O que é low-code? Conheça o desenvolvimento rápido de aplicativos

o que é low code

o que é low code

A demanda crescente por software e a escassez de desenvolvedores têm tornado as plataformas de desenvolvimento low-code uma solução para muitas empresas. Mas o que é low-code (ou código baixo, em português)? 

Graças a essas plataformas, os desenvolvedores podem criar aplicativos elaborados de forma rápida enquanto os custos de desenvolvimento são reduzidos ao mínimo. Já com a interface gráfica de uma plataforma de desenvolvimento no-code, é possível criar aplicativos simples.

A Gartner prevê que, em 2024, o desenvolvimento de aplicativos low-code será responsável por mais de 65% da atividade de desenvolvimento de software (documento completo disponível para clientes, em inglês).

O que é low-code?

Uma plataforma de desenvolvimento low-code (LCDP na sigla em inglês) automatiza o processo de desenvolvimento, permitindo o desenvolvedor se concentrar no mais importante: a funcionalidade desejada. A programação é feita por meio de uma interface gráfica e não por meio da digitação de código, embora isso também seja possível.

Segundo a Gartner, “uma plataforma de desenvolvimento low-code permite o desenvolvimento e a implementação de aplicativos de forma rápida usando técnicas de low-code e no-code, como design e desenvolvimento de aplicativo baseado em modelos descritivos, seguidos pela implementação com um simples clique.”

Entre os recursos e funcionalidades de uma plataforma de desenvolvimento low-code estão:

  • Criação de interfaces de usuário para aplicativos responsivos
  • Base de dados integrada
  • Modelagem e orquestração de processos de negócios e de decisões ou regras
  • Implementação de aplicativos com um clique

Low-code x no-code

No low-code, a ênfase está na simplificação do desenvolvimento de aplicativos. A construção, teste, monitoramento, integração e entrega (DevOp) são automatizados e ocorrem em um segundo plano. Embora o desenvolvedor ainda tenha a capacidade de programar manualmente, o aplicativo é construído usando uma interface gráfica. O resultado é um prazo bastante curto de entrega do aplicativo. Com uma LCDP, continua sendo possível construir aplicativos complexos, algo que não é possível com uma plataforma no-code.

Uma plataforma no-code serve para construir aplicativos simples com funcionalidades limitada. Eles são construído com blocos, que escondem o código de programação, como uma espécie de Lego. Dadas suas limitações, o no-code é especialmente adequado para usuários que usam o Excel ou o Access, por exemplo, e assim compensar a falta de alguma funcionalidade em seu trabalho diário.

o que é low code versus no code

Vantagens do low-code

  • Ao automatizar o processo de DevOps, o tempo de desenvolvimento e de entrega de novos aplicativos é bastante reduzido. Em um momento em que há escassez de desenvolvedores, esta é obviamente uma grande vantagem.
  • Com as LCDPs, os aplicativos desenvolvidos para grandes empresas também ficam ao alcance de empresas menores.
  • Os aplicativos desenvolvidos são propriedade da sua empresa.
  • Respostas flexíveis e rápidas às mudanças tornam-se possíveis, porque os pequenos ajustes nos aplicativos nem sempre exigem um programador. Graças à interface gráfica, eles podem ser realizados por seu próprio departamento de TI ou pessoas com pouco conhecimento de programação
  • Melhoria da experiência do usuário, em parte devido à possibilidade de os próprios usuários criarem aplicativos simples para certas funcionalidades ou relatórios. Isso evita a ocorrência de “shadow IT”, o uso de ferramentas instaladas diretamente pelos usuários, sem o conhecimento do departamento de TI. Os aplicativos low-code e no-code são integrados aos softwares usados e, portanto, melhor gerenciáveis pelo departamento de TI;
  • O departamento de TI tem uma visão geral das autorizações dos usuários. Modificar autorizações torna-se uma simples questão de atribuir ou bloquear um novo perfil de usuário.

3 tipos de plataformas low-code

  • Plataformas para o desenvolvimento de qualquer tipo de aplicativo: frequentemente, estão disponíveis Interface de Programação de Aplicativos (APIs na sigla em inglês) para essas plataformas, de forma que os aplicativos podem ser facilmente integrados às soluções já implantadas na empresa.
  • Plataformas para softwares de um fornecedor especial: alguns exemplos são o Microsoft PowerApps, da Microsoft, o Google App Maker, da Google, e o Oracle Application Express (APEX), da Oracle.

Como escolher a plataforma low-code certa?

Tudo começa com a pergunta: por que você está buscando uma plataforma low-code e quais problemas quer resolver? Para isso, responda às seguintes questões:

  • Estou buscando low-code ou no-code?
  • Estou buscando um aplicativo ou quero acomodar todos os processos de negócios em uma LCDP?
  • Estou buscando novas funcionalidades ou extensões de uma funcionalidade?
  • Estou buscando aplicativos para desktop, celular ou ambos?
  • Estou buscando um software baseado na minha própria nuvem, na nuvem do fornecedor ou de instalação local?

Quando tiver uma ideia clara do que está procurando, você pode começar a comparar diferentes plataformas low-code. Ler avaliações de usuários pode ser muito útil nesse processo.

O Capterra tem mais de um milhão de avaliações de software, inclusive de plataformas de desenvolvimento low-code e no-code. Ler essas avaliações ajudará você a fazer a escolha certa.

Exemplos de aplicativos low-code

Originalmente, o desenvolvimento de aplicativos de código baixo era usado pelas equipes de TI dentro de uma empresa, sendo ideal para criar bancos de dados online personalizados ou para agilizar as operações de negócios com os mais diversos propósitos, como gerenciamento de leads, gestão de projetos ou faturamento, por exemplo. Com o low-code, os usuários podem construir o banco de dados do zero ou usar modelos sem programação, o que simplifica o desenvolvimento.

Low code platform Teamdesk
Construção de banco de dados de gerenciamento de leads no TeamDesk  (Fonte)

As plataformas low-code também podem integrar aplicativos de diferentes departamentos, como CRM, ERP, recursos humanos, contabilidade e vendas, usando APIs. Dessa forma, o software pode crescer passo a passo com a empresa.

exemplo aplicativo ninox
Criação de aplicativos próprios de negócios com a plataforma low-code Ninox (Fonte)

No entanto, a experiência de usuário positiva e os modelos de licenciamento escalonáveis acabaram levando o low-code também para o desenvolvimento de aplicativos B2B (de empresas para empresas) e B2C (de empresas para consumidores). Alguns exemplos são o uso de LCDPs para SaaS (software como serviço ) e por desenvolvedores de aplicativos que desejam oferecer aos seus usuários um serviço integrado de automação e integração.

Low code integração Cycrl
Conectores do Cyclr, que permite desenvolvedores oferecer soluções integradas (Fonte)

Exemplos de soluções B2B e B2C são aquelas que melhoram a experiência do cliente, como aplicativos para celular que permitem ao usuário acompanhar o estado de seu pedido ou conferir o estoque da loja.

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Nota: os aplicativos mencionados neste artigo são apenas exemplos utilizados para mostrar funcionalidades em um determinado contexto. Não se tratam de endossos ou recomendações. Eles foram selecionados a partir de fontes consideradas confiáveis no momento da publicação.

Beter contractbeheer met een professionele contractmanagement tool

professioneel contractmanagement

Elke onderneming heeft te maken met contracten: huurcontracten, contracten met de verzekeringsmaatschappij, contracten met leveranciers en klanten of arbeidscontracten. Het niet nakomen van de contractvoorwaarden kan financiële claims tot gevolg hebben. Excel lijkt wellicht een goede (goedkope) oplossing, maar je moet het wél allemaal zelf bijhouden.

