Empresas no pós-pandemia: dicas para PMEs atuarem no digital

empresas no pós pandemia

As empresas no pós-pandemia terão de se acostumar a um ambiente de negócios mais competitivo e incerto. Reunimos dicas para ajudar os pequenos empreendedores nesse momento. 

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Nos últimos tempos, um argumento esteve presente em diversas ocasiões: “estamos vivendo uma crise sem precedentes”. O impacto da Covid-19 pode ser visto em todos os setores e parece estar longe de acabar.

Exemplo disso é um levantamento recente realizado pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV. A pesquisa identificou que 42% das empresas brasileiras talvez só voltem à situação anterior à crise a partir de 2021, sendo que outras 10% nem visualizam retornar à normalidade. Não é exagero quem diz que essa é a pior crise da nossa geração.

No entanto, há alguns movimentos positivos se desenrolando. Uma pesquisa recente do Capterra mostrou que, após a explosão da pandemia no Brasil, 72% das PMEs entrevistadas passaram a oferecer produtos e serviços online. Uma transformação digital bastante rápida e promissora para um segmento em que quase metade das empresas nem sequer tinham planos de gestão de continuidade de negócios antes da COVID-19, segundo outra pesquisa.

Com o fim de uma primeira fase da crise, os empreendedores podem pensar estratégias mais claras para suas empresas no pós-pandemia. Reunimos algumas delas neste texto.

Atrair e reter clientes em um mundo em transição

“Os pequenos empreendedores terão alguns desafios para vender, como o aumento da concorrência e possíveis guerras de preços”, afirma Luis Coelho, sócio-fundador da Empreende Aí, que capacita empreendedores de territórios populares a terem seus próprios negócios. Segundo ele, há duas importantes ações a serem tomadas:

1. Manter-se muito próximo do cliente, oferecendo novidades, promoções e vantagens com parceiros (falaremos do tema adiante).

2. Buscar novos clientes, o que inclui utilizar as redes sociais e entender as dinâmicas de vender online. 

“Separe pelo menos 70% do seu tempo para vender e buscar novos clientes, afinal, é isso que mantém o seu negócio funcionando”, explica. 

Outra dica importante é observar as tendências da sua área de atuação. Se antes as empresas observavam aos poucos as mudanças de consumo do seu público, a pandemia veio para comprovar que, dependendo do contexto, os novos hábitos surgem em pouquíssimos dias. E aí não tem jeito, é preciso se adaptar e, ao mesmo tempo, ser criativo para atrair e reter clientes.

Uma maneira de acompanhar mudanças de comportamento é analisar dados gerados pela sua empresa. Desde os canais de atendimento ao consumidor até os dados de compras realizadas anteriormente: tudo pode ser insumo para você tomar decisões e pensar em novas estratégias.

Durante o período de confinamento as pessoas saíam menos de casa. Nesse contexto, uma loja de roupas pode identificar se os consumidores estão investindo mais em roupas confortáveis. Se sim, é necessário lançar mais produtos deste estilo.

Já no caso de um restaurante, as pessoas provavelmente vão deixar de consumir fora de casa, mas talvez não tenham tempo para cozinhar. Por que não pensar em kits de comida que o cliente possa congelar e usufruir ao longo da semana? Ambos são exemplos de tendências que podem ser identificadas com dados da sua própria empresa.

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Pensar em descontos como estratégia

Estratégias promocionais são importantes por vários motivos: ajudam um produto a girar, fidelizam clientes e geram uma receita extra. Para colocá-las em prática, o ideal é ter um bom conhecimento do estoque e avaliar quais mercadorias podem ser colocados à venda com uma condição especial.

No geral, um bom momento para pensar em estratégias promocionais são datas sazonais, como Black Friday, Natal, Dia das Mães, Volta às Aulas, já que são períodos que as pessoas estão mais suscetíveis a gastar, mesmo que estejam em momentos de pura economia.

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Manter as finanças em dia

Cuidar da área financeira nunca foi tão importante. Aqui surge a necessidade de fazer um bom levantamento de contas a pagar e a receber para visualizar um futuro sem sufoco. Planejar-se permitirá que você tome ações preventivas e não reativas.

Quando se trata de contas a pagar, classifique os seus fornecedores por importância e identifique aqueles que você poderá negociar um período de carência, caso necessite. Nas contas a receber, busque saber quais os procedimentos para o caso de você ter de antecipar recebíveis, o que é extremamente útil em momentos de crise.

Há ocasiões que a situação financeira desanda de vez e as empresas acabam tendo de recorrer ao crédito. Por ser um compromisso de longo prazo, antes de decidir por ele, veja se há como remodelar o negócio, enxugando custos e gerando receita extra. Se for inevitável, é importante avaliar os seguintes pontos antes de assumir um crédito: 

  • Taxa de juros
  • Quantidade de parcelas
  • Prazo de carência
  • Valor da parcela

É comum que PMEs não tenham uma movimentação financeira significativa e uma demonstração contábil que dê a garantia para o banco. Por isso, vale a pena buscar todas as opções disponíveis de crédito, tanto nos bancos privados quanto nos bancos públicos. As fintechs também são uma opção.

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Melhorar a presença online

Uma vez no digital, o primeiro passo é trabalhar informações que transmitam confiança ao usuário. Por exemplo, colocar dados de contato no topo da sua página, como e-mail ou número de WhatsApp, é obrigatório. No contexto atual, também faz diferença se você inserir informações de segurança, como “sem contato na entrega”, “produto higienizado” e “devolução em X dias”.

Outra maneira de fazer a sua empresa ser relevante no online é criar uma página dedicada exclusivamente a dúvidas frequentes, o famoso FAQ. Reúna as principais questões dos seus clientes e forneça as respostas para elas.

Além do FAQ, outra prática que aumenta a chance de conquistar a compra são as avaliações. Os consumidores levam a sério a experiência de outros e isso pode influenciar na conclusão da compra. Sempre que o cliente finalizar a jornada com a sua empresa, envie comunicados convidando-o a deixar uma resenha. Você pode inclusive utilizar softwares de gestão de reviews e avaliação online para ajudar na tarefa.

Quando se trata do digital, é importante ter em mente que as pessoas respondem mais rápido ao visual, já que não podem tocar o produto. Por isso é importante que você use imagens que mostrem a mercadoria sob diferentes perspectivas. O ideal é usar fotos em alta qualidade, utilizando um editor de imagens para melhorá-las.

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Pensar em estratégias de marketing

Estratégia de marketing no digital quer dizer que você vai ter que criar perfis em redes sociais para sua marca. No entanto, não significa que você terá de estar em todas elas. Busque aquelas em que seu público está ativo. Se você vende roupas para bebê, não faz muito sentido focar no LinkedIn.

Sempre mantenha a conta atualizada com conteúdo relevante. Uma maneira de facilitar a gestão é usar plataformas de gerenciamento de redes sociais para que você automatize a publicação de conteúdos. Se optar por manter um blog, trabalhe palavras-chave presentes no seu nicho, identificando-as através de ferramentas de SEO.

Uma das grandes dores de cabeça das empresas que estão no digital é o abandono de carrinho. É comum que os clientes desistam da compra na última etapa. O lado positivo é que é possível para reverter a situação por meio de e-mails automáticos incentivando o cliente a concretizar sua compra.

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Lidar com o capital humano da sua empresa

O cuidado com o capital humano nunca esteve tão no centro das relações corporativas, assim como a necessidade de comunicação, justamente em um momento que trabalhamos remotamente.

“Com crise ou sem crise, a comunicação continua sendo o maior desafio humano”, explica Fernanda Leite, mentora e designer organizacional. Segundo ela, os problemas na comunicação impactam nos resultados, nas relações, na imagem e no clima da empresa.

Para manter a comunicação ativa com o funcionário, mesmo que remotamente, é necessário investir em ferramentas de videoconferência que funcionem corretamente e sem limitações.

Entretanto, esta não é a única transformação digital reservada ao RH que ajuda a melhorar o trabalho remoto. Há opções de plataformas que auxiliam diferentes tarefas do setor, como seleção e recrutamento, onboarding e gestão de desempenho. São itens fundamentais para a gestão de equipes remotas.

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Wat is low code? Snel applicaties bouwen gericht op functionaliteit

Wat is low code?

Een sterk stijgende vraag naar applicatiesoftware en een tekort aan IT-ontwikkelaars maken dat low code applicatie platformen voor veel bedrijven een oplossing bieden. Maar wat is low code precies? Dankzij deze platformen kunnen ontwikkelaars in rap tempo software-applicaties bouwen en blijven ontwikkelkosten tot een minimum beperkt. Met de grafische interface van een no code platform kun je ook zelf eenvoudige applicaties bouwen.

Gartner voorspelt dat in 2024 low-code applicatie-ontwikkeling verantwoordelijk zal zijn voor meer dan 65% van de applicatie-ontwikkelactiviteit (document beschikbaar voor klanten).

Wat is low code?

Wat is low code?

Een low code applicatieplatform (LCAP) automatiseert het ontwikkelproces. De ontwikkelaar concentreert zich op de kern van de zaak: de gewenste functionaliteit. Er wordt geprogrammeerd via een grafische interface en niet door code te typen, alhoewel dit laatste wel mogelijk blijft.

Gartner omschrijft een LCAP als volgt: “Een low code applicatieplatform maakt snelle ontwikkeling en implementatie van software-applicaties mogelijk met behulp van low code en no code technieken, zoals het beschrijvend modelgestuurd ontwerpen en ontwikkelen van applicaties, gevolgd door een eenvoudige “druk op de knop” implementatie.”

Een LCAP creëert metadata, waaruit tijdens runtime de onderliggende serverinfrastructuur wordt afgeleid. Veel lowcode platformen staan tevens procedurele programma-extensies toe. Een LCAP bestaat uit en ondersteunt:

  • Gebruikersinterfaces via responsieve webapplicaties en mobiele apps.
  • Een ingebouwde database.
  • Het modelleren en orkestreren van bedrijfsprocessen en beslissingen of regels.
  • Implementatie van applicaties met één druk op de knop.

Low code versus no code

Bij low code ligt de nadruk op het vereenvoudigen van het ontwikkelen van een applicatie. Het bouwen, testen, monitoren, integreren en opleveren (DevOp) zijn geautomatiseerd en gebeuren op de achtergrond. Hoewel de ontwikkelaar nog wel de mogelijkheid heeft om handmatig te programmeren, wordt de applicatie gebouwd met behulp van een grafische interface. Het resultaat is een korte oplevertijd van de applicatie. Met een LCAP blijft het mogelijk om complexe applicaties te bouwen, iets wat met een no code platform niet mogelijk is.

