionen. Manche bieten integrierte SEO-Tools, um das Suchmaschinen-Ranking der Website zu verbessern.

Damit die Auswahl leichter fällt, möchten wir in diesem Artikel drei der am besten bewerteten Website-Designtools aus dem Website Builder Category Leaders Report von GetApp (nur in engl. Sprache verfügbar) präsentieren. Der Category Leaders Report stützt sich auf Endnutzerbewertungen aus fünf zentralen Bereichen: Benutzerfreundlichkeit, Preis-Leistungs-Verhältnis, Funktionalität, Kundensupport und Weiterempfehlungswahrscheinlichkeit. Die Produkte sind in alphabetischer Reihenfolge aufgeführt. Unsere Auswahlkriterien findest du am Ende des Artikels.

3 kostenlose Website-Designtools für 2021

1. Bookmark

Bookmark ist ein Tool zum Erstellen von E-Commerce-Websites, mit dem kleine Unternehmen mithilfe von KI-Technologien eigene Websites und Onlineshops erstellen können. Die Nutzer*innen können Leistungskennzahlen, Website-Traffic, Seitenaufrufe und den geografischen Standort und die Sprache der Besucher*innen einsehen.

Die Drag-and-Drop-Oberfläche von Bookmark bietet einen WYSIWYG-Editor (What you see is what you get), sodass das Design einer Seite schon vor der Veröffentlichung sichtbar ist. Onlineshops und Blogs können mit eigenen Hintergrundbildern, Produkten und Gutscheinen personalisiert werden.

Der KI-gestützte Designassistent AiDA bietet mithilfe von Machine Learning-Algorithmen branchenspezifische Vorschläge zu Website-Elementen und Layouts. Daten und Zahlungstransaktionen können per SSL-Verschlüsselung und HTTPS-Protokoll gesichert werden.

Die über Bookmark erstellten Websites können in verschiedene externe Versandlösungen und Social Media-Plattformen integriert werden. Kundensupport wird über FAQs und per Livechat angeboten.

Preise

  • Die Gratisversion von Bookmark umfasst eine Bookmark-Subdomain, 500 MB Speicherplatz, 1 GB Bandbreite, Cloud-Hosting, SSL-Sicherheit, einen Blog und responsives Website-Design für Mobilgeräte.
  • Die kostenpflichtigen Versionen stehen ab 14,99 $/Monat zur Verfügung (11,99 $ bei jährlicher Zahlung).
Bearbeiten des Website-Stils in Bookmark
Bearbeiten des Website-Stils in Bookmark (Quelle)

2. IM Creator

IM Creator macht es leicht, responsive Websites zu erstellen und zu bearbeiten. Auch für skalierbare E-Commerce-Websites ist das Tool geeignet. Ein Alleinstellungsmerkmal von IM Creator ist die White-Label-Option: Unternehmen können die digitalen Services erwerben und ihren Kund*innen unter ihrem eigenen Markennamen anbieten, beispielsweise um selbst Website-Building-Dienstleistungen anzubieten.

IM Creator ist SEO-freundlich und entspricht den Webstandards. Die erstellten Websites sehen auf verschiedenen Betriebssystemen sowie auf Tablets, Mobilgeräten und in den meisten Browsern sehr gut aus.

Preise

  • Die Gratisversion von IM Creator umfasst eine URL in der Form imxprs.com/free/nutzername, bis zu 50 MB Hosting, Zugriff auf die gesamte Vorlagenbibliothek und grundlegenden Support.
  • Upgrades sind ab 8 $/Monat möglich.
Vorlagen in IM Creator
Vorlagen in IM Creator (Quelle)

3. Weebly

Weebly dient der Erstellung von E-Commerce-Websites für kleine und mittelgroße Unternehmen. Es ermöglicht das Bestandsmanagement und die Verwaltung von Websites und mobilen Apps. Das System bietet zwei Bereitstellungsoptionen: cloudbasiert (Hosting der Software durch Drittanbieter in der Cloud) und On-Premises (Hosting der Software auf deinen eigenen Servern).

Weebly bietet Webhosting und Onlineshop-Management. Nutzer*innen können mithilfe von Standardvorlagen und Drag-and-Drop-Funktionen responsive Websites für ihr Unternehmen erstellen. Dank der Funktionen zur Warenkorbverwaltung können Warenkörbe und Bezahlseiten zu den Websites hinzugefügt werden. Außerdem können Produkt- und Kategorieseiten mit Such- und Filterfunktionen erstellt werden, damit Käufer*innen schneller finden, was sie suchen.

Weebly bietet einen Online-Support, FAQs und Video-Tutorials.

Preise

  • Die Gratisversion von Weebly umfasst SSL-Sicherheit, 500 MB Speicherplatz und eine Domain mit Weebly-Branding.
  • Die kostenpflichtigen Optionen sind ab 5 € monatlich verfügbar.
Website-Editor auf Weebly
Website-Editor auf Weebly (Quelle)

Eine eigene Website muss nicht kompliziert sein

Das Erstellen einer eigenen professionellen Website wirkt auf den ersten Blick mühsam und zeitaufwendig, doch mit den richtigen Tools kommen kleine Unternehmen dabei schnell voran.

Jetzt kommt es nur noch darauf an, sich für die richtige Software zu entscheiden.

Möchtest du 2021 deine Website auffrischen? Dann wirf einen Blick auf unser Website-Designtools Verzeichnis, um weitere Produkte zu entdecken.

Methodik

Die hier aufgeführten Produkte gehören zu den GetApp Category Leaders for Website Building im Jahr 2020. Category Leaders-Produkte, die keine Gratisversion bieten, wurden nicht berücksichtigt.

Außerdem mussten die Produkte unserer Definition von Website-Designtools entsprechen: Es handelt sich um Software, die es mit Webdesign-Tools, Domain-Hosting und Code-Optionen möglich macht, schnell eine eigene Website gestalten. Die Software kann außerdem Widgets für soziale Netzwerke, Integrationen sowie Kreditkartenverarbeitungs- und Multimediafunktionen umfassen. Einige der Anwendungen bieten integrierte SEO-Tools, um das Suchmaschinen-Ranking der Website zu verbessern. Weitere mit diesem Bereich zusammenhängende Anwendungen finden sich in den Kategorien für Content Management-Software und Landing Page-Software. 

Demand for cybersecurity skills on the rise in Australia since the COVID-19 outbreak

focus on software implementation

The COVID-19 pandemic has changed the way organisations prioritise their goals and agendas, with digital acceleration now at the forefront for Australian businesses. A recent study found a shared belief that technological factors will be the most important force impacting companies over the next two to three years. This trend is set to sit at the heart of C-suite strategies for Australian organisations in 2021, as business leaders aim to protect and grow bottom lines in an increasingly dynamic commercial environment.