Effectief contractmanagement met professionele contractmanagement software zorgt dat je niet voor onverwachte kosten komt te staan in verband met boetes of vergeten opzegtermijnen. Inzicht, overzicht en signalering zijn de sleutelwoorden.

professioneel contractmanagement

Contract beheren in Excel

Het beheren van contracten in losse spreadsheets is mogelijk een goede oplossing als er sprake is van een klein aantal standaardcontracten. Het is voordelig, want er hoeft geen software aangeschaft te worden. Het kost echter wel tijd om alles up-to-date te houden. Wordt het aantal contracten groter, dan kost het in Excel al snel erg veel tijd om de gegevens overzichtelijk te houden en de integriteit te waarborgen.

In een spreadsheet kun je wel makkelijk contracten registreren, maar niet beheren of managen. Op de site van MochaDocs staat een casestudy over de struggle van het managen van contracten met Excel. Daaruit blijkt dat het niet eenvoudig is. Er ontstaan problemen door het werken in verschillende Excel versies, door beperkingen in de e-maildienst (alleen Outlook kan gebruikt worden) en mogelijke fouten in de code van de gemaakte oplossing. Vaak weet enkel de maker van de spreadsheet hoe deze precies is opgezet, wat een risico voor de continuïteit kan betekenen.

Waarom contractmanagement?

Door gebruik te maken van contractmanagement software, worden mijlpalen, aflooptermijnen, betalingstermijnen, opzegtermijnen en nog veel meer parameters bijgehouden. Automatische herinneringen worden gestuurd als een kritiek moment nadert, zodat tijdig actie ondernomen kan worden. Mijlpalen kunnen tevens workflows aansturen, zodat de juiste persoon geïnformeerd wordt; automatisch, dus het bespaart veel tijd en zorgen.

Digitale opslag van contracten maakt het mogelijk snel een contract terug te vinden: op nummer, naam, type, sector enzovoorts. Wordt er gekozen voor een cloud-oplossing, dan zijn de documenten 24/7 overal beschikbaar en in geval van een calamiteit zijn de contracten tevens veilig opgeslagen. Contractmanagement software komt overigens met nog veel meer functionaliteiten.

overzicht contracten in gatekeeper
Overzicht van contracten in de cloudgebaseerde oplossing voor contractbeheer  GateKeeper (bron)

De belangrijkste functionaliteiten van een contract management systeem

Centrale digitale opslag

Het centraal digitaal bewaren van contracten is de basisfunctionaliteit van contractmanagement software. Niet meer zoeken in archiefkasten of op de harddrives van verschillende apparaten. Snel overzicht, want contracten zijn te categoriseren op vrij te definiëren parameters.

Opstellen contracten en sjablonen

De software helpt bij het opstellen van een contract door bijvoorbeeld gebruik te maken van templates en clausuleblokken.

template-overeenkomst-contractbeheer
Sjabloon van een standaard overeenkomst in de contractbeheertool Precisely (bron)

Versie management en het koppelen van een workflow

Versiebeheer zorgt er onder andere voor dat alle betrokkenen met de laatste versie van een contract werken en dat een contract door de juiste personen wordt geautoriseerd. Met een gekwalificeerde e-handtekening kunnen contracten digitaal en rechtsgeldig worden ondertekend, zodat het proces van het aanbieden van een contract tot en met acceptatie en ondertekening snel en veilig online kan gebeuren.

Automatische levensduurbeheer

Veel tijd (en dus geld) wordt bespaard met het automatisch managen van de contracten. De voorheen genoemde bewaking van mijlpalen, lopende verplichtingen of einddata en opzegtermijnen gebeurt geheel automatisch.

Rapportage

Contractmanagement software heeft tevens uitgebreide rapportage mogelijkheden. Deze geven met een druk op de knop onder andere inzicht in:

  • de contractstatus en de contract life cycle dankzij triggers, als afloopdatum, opzegtermijn, mijlpalen etc.;
  • de kosten welke met een contract zijn gemoeid;
  • de waarde van een contract of groep contracten;
  • de prestaties van contractpartners.
  • De risico’s van een contract
risicobeheer contractmanagement tool icertis
Een analyse van het risico van een contract in contract management tool Icertis (bron)

E-negotiation

Snel en accuraat vanuit de werkplek. Je hebt tevens een schat aan informatie ter beschikking bij onderhandelingen van nieuwe contracten. Een snelle beschikking over de contractdata van eerder afgesloten contracten, helpt bij het evalueren van de nieuwe voorwaarden. Ingestelde compliance regels bewaken tevens de bedrijfsstandaarden. Met een druk op de knop stuur je het voorstel naar de klant.

digitaal contractbeheer met Conga
Digitaal contractbeheer in Conga Contracts (bron)

Waar moet je op letten bij het kiezen van een contractmanagement systeem?

Een van de eerste vragen die gesteld moet worden is: “cloud of on-premise?” Bij on-premise installaties heb je alles in eigen hand. Kies je voor de cloud, dan heb je geen zorgen over software en infrastructuur, maar de leverancier moet garant kunnen staan voor de beveiliging van de contractdata. Onderstaande punten zijn daarom van belang.

  • Is de leverancier ISAE 3402 en ISO 27001 en/of ISO 9001 gecertificeerd? ISO 27001 is een internationale norm voor gegevensbeveiliging binnen de organisatie en ISAE 3402 betreft een audit standaard voor uitbestede processen. Cloudhosting wordt namelijk door softwareleveranciers veelal uitbesteedt aan een derde partij. ISO 9001 is de internationale norm voor kwaliteitsmanagementsystemen.
  • Waar staan de servers? Heb je een Nederlands bedrijf, dan kies je het beste voor een leverancier die zijn servers in Nederland of in elk geval binnen de EU heeft staan. Dit onder andere in verband met verschillen in de privacywetgeving in verschillende delen van de wereld.
  • Hoe zijn back-ups en een eventuele recovery geregeld?

Bij het kiezen van de contractmanagement software dient er gekeken te worden naar de wensen en eisen binnen de onderneming. Een demo van de leverancier kan inzicht geven of de mogelijkheden van de software voldoen. Denk ook aan mogelijk gewenste functionaliteiten in de toekomst. Belangrijk is ook de support: Is deze online, 24/7 of enkel tijdens kantooruren? En wat is de responstijd? Ziet het er allemaal goed uit, dan rest enkel de implementatie nog. Informeer hoe de bestaande contracten worden overgezet naar de nieuwe contractapplicatie en welke ondersteuning er door de leverancier wordt geboden.

Belangrijke trends op het gebied van contractmanagement software

Het bekende “one size fits all” contract volstaat tegenwoordig niet meer. Bijna elk contract heeft klantspecifieke voorwaarden en prijscondities. Dankzij de contractmanagement software kunnen al deze gepersonaliseerde condities automatisch bewaakt worden en krijgen je tijdig een signalering als er actie ondernomen moet worden.

Artificial Intelligence (AI)

Kunstmatige intelligentie wordt steeds frequenter gekoppeld aan contractmanagement. AI analyseert alle contracten en clausules in de database en geeft voorstellen en inzichten bij het onderhandelen en opstellen van een nieuw contract. Hiermee wordt handmatig zoeken in voorgaande contracten en herhaling van mogelijke fouten in het verleden voorkomen, wat veel tijd bespaart.

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Wat is low code? Snel applicaties bouwen gericht op functionaliteit

Wat is low code?

Een sterk stijgende vraag naar applicatiesoftware en een tekort aan IT-ontwikkelaars maken dat low code applicatie platformen voor veel bedrijven een oplossing bieden. Maar wat is low code precies? Dankzij deze platformen kunnen ontwikkelaars in rap tempo software-applicaties bouwen en blijven ontwikkelkosten tot een minimum beperkt. Met de grafische interface van een no code platform kun je ook zelf eenvoudige applicaties bouwen.