Een no code platform is voor het bouwen van eenvoudige applicaties met een beperkte functionaliteit. Er wordt gebouwd met blokjes, waarachter de programma-code schuilgaat. Het is als een soort Lego. Dit geeft natuurlijk enkele beperkingen, No code is vooral geschikt voor “key users” of “citizens” die gebruikmaken van Excel of Acces om missende functionaliteiten in het dagelijks werk te compenseren.

low code versus no code

Voordelen van low code

  • Door het automatiseren van het DevOps proces, wordt de ontwikkelings- en oplevertijd voor nieuwe applicaties sterk teruggebracht. In een tijd waarin er een tekort is aan IT-ontwikkelaars, is dit natuurlijk een sterk pluspunt.
  • Applicaties ontwikkeld op maat van de onderneming komen met de LCAP’s ook binnen bereik van de kleinere onderneming.
  • Zelf ontwikkelde applicaties zijn jouw eigendom.
  • Flexibel en snel inspelen op veranderingen wordt mogelijk, doordat voor kleine aanpassingen van applicaties niet altijd meer een programmeur nodig is. Dankzij de grafische interface kunnen deze door de eigen IT-afdeling of citizens worden gerealiseerd.
  • Verbetering van de gebruikers ervaring, mede door de mogelijkheid dat gebruikers zelf eenvoudige applicaties voor een ontbrekende functionaliteit of rapportage bouwen. Hiermee wordt een onbeheersbare “schaduw IT” voorkomen. De low code of no code applicaties zijn geïntegreerd in de bedrijfssoftware en is dus voor de IT-afdeling beter beheersbaar.
  • Aan de hand van role-based acces, heeft een IT-afdeling een centraal overzicht in de autorisaties van de gebruikers. Het aanpassen van autorisaties is slecht een kwestie van een nieuwe gebruikersrol toekennen of blokkeren bij een gebruiker.

3 soorten low code platformen

Niche platformen richten zich op een specifieke behoefte of bedrijfsproces, bijvoorbeeld Customer Relations Management (CRM) of Business Process Management (BPM). Deze applicaties moeten wel geïntegreerd worden met bestaande software architectuur in de onderneming, wat niet altijd eenvoudig is.

De tegenhangers van de nichespelers zijn de platformen welke geschikt zijn om alle typen applicaties te ontwikkelen. Vaak zijn er voor deze platformen API’s beschikbaar, zodat de applicaties gemakkelijk kunnen integreren met reeds bestaande software in de onderneming.

Tot slot zijn er nog platformen die zich specifiek richten op software-applicaties voor een speciale leverancier. Microsoft met Microsoft PowerApps, Google met Google App Maker en Oracle met Oracle Application Express (APEX) zijn hier voorbeelden van.

Hoe kies je het juiste low code platform?

Het begint allemaal met de vraag waarom je op zoek bent naar een low code platform, welke problemen denk je op te lossen?

  • Zoek je low code of no code?
  • Ben je opzoek naar één applicatie, of wil je alle bedrijfsprocessen onderbrengen op een LCAP?
  • Zoek je nieuwe functionaliteiten of uitbreiding van functionaliteit?
  • Zoek je applicaties geschikt voor desktop, mobiel of beide?
  • In de cloud van de leverancier (public of private), eigen cloud of toch liever on premise?

Wanneer je duidelijk voor ogen hebt wat je zoekt, kun je verschillende low code platformen gaan vergelijken. Het lezen van reviews van gebruikers kan zeer nuttig blijken in dit proces.

Op Capterra staan meer dan een miljoen reviews over softwareproducten, waaronder ook veel reviews van gebruikers van low code development software en no-code software. Het lezen van deze reviews helpt je om de juiste keuze te maken.

Voorbeelden van low code toepassingen

Oorspronkelijk werd low-code applicatie ontwikkeling gebruikt voor IT-personeel binnen een onderneming (B2E). Het is dan ook uitermate geschikt om bijvoorbeeld op maat gemaakte online databases te creëren voor het stroomlijnen van bedrijfsactiviteiten. Denk bijvoorbeeld aan verschillende doeleinden als lead management, project management, facturatie of klantgegevens. Gebruikers kunnen de database van scratch opbouwen of gebruik maken van sjablonen zonder programmering die de ontwikkeling vereenvoudigen.

database bouwen Teamdesk
Het bouwen van een leads management database vanuit een sjabloon van Teamdesk (bron)

Low code platformen kunnen ook toepassingen van verschillende afdelingen, zoals CRM, ERP, HR, boekhouding, verkoop en PM integreren met behulp van API’s. De software kan zo stap voor stap met de onderneming meegroeien.

applicatie bouwen zonder programmeren met Ninox
Eigen zakelijke toepassingen creëren met het low code platform Ninox (bron)

De positieve gebruikerservaring en schaalbare licentiemodellen hebben er echter toe geleid dat low-code nu ook wordt ingezet voor B2B en B2C applicaties. Denk bijvoorbeeld aan low code development software voor SaaS- en app-ontwikkelaars die hun gebruikers een geïntegreerde automatiserings- en integratiedienst willen aanbieden.

integraties bouwen met low code platform Cyclr
Connectors van Cycrl – Software waarmee app-ontwikkelaars hun klanten integratie-oplossingen kunnen bieden (bron)

Het verbeteren van de customer experience is een ander voorbeeld van een B2B of B2C toepassing. Mobiele applicaties gebouwd voor klanten, waarmee zij bijvoorbeeld inzicht in de status van de orders krijgen, of in de beschikbare voorraad.

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* De in dit artikel genoemde toepassingen zijn voorbeelden om een functie in de context te tonen en zijn niet bedoeld als goedkeuringen of aanbevelingen. Ze zijn verkregen uit bronnen die ten tijde van de publicatie betrouwbaar werden geacht.

 

Proptech: descubra a revolução no setor imobiliário

proptech

proptech

Há alguns anos, se pretendíamos comprar ou alugar uma casa, recorríamos aos classificados dos jornais, marcávamos os imóveis que nos interessavam e depois contatávamos por telefone o proprietário ou a agência imobiliária. Tudo isso mudou radicalmente desde que a proptech entrou no mercado imobiliário. Mas o que é proptech?

O que é proptech?

Proptech vem do inglês property technology e define-se como o conjunto de tecnologias inovadoras utilizadas no setor imobiliário, incluindo aquelas relacionadas a finanças, realidade virtual, automação residencial, big data, entre outras.

Neste artigo você vai saber mais sobre o que é a proptech e o que ela oferece, bem como as vantagens de utilizar este tipo de serviço.

Proptech em números

De acordo com pesquisa lançada em março pelo hub de inovação Distrito, o número de empresas do tipo atuando no Brasil aumentou 55% entre 2016 e 2020

Ainda segundo a Distrito, mais de US$ 800 milhões (cerca de R$ 4,2 bilhões) foram investidos em proptechs desde 2011, a grande maioria em três empresas, dado que ilustra que há ainda muito espaço para o crescimento desse mercado no país, com a diversificação de players e áreas de atuação. 

Quais ferramentas a proptech oferece?

Agora que já falamos sobre o que é proptech e sua abrangência, listaremos alguns exemplos práticos de uso.

Plataformas marketplace e ponto a ponto

Certamente você conhece e usa portais para a busca de imóveis. Esses sites, conhecidos como marketplaces, estão implementando cada vez mais a proptech para facilitar as relações comerciais entre locatários, proprietários e imobiliárias, permitindo, por exemplo, o envio de mensagens da própria plataforma e a realização de reservas ou visitas virtuais às propriedades.

Já as plataformas ponto a ponto (do inglês pessoa a pessoa) permitem o contato direto do proprietário com o locatário ou comprador por meio de ferramentas de mensagem instantânea, eliminando intermediários. O Airbnb é uma das empresas mais conhecidas que usa esse tipo de tecnologia.

Tours virtuais

Outra das ferramentas impulsionadas pela protech é aquela que permite visitas virtuais dos imóveis oferecidos. Algumas dessas soluções incluem uma maquete 3D da casa com fotos 360º, na qual o usuário pode visitar cada cômodo a partir do seu computador ou smartphone, algo em alta neste momento devido à situação de pandemia do coronvavírus, que está limitando movimentos e o contato físico. 

Existem várias ferramentas para a criação de modelos 3D de casas que permitem elaborar uma maquete virtual da propriedade a partir de fotos 360º ou totalmente simulada em gráficos.

Além da modelagem 3D, muitas empresas estão utilizando softwares de realidade virtual para oferecer ao usuário uma experiência única. Com eles, é possível visitar o imóvel sem sair de casa, por meio do smartphone ou usando óculos de realidade virtual. Você pode até visualizar prédios a serem construídos e, dessa forma, tomar uma decisão de investimento com mais informações sobre como seria a propriedade.

Usando big data para análise de dados

Existem várias ferramentas de big data disponíveis no mercado que podem ser usadas na área de proptech. O big data permite acessar uma grande quantidade de dados para analisar o comportamento de determinado segmento da população. São os dados que todos nós compartilhamos diariamente com as empresas digitais as quais usamos os serviços.

Essas informações são extremamente úteis ao analisar cenários futuros e identificar oportunidades antes da concorrência. Tais dados podem ajudar a identificar potenciais clientes, mostrando, por exemplo, para que determinada área está se deslocando um segmento da população com determinada renda. Também pode nos mostrar a diminuição ou aumento da atividade de compra de imóveis em uma determinada área e identificar outras com maior rentabilidade.

Plataformas de financiamento e transações financeiras

A gestão financeira é essencial em qualquer setor da indústria, e as ferramentas de gestão financeira se tornaram hoje aliadas fundamentais para qualquer PME (pequena e média empresa). As proptechs também atuam nessa área. 

Sabemos que a forma tradicional de obtenção de financiamento é recorrer aos bancos. Proptechs de crowdfunding (o financiamento coletivo), no entanto, permitem o acesso a uma rede de investidores que podem ir desde pessoas físicas a empresas.

Além disso, as ferramentas da proptech também possibilitam a realização de transações monetárias por meio de soluções conhecidas como fintechs. As principais vantagens do uso dessas tecnologias são a redução de despesas em relação às operações financeiras realizadas com bancos tradicionais, já que tudo é feito online, e a possibilidade da utilização de sistemas alternativos de pagamento, como criptomoedas, entre outros.

As principais vantagens da proptech

Depois de conhecer essa tecnologia e ver algumas das soluções que ela oferece, você pode se perguntar se realmente vale a pena implementar este tipo de ferramenta na sua empresa. Entre suas principais vantagens, destacamos as seguintes:

  • Permitir agregar valor ao serviço prestado por uma imobiliária e oferecer benefícios tanto para o usuário quanto para a empresa. Além disso, com o aumento do uso da tecnologia em diversos setores, investir nessas ferramentas está se tornando cada vez mais vital para se destacar da concorrência.
  • Facilitar o contato entre vendedor e comprador. Ao usar comunicação ponto a ponto, os intermediários são eliminados e a experiência na comunicação entre o proprietário e o locatário é aprimorada por meio de aplicativos de mensagens instantâneas.
  • Permitir visitas virtuais aos imóveis através de um anúncio publicado em um portal imobiliário acaba por ser uma grande vantagem, principalmente durante a pandemia da Covid-19, que diminuiu o número de visitas presenciais, minimizando também o tempo gasto.
  • Utilizar ferramentas de big data, que permitem analisar e obter informações valiosas para a investigação de determinados perfis, como futuros compradores. Esses dados também permitem refinar a busca de potenciais clientes com solvência financeira.