We surveyed over 400 Australian leaders of SMEs to better understand how their investments in new technologies have impacted operations and overall performance.

The results show that Aussie businesses plan to continue investing into bolstering their digital infrastructure after increasingly seeing benefits from new software such as collaboration and online communication software.

focus on software implementation

39% of businesses purchased online meeting software since the pandemic

SMEs in Australia have increasingly turned to technology to resist the impacts of the pandemic, and for the right reasons.

The result of the survey shows that online meeting tools are the most purchased solution since the COVID-19 crisis began, with 39% of Australian organisations investing in them to use on either a temporary or permanent basis.

The next most common purchases were eCommerce and endpoint protection software products, both of which were deployed by a third of businesses (33% each). This is in line with the current trend of businesses increasingly engaging customers virtually.

software australian businesses purchased or considered during pandemic

73% of Aussie businesses have seen positive impacts from their software investments

To aid transition to a post-pandemic economy, last year the Morrison government pledged AUD$800 million to encourage Australian businesses to use new technologies and move them towards online platforms.

This support from the government, coupled with an Aussie commercial sector highly motivated to invest in digital infrastructure, resulted in tangible benefits that helped businesses to withstand the impacts of the pandemic. 27% of businesses report that software purchases led to a “very positive” effect on their ability to survive COVID-19, while 46% state the impact had been “somewhat positive”.

When asked about what the most positive impact of new software had been, almost half of the respondents (49%) stated the ability to work remotely had delivered the biggest business benefits.

positive impacts of software implementation

Beyond helping companies adapt to the coronavirus crisis, the overall satisfaction levels with software purchases is also high. 38% of respondents state that they are very satisfied with their software investments and 53% say that they are somewhat satisfied. Only 9% of organisations expressed dissatisfaction with their software investments in the last year.

Sales and promotion are the focus areas for digitisation in 2021

Most organisations intend to replace software as it is unable to meet their current needs (34%). The next most common reason for replacement is a lack of agility preventing it from supporting evolving business models (25%). 32% of organisations plan to eliminate old software for the same reason, while 7% of respondents will eliminate at least one software programme due to financial constraints.

While most businesses are happy with their digital infrastructure investments, a considerable number believe they need to replace or eliminate at least one software programme in the year ahead.

tools to be replaced or eliminated

When it comes to the specific areas of the business where organisations plan to invest in digitisation, the list is diverse with most keen to modernise their sales and promotion efforts (66%).

The top areas where Australian businessesplan to invest the most in digitisation in 2021:

  • Sales & promotion (66%)
  • Poduction/service delivery (50%)
  • Backend adminstration (49%)
  • Logistics and supply chain support (47%)
  • Collaboration and communication (43%)
  • Data mining and analytics (42%)

COVID-19 brought the spotlight back on cybersecurity skills

The acceleration in technology transformation during 2020 coincided with a significant increase in cybersecurity crimes targeting organisations’ digital infrastructure. According to Australian Cyber Security Centre’s (ACSC) Annual Cyber Threat Report, a cybercrime is reported every 10 minutes in Australia today.

To help address this challenge and protect Australia from growing cyber-attacks, the federal government announced it will invest AUD $1.35 billion into cybersecurity over the next ten years as part of a new program called the Cyber Enhanced Situational Awareness and Response (CESAR) package.

But for businesses an ongoing focus on cybersecurity optimisation is essential to mitigate the threats.

While the investment into new endpoint protection solutions is positive, the survey results points to further challenges. For example, there is an imminent need for more professionals with cybersecurity skills. 35% of respondents claim cybersecurity skills will be the most in demand skillset over the next six months.

Australian companies are seeing value in emerging technologies

Emerging technologies and new ways of working can play a significant role in the transition to a more digital economy.

Today, new and emerging technologies are helping Australian organisations build customer, employee and stakeholder trust, keep remote workforces connected, increase business resilience and build a strong foundation for future product and service innovation.

The results of the survey show that Aussie businesses see maximum value in emerging technologies like big data analytics (48%), cloud-based storage (46%), and Artificial Intelligence (AI) and machine learning (40%).

emerging technologies that interest most australian smes

The COVID-19 pandemic has reinforced the importance of driving business transformation using technology as an enabler. Emerging technologies will be essential in helping organisations recover from the initial impacts of the pandemic, better protect themselves from growing threats and set a strong foundation for the future.

Looking to optimise your digital transformation strategy? Check out our catalogue.

Survey methodology

Data for this study were collected in December 2020 from an online survey of 493 respondents that live in Australia.

To participate in the survey, respondents had to be:

  • Employed full-time in one of the following roles:
    • Owner, founder or other head of an organisation
    • C-Suite executive e.g., CEO, CIO
    • President of Vice-president
    • Director
    • Manager
  • Working for a company of up to 250 people
  • Working at the organisation during the COVID-19 pandemic

La creciente importancia del software en la nube hace vital tener prácticas de seguridad sobre su uso

Hábitos de seguridad de software en la nube son más importantes que nunca

Hábitos de seguridad de software en la nube son más importantes que nunca

Retos de seguridad en la nube

GetApp ha realizado una encuesta sobre el uso e importancia del software en la nube en las pymes, una tecnología que cada día se implementa más en las organizaciones como muestran los datos del estudio. En el primer artículo, propietarios, directivos y managers indican que esta herramienta mejora los procesos de negocio y que ha resultado muy útil para afrontar los retos surgidos a raíz de la pandemia.

Principales ventajas de software en la nube sobre software de instalación local

  • Se puede acceder a él de manera remota desde distintos dispositivos.
  • La información compartida por el equipo y/o clientes se encuentra actualizada en tiempo real.
  • Permite que el negocio pueda operar a distancia.

A pesar de los beneficios que conlleva, esta tecnología también supone nuevos desafíos, como la seguridad. Por ejemplo, los participantes del estudio señalan que una preocupación es que este tipo de software tiene más probabilidad de ser atacado por hackers

En este segundo reporte del estudio, se analizan los hábitos de las pymes en la seguridad de software en la nube. Ve al final del artículo para leer la metodología completa de la encuesta.

El software en la nube es considerado más útil en seguridad y TI, el área dónde más han invertido las pymes

Las herramientas en la nube cubren distintas necesidades de las organizaciones y su oferta de categorías de productos es muy amplia. Las áreas en las que más utilidad tiene esta tecnología, señaladas en la encuesta, son las siguientes:

Principales áreas donde es útil el software en la nube

Como se puede observar, las empresas consideran esencialmente útiles las plataformas para la seguridad y TI, programas para gestión de proyectos, y herramientas de almacenamiento y transferencia de datos. Estas mismas áreas son en las que más se ha invertido en esta tecnología, antes y después de la crisis causada por el coronavirus.