Gartner voorspelt dat in 2024 low-code applicatie-ontwikkeling verantwoordelijk zal zijn voor meer dan 65% van de applicatie-ontwikkelactiviteit (document beschikbaar voor klanten).

Wat is low code?

Wat is low code?

Een low code applicatieplatform (LCAP) automatiseert het ontwikkelproces. De ontwikkelaar concentreert zich op de kern van de zaak: de gewenste functionaliteit. Er wordt geprogrammeerd via een grafische interface en niet door code te typen, alhoewel dit laatste wel mogelijk blijft.

Gartner omschrijft een LCAP als volgt: “Een low code applicatieplatform maakt snelle ontwikkeling en implementatie van software-applicaties mogelijk met behulp van low code en no code technieken, zoals het beschrijvend modelgestuurd ontwerpen en ontwikkelen van applicaties, gevolgd door een eenvoudige “druk op de knop” implementatie.”

Een LCAP creëert metadata, waaruit tijdens runtime de onderliggende serverinfrastructuur wordt afgeleid. Veel lowcode platformen staan tevens procedurele programma-extensies toe. Een LCAP bestaat uit en ondersteunt:

  • Gebruikersinterfaces via responsieve webapplicaties en mobiele apps.
  • Een ingebouwde database.
  • Het modelleren en orkestreren van bedrijfsprocessen en beslissingen of regels.
  • Implementatie van applicaties met één druk op de knop.

Low code versus no code

Bij low code ligt de nadruk op het vereenvoudigen van het ontwikkelen van een applicatie. Het bouwen, testen, monitoren, integreren en opleveren (DevOp) zijn geautomatiseerd en gebeuren op de achtergrond. Hoewel de ontwikkelaar nog wel de mogelijkheid heeft om handmatig te programmeren, wordt de applicatie gebouwd met behulp van een grafische interface. Het resultaat is een korte oplevertijd van de applicatie. Met een LCAP blijft het mogelijk om complexe applicaties te bouwen, iets wat met een no code platform niet mogelijk is.

Een no code platform is voor het bouwen van eenvoudige applicaties met een beperkte functionaliteit. Er wordt gebouwd met blokjes, waarachter de programma-code schuilgaat. Het is als een soort Lego. Dit geeft natuurlijk enkele beperkingen, No code is vooral geschikt voor “key users” of “citizens” die gebruikmaken van Excel of Acces om missende functionaliteiten in het dagelijks werk te compenseren.

low code versus no code

Voordelen van low code

  • Door het automatiseren van het DevOps proces, wordt de ontwikkelings- en oplevertijd voor nieuwe applicaties sterk teruggebracht. In een tijd waarin er een tekort is aan IT-ontwikkelaars, is dit natuurlijk een sterk pluspunt.
  • Applicaties ontwikkeld op maat van de onderneming komen met de LCAP’s ook binnen bereik van de kleinere onderneming.
  • Zelf ontwikkelde applicaties zijn jouw eigendom.
  • Flexibel en snel inspelen op veranderingen wordt mogelijk, doordat voor kleine aanpassingen van applicaties niet altijd meer een programmeur nodig is. Dankzij de grafische interface kunnen deze door de eigen IT-afdeling of citizens worden gerealiseerd.
  • Verbetering van de gebruikers ervaring, mede door de mogelijkheid dat gebruikers zelf eenvoudige applicaties voor een ontbrekende functionaliteit of rapportage bouwen. Hiermee wordt een onbeheersbare “schaduw IT” voorkomen. De low code of no code applicaties zijn geïntegreerd in de bedrijfssoftware en is dus voor de IT-afdeling beter beheersbaar.
  • Aan de hand van role-based acces, heeft een IT-afdeling een centraal overzicht in de autorisaties van de gebruikers. Het aanpassen van autorisaties is slecht een kwestie van een nieuwe gebruikersrol toekennen of blokkeren bij een gebruiker.

3 soorten low code platformen

Niche platformen richten zich op een specifieke behoefte of bedrijfsproces, bijvoorbeeld Customer Relations Management (CRM) of Business Process Management (BPM). Deze applicaties moeten wel geïntegreerd worden met bestaande software architectuur in de onderneming, wat niet altijd eenvoudig is.

De tegenhangers van de nichespelers zijn de platformen welke geschikt zijn om alle typen applicaties te ontwikkelen. Vaak zijn er voor deze platformen API’s beschikbaar, zodat de applicaties gemakkelijk kunnen integreren met reeds bestaande software in de onderneming.

Tot slot zijn er nog platformen die zich specifiek richten op software-applicaties voor een speciale leverancier. Microsoft met Microsoft PowerApps, Google met Google App Maker en Oracle met Oracle Application Express (APEX) zijn hier voorbeelden van.

Hoe kies je het juiste low code platform?

Het begint allemaal met de vraag waarom je op zoek bent naar een low code platform, welke problemen denk je op te lossen?

  • Zoek je low code of no code?
  • Ben je opzoek naar één applicatie, of wil je alle bedrijfsprocessen onderbrengen op een LCAP?
  • Zoek je nieuwe functionaliteiten of uitbreiding van functionaliteit?
  • Zoek je applicaties geschikt voor desktop, mobiel of beide?
  • In de cloud van de leverancier (public of private), eigen cloud of toch liever on premise?

Wanneer je duidelijk voor ogen hebt wat je zoekt, kun je verschillende low code platformen gaan vergelijken. Het lezen van reviews van gebruikers kan zeer nuttig blijken in dit proces.

Op Capterra staan meer dan een miljoen reviews over softwareproducten, waaronder ook veel reviews van gebruikers van low code development software en no-code software. Het lezen van deze reviews helpt je om de juiste keuze te maken.

Voorbeelden van low code toepassingen

Oorspronkelijk werd low-code applicatie ontwikkeling gebruikt voor IT-personeel binnen een onderneming (B2E). Het is dan ook uitermate geschikt om bijvoorbeeld op maat gemaakte online databases te creëren voor het stroomlijnen van bedrijfsactiviteiten. Denk bijvoorbeeld aan verschillende doeleinden als lead management, project management, facturatie of klantgegevens. Gebruikers kunnen de database van scratch opbouwen of gebruik maken van sjablonen zonder programmering die de ontwikkeling vereenvoudigen.

database bouwen Teamdesk
Het bouwen van een leads management database vanuit een sjabloon van Teamdesk (bron)

Low code platformen kunnen ook toepassingen van verschillende afdelingen, zoals CRM, ERP, HR, boekhouding, verkoop en PM integreren met behulp van API’s. De software kan zo stap voor stap met de onderneming meegroeien.

applicatie bouwen zonder programmeren met Ninox
Eigen zakelijke toepassingen creëren met het low code platform Ninox (bron)

De positieve gebruikerservaring en schaalbare licentiemodellen hebben er echter toe geleid dat low-code nu ook wordt ingezet voor B2B en B2C applicaties. Denk bijvoorbeeld aan low code development software voor SaaS- en app-ontwikkelaars die hun gebruikers een geïntegreerde automatiserings- en integratiedienst willen aanbieden.

integraties bouwen met low code platform Cyclr
Connectors van Cycrl – Software waarmee app-ontwikkelaars hun klanten integratie-oplossingen kunnen bieden (bron)

Het verbeteren van de customer experience is een ander voorbeeld van een B2B of B2C toepassing. Mobiele applicaties gebouwd voor klanten, waarmee zij bijvoorbeeld inzicht in de status van de orders krijgen, of in de beschikbare voorraad.

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* De in dit artikel genoemde toepassingen zijn voorbeelden om een functie in de context te tonen en zijn niet bedoeld als goedkeuringen of aanbevelingen. Ze zijn verkregen uit bronnen die ten tijde van de publicatie betrouwbaar werden geacht.