Como mostram os dados, a proptech parece ter vindo para ficar e investir neste tipo de ferramenta poderá deixar de ser uma opção e se tornar uma necessidade para as empresas imobiliárias.

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Como montar um site de vendas: selecionamos as ferramentas imprescindíveis

como montar uma loja virtual

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Nos últimos anos, o varejo online, outro nome dado para o conhecido comércio eletrônico, se tornou parte integrante da vida da maioria dos consumidores. Somente em 2019, faturou R$ 75 bilhões no Brasil.

O número chama a atenção, verdade? Sua empresa não pode, portanto, perder uma fatia deste bolo apenas porque a criação de uma loja virtual parece intimidadora e confusa.

Não sabe como montar um site de vendas? Para ajudá-lo na tarefa, criamos este artigo com detalhes sobre as principais ferramentas para configurar e  gerenciar sua página.

Varejo físico

A ideia de criar uma plataforma de vendas online pode parecer intimidadora para os varejistas de lojas físicas, seja pela falta de familiaridade com os aspectos técnicos de criação e configuração de uma loja virtual ou pela falta de recursos para investir em hardware e software.

Mas é preciso levar em conta que um site de vendas online pode trazer vários benefícios, tais como:

✔ a continuidade dos negócios em um ambiente de varejo cada vez mais digital, algo potencializado pela crise do coronavírus;

✔ o aumento de pedidos de clientes novos ou já existentes nas proximidades;

✔ atender o mercado local com serviços de entrega próprios.

A boa notícia é que um software adequado pode reduzir o esforço na criação de uma loja virtual, tornando o processo simples e fácil. Além disso, existem várias opções gratuitas e de código aberto para escolher, caso seus recursos sejam limitados.

como montar uma loja virtual tradicionais

Ferramentas tradicionais

Sistemas PDV para varejo: os softwares de ponto de venda (PDV) para varejo são a versão moderna da caixa registradora. Eles ajudam a processar pagamentos recebidos em várias modalidades, como dinheiro, cartão de crédito ou débito ou carteira virtual.

Se você ainda não usa um software de PDV, o diretório do Capterra e este artigo com opções gratuitas servirão como ponto de partida.

Software de contabilidade: softwares de contabilidade são basicamente versões digitais e automatizadas do livro-caixa de uma empresa. Eles ajudam os varejistas a controlar o faturamento, organizando as contas a receber, a pagar, etc.

Se a sua empresa ainda não usa um software de contabilidade, você pode começar visitando o diretório de programas desta categoria.

Ferramentas a serem adicionadas

Plataformas de E-Commerce

Plataformas de e-commerce ajudam a montar um site de vendas e a gerenciar as operações de varejo online. Normalmente, oferecem recursos como modelos de sites pré-configurados, lista de produtos, carrinho de compras, gerenciamento de catálogo, gestão de estoque e gestão de pedidos.

Este guia de compra traz as principais informações sobre o que as plataformas de e-commerce oferecem.

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Página para adicionar produtos a lojas virtuais do Squarespace (Fonte)

Para ir direto ao ponto e conferir as principais ferramentas de comércio eletrônico, visite o diretório do Capterra.

Software CRM

Softwares de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM) ajudam os varejistas a gerenciar melhor as interações com os clientes, agilizando a comunicação em vários canais, como e-mails, mensagens, ligações telefônicas e redes sociais. Em geral, as ferramentas de CRM oferecem recursos como gestão de contatos e leads, acompanhamento das interações, calendário e armazenamento de documentos.

Este guia de compra traz informações detalhadas sobre os softwares CRM.

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Funcionalidade de criação de templates do Agile CRM (Fonte)

Se preferir ir direto ao ponto, veja o diretório de softwares CRM do Capterra.

Caso você não possa investir em uma nova ferramenta, confira nosso artigo com várias opções de softwares de CRM gratuitos e de código aberto.

Software de gerenciamento de serviços de campo

Os softwares de gerenciamento de serviços de campo auxiliam os varejistas a gerenciar a força de trabalho que atua fora do escritório. Para lojas de varejo online que atendem o mercado local, essas ferramentas são úteis para gerenciar os pedidos e garantir que os responsáveis pela entrega não percam tempo procurando o endereço do cliente. Essa categoria de softwares normalmente oferece recursos como gestão de expedição, gestão de pedidos, cobrança e faturamento.

Confira também nosso guia de compra que analisa em detalhe os softwares de gerenciamento de serviços de campo.

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Exemplo de planificação de rotas do Tasker (Fonte)

Se preferir, acesse diretamente o diretório de programas de gerenciamento de serviços de campo do Capterra e compare opções.

Outras ferramentas a serem consideradas

Sistemas de help desk

Os sistemas de help desk permitem que os varejistas respondam às consultas e dúvidas dos clientes, simplificando todas as solicitações recebidas por e-mail, telefone e pelo site em um único sistema de tíquetes. Geralmente, as ferramentas de help desk oferecem recursos como gestão da base de conhecimento, gestão de tíquetes e rastreamento de interações.

Este guia de compra detalha o funcionamento básico dos sistemas de help desk.

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Página para revisar reclamações de clientes do Help Scout (Fonte)

Você também conferir o diretório da categoria no Capterra.

Caso você não possa investir neste momento, este artigo traz diversas opções de sistemas de help desk gratuitos e open source.

Ferramentas de e-mail marketing

Os softwares de e-mail marketing auxiliam os varejistas a automatizarem seu trabalho de e-mail marketing e a se comunicarem com os clientes com mais frequência. Você pode usar a ferramenta para enviar newsletters, e-mails após cada compra ou quando um pedido é despachado. Em geral, os sistemas de e-mail marketing apresentam recursos como gerenciamento de listas, gestão de assinantes, campanhas por e-mail e modelos de e-mails.

Este guia de compra explica as ferramentas de e-mail marketing em detalhe.

mailchimp ferramentas para vendas online
Página para criar campanhas de e-mail marketing no Mailchimp (Fonte)

Para empresas que não podem investir em uma ferramenta de e-mail marketing agora, há diversas opções grátis no mercado.

Varejo online e multicanal

É provável que os varejistas online e omnichannel já tenham uma loja virtual, algum conhecimento técnico e um orçamento dedicado a esse setor. Aqui, portanto, a questão não seria tanto como montar um site de vendas, mas como melhorá-lo. 

Para estes, mudanças na loja virtual podem ser vistas como uma maneira de aprimoramento para atingir objetivos como:

✔ crescimento do negócio com investimento em novos produtos ou localidades;

✔ aquisição de novos clientes e melhoria da experiência dos já existentes;

✔ melhoria do serviço de entrega local e nacional com parceiros logísticos.

Esses objetivos são importantes para se manter competitivo no mercado em rápida evolução dos dias de hoje. Eles também se tornam essenciais para as operações em tempos de crise, como o distanciamento social da Covid-19, que fez dobrar o número de consumidores que afirmam fazer compras recorrentes online na comparação com o período pré-crise.

como montar uma loja virtual tradicionais virtual

Ferramentas tradicionais

Sistemas PDV: varejistas online e omnicanal precisam garantir que suas ferramentas de PDV aceitem pagamentos por meio de gateways online, como internet banking, carteiras virtuais e cartões de crédito e débito.

Plataformas de e-commerce: ao explorar sistemas e-commerce, tenha em mente as seguintes funcionalidades:

  • recurso de gestão de estoque que atualiza automaticamente os registros de vendas das lojas virtuais e físicas;
  • integração do software com o parceiro logístico, no caso de usar um serviço terceirizado para entregas;
  • integração com softwares de gerenciamento de serviços de campo para permitir o uso de agentes internos de entrega.

Software de gerenciamento de serviços de campo: os softwares de gerenciamento de serviços de campo permitem que varejistas online entreguem bens e serviços a seus clientes. Eles são necessários apenas quando o varejista tem uma equipe interna de entrega, pois ajudam os entregadores a planejar a rota de entrega, bem como a encontrar o endereço dos clientes.

Sistemas de contabilidade: softwares de contabilidade funcionam praticamente da mesma maneira para as lojas físicas e as virtuais ou omnicanal. Porém, lembre-se de que a ferramenta selecionada deve ser integrada ao sistema PDV.

Software CRM: as principais plataformas de e-commerce também apresentam um CRM integrado. Entretanto, ferramentas de CRM autônomas podem oferecer vários recursos avançados, como:

  • personalização automática de e-mails ou mensagens com base nas compras anteriores do cliente;
  • coleta de dados demográficos para segmentação em grupos;
  • relatórios para análise do histórico de compras dos clientes e identificação de tendências.

Sistemas de help desk: ao escolher uma ferramenta de help desk, certifique-se de que ela pode ser integrada aos sistemas de CRM e e-commerce. Isso reduzirá o tempo que os agentes de atendimento ao cliente gastam tratando de questões e dúvidas dos consumidores.

Ferramentas a serem adicionadas

Software de gestão de varejo

Os sistemas de gestão de varejo reúnem os recursos de várias ferramentas, como PDV, recursos humanos, marketing, comércio eletrônico e CRM em um único software. Eles ajudam os varejistas online e omnicanal a otimizar as operações e a compreender o comportamento do cliente. Algumas ferramentas de gestão de varejo também oferecem recursos como sugestão de vendas, que promovem up selling e cross selling de produtos adicionais durante o checkout do cliente.

Este guia de compra apresenta uma visão detalhada dos sistemas de gestão de varejo.

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Gestão de inventário no VendPOS (Fonte)

Para conhecer opções de sistemas de gestão de varejo, visite o diretório do Capterra.

Se você não pode investir em uma ferramenta neste momento, há diversas opções grátis no mercado.

Ferramentas de automação de marketing

Ferramentas de automação de marketing auxiliam os varejistas a automatizar os processos de marketing, como rastreamento de clientes, publicação de conteúdo, segmentação de clientes e análise de marketing. Também ajudam a otimizar as operações de marketing com gestão das campanhas de marketing de ponta a ponta.

Este guia de compra traz informações detalhadas de tais sistemas.

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Exemplo de relatório de performance do Marketo (Fonte)

Se preferir, você pode ir diretamente ao diretório do Capterra para explorar as principais ferramentas de automação de marketing do mercado.