A su vez, el estudio indica que un 65 % de las empresas que tiene implementada esta tecnología utiliza de 1 a 5 productos en la nube, el 29 % utiliza de 6 a 15 software y el resto más de 15 herramientas. 

Todos estos productos en la nube suponen acceso a información del negocio, ya sea de la organización misma o de sus clientes, confidenciales y no confidenciales. Proteger estos datos debe ser una prioridad ya que siempre están expuestos a distintos riesgos, métodos de robo o ataque de cibercriminales. Es responsabilidad tanto del proveedor como de la empresa el cuidar el acceso y uso correcto de estas plataformas.

Hábitos de seguridad de software en la nube en las pymes

Transferencia de datos mediante encriptación y conocimiento de las herramientas adecuadas para ello

Una de las principales funciones del software en la nube es el almacenamiento y transferencia de datos, por lo tanto es indispensable conocer y utilizar las herramientas correctas para esta actividad, especialmente cuando se gestionan datos privados y confidenciales ya sean personales o corporativos. 

El informe observa los siguientes hábitos en las pymes en cuanto a un intercambio de datos seguro:

Principales hábitos en seguridad de software en la nube

Saber qué plataformas son seguras o no para transferir datos sensibles es esencial. El uso de software de encriptación es el principal método utilizado para proteger los datos que se transfieren. Esta herramienta cifra la información y evita que una persona no autorizada acceda a ella.

No intercambiar información confidencial a través de herramientas que no cifran los datos es el segundo hábito en las pymes. Por ejemplo, el software de colaboración y comunicación basado en la nube es uno de los más utilizados actualmente debido a que los equipos y clientes están trabajando a distancia, pero no siempre tiene la función de encriptar los datos. 

La elección de productos que tengan los servidores en el país es una manera de asegurarse que el proveedor está obligado a cumplir con la legislación nacional sobre el almacenamiento y protección de datos. Un 72 % de los participantes indica que es importante o muy importante que el proveedor de software en la nube tenga oficina en el país dónde se encuentra la empresa. Otra herramienta aconsejable para añadir una capa de seguridad en la conexión entre servidor y ordenadores son las soluciones VPN

La formación de trabajadores sobre transferencia e intercambio de datos seguros es una práctica adoptada por una cuarta parte de los encuestados. Esta estrategia puede reducir riesgos básicos. Existen muchas maneras de formar a los empleados en un software. Actualmente realizarlo a distancia y en directo es la más común:

  • Un 47 % indica que la formación remota en directo corre a cargo de un empleado de la empresa que previamente ha sido formado o ya conocía el funcionamiento del software.
  • Un 38 % dice que la formación remota en directo es facilitada por el proveedor del servicio en la nube.
  • Un 33 % señala que la formación es online a través de tutoriales proporcionados por el proveedor. 

El estudio indica un conocimiento de los distintos factores de seguridad que deben influir en la elección y uso de una herramienta correcta, aun así es conveniente que las organizaciones dediquen más recursos para seguir formando a los empleados y managers y que estos hábitos sean más comunes.

Control de acceso y distintas credenciales para cada empleado

Gestionar el acceso a las herramientas es otra práctica recomendable. No todos los empleados deberían tener permiso a información delicada o a ciertas funciones del software.

El estudio muestra que las pymes realizan el control de acceso de la siguiente forma:

Cómo se gestiona el acceso al software en la nube

Cuatro de cada diez pymes (42 %) administran ellas mismas los accesos a la información o características de la herramienta. Mientras que un 30 % opta por regular los permisos en base a lo que el proveedor propone ya sea por su política de uso o por el coste de plan. Cualquiera de estas dos opciones es una práctica que mantiene un control y agrega una capa de seguridad ya que reduce el riesgo de que alguien no autorizado acceda, manipule, elimine, secuestre o robe los datos.

Por su parte, un 25 % de las organizaciones indica que los trabajadores tienen acceso absoluto. Este es un hábito riesgoso en caso de que se esté almacenando/intercambiando información privada y/o confidencial. Así como también es peligroso el caso de las empresas que no vigilan el acceso (3 %). En ambas situaciones se recomienda que realicen un mayor control y registro de los usuarios a fin de aumentar la seguridad de los datos en el software en la nube.

Las credenciales de acceso es otro factor que se debe controlar lo máximo posible. Es probable que por razones de presupuesto no siempre se pueda tener una credencial de acceso por empleado para cada herramienta, pero es recomendable que sea de esta forma siempre que se pueda.

La encuesta reporta los siguientes hábitos en uso de credenciales en las pymes:

  • En el 69 % de las pymes, cada persona tiene su propia credencial.
  • En el 26 % de las pymes, una misma credencial se comparte por un grupo de personas.
  • En el 5 % de las pymes, una única credencial se comparte por el equipo entero

En cualquiera de las situaciones mencionadas también se aconseja el uso de herramientas de gestión de contraseñas para generar y/o administrar las contraseñas de los distintos productos. 

Conocimiento y uso de computación confidencial
La
computación confidencial encripta los datos mientras están en uso en el software en la nube, no sólo cuando se intercambian. Esta tecnología ya es utilizada por un 19 % de los encuestados, mientras que un 42 % no la utiliza pero conoce el término y le interesa. 

Es más importante que nunca tener hábitos en seguridad de software en la nube

Las herramientas en la nube han demostrado ser muy útiles para operar el negocio a distancia. Las empresas que utilizan esta tecnología las implementan en sus áreas clave: seguridad, gestión de proyectos, finanzas, almacenamiento y transferencia de datos.

La información que se almacena y transfiere por estas plataformas es crítica y por lo tanto debe ser cuidada y protegida al máximo, ya que tiene la misma importancia que la información que se guarda localmente. El utilizar software en la nube supone nuevos riesgos y puertas para los cibercriminales a estos datos.

El estudio indica las prácticas de seguridad más habituales en las pymes que tienen implementado software en la nube:

  • Elección del software adecuado para transferir datos: se distingue entre una herramienta que cifra los datos y otra que no.
  • Elección de proveedor adecuado con sede en el país: se entiende la importancia de cumplir con la legislación vigente sobre protección y uso de datos.
  • Gestión de permisos: se controla que empleado tiene acceso a qué datos y/o a qué funciones del software.

Aun así estos procedimientos deberían incrementar conforme más se utiliza esta tecnología ya que entre más interconectados estén los negocios mayor riesgo supone ser víctima de un ataque. El software en la nube se está convirtiendo en un estándar operativo, como indican los resultados de nuestra encuesta, y por lo tanto debe ser una prioridad que todo su entorno (usuarios, uso, herramientas, servidores, etc.) sea lo más seguro posible.