 

Software per la gestione dei visitatori in azienda: cosa sono e perché le aziende ne hanno bisogno per la “nuova normalità”?

Software per la gestione dei visitatori in azienda: cosa sono e perché le aziende ne hanno bisogno per la "nuova normalità"?

Software per la gestione dei visitatori in azienda: cosa sono e perché le aziende ne hanno bisogno per la "nuova normalità"?

Mantenere il registro dei visitatori della tua azienda è un compito tanto importante quanto laborioso. Fin qui, sono certa che non ti sto dicendo nulla di nuovo. E se ti chiedessi quante persone hanno visitato il tuo ufficio a gennaio? E la scorsa settimana? E i visitatori del 27 maggio 2019?

Credo che avresti qualche difficoltà a rispondere a questa domanda. E, anche se ci riuscissi, potresti aver bisogno di aprire un mucchio di cartelline conservate negli scaffali o un documento excel nel tuo computer per fare il calcolo in modo manuale.

Ma quanto sono accurati questi dati che hai faticosamente ritrovato? I nomi in quel documento excel sono corretti? E l’orario di visita? Hai annotato anche quale dipendente sono venuti a visitare?

Queste sono alcune delle domande che potresti porti se non utilizzi ancora un software per la gestione dei visitatori.

In questo articolo approfondiremo cos’è la gestione dei visitatori in azienda e i suoi vantaggi per la “nuova normalità”.

Cos’è un sistema per la gestione dei visitatori in azienda

La gestione dei visitatori è qualsiasi processo che aiuta un’azienda a tenere traccia delle persone che visitano la sua sede. Le politiche possono variare a seconda dell’organizzazione, del tipo di struttura, del settore o della posizione geografica. Per alcune organizzazioni è sufficiente annotare il nome del visitatore, ma altre hanno requisiti di sicurezza più elevati, come badge, firma di documenti legali e altro ancora.

Un sistema di gestione dei visitatori in azienda è una tecnologia che tiene traccia dei visitatori che entrano nel tuo ufficio o negozio. Può trattarsi di un cliente, un corriere, un candidato per un colloquio, un socio in affari, un consulente o persino un parente del tuo CEO. Il punto è che chiunque non sia un dipendente a tempo pieno può essere considerato un visitatore.

I sistemi di gestione dei visitatori aiutano dunque le organizzazioni a creare o a porre in pratica le loro politiche relative alla gestione dei visitatori.

Vantaggi del sistema per la gestione dei visitatori per la “nuova normalità”

Anche dopo le più grandi catastrofi, la vita deve continuare. Dopo essere entrati in una nuova fase della crisi sanitaria del Covid-19, molti di noi cominciano a tornare alle solite attività. Parecchi uffici, negozi e centri commerciali hanno riaperto.

Ora più che mai, per far sentire tutti al sicuro e a proprio agio, è necessario implementare un software per la gestione dei visitatori allo scopo di limitare il numero di persone all’interno di uno spazio chiuso e garantire così il mantenimento della distanza fisica e delle norme di sicurezza.

Ci sono parecchi vantaggi che si possono ottenere dall’implementazione di un sistema di gestione dei visitatori. Di seguito ne elenchiamo alcuni.

1. Screening virtuale attraverso un questionario

Lo screening è estremamente importante per assicurarsi che ogni visitatore che entra nel tuo ufficio o negozio sia in buone condizioni di salute. Non mi riferisco solo al classico controllo della temperatura corporea ma anche alla compilazione di un questionario relativo al proprio stato di salute.

Questo processo potrebbe anche essere svolto manualmente, ma in questo modo il visitatore impiegherebbe un po’ di tempo per completare il questionario con il rischio che si formino delle file innecessarie.

Un software per la gestione dei visitatori può aiutarti a semplificare il processo di raccolta dei dati. Il personale della reception o del negozio può inserire rapidamente i dati dei visitatori nel sistema e gli ospiti possono compilare il questionario direttamente in loco.

Un’ulteriore opzione sarebbe mettere a loro disposizione un form di registrazione a cui i visitatori possano accedere in maniera autonoma. In questo modo possono rilasciare i propri dati direttamente dal loro smartphone o tablet senza necessità di sostare troppo tempo in reception.

2. Archivia automaticamente i dati dei visitatori

Un software di gestione dei visitatori può stampare dei badge con un codice a barre. Quando il personale della reception scansiona il codice, visualizza automaticamente i dati dei visitatori insieme alla loro foto, ai registri delle visite e ai dati riguardanti le condizioni di salute del proprietario della tessera.

Il badge è anche utile per semplificare la registrazione dei visitatori nel corso della loro prossima visita, in quanto non sarà necessario registrare da capo la stessa persona più e più volte.

Infine, il questionario è utile per rintracciare i contatti nel caso in cui il visitatore risulti positivo al COVID-19 e sia necessario effettuare un tracciamento e seguimento della situazione.

3. Migliora il protocollo di distanziamento sociale

Per rendere ancora più efficienti i protocolli di distanziamento sociale, alcuni Paesi- tra cui l’Italia- applicano restrizioni come la limitazione del numero di persone negli uffici o nei centri commerciali. Ma farlo senza un software di gestione dei visitatori è quasi impossibile.

Con l’aiuto del sistema, infatti, il responsabile dell’ufficio o del negozio può facilmente tracciare il numero di visitatori all’interno dell’edificio. Se la capacità si avvicina al limite consentito, si può intervenire per indicare al visitatore di aspettare altrove o direttamente riorganizzare il programma delle visite per un altro giorno.

4. Ottimizza la pianificazione delle riunioni

Un software per la gestione dei visitatori facilita l’organizzazione degli orari delle visite. Un dipendente può impostare gli orari delle proprie riunioni direttamente sul calendario del sistema, compilare i dati della persona che incontrerà, inserire lo scopo della visita e inviare il questionario al visitatore via e-mail.

Il sistema facilita anche la prenotazione degli spazi in cui si effettueranno le riunioni garantendo così il rispetto delle norme di sicurezza.

5. Notifiche automatiche

Un altro vantaggio associato all’utilizzo di software per la gestione dei visitatori è la possibilità per i dipendenti di ricevere una notifica automatica quando i loro ospiti arrivano in ufficio. Grazie ai dati e ai questionari compilati in precedenza, il processo di registrazione dei visitatori può essere eseguito molto rapidamente.

I sistemi sono in grado di inviare notifiche tramite e-mail, SMS e anche messaggi WhatsApp consentendo al dipendente di preparare tempestivamente sala riunioni e strumenti di presentazione.

Quale software scegliere? Funzionalità principali da ricercare

Se sei alla ricerca di un software per la gestione dei visitatori noterai che il mercato offre una varietà di soluzioni diverse che ben si adattano ad ogni necessità. Di seguito elenchiamo alcune tra le funzionalità principali da ricercare nel tool che andrai a scegliere:

  • Accesso semplice e immediato: il digital sign-in è facile e consente di personalizzare le domande e i campi di risposta.
  • Pre-registrazione: permette di sapere chi arriva e quando.
  • Registro digitale dei visitatori: i registri digitali sono sicuri e possono essere consultati in qualsiasi momento e ovunque.
  • Notifiche automatiche: consentono di risparmiare tempo e di ridurre i tempi di attesa per i visitatori.
  • Documenti legali digitali: la loro presenza in formato digitale agevola il processo di firma.
  • Stampa dei badge: la stampa automatica dei badge con marchio o logo personalizzato consente di organizzare meglio il flusso all’interno degli edifici oltre a conferire un look raffinato e professionale.
  • Foto dei visitatori: consente di fare attenzione a chi si muove nell’edificio.
  • Integrazione: è importante integrare i sistemi di gestione dei visitatori nei tuoi flussi di lavoro esistenti.