Software de experiência do cliente

Softwares de experiência do cliente permitem coletar, organizar e rastrear o feedback do cliente para que os agentes de atendimento ao consumidor possam fechar solicitações e consultas com mais eficiência. Esses sistemas ajudam a melhorar a experiência do cliente, a construir uma imagem de marca positiva e a aumentar a lucratividade. Normalmente, eles incluem recursos como gerenciamento de comentários, coleta de dados multicanal, análise de sentimentos e análise de dados preditiva.

Este guia de compra (em inglês) traz mais detalhes sobre como funcionam os softwares de experiência do cliente.

SmartKarrot ferramentas para vender online
Painel de experiência do consumidor do SmartKarrot (Fonte)

Outras ferramentas a serem consideradas

Software para vendas sociais

Os softwares para vendas sociais auxiliam os varejistas a criar envolvimento com os clientes e vender produtos por meio de redes sociais como Facebook, Twitter, Instagram e Pinterest. Essas ferramentas permitem anunciar nessas plataformas, responder a consultas dos clientes e compartilhar informações relacionadas ao produto com as comunidades online existentes. Os softwares para vendas sociais oferecem ainda recursos como envolvimento dos leads, indicadores de desempenho e gestão de conteúdo.

Este guia de compra (em inglês) apresenta os softwares para vendas sociais em detalhes.

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Calendário para publicação do Sprout Social (Fonte)

Ferramentas de fidelização e recompensas

Os sistemas de fidelização de clientes ajudam os varejistas a configurar e colocar em prática programas de fidelidade para recompensar clientes regulares e incentivá-los a voltar. As recompensas oferecidas incluem vales-presente, vouchers de desconto e cashback. Esses sistemas oferecem recursos como acompanhamento de atividades e gestão de recompensas.

Este guia de compra (em inglês) traz informações detalhadas sobre os sistemas de fidelização de clientes.

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Página para editar perfil do consumidor no Loyverse (Fonte)

Como montar um site de vendas: a escolha  da ferramenta

Agora que você sabe de quais ferramentas precisa, veja uma pequena lista de considerações importantes para ter em mente na hora de escolher.

Requisitos de funcionalidades: o mercado oferece uma ampla gama de ferramentas em qualquer categoria, das mais básicas às mais avançadas. Antes de selecionar uma, verifique os recursos específicos de que você precisa e compare as opções disponíveis.

Orçamento: antes de iniciar sua jornada de compra de software, saiba exatamente quanto dinheiro você pode gastar para a compra e a implementação do sistema. Ao explorar as ferramentas, atenha-se a este orçamento e desconsidere as opções que estejam fora dele.

Implantação: com a implantação baseada na nuvem, o fornecedor cuida dos aspectos técnicos e da hospedagem, e os usuários só precisam fazer o login por meio de um navegador ou aplicativo para usar a ferramenta. Entretanto, se você tiver uma boa estrutura e recursos, também pode explorar softwares on premise, instalados nos servidores da empresa.

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Nota: Os softwares selecionados neste artigo são exemplos para mostrar  características em contexto. Eles foram selecionados a partir de uma filtragem de soluções com mais avaliações ou mais bem classificadas na página da sua respectiva categoria. Não se destinam a ser endossos ou recomendações das ferramentas em questão.

Was ist PropTech und welche PropTech Software gibt es? Die Revolution der Immobilienbranche

Was ist PropTech?

Wenn wir vor einigen Jahren ein Haus kaufen oder mieten wollten, haben wir die Kleinanzeigen in Zeitungen durchsucht und Immobilien markiert, an denen wir interessiert waren. Anschließend haben wir den Eigentümer oder die Immobilienagentur telefonisch kontaktiert. All dies hat sich seit dem Aufkommen von PropTech im Immobiliensektor radikal geändert. Doch was ist eigentlich PropTech?

Was ist PropTech und welche PropTech Software gibt es?

Was ist PropTech?

PropTech kommt vom Englischen Property Technology und definiert sich durch eine Reihe von innovativen Technologien, die im Immobiliensektor genutzt werden. Es taucht immer mehr PropTech Software auf, die in Zusammenhang mit Technologien wie Finanzen, der virtuellen Realität der Hausautomation und Big Data steht.

Lies weiter, um mehr über PropTech, PropTech Software und die Vorteile dieser Art von Service zu erfahren.

PropTech Unternehmen in Deutschland

PropTech Unternehmen unterstützen die eher analoge Branche bei den Herausforderungen der digitalen Transformation. In den letzten Jahren zeigt sich hier ein deutliches Wachstum. Proptech.de zählt im Moment 452 PropTech Unternehmen in Deutschland. Der Sektor knackt damit im Juni dieses Jahres die 400er Marke.

Die weltweite Pandemie trägt auch ihren Beitrag zum Wachstum von PropTech bei. So kann die Anzahl der persönlichen Kontakte durch virtuelle Besichtigungen reduziert wird. Die Anzahl der PropTechs ist im Juni gegenüber der letzten Zählung im März 2020 insgesamt um 67 Unternehmen gestiegen.

Welche PropTech Software gibt es?

Nachdem wir nun schon über PropTech und seine Anwendungsbereiche gesprochen haben, möchten wir einige Beispiele für seine Verwendung mit den entsprechenden Technologien auflisten.

Marktplätze und Peer-to-Peer-Plattformen

Mit Sicherheit kennst und nutzt du Portale wie idealista und immobilienscout24. Diese Webseiten, die als Marktplätze bekannt sind, implementieren zunehmend PropTech Software, um Geschäftsbeziehungen zwischen Mietern und Eigentümern sowie Immobilienagenturen zu verbessern. Nutzer können beispielsweise Nachrichten von der Plattform aus versenden, Reservierungen vornehmen oder Häuser virtuell besuchen.

Bei Peer-to-Peer-Plattformen (von Englisch, Person zu Person) ermöglicht PropTech den direkten Kontakt zwischen Eigentümer und Käufer/Vermieter über Instant-Messaging-Tools, wodurch Vermittler wegfallen. Das bekannteste Unternehmen bei der Verwendung dieser Art von Technologie ist Airbnb.

Virtuelle Besichtigungen

Der Immobiliensektor hat PropTech Software implementiert, die einen virtuellen Besuch der angebotenen Immobilie ermöglichen. Einige dieser Lösungen umfassen ein 3D-Modell des Hauses, das 360-Grad-Fotos integriert, sodass der Benutzer jeden Raum von seinem Computer oder Smartphone aus besuchen kann. Da wir uns aktuell in Zeiten einer Pandemie befinden, wo Bewegungen und körperlicher Kontakt begrenzt sind, ist diese Technologie derzeit auf dem Vormarsch.

Es gibt einige Tools zum Erstellen von 3D-Modellen von Häusern, die es ermöglichen, ein virtuelles Modell der Immobilie aus 360-Grad-Fotos zu erstellen oder diese vollständig mit Grafiken zu simulieren.

Neben der 3D-Modellierung gibt es Unternehmen, die Virtual-Reality-Software verwenden, um Nutzern ein einzigartiges Erlebnis bieten zu können. Der Interessent kann die jeweilige Immobilie über das Smartphone oder mit einer Virtual-Reality-Brille besuchen, ohne dabei sein Haus zu verlassen. Es lassen sich sogar Gebäude visualisieren, die gebaut werden sollen. Das kann das Treffen einer Investitionsentscheidung erleichtern, da mehr Informationen vorliegen.

Verwendung von Big Data zur Analyse von Daten

Es gibt einige Big-Data-Tools, die es ermöglichen, das volle Potenzial von PropTech in der Immobilienbranche auszuschöpfen. Die Big Data gewährt Zugriff auf eine große Datenmenge, um das Verhalten eines bestimmten Teils der Bevölkerung zu analysieren. Diese Daten teilen wir alle täglich mit digitalen Unternehmen, deren Dienste wir nutzen.

Besagte Informationen sind äußerst hilfreich, wenn Szenarien analysiert und Chancen identifiziert werden sollen, bevor die Konkurrenz es tut. Die aus Big Data extrahierten Daten können dabei helfen, potenzielle Kunden zu identifizieren und beispielsweise zu zeigen, an was für Orte Teile der Bevölkerung mit einem bestimmten Einkommen ziehen. Die Daten können uns auch die Abnahme oder Zunahme der Kaufaktivität von Eigenheimen in einer bestimmten Region zeigen und Orte mit höherer Rentabilität identifizieren.

Plattformen für Finanzierung und Finanztransaktionen

Das Finanzmanagement nimmt in jeder Branche einen wichtigen Stellenwert ein. Aus diesem Grund gibt es Tools für das Finanzmanagement, die heute für jedes KMU ein essenzieller Verbündeter sind. Neben der Verwendung dieser Art von digitalen Steuerungs- und Prognosetools führt PropTech weitere sehr nützliche Tools für den Immobiliensektor ein.

Der traditionelle Weg zur Finanzierung einer Immobilie führte über Banken. PropTech in der Immobilienbranche ermöglicht die Verwendung von Mikrofinanz-Tools, die als Crowdfunding bekannt sind und Zugang zu einem Netzwerk von Investoren eröffnen, das von Einzelpersonen bis hin zu Unternehmen reichen kann.

PropTech Software ermöglicht auch die Durchführung von Geldtransaktionen mit Lösungen, die unter den Bereich der Finanztechnologie fallen. Der Hauptvorteil bei der Verwendung dieser Technologien ist die Reduzierung der Kosten im Vergleich zu denselben Finanzvorgängen, die mit herkömmlichen Bankgeschäften durchgeführt werden. Das hängt damit zusammen, dass keine manuellen Vorgänge in einem Büro erforderlich sind und alternative Zahlungssysteme wie Kryptowährungen verwendet werden können.

Die Hauptvorteile von PropTech in der Immobilienbranche

Da du nun weißt, was PropTech ist und welche Lösungen es bietet, fragst du dich möglicherweise, ob es wirklich praktisch ist, diese Art von Werkzeug in dein Unternehmen zu implementieren. Das sind die Hauptvorteile der Nutzung von PropTech:

  • PropTech ermöglicht einen Mehrwert für den Service eines Immobilienunternehmens und bietet sowohl Nutzern als auch Unternehmen Vorteile. Angesichts des branchenübergreifenden Einsatzes von Technologie ist die Investition in Immobilien PropTech Software von entscheidender Bedeutung, um sich von der Konkurrenz abzuheben.
  • Es erleichtert den Kontakt zwischen Verkäufer und Käufer. Durch die Nutzung von Peer-to-Peer-Kommunikation werden Vermittler beseitigt und die Kommunikationserfahrung zwischen Eigentümer und Mieter durch Instant Messaging-Apps verbessert.
  • Es ermöglicht virtuelle Besuche der Immobilie durch die auf einem Immobilienportal veröffentlichte Anzeige, was insbesondere während der COVID-19-Pandemie ein großer Vorteil ist, da die Anzahl der persönlichen Besuche reduziert wird. Darüber hinaus haben die Fachleute einen geringeren Zeitaufwand.
  • Mithilfe von Big Data-Tools lassen sich sehr wertvolle Informationen für die Untersuchung bestimmter Profile wie die zukünftiger Käufer analysieren und einholen. Diese Daten ermöglichen zudem, die Suche nach potenziellen Kunden mit einer gewissen Zahlungsfähigkeit zu verfeinern.