Infografía hábitos de pymes en seguridad de software en la nube

¿Quieres saber más? Consulta nuestro catálogo de software de seguridad en la nube.

Metodología de la encuesta
Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta online durante diciembre de 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. La encuesta se envió a 1479 propietarios y empleados de pequeñas y medianas empresas, entre los que se seleccionaron 616 para participar. El criterio de selección de los participantes es:
  • Debe ser residente en España.
  • Debe trabajar a jornada completa o parcial en una pequeña o mediana empresa.
  • Debe tener alguno de los siguientes puestos en la empresa:
    • Propietario o CEO
    • Directivo 
    • Gestor de varios departamentos
    • Gestión intermedia 
  • Debe estar involucrado o al tanto del proceso de selección y compra de software en la empresa.
Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria.

Veilig bestanden versturen via internet – 3 eenvoudige oplossingen

Versturen jouw medewerkers gevoelige documenten veilig via internet? Bestanden veilig delen terwijl je vanuit huis werkt, kan een uitdaging zijn. Bekijk drie typen softwareoplossingen waarmee je bedrijfsdata kunt beschermen tegen toegang door onbevoegden.

  1. Bestandsdeling software
  2. Encryptie software
  3. VPN-software

Veilig bestanden versturen via internet

Veilig bestanden versturen

Er is nog nooit zoveel vraag geweest naar tools om data veilig te delen terwijl mensen samenwerken via internet. In de VS zijn grote bedrijven zoals Facebook en Twitter door corona al van plan om ook in de toekomst vanuit huis te blijven werken. In Nederland lijkt deze trend eveneens door te zetten.

Sommige bedrijven zijn er echter nog maar net aan gewend dat hun mensen thuiswerken. Dan is het belangrijk om je cybersecurity te versterken en gevoelige documenten die online gedeeld moeten worden, goed te beschermen. Er is inmiddels een breed scala aan IT-beveiligingsoplossingen op de markt. Kijk daarom eens naar specifieke softwaretypen en de functies die aansluiten bij jouw zakelijke behoeften.

In dit artikel nemen we drie typen software onder de loep waarmee jouw medewerkers vanaf een extern of thuisnetwerk veilig toegang krijgen tot data, en bestanden veilig kunnen delen. Met behulp van deze oplossingen kunnen bedrijven kostbare fouten op het gebied van cybersecurity proactief voorkomen. Veilig bestanden versturen, encryptie en VPN-functionaliteit zijn de drie belangrijkste facetten die we bekijken. Ook geven we aan hoe elk type oplossing de data van jouw bedrijf kan beschermen tegen ongeoorloofde toegang.

Oplossing 1: software voor het delen van bestanden

File-sharing software (bestandsdeling software) biedt tools voor samenwerking waarmee teams snel en veilig informatie kunnen delen. Deze oplossingen zijn erop gericht om alle belanghebbenden vanaf elke locatie en elk device met een internetverbinding veilig toegang te verlenen.

De meeste bevatten features voor documentbeheer, toegangsbeheer en -bevoegdheden, chattools en data-encryptie. Hieronder kijken we naar twee algemene functies in file-sharing software.

Documenten monitoren met activiteitenstromen

Met realtime activiteitenstromen van gedeelde mappen kunnen bedrijven ervoor zorgen dat hun teams documenten op de juiste wijze beheren. Met deze functie kunnen wijzigingen in documenten en nieuwe uploads worden bijgehouden. Managers kunnen aan de hand daarvan proactief verdachte activiteiten opsporen, zoals een onbevoegde gebruiker die onverwachte wijzigingen aanbrengt in een document of bestanden met anderen deelt.

De activiteitenstroom in de afbeelding hieronder houdt bij welke wijzigingen er zijn aangebracht in documenten, door wie en wanneer. Dit is een nuttige functie voor managers die aan het hoofd staan van een groot team van medewerkers die gevoelige documenten moeten delen wanneer ze samenwerken aan projecten.

bestanden veilig delen met bestandsdeling software
Gedeelde documentmappen en realtime activiteitsstroom in Egnyte (bron)

Toegang tot documenten beheren met aangepaste opties voor delen

Veel oplossingen voor bestandsdeling bieden opties zoals aanpasbare bevoegdheden voor mappen, downloadbeperkingen en vervaldata voor toegang. In de afbeelding hieronder zie je opties voor delen en machtigingen, inclusief einddatums.

Bedrijven kunnen hiermee het risico op onbevoegde toegang verkleinen door de toegang tot gegevens proactief te beperken tot bepaalde teams en specifieke tijden. Als iemand bijvoorbeeld voor een onderzoeksproject een week lang toegang moet hebben tot een gevoelig document, kan de eigenaar van het document een vervaldatum instellen voor dat bestand.

toegang tot bestanden bepalen
Bevoegdheden en opties voor het delen van documenten in FileCloud (bron)

Oplossing 2: encryptiesoftware

De tweede oplossing voor het veilig delen van bestanden dat we nader bekijken is encryptiesoftware. Encryptie-oplossingen zijn beveiligingsprogramma’s die ongeoorloofde toegang tot content, bestanden, netwerken of applicaties voorkomen. Deze oplossingen versleutelen, converteren of verbergen data en helpen je bedrijf op die manier om gevoelige gegevens te beschermen terwijl deze via internet door verschillende teams worden gedeeld.

Encryptietools zijn vooral nuttig voor bedrijven die veel gevoelige klantgegevens via het internet delen. Deze tools bieden over het algemeen functies voor compliancebeheer, netwerkbewaking, wachtwoordbeheer en veilige dataopslag. Hieronder gaan we wat dieper in op enkele belangrijke functies.

Documenten beschermen met cybersecurity tools

Veel encryptie-oplossingen beschikken over tools die gegevens monitoren en beschermen terwijl deze online worden gedeeld, bijvoorbeeld via e-mail en documentlezers. In de afbeelding hieronder zie je een platform voor netwerkbescherming met verschillende tools, onder andere voor het volgen van netwerkactiviteit, statistieken van bedreigingen en spam, en het opruimen van malware.

Encryptie-oplossingen zijn dus bedoeld om bedrijven te helpen proactief datalekken te voorkomen en doelgerichte aanvallen te blokkeren.

endpoint security voor veilig bestanden delen online
Ingebouwde beveiligingstools in ESET Endpoint Security (bron)

Inloggegevens geheimhouden met wachtwoordbescherming

Om gevoelige data nog beter te beschermen, kan encryptiesoftware ook functionaliteit bieden voor het beveiligen van inloggegevens, zoals wachtwoorden van klanten. Wachtwoordbescherming is cruciaal, zeker wanneer medewerkers op afstand werken en verschillende netwerken en applicaties gebruiken om te communiceren met andere teams, partners en klanten.