PMEs confiam mais em fintechs do que em instituições financeiras tradicionais

fintechs para empresas

fintechs para empresas

As pequenas e médias empresas (PMEs) brasileiras que adotam fintechs têm mais confiança nos serviços financeiros que utilizam do que aquelas que continuam apostando apenas por corporações tradicionais, como bancos.

É o que aponta pesquisa realizada pelo Capterra sobre a adoção das startups inovadoras da área financeira entre as PMEs brasileiras. Para o levantamento, o Capterra ouviu 349 gerentes responsáveis pelas áreas financeira e de contabilidade ou envolvidos diretamente na tarefa nas empresas em que trabalham.

Segundo o estudo, 71% das PMEs que utilizam fintechs têm um nível de confiança alto (55%) ou muito alto (16%) nos serviços contratados. Em contrapartida, entre as empresas que usam instituições financeiras tradicionais, os números caem para 28% e 4% dos entrevistados, respectivamente. 

O que são fintechs? 

As fintechs são as startups que oferecem serviços inovadores na área das finanças por meio de novas tecnologias. A explicação está no próprio termo: fin, de finanças e tech, de tecnologia em inglês. Elas podem ser um serviço ou um software na nuvem, como sistemas de pagamentos e de contabilidade ou ERPs, por exemplo.

fintechs para empresas confiança

Fintechs para empresas ganham espaço

A aposta pelas fintechs para empresas ainda não é unânime entre as PMEs, mas as startups de finanças estão ganhando espaço entre os pequenos empresários. 

Segundo o estudo, metade (51%) do total de entrevistados afirmou que os seus negócios utilizam os serviços de uma empresa do tipo para uma ou mais das sete seguintes áreas: pagamentos, gestão financeira/contabilidade, empréstimo/negociação de dívidas, investimentos, blockchain e bitcoin, seguros e financiamento coletivo.

fintechs para empresas usam

Entre aquelas empresas que utilizam fintechs, quase a metade (47%) o faz há um ano ou mais,  enquanto apenas 14% diz ter contratado tais serviços nos últimos três meses, dado esperado em uma conjuntura de crise do coronavírus, em que mudanças, principalmente na área financeira, são acompanhadas da máxima cautela.

De maneira geral, no entanto, o nível de adoção das fintechs por parte das PMEs reflete um mercado em expansão: de acordo com o último Mapa de Fintechs do Brasil, publicado pelo Finnovation em 2019, o número de empresas do tipo em operação no país saltou de 377 em 2018 para 504 em 2019, um aumento de 34%.   

Na pesquisa, o Capterra também analisou dados referentes às PMEs que não utilizam os serviços de fintechs. Entre as principais conclusões, se destacam: 

  • 20% afirmam desconhecer os serviços oferecidos pelas fintechs e outros 40% dizem ter um conhecimento baixo ou muito baixo desse tipo de instituição. O dado mostra, portanto, que há espaço para mais crescimento na área.
  • Entre as empresas que sabem o que são fintechs, mais ainda não as adotam, somente 4% descarta totalmente a possibilidade de contratar os serviços de uma nos próximos doze meses, enquanto a maioria (39%) enxerga tal possibilidade como nem alta, nem baixa.
Para o empreendedor que está interessado em saber mais sobre como utilizar fintechs para empresas, a dica é sempre olhar para as necessidades do negócio e dos trabalhadores. As fintechs podem tanto substituir antigos serviços como complementar muitos deles, agilizando processos e tornando a operação mais eficiente.

Fintechs mais usadas

As fintechs de pagamento e de gestão financeira/contabilidade são as mais usadas, como mostra o gráfico abaixo:

fintechs utilizadas

Abaixo detalhamos os principais tipos de fintechs e suas principais vantagens:

Gestão financeira e contabilidade

Esta categoria engloba: 

  • Sistemas de pagamento para efetuar cobranças em débito em conta, cartão de crédito e boleto bancário também entram nessa categoria. 

A principal vantagem desses sistemas é sua facilidade de adoção, já que são produtos oferecidos na nuvem (sem precisar instalar um programa), e o preço, com pacotes mais baratos que softwares tradicionais.

Pagamentos

São aquelas empresas em geral conhecidas como bancos digitais e que oferecem os principais serviços dos bancos tradicionais para pessoas físicas e jurídicas, como: 

  • Emissão de boletos
  • Saques
  • Cartão de débito ou crédito
  • Transferências

Como um dos seus principais diferenciais, oferecem isenção e descontos em taxas ou tarifas mais competitivas. 

Investimentos

São voltadas a quem busca investir o dinheiro em produtos financeiros. Como principal diferencial, tais empresas oferecem rapidez para abrir contas e manejar os serviços online.

Seguros

São as insurtechs: neste caso, o “fin” de finanças é substituído pelo “insur”, de insurance (seguro em inglês).

Elas facilitam a contratação de seguros para empresas disponibilizando diversas opções em uma única plataforma e com a possibilidade de fazer cotações online.

Clientes mais satisfeitos

Ainda segundo a pesquisa, o nível de satisfação dos usuários de fintehcs também é maior: 57% deles dizem estar satisfeitos com os serviços contratados e 18%, muito satisfeitos. Entre as empresas que apenas usam instituições financeiras tradicionais, tais números caem para 14% e 2%, respectivamente.

fintechs satisfação

Três de cada quatro entrevistados aponta a praticidade como o principal motivo de sua empresa ter adotado uma fintech em alguma das áreas analisadas e mais da metade (56%) destaca a menor burocracia para contratar serviços. 

Por outro lado, pouco menos de um de cada três ressalta a variedade de serviços oferecidos por essas instituições como motivo da escolha.

O dado não surpreende, já que, de maneira geral, grandes instituições financeiras, como bancos, têm maior capacidade de operar em diversos setores e oferecer uma maior variedade de produtos. As startups de finanças, no entanto, utilizam a seu favor o fato de contarem com operações mais enxutas para focar em serviços destinados a atender demandas pontuais dos clientes de maneira mais ágil.   

Já os principais problemas de utilizar fintechs para empresas, segundo os entrevistados, são aqueles ligadas à própria natureza desse tipo de serviço, baseado no ambiente online e na menor interação humana.

Para 45% dos ouvidos, sua principal desvantagem é a ausência de suporte presencial quando necessário, seguida pelo medo de sofrer um ataque virtual (45%) e por problemas técnicos com os sites e/ou aplicativos (30%). 

Apenas 23% apontam a menor segurança que serviços financeiros tradicionais como a principal desvantagem das fintechs, outra prova do nível de confiança dos usuários nesses serviços.  

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Metodologia

Para reunir os dados presentes neste estudo, o Capterra realizou um levantamento online entre os dias 12 e 18 de junho em que ouviu 349 profissionais de micro, pequenas e médias empresas de diferentes setores de todo o país. Os entrevistados eram proprietários das empresas ou ocupavam cargos de gerência e eram responsáveis pelas áreas financeira e de contabilidade ou envolvidos diretamente na tarefa. Para esta pesquisa, o Capterra utilizou definição adotada pelo Sebrae para a classificação das empresas de acordo com o número de trabalhadores, detalhada a seguir: serviços e comércio, de 0 a 99 pessoas ocupadas; indústria, de 0 até 499 pessoas ocupadas. Os resultados são representativos da pesquisa, mas não necessariamente da população como um todo.

O que são fintechs e quais as vantagens de contratar os seus serviços

o que são fintechs

o que são fintechs

O momento é de crise e entre as grandes preocupações das empresas está a de manter as finanças em dia em uma panorama instável e de tantas mudanças. 

Segundo pesquisa recente do Capterra, 88% das PMEs brasileiras consideram importante ou muito importante aumentar seu fluxo de caixa no curto prazo, quase o mesmo número de negócios (86%) que enxerga como vital cortar gastos nos próximos meses. 