PropTech ist gekommen, um zu bleiben. Es wird weltweit implementiert und es gibt immer mehr deutsche Unternehmen, welche entsprechende Lösungen anbieten. Die Realität ist, dass Investitionen in diese Art von Tools für alle Unternehmen des Immobiliensektors von einer Option zu einer Notwendigkeit geworden sind.

Wie geht es weiter? Wirf einen Blick auf unser Immobilienmanagement Software Verzeichnis, um das passende Tool zu finden.

Pagamento com celular dispara após pandemia e promete mudar o mercado

pagamento móvel

pagamento móvel

A aposta de que a pandemia do coronavírus daria um impulso na digitalização tanto das empresas como da sociedade como um todo parece estar se concretizando. 

Depois da corrida das pequenas e médias empresas (PMEs) por softwares para o trabalho remoto (como os de videoconferência) logo no início da crise, em abril, chega a vez também dos consumidores. 

Novo estudo feito pelo Capterra com 1.002 entrevistados de todas as regiões do país entre os dias 14 e 21 de julho mostra um crescimento de 32% no volume de pagamentos frequentes por dispositivos móveis entre aqueles que possuem carteiras digitais, que permitem realizar as chamadas transações contactless, instaladas nos seus celulares ou relógios inteligentes (veja metodologia completa no final do texto).  

Carteiras digitais são aplicativos que armazenam cartões e permitem que os consumidores processem pagamentos em lojas físicas e virtuais. No varejo tradicional, as máquinas de cartão devem estar equipadas com a tecnologia NFC (sigla em inglês para comunicação por campo de proximidade) para receber os pagamentos.

Segundo a pesquisa, 46% dos que tinham esses apps instalados afirmavam pagar regularmente produtos ou serviços usando tais aplicativos antes da crise, contra 61% desde o início da pandemia. O número dos que pagam ocasionalmente usando essa tecnologia ficou praticamente estável comparando os dois períodos (veja gráfico abaixo). 

Já o número daqueles que possuem carteira digital e dizem não utilizá-la caiu 72% na comparação do período anterior à crise com o atual (de 18% para 5% dos entrevistados, respectivamente).   

Este último dado tem reflexo direto no aumento da adesão ao pagamento móvel no pós-crise: entre o total de entrevistados pelo Capterra, 67% afirmavam fazer transações contactless antes da pandemia, contra 78% atualmente. 

Por fim, 96% dos consumidores com uma carteira digital instalada pretendem seguir ou começar a utilizar o contactless após o fim da pandemia, confirmando a tendência de consolidação deste meio de pagamento.

uso carteira digital

Preocupação com coronavírus impulsiona pagamento móvel

Sem grande surpresa, a crise sanitária influenciou os hábitos dos consumidores que usam carteiras digitais na hora de pagar: 28% destes apontam o pagamento 100% sem contato como a maior vantagem desses aplicativos, atrás apenas dos que consideram mais seguro pagar com carteiras digitais do que com cartão de crédito (29%). 

Ainda que a segurança desse tipo de transação comparada aos cartões seja vista como a principal vantagem pelos que utilizam as carteiras digitais, o medo de ataques é uma realidade. 

Isso porque tanto aqueles que usam a tecnologia como os que ainda não a utilizam enxergam a questão da segurança como principal desvantagem do pagamento móvel: 70% dos entrevistados apontam as possíveis falhas de proteção que possam resultar no roubo dos seus dados como a sua principal preocupação com respeito a operações com carteira digital.

O medo do consumidor a ataques relacionados a transações bancárias não é infundado: pesquisa divulgada em junho pela Câmara de Dirigentes Lojistas em conjunto com o Serviço de Proteção ao Consumidor mostrou que em apenas 12 meses quase 9 milhões de brasileiros tiveram seu cartão de crédito clonado.

segurança carteira digital

Consumidores com carteira digital acompanham crescimento do mercado 

A rápida proliferação das carteiras digitais no Brasil parece estar tendo um efeito direto no comportamento do consumidor. 

Segundo os dados levantados pelo Capterra, 83% do total de entrevistados afirmam ter um app do tipo instalado em seu dispositivo, dado que sobe de acordo com a faixas de renda observadas, como mostra o gráfico abaixo:

pagamento móvel salário

Os dados recentes sobre o crescimento do mercado brasileiro de e-wallets são contundentes. Segundo pesquisa lançada em junho pela área de Inteligência de Mercado da Globo, o Brasil tem cerca de 600 carteiras digitais disponíveis

Atento a essa revolução nos meios de pagamento, o Banco Central (BC) lançou recentemente um projeto para modernizar o sistema financeiro nacional, o PIX, aprovado no último dia 12 de agosto e com previsão de lançamento para novembro. 

Além da promessa de aposentar as velhas DOCs e TEDs para transferências bancárias, o projeto quer unificar as transações com Código QR (outro tipo de operação que vem crescendo no Brasil) e incluir em uma segunda etapa a implantação de um novo suporte para pagamentos por aproximação.

Outra prova da expansão deste mercado no país foi o anúncio do Whatsapp de testar a realização de transações dentro da plataforma para clientes de três bancos (Banco do Brasil, Nubank e Sicredi) em meados de junho, que acabou suspensa temporariamente pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) por questões ligadas à concorrência. O Banco Central agora analisa a viabilidade do serviço.  

4 áreas essenciais para se preparar para o pagamento móvel 

Todas essas mudanças realçam a importância de os negócios estarem preparados para uma nova realidade na forma como os consumidores pagam por produtos e serviços.

Preparar o seu negócio para a nova era do pagamento móvel que se aproxima passa por diversas áreas, com destaque para as seguintes:

  • Pessoal: é preciso que os colaboradores saibam informar sobre todos os meios de pagamento aceitos e como processá-los.
  • Tecnológica: como vimos, a tecnologia para pagamentos contactless ainda não é padronizada, e o BC trabalha na questão. Os negócios devem, no entanto, buscar soluções de frente de caixa e de pagamento que se adaptem às opções mais utilizadas ou que sejam as preferidas da maioria da clientela.
  • Marketing: os clientes precisam saber que seu negócio aceita novas modalidades de pagamento e que está investindo na modernização. 
  • Segurança: como vimos anteriormente, a segurança das transações digitais é uma preocupação de grande parte dos consumidores, por isso certifique-se de que seu negócio segue todos os protocolos para evitar fraudes e informe os clientes sobre isso.

Maioria dos consumidores enxerga um futuro sem dinheiro físico

Além de traçar um panorama sobre os pagamentos com celular, o Capterra comparou a preferência do consumidor por transações em dinheiro físico com outros meios de pagamento, como cartões (incluindo o contactless).

Segundo a pesquisa, somente 18% do total de entrevistados afirmam preferir pagar usando notas e moedas (veja as demais preferência na imagem abaixo).

pagamento móvel preferidos

Ao analisar por faixas de renda, no entanto, é possível notar que os consumidores com rendas mais baixas tendem a ser menos digitais na hora da escolha do meio de pagamento preferido, como mostra o gráfico: 

pagamento móvel faixa renda

Segundo a pesquisa, 61% dos entrevistados afirmam ser mais provável comprar de estabelecimentos que aceitam pagamentos sem dinheiro físico do que daqueles que não.

Além disso, 67% dizem que se sentiriam confortáveis em uma sociedade sem dinheiro físico.

Como podemos observar, a adaptação dos negócios, com o impulso extra trazido pelo coronavírus, pode representar uma questão de sobrevivência para muitos negócios, seja no curto ou no longo prazo. É preciso, por tanto, estar preparado para a mudança na forma como o consumidor paga.

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Metodologia

Para reunir os dados presentes neste estudo, o Capterra realizou um levantamento online entre os dias 14 e 21 de julho em que ouviu 1.002 consumidores com mais de 18 anos, de diferentes faixas de renda (até 1 salário mínimo, de 1 a 3, de 3 a 7, de 7 a 15, de 15 a 20 e mais de 20) e de todas as regiões do país. Os entrevistados deveriam ser trabalhadores em tempo integral ou parcial, freelancers/autônomos, estudantes em tempo integral, aposentados ou terem perdido o emprego durante a crise. O painel contou com 50% dos entrevistados do sexo feminino e 50% do sexo masculino. Os resultados são representativos da pesquisa, mas não necessariamente da população como um todo.

¿Qué es PropTech? Descubre la revolución de la industria inmobiliaria

Qué es PropTech inmobiliario

Qué es PropTech inmobiliario

Hace algunos años, si queríamos comprar o alquilar una vivienda, recurríamos a los anuncios clasificados en los periódicos, marcábamos los inmuebles que estábamos interesados y posteriormente contactábamos por teléfono al propietario o la agencia inmobiliaria. Todo esto ha cambiado radicalmente desde que PropTech se ha introducido en el sector inmobiliario. Pero ¿qué es PropTech?

¿Qué es PropTech?

PropTech viene del inglés Property Technology y se define como el conjunto de tecnologías innovadoras usadas en el sector inmobiliario. Cada vez están apareciendo más herramientas que incluyen tecnologías relacionadas con las finanzas, la realidad virtual, la domótica y Big Data.

Sigue leyendo para conocer más sobre qué es PropTech, las soluciones que ofrece, así como las ventajas de utilizar este tipo de servicios.

PropTech en números

Según muestran los datos, la inversión para Proptech en España, pasó de 60 millones de euros en 2017 a 150 millones en 2018. 

Sin embargo, según Spanish Proptech, en 2019, dos tercios de las empresas españolas del sector inmobiliario han destinado menos del 5 % a innovación y tecnología. Por lo que aún queda mucho camino por recorrer en nuestro país a fin de adoptar nuevas tecnologías en este sector.

¿Qué herramientas ofrece PropTech?

Ahora que ya hemos hablado de qué es PropTech y de su alcance en nuestro territorio, te enumeramos algunos ejemplos de su uso con su tecnología correspondiente .

Plataformas Marketplace y peer to peer

Seguro que conoces y utilizas portales tales como idealista o fotocasa. Estos sitios web, conocidos como marketplaces están implementando cada vez más herramientas PropTech para facilitar las relaciones de negocio entre inquilinos y propietarios, así como de las agencias inmobiliarias al permitir, por ejemplo, enviar mensajes desde la propia plataforma, hacer reservas o visitar la vivienda de forma virtual.