In de afbeelding hieronder zie je verschillende beschermingsopties voor inloggegevens, zoals voor het aanmaken, regelmatig veranderen en resetten van wachtwoorden. Deze opties zijn geschikt voor managed service providers (MSP’s) en IT-teams die support bieden aan klanten of andere teams en daarbij de besturing van hun devices tijdelijk moeten overnemen. Hiermee zorg je ervoor dat wachtwoorden vertrouwelijk blijven en verklein je de cybersecurity-risico’s wanneer technici toegang nodig hebben tot verschillende soorten informatie.

wachtwoordbescherming
Beheer van wachtwoorden en inloggegevens in SolarWinds Passportal (bron)

Oplossing 3: VPN-software

Het laatste type oplossing dat we bekijken is VPN-software (Virtual Private Network). Met deze oplossingen worden versleutelde verbindingen tot stand gebracht waarmee mensen die op afstand werken, veilig toegang krijgen tot bedrijfsnetwerken.

Met VPN-software kunnen bedrijven effectief data beschermen en veilig bestanden versturen. Ze zorgen voor een beveiligde verbinding tussen de apparaten van medewerkers en een webserver, ongeacht de locatie. Deze software biedt over het algemeen functies voor anoniem browsen, dataversleuteling, beveiliging tegen DNS-lekken en een kill switch. De twee VPN-functies hieronder zijn bijzonder nuttig.

Het risico verkleinen met beveiligde netwerktoegang

Bedrijfsdata lopen risico wanneer medewerkers vanuit huis of een openbaar of niet-beveiligd netwerk gevoelige documenten openen en versturen. Door een VPN te implementeren om verbinding te maken met internet, kunnen bedrijven ervoor zorgen dat gegevens veilig via internet worden gedeeld door collega’s.

Naast veilige netwerktoegang bieden VPN-oplossingen vaak ook beveiligingsanalytics, bescherming tegen bedreigingen, multi-factor authenticatie, uitgebreide roamingbescherming en andere cybersecurity-tools. In de afbeelding hieronder zie je een voorbeeld van een VPN-oplossing.

vpn oplossing
Veilige netwerktoegang voor ondernemingen met Cisco AnyConnect op een laptop (bron)

Data beschermen met een kill switch als het VPN uitvalt

Sommige VPN-software heeft een zogenaamde kill switch, een virtuele noodknop. Wanneer een VPN-verbinding plotseling wordt verbroken, kan de kill switch internetverkeer blokkeren totdat er weer een veilige verbinding tot stand is gebracht.

Dit voegt een extra beveiligingslaag toe voor medewerkers die met een VPN werken en die vaak gevoelige informatie via internet moeten verzenden. Beheerders kunnen de werking van de kill switch aan de specifieke behoeften van hun bedrijf aanpassen door voorkeuren in te stellen, zoals in de afbeelding hieronder.

network lock vpn
Voorkeuren voor de kill switch-functie Network Lock van ExpressVPN  (bron)
Bekijk hier verschillende VPN-softwareoplossingen

Volgende stappen voor een sterkere cybersecurity

Thuiswerken was al in opkomst voordat de coronapandemie in volle hevigheid toesloeg. In het afgelopen jaar zagen veel bedrijven over de hele wereld zich echter gedwongen om op die manier te gaan werken, ook bedrijven die hierop nog niet voorbereid waren.

Je hebt nu gezien dat er verschillende typen software zijn die uiteenlopende functies bieden om bedrijfsgegevens te beveiligen terwijl medewerkers documenten delen via internet. Om ongeoorloofde toegang of andere cybersecurity-bedreigingen te voorkomen, moeten bedrijven softwareoplossingen implementeren of blijven gebruiken die aansluiten bij hun specifieke behoeften.

Wil je meer weten? Bekijk dan onze online catalogus met een uitgebreid aanbod aan oplossingen voor bestandsdelingencryptie en VPN.

Online meeting platforms are the most purchased software solution since the start of COVID-19

software solution UK business invested most in

software solution UK business invested most in

Last week, Health Secretary Matt Hancock warned the UK is a “long, long, long way” away from lockdown restrictions being lifted, maintaining pressure on businesses as they continue to adapt to COVID-19.

In 2020, many organisations assumed that pandemic-driven changes to operations would be temporary. However, the ongoing nature of the crisis is bringing home the reality that they may need to be retained in the medium- to long-term, particularly the use of collaboration and communication solutions to enable remote working.

With digital tools playing such a critical role in helping businesses respond to the coronavirus, we asked over 500 SME business leaders about their experiences introducing new technologies throughout the pandemic.

The findings indicate that while most organisations have seen success in driving effective digital transformation, there is still work to be done in 2021 to optimise IT strategies.

43% of businesses purchased online meeting software since the start of the COVID-19 crisis

The analysis of technology investments across eight software categories found that online meeting tools are the most purchased solution since the introduction of social distancing requirements. 43% of organisations have bought products from this category to use on either a temporary or permanent basis.

The next most popular purchase (28%) was website software, possibly a result of brands seeking to improve experiences for an increasingly virtual customer base. The same number of businesses also ramped up efforts to protect their digital assets by investing in endpoint protection software.

Further, over a quarter of respondents confirmed they had bought CRM (28%), project management (28%) or Virtual Private Network (26%) software.

online meeting most purchased software solution

91% of organisations satisfied with the performance of their 2020 software investments

Overall, the UK’s investments in technology appear to have paid off, addressing both the immediate challenge of coronavirus and driving overall satisfaction.

Almost three in four businesses (74%) report that their software purchases have helped them to adapt to the challenges of COVID-19. A quarter state (25%) that new technology has had a very positive impact, while a further 49% say it has been somewhat positive.

When it comes to satisfaction with overall performance, this trend is more pronounced. 39% indicate they are very satisfied with the software they have acquired, while 52% are somewhat satisfied – 91% in total.

Taking a closer look at the specific benefits of technology investments, it appears the solutions purchased have had a broad impact across business operations, helping companies to achieve a wide range of key commercial goals:

main benefits software solutions

Sales and promotion are the top technology priorities for 2021

While most businesses are clearly happy with the results of their investments in digital, many feel more work is required before they can consider their IT fully optimised. Indeed, a significant number believe they need to replace or eliminate at least one software programme in the next 12 months.