Para os pequenos negócios, estes dois pontos somente ficam atrás em importância daqueles ligados ao cumprimento das regras locais com respeito à quarentena e ao distanciamento social e à produtividade dos trabalhadores.

O que muitos empresários não sabem é que cada vez mais as questões financeiras de uma empresa vão muito além do uso de planilhas de Excel para o controle de gastos ou do contato com o gerente do banco para conseguir um financiamento ou renegociar prazos. 

Nos últimos anos, as chamadas fintechs irromperam no mercado brasileiro oferecendo serviços para empresas (e também para pessoas físicas) e passaram a disputar espaço com instituições financeiras clássicas, como bancos ou seguradoras. Não sabe o que são fintechs e como utilizá-las? Nós explicamos abaixo.  

O que são fintechs? 

O nome parece complicado, mas as fintechs são as startups desenvolvidas para oferecer serviços inovadores na área das finanças por meio de novas tecnologias. Na verdade, a explicação do que são essas empresas está no próprio termo: tech, de tecnologia em inglês, e fin, de finanças. Elas podem ser um serviço ou um software na nuvem, como sistemas de pagamentos, por exemplo.

À diferença das instituições financeiras tradicionais, as fintechs costumam ser mais enxutas e atender determinados nichos de mercado e estruturar seu produto e a experiência do cliente com foco na tecnologia.  

Há um verdadeiro boom de fintechs brasileiras nos últimos anos. Segundo o último Mapa de Fintechs do Brasil, publicado pelo Finnovation no ano passado, o número de empresas do tipo em operação no país pulou de 377 em 2018 para 504 em 2019, um aumento de 34%. 

As fintechs são inclusive a maioria entre as startups brasileiras que alcançaram o status de unicórnios, com valor de mercado de US$ 1 bilhão ou mais, como mostra a imagem abaixo:  

fintechs brasileiras

Os motivos para essa explosão são vários, mas entre os principais estão: 

  • Mudanças na regulação sobre o tema promovidas pelo Banco Central, que impulsionaram a atuação tanto de novas instituições de pagamento, como o Neon, como de empréstimos e crédito.
  • Um grande mercado em potencial: 
  1. No caso das pessoas físicas, representado pelo grande número de desbancarizados existentes no Brasil, que conseguem, através da fintechs, acesso a serviços antes voltados quase exclusivamente a quem possuía cartões de crédito ou outros produtos financeiros.
  2. No caso das empresas, representado por pequenos empresários e empreendedores individuais, que têm mais dificuldades de acesso a crédito ou para utilizar tecnologias até pouco tempo reservadas a grandes negócios, como máquinas de cartão

Como observado, as fintechs estão florescendo no Brasil ao facilitar por primeira vez o acesso a novidades da área financeira a uma grande fatia de empresários e pessoas físicas. 

Mas é preciso estar atento: como toda novidade, as fintechs ainda estão conquistando a confiança do consumidor e podem gerar dúvidas quanto à segurança dos ativos em um ambiente totalmente online, principalmente àqueles menos acostumados às novas tecnologias. 

Abaixo selecionamos as principais vantagens e desvantagens de adotar tais serviços para os pequenos empreendedores:   

vantagens desvantagens o que são fintechs

Tipos de fintechs

As fintechs atuam em diversas áreas, fornecendo diferentes tipos de serviços ou soluções financeiras, de sistemas de pagamentos, passando por gestão financeira, entre outros.

Por isso, ao contratar o serviço de uma fintech para empresas, é preciso buscar soluções que se encaixem a uma necessidade concreta ou que combinem funcionalidades que podem ser aplicadas a mais de uma área, caso necessário.

Abaixo mostramos os principais tipos de fintechs e o que elas oferecem: 

Gestão financeira/contabilidade

São plataformas voltadas para diferentes áreas do controle financeiro das empresas. Entre os principais tipos, se destacam: 

Os empresários precisam estar atentos às novidades dos sistemas de pagamento: pesquisa feita no início de 2020 pelo Capterra mostrou que os pagamentos eletrônicos com o celular estão ganhando espaço no país.

Sua principal vantagem está na facilidade de adoção e na flexibilidade: estão disponíveis na nuvem (sem a necessidade de instalar um programa no computador) e cobram mensalidades por pacotes de serviços, dependendo do número de usuários que utilizarão a plataforma e de quais funcionalidades a empresa adotará. 

Pagamentos

Estão entre as mais conhecidas e são aquelas comumente chamadas de bancos digitais. 

Não são formalmente bancos, como explica o próprio Nubank, mas operam oferecendo os principais serviços dos bancos tradicionais também para pessoas jurídicas, como: 

  • Cartão de débito ou crédito
  • Saques
  • Transferências
  • Emissão de boletos

Entre as principais vantagens para as empresas em comparação com alguns bancos tradicionais estão a isenção de taxas e a gratuidade em mensalidades, por exemplo. 

Fintechs de crédito 

São as empresas que integram o segmento de fintechs que mais cresceu nos últimos anos. Desde 2018, podem atuar sem a intermediação de uma instituição financeira tradicional e fornecer empréstimos diretamente às empresas. 

Muitas empresas da área têm foco nas PMEs.

Entre as principais vantagens estão as taxas competitivas, a rapidez no processo e a maior facilidade para acessar o crédito. 

Seguros 

As fintechs de seguros têm inclusive um nome próprio: insurtechs. Aqui, o fin de finanças dá lugar ao insur, de insurance (seguro em inglês).

São empresas que facilitam a busca e a contratação de seguros tanto para pessoas físicas como para empresas, reunindo diversas opções de seguros em uma única plataforma e com serviços de cotação online. 

Investimentos

Estão mais voltadas às pessoas físicas que buscam investir seu dinheiro em títulos de renda fixa, ações, fundos, imóveis, entre outros produtos financeiros.

Como vantagem, além da rapidez em abrir uma conta e manejar os serviços online, as empresas oferecem calculadores de investimento para os usuários fazerem simulações.  

Blockchain e Bitcoin

As bitcoins são moedas virtuais que utilizam a tecnologia blockchain, que permite rastrear o envio e o recebimento de alguns tipos de informação pela internet, para suas transações.

Diversos apps ajudam investidores que buscam realizar esse tipo de investimento.  

Fintechs x bancos?

Como vimos, as fintechs entraram no mercado para disputar espaço com bancos e instituições financeiras tradicionais e, muitas vezes, oferecer serviços totalmente inovadores, como é o caso de algumas ferramentas de contabilidade, gestão financeira e pagamentos

As fintechs podem, portanto, não apenas substituir antigos serviços contratados pela sua empresa como complementar muitos deles, agilizando processos e trazendo eficiência.

Se você ainda tem dúvidas sobre se vale a pena ou não apostar por essa novidade, a dica é sempre olhar para as necessidades da sua empresa e dos seus trabalhadores. 

A adoção de novas tecnologias deve ser sempre planejada e discutida internamente com a equipe. Antes de tomar uma decisão, lembre-se sempre de comprar as opções no mercado, ler avaliações de usuários e testar os serviços antes de contratá-los.

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Nota: Os aplicativos mencionados neste artigo são exemplos para mostrar recursos em um contexto e não se destinam a endossos ou recomendações das ferramentas em questão. Eles foram selecionados de acordo com o seguinte critério: as empresas deveriam ser unicórnios (com valor de mercado de US$ 1 bilhão ou mais) ou candidatas ao posto de acordo com relatório do início de 2020 da comunidade independente de inovação Distrito. 

Assessing Your Options: Cloud-Based ERP Software vs On-Premise ERP

Cloud-based ERP and on-prem ERP

Most business organisations have workflow solutions in place, and many will have already considered dedicated ERP (Enterprise Resource Planning) software systems. The real corporate dilemma is whether to opt for ‘tried and tested’ on-premise ERP software or migrate to a cloud-based ERP solution.