En el caso de las plataformas peer to peer (del inglés, persona a persona), permiten el contacto directo entre propietario y arrendador o comprador a través de herramientas de mensajería instantánea, eliminando así los intermediarios. La empresa más conocida en el uso de este tipo de tecnología es Airbnb.

Visitas virtuales

El sector inmobiliario ha implantado herramientas de PropTech que permiten realizar una visita virtual la propiedad ofertada. Algunas de estas soluciones incluyen un modelo 3D de la vivienda que integra fotografías 360º, en la que el usuario puede visitar cada estancia desde su ordenador o smartphone , algo que está en auge ahora mismo debido a la situación con la pandemia, donde se está limitando los desplazamientos y el contacto físico. 

Existen varias herramientas para la creación de modelos 3D de viviendas que permiten crear una maqueta virtual del inmueble a partir de fotografías en 360 º o totalmente simuladas en gráficos.

A parte del modelado en 3D, hay negocios que están usando software de realidad virtual a fin ofrecer al usuario una experiencia única. El usuario puede visitar el inmueble sin moverse de casa, a través del smartphone o usando unas gafas de realidad virtual. Incluso se puede visualizar edificios que están por construirse y de esta forma tomar una decisión de inversión con más información de cómo sería la vivienda.

Uso del Big Data para el análisis de datos

Hay varias herramientas de Big Data disponibles que permiten aprovechar todo su potencial para el PropTech inmobiliario. El Big Data permite acceder a una gran cantidad de datos a fin de analizar el comportamiento de cierto segmento de la población. Estos datos son los que todos compartimos a diario con las empresas digitales de las que usamos sus servicios.

Esta información es extremadamente útil a la hora de analizar futuros escenarios e identificar oportunidades antes que lo haga la competencia. Los datos extraídos del Big Data, pueden ayudar a identificar clientes potenciales, mostrando, por ejemplo, a qué determinada zona se está mudando un segmento de la población con ciertos ingresos. También nos puede mostrar la disminución o aumento de la actividad de compra venta de vivienda en cierta zona e identificar áreas con más rentabilidad.

Plataformas para financiación y transacciones financieras

La gestión financiera es esencial en cualquier sector de la industria. Para ello, existen herramientas para la gestión financiera que se han convertido hoy en día en un aliado imprescindible para cualquier pyme. Pero aparte de usar este tipo de herramientas digitales de control y previsión, PropTech introduce otro tipo de herramientas muy útiles para el sector inmobiliario.

Tradicionalmente, la forma de conseguir financiación ha sido de la mano de entidades bancarias. El PropTech inmobiliario permite usar herramientas de microfinanciación conocidas como crowdfunding, las cuales permiten acceder a una red de inversores que pueden ir desde particulares a empresas.

Las herramientas de PropTech también posibilita realizar transacciones de dinero usando soluciones conocidas como las FinTech. La principal ventaja en el uso de estas tecnologías es la reducción en los gastos frente a las mismas operaciones financieras realizadas con la banca tradicional, ya que se evita tener que hacer operaciones de forma manual en una oficina y permite el uso de sistemas de pago alternativo como las criptomonedas.

Las ventajas principales de PropTech inmobiliario

Después de conocer qué es PropTech y algunos de las soluciones que ofrece, quizá te preguntas si realmente conviene implementar este tipo de herramientas en tu empresa. Estas son las principales ventajas del uso de PropTech:

  • Permite añadir valor al servicio prestado por una empresa inmobiliaria y ofrece beneficios tanto para el usuario como para la empresa. Además, con el auge en el uso de tecnología en todos los sectores, invertir en herramientas de PropTech inmobiliario es vital a fin de destacarse de la competencia.
  • Facilita el contacto entre vendedor y comprador. Usando la comunicación peer to peer, se eliminan intermediarios y se mejora la experiencia en la comunicación entre el propietario y el inquilino por medio de apps de mensajería instantánea.
  • Permite realizar visitas virtuales del inmueble a través del anuncio publicado en algún portal inmobiliario resulta ser una gran ventaja, sobre todo durante la pandemia del COVID-19, ya que se reducen el número de visitas de forma presencial, minimizando asimismo el tiempo empleado por los profesionales a este fin.
  • Al usar herramientas de Big Data, se puede analizar y obtener información muy valiosa para la investigación de ciertos perfiles como futuros compradores. Estos datos permiten además afinar la búsqueda de potenciales clientes con cierta solvencia económica.

PropTech ha llegado para quedarse, se está implementando a nivel mundial y cada vez existen más empresas españolas que ofrecen este tipo de solución, la realidad es que invertir en este tipo de herramientas ha pasado de ser una opción a una necesidad para todas las empresas del sector inmobiliario.

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Nutzerstudie 2020: Wie die Krise bargeldloses Bezahlen in Deutschland ankurbelt

Bargeldlos bezahlen in Deutschland

In Deutschland galt lange das Motto “nur Bares ist Wahres”. Durch die COVID-19-Krise hat sich das jedoch geändert. Die Weltgesundheitsorganisation WHO empfiehlt Bargeld zu vermeiden, wenn immer dies möglich ist. So entscheiden sich in Deutschland 39 % für bargeldloses Bezahlen, um das Infektionsrisiko zu minimieren. 

Bargeldlos bezahlen in Deutschland

Viele Geschäfte, die bisher nur Barzahlungen erlaubt haben, ermutigen jetzt sogar zur Zahlung per Karte. Andere Geschäfte nehmen überhaupt keine Münzen und Scheine mehr an. Am 15. April verdoppelte die Deutsche Kreditwirtschaft das Limit für die Kartenzahlung ohne PIN-Eingabe auf 50 Euro pro Nutzung, um “das berührungslose Bezahlen als hygienische Bezahlmethode in der aktuellen Situation zu unterstützen.” Neben der Kartenzahlung nimmt auch die Bezahlung mit dem Smartphone via virtueller Geldbörsen in der Krise zu. 

Inwieweit sich die Zahlungspräferenzen in physischen Läden durch die Krise geändert haben, untersucht eine neue Capterra Studie* mit über 1000 Teilnehmern.

Highlights der Studie:

  • 54 % der Deutschen haben eine mobile Zahlungs-App installiert. 
  • Die regelmäßige Bezahlung per mobiler Geldbörse ist in der Krise um 7 Prozentpunkte gestiegen.
  • Bargeld ist in Deutschland weiterhin das beliebteste Zahlungsmittel.
  • 38 % kaufen lieber in Geschäften ein, die bargeldloses Bezahlen anbieten, als bei Wettbewerbern, die dies nicht tun.

Mehr als die Hälfte der Deutschen haben eine virtuelle Geldbörse installiert

Eine virtuelle Geldbörse oder Mobile Wallet-App ist eine App, die auf einem Smartphone oder einer Smartwatch installiert wird. Sie speichert Zahlungskarteninformationen und kann für kontaktlose Zahlungen verwendet werden. Es handelt sich dabei nicht um eine mobile Banking-App, mit der Überweisungen getätigt werden können, sondern um eine App für das Bezahlen in Geschäften.

Die bekanntesten Apps sind Apple Pay für Apple-Nutzer und Google Pay für Android-Nutzer. Jedoch bieten auch Banken wie die Volks- und Raiffeisenbank, Sparkasse und Postbank Apps für das mobile Bezahlen an.

Kunden und Händler brauchen dafür ein NFC-fähiges Gerät, das nah an das Terminal gehalten wird. Der Kunde schaltet dann per Fingerabdruck oder Pin die Bezahlung frei. 

Capterra’s Studie zeigt, dass die virtuelle Geldbörse in Deutschland bereits vertreten ist. So geben 54 % an, eine Zahlungs-App installiert zu haben. Dabei nutzen 97 % ihr Smartphone für das mobile Bezahlen und 3 % eine Smartwatch. Jüngere Generationen nutzen mobile Wallet-Apps häufiger als Ältere. 

Die regelmäßige Bezahlung per virtueller Geldbörse ist in der Krise auf 61 % gestiegen

Die regelmäßige Bezahlung via mobile Wallet steigt während der Krise um 7 Prozentpunkte. Die größten Vorteile sind die Einfachheit der Bezahlung und die kontaktlose Bezahlung. Während einer Transaktion ist kein physischer Kontakt erforderlich (z. B. muss bei der Zahlung mit dem Smartphone keine PIN eingegeben werden). 

Kontaktlos Bezahlen via Smartphone in der Krise

So nutzen 35 % mobile Zahlungs-Apps, da sie die schnellste Art des Bezahlens sind. 29 % der Nutzer geben an, virtuelle Geldbörsen aus gesundheitlichen Gründen zu nutzen, da komplett kontaktloses Bezahlen möglich ist (keine Eingabe der Pin wie bei der Kartenzahlung). 

40 % der Deutschen bevorzugen immer noch Bargeld

Die Barzahlung ist immer noch die beliebteste Zahlungsart in Deutschland – und das bei allen Altersgruppen. 

Für viele Deutsche ist der Umgang mit Bargeld nicht nur eine persönliche Vorliebe, sondern ein kultureller Wert, mit dem sie aufgewachsen sind. Die seit langem bestehende Vorliebe für Bargeld “beruht auf einer zugrundeliegenden Vorliebe für das vermeintlich Konkrete gegenüber dem Abstrakten”, erklärt der Dortmunder Historiker Robert Muschalla der BBC

Bargeldlos bezahlen liegt in Deutschland hinten

59 % der Deutschen geben an, dass sie Barzahlungen bevorzugen, da sie sicherstellen möchten, dass sie immer bezahlen können. So merkt ein Umfrageteilnehmer an: „Ich habe öfter schon erlebt, dass es zu technischen Ausfällen kam und nur noch Barzahlung möglich war.” 

Ebenfalls mangelt es an kontaktlosen Bezahlmöglichkeiten in verschiedenen Bereichen wie Nahverkehr, Parkscheinautomaten, kleinen Gastronomien, Straßenmärkten usw. So merkt ein anderer Umfrageteilnehmer an, dass für die bargeldlose Bezahlung „jeder auch auf Flohmärkten ein entsprechendes Gerät bräuchte.”

Auch die Angst vor versteckten Gebühren beim Bezahlen mit der EC- oder Kredit-Karte könnte ein Grund dafür sein, dass in Deutschland Barzahlungen so beliebt sind. Einer Auswertung von biallo.de zufolge kassiert jedes zweite Institut Gebühren fürs bargeldlose Bezahlen bis zu einem Höchstpreis von 0,70 Euro. Davon betroffen sind vor allem Kunden, die sich für preisgünstigen Basiskonten oder Onlinekonten entschieden haben.