31% of organisations intend to replace software due to legacy systems failing to meet business needs. Similarly, almost a quarter (24%) plan to eliminate outdated software as it is incompatible with their evolving business model. 21% plan to replace software for the same reason.

software solutions to be replaced or eliminated

Given the broad range of solutions businesses plan to replace or eliminate, it is unsurprising that the top areas they intend to invest in are similarly diverse. Sales and promotion ranked as the top tech priority for 2021 with 71%, followed by production and service delivery (57%) and logistics and supply chain (45%).

areas to invest in digitisation

Businesses already anticipating the impact of emerging technologies

Whether planning to invest big in technology this year or not, businesses would be well advised to closely monitor digital developments in the coming months. Across both the UK and EU, digital technologies are at the forefront of policy initiatives designed to drive the economic recovery post-pandemic.

From the UK’s National Data Strategy to the European Commission’s Digital Decade, data and technology will be central to efforts to inspire innovation and generate growth. Moreover, it is important to a number of emerging technologies are rapidly maturing and likely to become commercially viable in an increasing array of industries:

most valuable emerging technologies

Next-generation 5G connectivity, for example, combined with Internet of Things (IoT) and Artificial Intelligence (AI), is set to enable a new age of intelligent automation opportunities via edge computing. Meanwhile, advancements in Augmented Reality (AR) and Virtual Reality (VR) are providing compelling new ways to engage with remote audiences.

Many businesses are already thinking about how these innovations could fit into their operations so monitoring developments will be important for keeping up with the competition.

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Survey methodology

Data for this study was collected in December 2020 from an online survey of 541 respondents that live in the UK.

To participate on the survey, respondents had to be:

  • Employed full-time in one of the following roles:
    • Owner, founder or other head of an organisation
    • C-Suite executive e.g. CEO, CIO
    • President of Vice-president
    • Director
    • Manager
  • Working for a company of up to 250 people
  • Working at the organisation during the COVID-19 pandemic

Las pymes indican que el software en la nube ayuda a mejorar los procesos de negocio y afrontar los retos de la pandemia

Estudio: Uso e importancia de software en la nube para las pymes

Estudio: Uso e importancia de software en la nube para las pymes

Incremento de uso e importancia de software en la nube en las pymes

El software en la nube es la alternativa a usar software instalado de forma local en los ordenadores y dispositivos de las empresas. Este tipo de servicio provee herramientas digitales desde internet, a las cuales se pueden acceder desde diferentes dispositivos como un portátil, móvil, tablet u ordenador, lo cual quiere decir que no hace falta estar en un lugar específico para acceder a ellas. Las soluciones en la nube cubren varias categorías, algunas de ellas son software de seguridad, almacenamiento de datos o comunicación.

Desde antes de la pandemia, las organizaciones ya estaban optando por este tipo de servicio en algunas de sus áreas. La llegada de la crisis sanitaria incrementó la implementación de estas herramientas. ¿Cuáles son las ventajas de este tipo de software frente al software de instalación local? ¿De qué forma influyó el coronavirus en la adopción y uso de estas aplicaciones? ¿Mejoran los procesos de negocios gracias a este software? 

GetApp ha realizado una encuesta a 616 propietarios, directivos y managers de pymes que utilizan software en la nube, la finalidad es conocer el impacto y uso que tiene esta tecnología en los negocios y si ha sido útil para enfrentar tanto los retos que surgieron a partir de la pandemia como los desafíos usuales de la empresa. Ve al final del artículo para leer la metodología completa.

Mantenimiento, implementación y accesibilidad son motivos para elegir software en la nube frente al software de instalación local

El software en la nube es parte de la computación en la nube, en la cual existen varios modelos de negocio: SaaS (software como servicio, por sus siglas en inglés), PaaS (Plataforma como servicio, por sus siglas en inglés) e IaaS (Infraestructura como servicio, por sus siglas en inglés). Este es un gran abanico de servicios disponibles en este formato que cubren diferentes necesidades de las organizaciones.

La encuesta señala que la mayoría de las empresas que tiene implementado software en la nube también utiliza software instalado de forma local (78 %), aunque cabe destacar que el porcentaje que usa únicamente herramientas en la nube (22 %) indica que es posible operar un negocio exclusivamente de esta forma.

Los motivos principales por los que las pymes eligen utilizar software en la nube en vez de local son esencialmente operativos (mantenimiento, implementación y responsabilidad del software) y de alcance (acceder a la información desde cualquier sitio por medio de distintos dispositivos).

Importancia y ventajas de software en la nube frente a software instalado localmente

Implementar varios productos en la nube también es una decisión común si ya se ha optado por esta tecnología en el negocio. El 65 % de los encuestados utiliza de 1 a 5 productos, un 19 % utiliza de 6 a 10 herramientas, un 10 % tiene implementado de 10 a 15 software, y el resto usa más de 15 productos en su negocio.

El 89 % de las pymes encuestadas ya había implementado software en la nube antes de la pandemia. Las áreas en que más se había invertido son las siguientes:

  • Seguridad y TI (45 %)
  • Gestión de proyectos (30 %)
  • Almacenamiento e intercambio de datos (30%)
  • Finanzas y contabilidad (28 %)
  • Ventas (26 %)

Esto muestra un uso de esta tecnología en aspectos esenciales de cualquier negocio: vender, llevar las cuentas, gestionar los proyectos, el almacenamiento y seguridad de la información.

La inversión de software en la nube incrementó debido a la pandemia

El 45 % de las organizaciones encuestadas tuvo que adquirir nuevo software en la nube, no planificado, debido a la pandemia. De este segmento que invirtió de manera imprevista, un 25 % lo hizo por primera vez en este tipo de tecnología.

Este gasto inesperado supuso destinar de 1 a 50 % más del presupuesto anual programado para este tipo de software a casi la totalidad de las empresas (90 %) que se vieron en esta situación.

Las áreas en las que se invirtió a raíz de la situación causada por el coronavirus son básicamente las mismas que antes (Seguridad y TI, Gestión de proyectos, Finanzas y contabilidad) pero con dos áreas nuevas que están enfocadas a la comunicación interna y externa.

Áreas en las que se invirtió software en la nube debido a la crisis causada por el coronavirus

Esto señala el valor de las herramientas de colaboración y comunicación, ya sea de forma interna (con el equipo de la empresa) o de forma externa (asistencia y gestión de clientes). Este incremento de inversión y uso en estas categorías observa una necesidad de compensar operativamente la falta de contacto en persona causado por el distanciamiento social y el teletrabajo.

¿Ha valido la pena esta inversión imprevista? El 89 % de los encuestados dice que sí, el software en la nube ha sido útil o muy útil a la hora de afrontar los problemas surgidos a raíz de la pandemia.

El software en la nube ayuda a mejorar los procesos de negocio

El estudio reporta que el software en la nube es útil de forma general, no únicamente en el contexto actual. Casi la totalidad (90 %) de los encuestados cree que los procesos de negocio han mejorado mucho (46 %) o en cierta medida (44 %) desde que se implementó esta tecnología, independientemente de la pandemia.