Cloud-based ERP and on-prem ERP

Any automated ERP system will impact the operational efficiency of your business, but choosing the best option needs careful evaluation. With that in mind, let’s look at the ERP concept in more detail, considering the pros and cons of on-premise and cloud-based ERP software to maximise the potential business benefits on offer.

So what exactly is ERP software?

ERP, otherwise known as Enterprise Resource Planning, refers to the ability to deliver an integrated software suite of business applications. This means ERP software tools share a common process and data model, covering broad and deep operational end-to-end processes. With the right system in place, an organisation can reap the benefits of flexible, streamlined operations. ERP systems are commonly deployed in sectors such as finance, HR, distribution, manufacturing, service and the supply chain.

ERP applications automate and support a range of administrative and operational business processes across multiple industries. This includes fundamentals like the line of business, customer-facing, administrative and asset-management features of an enterprise.

Cloud-based ERP

A cloud-based ERP system—also known as a SaaS (Software as a Service) facility—is deployed and centrally managed via the Internet. The servers running the system are either owned or leased by the service provider, who also supplies the software and associated infrastructure. The business client uses a web browser to directly access the system.

On-premise ERP

By contrast, a business will deploy and manage an on-premise ERP system locally. They’ll install the ERP software on company-owned (or company leased) computers and servers. So ongoing management tasks become the responsibility of your in-house IT staff. 

Whichever solution you choose, ERP delivers major business benefits. For instance, ERP can:

  •       Drive business innovation
  •       Ensure business process efficiency
  •       Create process standardisation
  •       Produce IT cost savings.

Analysing which ERP solution is best for your business

Many sources note an accelerating demand for cloud-based systems. For example, the Panorama (2018) ERP Software Report shows new adoptions running at 15% (on-premise) and 85% (cloud-based). Nevertheless, the core requirement is always to choose the ‘best fit’ ERP solution for your enterprise. 

Here are the key factors to take into account:

Cost and time-investment

Cloud-based

A cloud-based ERP system is pre-configured and ready to use. There is no operational time-lag involved, which means a system can be rapidly deployed. The subscription fee, which covers all hardware and software costs, and is generally lower than the cost of a comparable local system.

On-premise

There will be up-front capital expenditure on software and equipment, and the system will require expert configuration and a period of commissioning prior to deployment.

Deployment and implementation

Cloud-based

With cloud-based ERP software remotely hosted on Internet servers, some systems can launch and become active within 24 hours. Employees can access the system via mobile apps and Internet browsers, and a well-designed facility should integrate seamlessly with staff working practices.

On-premise

An on-premise system, which is locally installed and managed, can be readily customised to create an extremely sophisticated facility. However, this may delay its launch and implementation. In addition, system maintenance and occasional failures may mean an on-premise ERP facility is not always continuously available.

System updates

Cloud-based

A cloud-based ERP client can expect the vendor to provide regular system updates as part of a rolling programme of improvement. This ongoing optimisation means the latest software enhancements will always be available to your business without the need for extensive downtime.

On-premise

A local system will require ongoing maintenance and monitoring by IT staff with high-level expertise. System updates will need careful planning, and thus tend to happen periodically. As a result, an on-premise system may not benefit from frequent interim updates.

Scalability

Cloud-based

A major advantage of a cloud-based ERP facility is that it can be readily scaled to meet fluctuating business demand. Such agility is highly cost-effective because a business will only pay for additional system resources during the period they are actually required.

On-premise

Scaling up an on-premise ERP facility often requires the purchase of additional elements. So this kind of system may be slower to adapt to changing market conditions.

Security

Cloud-based

With a cloud ERP facility, the remote supplier is responsible for data security. They’ll use encryption to protect your data, and shield against known vulnerabilities through regular security updates. Scheduled data backups will also allow data recovery if a problem should occur.

On-premise

A local ERP facility should be a relatively secure option because it doesn’t involve third-party data handling. However, if a business chooses not to implement regular and timely security updates, or follow other security protocols, they could expose themselves to threats.

In conclusion

For those choosing ERP options, there’s undoubtedly a lot to be said for the ‘always-on’ adaptability of a cloud-based facility. But if your business deals with a niche market, or values certain USPs which differentiate you from the competition, you might be more reluctant to surrender the close control a bespoke on-premise solution can deliver.

 

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Free Software Resources to Help Your Business During The Coronavirus Outbreak

Tipps für dein Business Continuity Management in der Coronakrise - kostenlose Tools und Tricks

Whether it’s finding the right video conferencing software or managing a remote team, these free software resources will help keep your business running.

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Businesses around the world are grappling with the changes brought by COVID-19 and learning that remote work is no longer a perk—it’s become a necessity.

With that in mind, we’ve compiled a list of helpful, free software resources that include topics such as the best apps for facilitating remote work and some best practices for keeping your team happy and engaged while working from home, so that your business can continue to run smoothly.

Here is a list of the main tools mentioned in this article:

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A selection of the best project management software for small businesses in Capterra’s project management directory to help you choose the best software to keep your business running.

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5 key benefits of ERP software for small businesses in the UK

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We’ll look at the five main benefits of ERP software for small businesses and how it can impact performance, reduce cost and lead to business growth. 

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Find the right software!

During this complicated time, Capterra can help you to find the tools you will need to ensure business continuity during the coronavirus outbreak. Check out our list of the best:


About Capterra

header remote work coronavirusCapterra helps organisations around the world find the right software for their needs. Founded in 1999, Capterra’s global product footprint, verified user reviews backbone, independent research, and tailored comparison tools, provide more than five million in-market buyers with a confidence-building discovery experience every month. For more information, visit capterra.co.uk.

¿Cuál es la diferencia entre CRM y ERP?

¿Cuál es la diferencia entre CRM y ERP?

¿Cuál es la diferencia entre CRM y ERP?

Si pasas el tiempo suficiente en cualquier oficina moderna, seguro que oirás estas dos siglas: CRM frente a ERP. Estos conceptos a menudo se utilizan en tándem porque los dos se refieren en general a lo mismo: sistemas de software empresarial que contribuyen a ganar eficiencia y rentabilidad.

En cambio, cuando profundizamos en la discrepancia entre estos dos términos, verás que hay algunas diferencias muy importantes entre software CRM y software ERP. 

En este artículo, analizaremos las diferencias. A continuación, te ayudaremos a decidir qué sistema necesitas y cómo encontrar el CRM o ERP adecuado, o ambos, para tu empresa. 

¿Cuál es la diferencia entre CRM y ERP? 

Para ayudarte a entender la diferencia entre estos dos sistemas, vamos a ver qué hace cada uno.

Similitud y diferencia entre CRM y ERP

¿Qué es el ERP? 

ERP es la sigla en inglés de “Enterprise Resource Planning” o Planificación de recursos empresariales. Las empresas utilizan los sistemas de planificación de recursos empresariales (ERP) para agilizar las operaciones empresariales en diversos departamentos internos. Para muchas empresas, una de las ventajas del ERP es que se encuentra en el corazón del negocio. Ayuda a los distintos equipos de una misma empresa a gestionar una amplia variedad de tareas y operaciones. 

Un buen sistema ERP agiliza y estandariza la información que tu empresa necesita para prosperar. Facilita que los empleados avancen con sus tareas diarias sin que se atasquen por los procesos manuales. 

Un sistema ERP organiza y centraliza: 

  • La contratación y la información de bienvenida.
  • Los datos de gestión de la cadena de suministro. 
  • Los datos de recursos humanos, como las nóminas y la información de los empleados.
  • Los procesos de pedidos.
  • La gestión de cuentas internas.
  • La gestión de inventarios.
  • La planificación y creación de informes financieros.
  • La información de estrategia interna.
  • Los procesos de fabricación. 