Deutschland liegt, was das bargeldlose Bezahlen angeht, im Vergleich zu seinen Nachbarländern weit hinterher. In den Niederlanden ist die Debitkarte mit 53 % und in Frankreich mit 56 % die beliebteste Zahlungsmethode. In Italien schafft es die Kreditkarte mit 30 % auf den ersten Platz.

Das bargeldlose Bezahlen steigt in der Krise

Trotz der Vorliebe zum Bargeld steigt in Deutschland die Nutzung von bargeldlosen Zahlungsmethoden durch die Krise. So geben in einer aktuellen Studie der Initiative Deutsche Zahlungssysteme e.V. 41 % aller Befragten an, jetzt häufiger mit ihrer Girocard zu bezahlen als vor dem Ausbruch der Corona-Pandemie. Zählt man die Kreditkarten dazu, setzen 57 % aktuell vermehrt auf die Kartenzahlung.

Wir fragten nach den Gründen, sich für eine bargeldlose Zahlungsart zu entscheiden. Dies sind die meist genannten: 

1. Aus Sicherheitsgründen: Es muss kein Bargeld herumtragen werden, das gestohlen werden kann (46 %).

2. Zeitersparnis: 46 % möchten Zeit sparen und kein Bargeld abheben müssen.

3. Ausgabenverwaltung: Käufe mit bargeldloser Zahlung können leichter nachverfolgt und überblickt werden als Zahlungen mit Bargeld (41 %).

4. Gesundheitliche Gründe: 39 % vermeiden es, Bargeld zu verwenden, um das Infektionsrisiko zu minimieren.

5. Markentreue: 19 % nutzen bargeldlose Zahlungen (z. B. mit Kundenkarten/Treuekarten oder Apps bestimmter Marken), um Belohnungen von Marken zu erhalten, die sie mögen.

Gehen wir in Richtung bargeldlose Gesellschaft? 

Eine Welt ohne Bargeld? Für Staaten liegen die Vorteile einer bargeldlosen Gesellschaft auf der Hand. Illegale Transaktionen können aufgedeckt und Steuerbetrug sowie Geldwäsche reduziert werden.

Länder wie Finnland, Schweden und Großbritannien sind führend auf dem Weg in eine bargeldlose Gesellschaft. Sie führen bei der Häufigkeit an Kartenzahlungen, Smartphone-Durchdringung, beim mobilen und Internet-Banking sowie E-Commerce-Ausgaben.

In Deutschland geben 41 % an, dass sie sich generell in einer bargeldlosen Gesellschaft wohlfühlen würden. 

Wir wollten wissen, unter welchen Umständen Kunden bedenkenlos auf das Mitsichführen von Bargeld verzichten würden.

bargeldlose Gesellschaft Deutschland

Auch wenn der Trend immer weiter Richtung bargeldloses Bezahlen geht, werden wir in Deutschland (zumindest nicht in absehbarer Zeit) zu einer bargeldlosen Gesellschaft transformieren. „Wenn man im Einzelhandel auf die Annahme von Bargeld verzichten würde, hätte man deutliche Umsatzverluste“, glaubt Ulrich Binnebößel, Zahlungsverkehrsexperte des Handelsverbands Deutschland.

Weiterhin sorgt die Angst der Überwachung für Gegendruck. So geben 25 % der Umfrageteilnehmer, als Grund sich für Barzahlungen zu entscheiden an, dass Bargeld keine Spuren hinterlässt und anonym ist. Bei der mobilen Zahlung machen sich 49 % Sorgen um mögliche Sicherheitsverletzungen, durch die ihre Daten gestohlen werden könnten (Smartphone wird gestohlen oder gehackt). 

Warum kann man in vielen Geschäften nicht bargeldlos bezahlen?

In den Studienergebnissen können wir sehen, dass 68 % der Kunden sich mit bargeldlosen Zahlungsmethoden wohl fühlen würden, wenn über 70 % der Geschäfte bargeldlose Zahlungen akzeptieren. 

Worin liegt es, dass viele Händler in Deutschland immer noch keine Kartenzahlung akzeptieren?

1. Angst vor Kosten

Der Handel trägt die Kosten für bargeldlose Zahlungen. Dies ist nicht unbedingt teurer als die Verwaltung von Bargeld (z.B. der Bargeld-Transport), ist aber weniger transparent. Bezahlt der Kunde mit EC-Karte, wird der Händler mit 0,2 % der kassierten Summe belastet. Bei der Bezahlung mit der Kreditkarte wird es etwas teurer. Kreditkarten-Unternehmen fordern 0,3 % pro Kartenzahlung. Zusätzlich geben Geschäfte einen Prozentsatz pro Kartenzahlung an ihren Netzbetreiber ab. 

2. Die Suche nach der richtigen Software schreckt ab

Es gibt eine ganze Reihe an Kassensystemen, da kann ein Händler schon mal den Überblick verlieren. Weiterhin muss bei der Wahl der richtigen Software auf viele Faktoren geachtet werden. Akzeptiert das Kartenlesegerät alle gängigen Kreditkarten, ist es kontaktlos, kommen alle Mitarbeiter damit zurecht, wie hoch sind die monatlichen Kosten, ist das System mit der neuen Kassensicherungsverordnung 2020 konform? Das Auseinandersetzen mit diesen Fragen schreckt einige Händler ab.

3. Angst vor Ärger mit der Technik

Viele Händler scheuen die neue Technologie, haben Angst vor Ausfällen und Bedenken hinsichtlich der Datensicherheit. Wie ein Umfrageteilnehmer anmerkt „Je mehr Technik wir nutzen, desto mehr kann kaputtgehen oder einfach nicht funktionieren.” 

Es ist Zeit in kontaktlose Technologien zu investieren

Die Digitalisierung schreitet voran und das auch in Sachen bargeldloses Bezahlen. Der Fortschritt wird durch die COVID-19-Krise wesentlich beschleunigt. Auch wenn wir in Deutschland noch an unserem Bargeld hängen, wird es für Händler doch immer wichtiger bargeldlose Alternativen bereitzustellen. 

Es ist höchste Zeit das bargeldlose Bezahlen anzubieten und die Ängste der Händler zu überwinden:  

  • Händler sollten sich nicht vor versteckten Kosten scheuen, da sie Kreditkartenkosten auf ihre Preise aufschlagen können. Somit zahlen die Kunden indirekt für die bargeldlosen Methoden. 
  • Die Auswahl und Implementation des richtigen Kassensystems kann schon kompliziert sein. Doch die Umstellung lohnt sich. Immerhin kaufen 38 % lieber in Geschäften ein, die bargeldlose Zahlungen anbieten, als bei Wettbewerbern, die dies nicht tun.
  • Um dir bei der Wahl etwas unter die Arme zu greifen, haben wir eine Liste mit den top kostenlosen bzw. kostengünstigen Kassensystemen zusammengestellt.
Willst du mehr erfahren? Dann wirf einen Blick auf unser Kassensoftware Verzeichnis, um weitere Produkte zu entdecken

*Methodik der Umfrage:
Um die Daten für diesen Report zu sammeln, haben wir im Juli 2020 eine Online-Umfrage unter 1013 Teilnehmern durchgeführt. Qualifizierte Teilnehmer sind in Deutschland ansässig, über 18 Jahre alt und erfüllen eines der folgenden Kriterien: In Vollzeit angestellt, in Teilzeit angestellt, Freiberuflich tätig, Vollzeitstudium, im Ruhestand oder ich habe während der Krise meinen Job verloren. 55 % der Teilnehmer sind männlich und 45 % weiblich. Die Teilnehmer kommen aus verschiedenen Gehalts- und Altersklassen. 

La frecuencia de comprar online 3 veces o más al mes llega a 62 % durante la COVID-19

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EStudio incremento compras online

El coronavirus ha cambiado hábitos de los consumidores y la forma de operar de los negocios. La frecuencia de adquisiciones por internet no es la excepción, esta actividad ha aumentado considerablemente durante la COVID-19, según indica nuestra última investigación, la cual es parte de una serie de estudios que hemos realizado sobre comportamiento de consumidores y transformación de los procesos y modelos de negocio, que van desde el aumento de uso de tecnología para realizar pagos en los comercios hasta la expansión de las empresas al plano digital para poder ofrecer sus productos online.

En Capterra hemos realizado un estudio sobre el comportamiento del consumidor y el incremento de compras online durante la pandemia. Para recopilar los datos de este artículo, se lanzó una encuesta a 1038 participantes de más de 18 años en España, entre el 15 y el 21 de julio de 2020. Ve al final del artículo para ver la metodología completa.

Notable crecimiento de número de compras por internet durante la COVID-19

Comprar por internet es un hábito común en España, el 98 % de los encuestados ha realizado una compra al menos durante este año. Durante el confinamiento esta actividad se ha intensificado, con los negocios cerrados y la limitación de traslado, los consumidores han optado por esta vía para obtener tanto bienes de primera necesidad como el resto de productos.

Por ejemplo, un 39 % de los participantes compraba por internet entre 3 y 10 veces al mes antes de la pandemia pero esta cifra pasó a ser de 50 % durante ella; mientras que la compra de 11 veces o más al mes pasó de un 6 % a un 11 % en el mismo periodo de tiempo.

Incremento de compras en internet debido a coronavirus

Comparando ambos periodos, antes de la COVID-19 y durante ella, se observa un notable incremento en la frecuencia de 3 o más compras al mes. Anteriormente el porcentaje de consumidores en línea que lo hacía era de 45 % y actualmente es de 62 %.

Esto indica una transformación en el comportamiento de compras por internet, la cual podría continuar después de la COVID-19. El 56 % de los participantes cree que va a comprar más por internet debido a la crisis.

El móvil es el dispositivo preferido para realizar compras por internet

Nuestro estudio indica que el dispositivo que más se utiliza para comprar online es el móvil, utilizando el navegador para acceder a la web de la tienda. Por esta razón es muy importante tener una página web o eCommerce que sea responsive, es decir que se adapte al tamaño de la pantalla del smartphone, de esta forma se facilita mucho la experiencia de compra. 

Por otra parte, el método de pago preferido, durante las compras en línea, es PayPal, seguido por las tarjetas de crédito/débito y mobile wallets como Apple Pay o Google Pay. 

Métodos de pago preferidos para compras online

¿Qué pasa cuando un consumidor no encuentra su método de pago preferido en un página de internet? La reacción principal es que el consumidor busque el mismo producto en otra página en dónde sí se acepte su método de pago preferido (35 %), mientras que un cuarto de los encuestados (25 %) indica que si no está ese método de pago, deja el proceso y no compra. 

Por este motivo los negocios deberían tener todos los métodos de pago posibles para evitar pérdidas de cliente, entre los cuales están las tarjetas de crédito/débito, transferencias bancarias, PayPal o plataformas como Apple Pay, Amazon Pay, Google Pay, etc.