Importancia de softwre en la nube: mejora los procesos de negocio

Las ventajas más importantes del software en la nube, indicadas en la encuesta, son las siguientes:

  • La capacidad de acceder al software desde diferentes dispositivos: portátiles, móviles, tablets, ordenadores, etc. (59 %)
  • La disponibilidad de los cambios en tiempo real (35 %)
  • La disponibilidad de la información y los documentos, que siempre están al alcance de todo el mundo (33 %)
  • La implementación y la configuración, relativamente rápidas, del software en la nube (32 %)
  • La capacidad de facilitar el funcionamiento de la empresa en remoto (31 %)

La utilidad principal de las herramientas alojadas en la nube es permitir a las empresas operar a distancia. Los empleados pueden acceder, utilizar y modificar los datos desde cualquier dispositivo y cualquier lugar. Estos cambios se actualizan en tiempo real, lo cual optimiza la comunicación y procesos.

A su vez, la rapidez y facilidad de implementar esta tecnología es otra ventaja que sobresale, un 45 % de los encuestados dice que es sencillo este proceso, mientras que un 20 % señala que es muy sencillo.

Aunque utilizar de este software también tiene desventajas, las principales son:

  • La exigencia de contar con internet para poder utilizar el software, no siempre presenta la funcionalidad de poder trabajar sin conexión (47 %)
  • Es más probable que el software sufra ataques de hackers (40%)
  • La dependencia de terceros proveedores (34 %) 
  • Hay menos control sobre cómo se almacenan y controlan los datos, ya que los gestiona el proveedor de software (31 %)
  • Los problemas de cumplimiento con la legislación local, por ejemplo: la protección de datos (27 %)

La implementación de software en la nube ha ganado la confianza de las empresas, es una herramienta muy útil actualmente

El estudio muestra que las pymes que utilizan software en la nube consideran que es favorable para la organización. Casi la totalidad de los encuestados cree que esta tecnología ha mejorado los procesos del negocio, y también señala que ha sido útil para enfrentar los nuevos retos que se crearon a raíz de la pandemia.

El valor de estas herramientas está en que permite a los empleados trabajar de forma remota, con información actualizada en tiempo real, y desde cualquier lugar utilizando distintos dispositivos. Por su parte, las empresas se ahorran tiempo y gastos en equipo y personal ya que es un servicio externo y es el proveedor quién se encarga del mantenimiento, seguridad y tareas operativas del software y los datos.

Las principales áreas en donde se utiliza esta tecnología son áreas clave en cualquier negocio, lo cual indica la importancia que han adquirido para las empresas, así como el nivel de seguridad que hay en ellas a pesar de las preocupaciones y desventajas que esto implica.

El hecho de que casi un cuarto de las pymes que utilizan esta tecnología lo hace exclusivamente con software en la nube, sin software instalado de forma local, también observa una tendencia de los negocios a confiar más en la nube.

La importancia del software en la nube y su utilidad para las empresas, ya sean pymes o grandes, no está en duda. Esto es parte de la forma actual de operar de los negocios y no hay indicadores que muestren que se va a revertir esta tendencia, al contrario, es posible que en unos años sea la forma común de trabajar.

¿Quieres saber más? Visita nuestro catálogo de soluciones de integración en la nube y descubre más productos.
Infografía GetApp - Uso e importancia de software en la nube en las pymes - España

Metodología de la encuesta
Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta online durante diciembre de 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. La encuesta se envió a 1479 propietarios y empleados de pequeñas y medianas empresas, entre los que se seleccionaron 616 para participar. El criterio de selección de los participantes es:
  • Debe ser residente en España.
  • Debe trabajar a jornada completa o parcial en una pequeña o mediana empresa.
  • Debe tener alguno de los siguientes puestos en la empresa:
    • Propietario o CEO
    • Directivo 
    • Gestor de varios departamentos
    • Gestión intermedia 
  • Debe estar involucrado o al tanto del proceso de selección y compra de software en la empresa.
Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 

Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland, die man 2021 im Auge behalten sollte

Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland für 2021

2020 ist zu Ende – Zeit, einen Blick auf das kommende Jahr zu werfen. Aus diesem Grund haben wir für diesen Artikel die Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland ausgewählt, die du 2021 aus unserer Sicht im Auge behalten solltest. Es handelt sich um Unternehmen aus ganz unterschiedlichen Kategorien – vom Projektmanagement über Dokumentenmanagement bis hin zur Zeiterfassung

Nach welchen Kriterien die Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland ausgewählt wurden:

  • Der Hauptsitz des Software-Unternehmens befindet sich in Deutschland.
  • Die Software wurde in Deutschland erstellt.
  • Die Software hat in den vergangenen zwei Jahren mindestens 30 User-Bewertungen auf GetApp erhalten.
  • Auf GetApp hat die Software eine Gesamtbewertung von mehr als vier Sternen.
  • Die Software ist nach 2010 erschienen.
  • In Deutschland ist das Suchvolumen für die Software besonders hoch.

Hier sind sie also (aufgeführt in alphabetischer Reihenfolge):

Unsere Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland für 2021

  1.   AnyDesk
  2.   Circula
  3.   MeisterTask & MindMeister
  4.   MoBerries
  5.   Nextcloud
  6.   Papershift
  7.   Personio
  8. Smoobu
  9. Userlike
  10. Zenkit

Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland für 2021

Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland, die man 2021 im Auge behalten sollte

  1. AnyDesk

  • Unternehmen: AnyDesk Software GmbH
  • Software: AnyDesk
  • Gründung: 2014
  • Sitz: Stuttgart
  • Kategorie: Fernwartung

anydesk

AnyDesk von der AnyDesk Software GmbH ist eine Software für die Fernwartung, mit deren Hilfe Computer auch aus der Ferne gesteuert werden können – unabhängig davon, welches Betriebssystem darauf eingerichtet ist. Nützlich ist das vor allem in Zeiten des Homeoffice. Die Software bietet zusätzlich die Zwei-Faktor-Authentifizierung an. Das Tool kann auch von technisch weniger versierten Nutzern verwendet werden. Für den gelegentlichen Gebrauch ist das Tool kostenlos. 

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  1. Circula

  • Unternehmen: Circula GmbH
  • Software: Circula
  • Gründung: 2017
  • Sitz: Berlin
  • Kategorie: Ausgabenmanagement

Top Software-Unternehmen in Deutschland Circula  

Circula von der Circula GmbH ermöglicht es Unternehmern, ihr Ausgabenmanagement papierlos und regelkonform abzuwickeln. Abrechnungsprozesse für die Mitarbeiterauslagen können mit Hilfe der Software digital implementiert werden. Künstliche Intelligenz, Automatisierung und intelligente Schnittstellen übernehmen die manuelle Prüfung der Mitarbeiterauslagen. Erhältlich ist das Tool sowohl als Mobil- als auch als Webanwendung. Beide Versionen wurden für europäische Steuerstandards entwickelt. 