¿Qué es el CRM?

CRM es la sigla en inglés de “Customer Relationship Management” o Gestión de relaciones con los clientes. Similar a un ERP, ayuda a las empresas a organizar la información, pero se centra en las relaciones con los clientes (como su nombre indica). 

Si se piensa en un ERP como la gestión de procesos y datos internos, se puede pensar en un CRM como la gestión de procesos y datos externos. Aunque un CRM puede resultar útil para distintas áreas de tu negocio, los departamentos de ventas, marketing y servicio de atención al cliente son los que más utilizan este software. 

Con el CRM idóneo en marcha, usarás el software para: 

  • La gestión de campañas de marketing (incluido el marketing por correo electrónico, gestión de redes sociales y estrategias de marketing de contenidos). 
  • Gestión de clientes potenciales y seguimiento. 
  • El servicio de asistencia de ventas al cliente. 
  • Los sistemas de confirmación y procesamiento de pedidos.
  • Los datos de los clientes, incluidas sus tendencias de compra. 
  • Los programas de fidelización del cliente. 
  • La gestión de embudo de ventas. 

¿Necesitas un ERP, un CRM o ambos? 

Ahora que ya sabes la diferencia entre un CRM y un ERP, ¿cómo saber cuál necesitas? 

La mejor manera de responder a esta pregunta es analizando dónde estás experimentando fricción o falta de comunicación en tu negocio en estos momentos. 

Empieza haciendo una lista de tus procesos internos y aquellos de cara al cliente. Entrevista a los jefes de los diferentes departamentos de tu empresa y pregunta dónde se encuentran los puntos de fricción dentro de las tareas diarias de tus equipos. 

Una vez que tengas esta lista, empieza a separarlos en dos columnas: una para los procesos internos (que se gestionarían con un ERP), y otra para los procesos de cara al cliente (que se gestionarían con un CRM). Ahora que tienes toda esta información frente a ti, podrás ver dónde necesitas más ayuda y tomar tu decisión desde ese lugar. 

¿Cómo funcionan juntos el ERP y el CRM? 

Hay muchas empresas que se beneficiarían tanto de una plataforma ERP como de una CRM. Por ejemplo, un gran minorista puede necesitar un ERP para ayudarle con tareas como la gestión de almacenes y la cadena de suministro, y un CRM para gestionar sus estrategias de marketing y ventas. 

Si crees que tu negocio necesita ambos, tendrás que buscar sistemas que se complementen entre sí. Puede que haya datos recopilados en un sistema que necesites adaptarse al otro. 

Volvamos al ejemplo de la venta al por menor que mencionamos antes. Un buen sistema de planificación de recursos empresariales basado en la venta al por menor tendrá un sistema de gestión de inventarios. Lo ideal sería que estos datos se integraran en el CRM, ya que saber qué artículos están todavía en stock y cuáles están saliendo de las estanterías es información muy valiosa para el equipo de ventas. 

Por suerte, muchos ERP incluyen algunos de los elementos más importantes de un sistema de CRM, por lo que puede que encuentres un ERP completo que reúna todo lo que necesitas. Si no es así, verás que la mayoría de los ERP pueden sincronizarse bien con los CRM de terceros, con lo que podrías conseguir implementar dos sistemas que abarquen todas tus necesidades. 

Cómo encontrar el software ERP o CRM idóneo

Ya conoces la diferencia entre CRM y ERP y también sabes, después de hacer tu lista, en qué tareas de tu negocio necesitas ayuda para su gestión, por lo tanto ha llegado el momento de elegir el software adecuado. Gran parte de la decisión se basará en los aspectos únicos de tu negocio y de tu presupuesto. 

Muchas opciones ofrecerán pruebas gratuitas o versiones de nivel básico, lo que significa que podrás echarles un vistazo antes de decidirte por una. 

Dar con el software ERP o software CRM puede llevar algún tiempo. Sin embargo, una vez que tengas la opción idónea en marcha, podrás contar con una oficina mucho más agilizada y libre de estrés. 

ERP vs CRM: What’s the Difference?

¿Cuál es la diferencia entre CRM y ERP?

Spend enough time in any modern office, and you’re bound to hear these two acronyms: ERP vs CRM. The concepts are often used in tandem because they both refer broadly to the same thing—business software systems that help with efficiency and profitability.

ERP vs CRM comparison

When you drill down into the difference between these two terms, you’ll find there are some very important differences between CRM software and ERP systems.

In this article, we’ll examine what those differences are. After that, we’ll help you decide which system you need and how to find the right CRM, ERP, or both for your company. 

What’s the difference between ERP and CRM? 

To help clarify the difference between these two systems, let’s take a look at what each one does. 

Whats the difference between ERP and CRM
What’s the difference between ERP and CRM?

What is ERP? 

ERP stands for “enterprise resource planning.” Businesses use ERPs to streamline business operations across multiple internal departments. For many companies, the ERP sits at the heart of the business. It helps the various teams within a single enterprise manage a wide variety of tasks and operations. 

A good ERP system streamlines and standardises the information your business needs to thrive. This makes it easier for employees to get on with their daily tasks without being bogged down by manual processes. 

An ERP system organises and centralises: 

  • Hiring and onboarding information.
  • Supply chain management data. 
  • HR data, such as payroll and employee information.
  • Order processes.
  • Internal account management.
  • Inventory management.
  • Financial reporting and planning.
  • Internal strategy information.
  • Manufacturing processes. 

What does a CRM do?

CRM stands for “customer relationship management.” Similar to an ERP, it helps businesses organise information, but it’s focused on customer relationships (as the name suggests). 

If you think of an ERP as managing internal processes and data, you can think of a CRM as managing external processes and data. Though a CRM can be useful for many different parts of your business, people in sales, marketing, and customer service use this software the most. 

With the right CRM in place, you’ll use the software for: 

  • Marketing campaign management (including email marketing, social media management, and content marketing tactics). 
  • Lead management and tracking. 
  • Customer sales support. 
  • Order confirmation and processing systems.
  • Customer data, including purchasing trends. 
  • Customer loyalty programs. 
  • Sales funnel management. 

Do you need an ERP, a CRM, or both? 

Now that you know the difference between a CRM and an ERP, how do you know which one you need? 

The best way to answer this question is to examine where you are currently experiencing friction and miscommunication within your businesses. 

Start making a list of both your internal and customer-facing processes. Interview the heads of different departments within your business and ask where the friction points are within their teams’ daily tasks. 

Once you have this list, begin separating them into two columns—one for internal processes (which would be managed by an ERP), and one for customer-facing processes (managed by a CRM). Now that you have all this information in front of you, you’ll be able to see where you need the most assistance and make your decision from there. 

How do ERP and CRM work together? 

There are many companies that will benefit from both an ERP and CRM platform. For example, a large retailer may need an ERP to help with things like warehouse management and supply chain, and a CRM to manage their marketing and sales tactics. 

If you think your business needs both, you’ll need to look for systems that complement each other. There may be data captured on one system that needs to translate to the other. 

Consider the retail example above. A good retail-based ERP will have an inventory management system in place. It would be ideal if this data can then integrate into the CRM—knowing which items are still in stock and which items are flying off the shelf could be very valuable for the sales team. 

Fortunately, many ERPs feature some of the most important elements of a CRM system, so you may be able to get away with a comprehensive ERP. If not, you’ll find that most ERPs can sync well with third-party CRMs, meaning you should be able to implement two systems that cover all your bases. 

How to find the right ERP or CRM software

Once you know what tasks you need help managing, it’s time to choose the right software. Much of the decision will be based on the unique aspects of your business and your budget. 

Many options will offer free trials or entry-level versions, meaning you can give them a test drive before you commit. 

Finding the right ERP system or CRM software may take some time. However, once you have the right option in place, expect a much more streamlined and stress-free office.