La mayoría de los participantes que compraron un producto que nunca habían adquirido vía internet, lo seguirán haciendo

Durante el confinamiento, el 71 % de los encuestados adquirieron por primera vez online, al menos, un producto que nunca habían comprado antes por esta vía.   

Los productos que principalmente se adquirieron por primera vez durante este periodo son: ropa, calzado y equipaciones deportivas (29 %); comida (21 %); productos para el hogar y electrodomésticos (17 %).

El 85 % de los participantes que compraron por primera vez un producto nuevo vía internet, dicen que lo continuarán haciendo.

Incremento compras online se mantendrá

Las opiniones de los clientes son clave para confiar si un negocio online es seguro

La seguridad es clave para las compras por internet ya que sufrir una estafa implica pérdida de dinero pero también incluye riesgos mayores como el robo de datos bancarios y personales. A pesar de ello, no son muchos los consumidores que están preocupados por ella, únicamente el 47 % ha manifestado que les preocupa o les preocupa mucho este aspecto, el resto señalan que su preocupación es neutra, poca o nula.

Aun así cada consumidor utiliza uno o varios métodos para asegurarse de que está comprando en un lugar seguro. El método principal es comprobar las opiniones de los clientes en sitios de terceros, lo cual indica la confianza que se tiene en los demás consumidores al opinar sobre un sitio o un producto. Otro método común es cerciorarse que la página web tenga un cifrado SSL (indicado por el símbolo de candado en la barra del navegador).

Comprobar seguridad de compras por internet

Consejo: Recomendamos que siempre se tomen medidas de seguridad ya que un 31 % ha sido víctima de estafa en tiendas online una o más veces. Por ejemplo, comprobar que es un sitio legítimo al revisar su información legal, si está publicado su CIF, dirección fiscal, número de contacto, las condiciones de uso o si tiene política de protección de datos. 

Comprar vía redes sociales o tecnologías emergentes no es común en España

La mitad de los encuestados indica que nunca ha comprado vía redes sociales o con tecnologías emergentes, como un asistente de voz, un chat de mensajería instantánea o comprar sobre la marcha (Amazon Go). Mientras que la otra mitad que sí ha usado estas alternativas está dividida en porcentajes pequeños, pero que indica que el comportamiento de compras por internet se está revolucionando poco a poco.

Tecnologías emergentes en compras online

Las compras online se han integrado en los hábitos de los consumidores españoles gracias a la COVID-19

La fase de confinamiento duro, con las personas en casa y los negocios cerrados, causó un importante incremento en las compras online. Nuestro análisis indica:

  • La mayoría de los consumidores que durante el confinamiento compran un producto nuevo por primera vez vía online, lo continuarán haciendo ahora. 
  • Aumentó considerablemente el número de veces que se compra al mes por internet.
  • El principal dispositivo para comprar online es el móvil, ya sea mediante el navegador o la app de la tienda utilizando cómo principales métodos de pago PayPal y tarjetas de crédito o débito.
  • Las opiniones de otros consumidores sobre un sitio web es considerado el principal método para saber si es un lugar seguro para comprar.

Indudablemente en esta etapa de la humanidad se está acelerando la adopción de la tecnología en la vida diaria, y adquirir bienes es parte de ello. Por lo que es esencial que los negocios estén preparados tanto para poder vender online, ya sea con las plataformas adecuadas y con los métodos de pago correctos.

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*Metodología de la encuesta
Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea durante julio de 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 1367 personas, entre las que se seleccionaron 1038 para participar. El criterio de selección es:
  • Debe ser residente en España
  • Y cumplir con uno de los siguientes puntos: empleado/a a jornada completa o parcial, profesional autónomo, estudiante a tiempo parcial o completo. jubilado/a, desempleado/a que perdió su trabajo durante la crisis del coronavirus.
Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 

PMEs confiam mais em fintechs do que em instituições financeiras tradicionais

fintechs para empresas

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As pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras que adotam fintechs têm mais confiança nos serviços financeiros que utilizam do que aquelas que continuam apostando apenas por corporações tradicionais, como bancos.

É o que aponta pesquisa realizada pelo Capterra sobre a adoção das startups inovadoras da área financeira entre as PMEs brasileiras. Para o levantamento, o Capterra ouviu 349 gerentes responsáveis pelas áreas financeira e de contabilidade ou envolvidos diretamente na tarefa nas empresas em que trabalham.

Segundo o estudo, 71% das PMEs que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto (55%) ou muito alto (16%) nos serviços contratados. Em contrapartida, entre as empresas que usam instituições financeiras tradicionais, os números caem para 28% e 4% dos entrevistados, respectivamente. 

O que são fintechs? 

As fintechs são as startups que oferecem serviços inovadores na área das finanças por meio de novas tecnologias. A explicação está no próprio termo: fin, de finanças e tech, de tecnologia em inglês. Elas podem ser um serviço ou um software na nuvem, como sistemas de pagamentos e de contabilidade ou ERPs, por exemplo.

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Fintechs para empresas ganham espaço

A aposta pelas fintechs para empresas ainda não é unânime entre as PMEs, mas as startups de finanças estão ganhando espaço entre os pequenos empresários. 

Segundo o estudo, metade (51%) do total de entrevistados afirmou que os seus negócios utilizam os serviços de uma empresa do tipo para uma ou mais das sete seguintes áreas: pagamentos, gestão financeira/contabilidade, empréstimo/negociação de dívidas, investimentos, blockchain e bitcoin, seguros e financiamento coletivo.

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Entre aquelas empresas que utilizam fintechs, quase a metade (47%) o faz há um ano ou mais,  enquanto apenas 14% diz ter contratado tais serviços nos últimos três meses, dado esperado em uma conjuntura de crise do coronavírus, em que mudanças, principalmente na área financeira, são acompanhadas da máxima cautela.

De maneira geral, no entanto, o nível de adoção das fintechs por parte das PMEs reflete um mercado em expansão: de acordo com o último Mapa de Fintechs do Brasil, publicado pelo Finnovation em 2019, o número de empresas do tipo em operação no país saltou de 377 em 2018 para 504 em 2019, um aumento de 34%.   

Na pesquisa, o Capterra também analisou dados referentes às PMEs que não utilizam os serviços de fintechs. Entre as principais conclusões, se destacam: 

  • 20% afirmam desconhecer os serviços oferecidos pelas fintechs e outros 40% dizem ter um conhecimento baixo ou muito baixo desse tipo de instituição. O dado mostra, portanto, que há espaço para mais crescimento na área.
  • Entre as empresas que sabem o que são fintechs, mais ainda não as adotam, somente 4% descarta totalmente a possibilidade de contratar os serviços de uma nos próximos doze meses, enquanto a maioria (39%) enxerga tal possibilidade como nem alta, nem baixa.
Para o empreendedor que está interessado em saber mais sobre como utilizar fintechs para empresas, a dica é sempre olhar para as necessidades do negócio e dos trabalhadores. As fintechs podem tanto substituir antigos serviços como complementar muitos deles, agilizando processos e tornando a operação mais eficiente.

Fintechs mais usadas

As fintechs de pagamento e de gestão financeira/contabilidade são as mais usadas, como mostra o gráfico abaixo:

fintechs utilizadas

Abaixo detalhamos os principais tipos de fintechs e suas principais vantagens:

Gestão financeira e contabilidade

Esta categoria engloba: 

  • Sistemas de pagamento para efetuar cobranças em débito em conta, cartão de crédito e boleto bancário também entram nessa categoria. 

A principal vantagem desses sistemas é sua facilidade de adoção, já que são produtos oferecidos na nuvem (sem precisar instalar um programa), e o preço, com pacotes mais baratos que softwares tradicionais.

Pagamentos

São aquelas empresas em geral conhecidas como bancos digitais e que oferecem os principais serviços dos bancos tradicionais para pessoas físicas e jurídicas, como: 

  • Emissão de boletos
  • Saques
  • Cartão de débito ou crédito
  • Transferências

Como um dos seus principais diferenciais, oferecem isenção e descontos em taxas ou tarifas mais competitivas. 

Investimentos

São voltadas a quem busca investir o dinheiro em produtos financeiros. Como principal diferencial, tais empresas oferecem rapidez para abrir contas e manejar os serviços online.

Seguros

São as insurtechs: neste caso, o “fin” de finanças é substituído pelo “insur”, de insurance (seguro em inglês).

Elas facilitam a contratação de seguros para empresas disponibilizando diversas opções em uma única plataforma e com a possibilidade de fazer cotações online.

Clientes mais satisfeitos

Ainda segundo a pesquisa, o nível de satisfação dos usuários de fintehcs também é maior: 57% deles dizem estar satisfeitos com os serviços contratados e 18%, muito satisfeitos. Entre as empresas que apenas usam instituições financeiras tradicionais, tais números caem para 14% e 2%, respectivamente.

fintechs satisfação

Três de cada quatro entrevistados aponta a praticidade como o principal motivo de sua empresa ter adotado uma fintech em alguma das áreas analisadas e mais da metade (56%) destaca a menor burocracia para contratar serviços. 

Por outro lado, pouco menos de um de cada três ressalta a variedade de serviços oferecidos por essas instituições como motivo da escolha.

O dado não surpreende, já que, de maneira geral, grandes instituições financeiras, como bancos, têm maior capacidade de operar em diversos setores e oferecer uma maior variedade de produtos. As startups de finanças, no entanto, utilizam a seu favor o fato de contarem com operações mais enxutas para focar em serviços destinados a atender demandas pontuais dos clientes de maneira mais ágil.   

Já os principais problemas de utilizar fintechs para empresas, segundo os entrevistados, são aqueles ligadas à própria natureza desse tipo de serviço, baseado no ambiente online e na menor interação humana.

Para 45% dos ouvidos, sua principal desvantagem é a ausência de suporte presencial quando necessário, seguida pelo medo de sofrer um ataque virtual (45%) e por problemas técnicos com os sites e/ou aplicativos (30%). 

Apenas 23% apontam a menor segurança que serviços financeiros tradicionais como a principal desvantagem das fintechs, outra prova do nível de confiança dos usuários nesses serviços.  

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Metodologia

Para reunir os dados presentes neste estudo, o Capterra realizou um levantamento online entre os dias 12 e 18 de junho em que ouviu 349 profissionais de micro, pequenas e médias empresas de diferentes setores de todo o país. Os entrevistados eram proprietários das empresas ou ocupavam cargos de gerência e eram responsáveis pelas áreas financeira e de contabilidade ou envolvidos diretamente na tarefa. Para esta pesquisa, o Capterra utilizou definição adotada pelo Sebrae para a classificação das empresas de acordo com o número de trabalhadores, detalhada a seguir: serviços e comércio, de 0 a 99 pessoas ocupadas; indústria, de 0 até 499 pessoas ocupadas. Os resultados são representativos da pesquisa, mas não necessariamente da população como um todo.