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  1. MeisterTask 

  • Unternehmen: MeisterLabs GmbH
  • Software: MeisterTask
  • Gründung: 2015
  • Sitz: Vaterstetten
  • Kategorie: Aufgabenmanagement 

Meistertask

MeisterTask von der MeisterLabs GmbH ist eine Software für das Aufgabenmanagement, die es Teams rund um den Globus ermöglichen soll, Aufgaben in einer benutzerfreundlichen Anwendung zu verwalten und zu organisieren. Ob Kanban-System, Software-Sprints oder Projekt-Anzeigetafeln: MeisterTask bietet Platz für verschiedene Arten von Workflows. Weiterhin lassen sich Tools wie Slack oder Zendesk in die Software integrieren.

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  1. MoBerries

  • Unternehmen: MoBerries GmbH
  • Software: MoBerries
  • Gründung: 2015
  • Sitz: Berlin
  • Kategorie: Recruiting

Dashboard von MoBerries

MoBerries von der MoBerries GmbH ist eine Software für die Bewerberakquise, die Unternehmen auf Grundlage datengetriebener Methoden beim Recruiting-Prozess unterstützt. Nutzer erhalten automatisch vorgefilterte Bewerberinnen und Bewerber, um ihnen auf diese Art und Weise beim Aussieben relevanter Kandidaten zu helfen – und das über alle Kanäle einschließlich Jobbörsen, Talentnetzwerke und Personalagenturen. Anhand von Feedback-Daten können User zudem herausfinden, warum sich ihre Zielkandidaten nicht für ihre offenen Positionen bewerben. Auch Vergleiche der eigenen Leistung mit den Industriestandards sind möglich. 

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  1. Nextcloud

  • Unternehmen: Nextcloud GmbH
  • Software: Nextcloud
  • Gründung: 2016
  • Sitz: Stuttgart
  • Kategorie: Dokumentenmanagement

nextcloud

Nextcloud von der Nextcloud GmbH ermöglicht Nutzern den Zugriff auf gemeinsame Dateien, Kontakte, Kalender und Nachrichten. Auch das Teilen des eigenen Bildschirms, so zum Beispiel im Rahmen von Videokonferenzen, ist möglich. Die Kollaborations-Plattform bietet weiterhin Verschlüsselung, einen sicheren Dateiaustausch und Dateiversionierung. Daten werden auf eigenen Servern gespeichert. Nextcloud kann ohne Zusatzkosten installiert werden.

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  1. Papershift

  • Unternehmen: Papershift GmbH
  • Software: Papershift
  • Gründung: 2014
  • Sitz: Karlsruhe
  • Kategorie: Schichtplanung

papershift

Papershift von der Papershift GmbH ist eine Software für die Schichtplanung, die es Unternehmern ermöglicht, Dienst- und Schichtpläne ihrer Mitarbeiter zu planen und zu automatisieren. Auch die Arbeitszeiterfassung lässt sich mit dem Tool lösen. Dabei können User aus verschiedenen Methoden der Zeiterfassung wählen, um die Stundenkonten ihrer Mitarbeiter im Blick zu haben.

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  1. Personio

  • Unternehmen: Personio GmbH
  • Software: Personio
  • Gründung: 2015
  • Sitz: München
  • Kategorie: Personalverwaltung

Top 10 Software-Unternehmen in Deutschland Personio

Personio bietet seinen Nutzern Recruiting, Personalverwaltung und Lohnabrechnung. Die All-in-One-Lösung zielt darauf ab, zeitaufwendige Routineaufgaben schneller erledigbar zu machen – sei es nun die Verwaltung, das Recruiting oder die Gehaltsabrechnung. Alle Mitarbeiterdaten werden zentral verwaltet, so dass Nutzer sich einen Überblick verschaffen können. So gewinnen sie mehr Zeit für wertschöpfende HR-Aufgaben.

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  1. Smoobu

Dashboard von smoobuSmoobu von der Smoobu GmbH ist eine Software für die Ferienunterkünfte-Verwaltung, die sicherstellen soll, dass alle Buchungen und Verfügbarkeiten automatisch über alle Buchungsportale synchronisiert werden. Dadurch sollen Usern Arbeit und Probleme mit Doppelbuchungen zukünftig erspart bleiben. Im Cockpit finden sich relevante Kennzahlen und wichtigen Informationen – einschließlich der Buchungen in den angeschlossenen Portalen. Zudem haben Vermieter mit dem integrierten Websitebaukasten die Möglichkeit, eine eigene Buchungswebsite zu erstellen, über die sie zusätzliche Direktbuchungen generieren können.

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  1. Userlike

  • Unternehmen: Userlike UG
  • Software: Userlike
  • Gründung: 2012
  • Sitz: Köln
  • Kategorie: Live Chat

userlike

Die Live-Chat-Software Userlike von der Userlike UG hilft Unternehmern dabei, Kunden über Messaging-Kanäle zu gewinnen und zu betreuen. Die Software kombiniert webbasierten Chat mit mobiler Nachrichtenübermittlung. Ob Telegram, Facebook Messenger oder WhatsApp: Über Userlike lassen sich zahlreiche Kanäle abdecken. Zudem ist die Kommunikationslösung vollständig DSGVO-konform. 

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  1. Zenkit

  • Unternehmen: Axonic Informationssysteme GmbH
  • Software: Zenkit
  • Gründung: 2016
  • Sitz: Karlsruhe
  • Kategorie: Projektmanagement

Zenkit

Zenkit von der Axonic Informationssysteme GmbH ist eine Software für das Projektmanagement, die eine Vielzahl von Funktionen bietet. Jede Aufgabe lässt sich dabei ganz individuell angehen: User können Daten so aufbereiten, wie sie es benötigen. Auch in größeren Teams kann mit Zenkit produktiv gearbeitet werden: In einem Dashboard lassen sich gemeinsame Ergebnisse  projektübergreifend aufrufen, um die erzielten Fortschritte im Blick zu behalten. So kann die Zusammenarbeit im Team verbessert werden. 

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Methodik der Anbieterauswahl:

  • Der Hauptsitz des Software-Unternehmens befindet sich in Deutschland.
  • Die Software wurde in Deutschland erstellt.
  • Die Software hat in den vergangenen zwei Jahren mindestens 30 User-Bewertungen auf GetApp erhalten.
  • Auf GetApp hat die Software eine Gesamtbewertung von mehr als vier Sternen.
  • Die Software ist nach 2010 erschienen.
  • In Deutschland ist das Suchvolumen für die Software besonders hoch.