Selecionamos aplicativos para professores trabalharem remotamente

aplicativos para professores

aplicativos para professores

A crise provocada pelo novo coronavírus exigiu que muitos buscassem soluções criativas para o ensino e para a aprendizagem online. Não apenas professores de escolas e universidades, mas também treinadores e instrutores –dos esportivos aos de ioga– começaram a buscar ferramentas para poder continuar se comunicando e ensinando seus alunos de forma remota.

Neste artigo, apresentamos uma visão geral das possibilidades de ensino online por meio de aplicativos educacionais e softwares para promover aulas na internet. Explicaremos cada tipo de ferramenta de forma ampla para que você possa escolher aquela que melhor se adapta às suas necessidades.

Neste artigo serão apresentadas as seguintes categorias de aplicativos para professores:

Sistemas LMS

Os sistemas de gestão de aprendizagem (LMS, em inglês) ajudam professores, escolas, instituições educacionais ou até empresas a gerenciar todas as atividades de aprendizado e treinamento. 

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O Moodle é um dos sistemas LMS mais usados e conhecidos dos professores (Fonte)

Principais funcionalidades dos sistemas de gestão de aprendizagem:

  • Gerenciamento de cursos: criação e gestão de materiais, apresentações e inscrições dos cursos.
  • Desenvolvimento do curso: acompanhamento do progresso dos alunos, das notas e do tempo gasto em tarefas e provas.
  • Aprendizado misto: suporte ao aprendizado misto –uma mistura de aprendizado em sala de aula e online– com ferramentas online e recursos de bate-papo, como wikis e quadros de avisos.
  • Aprendizado móvel: disponibilização aos alunos de acesso ao material do curso por meio de um aplicativo LMS ou de um site, para que eles também possam estudar no celular ou no tablet.
  • Provas/avaliações: criação e gestão de provas e outros meios de avaliação de proficiência ou aprendizado.

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Alternativas aos sistemas LMS para escolas

Para as escolas e instituições educacionais que trabalham com o G Suite for Education, uma alternativa a um sistema LMS é o Google Classroom. Não se trata de um sistema LMS, mas de uma ferramenta de colaboração na qual professores e alunos com uma conta pessoal do Google podem formar turmas e compartilhar documentos.
Os professores podem organizar suas aulas, compartilhar links de materiais de ensino ou fazer uploads dos materiais online. O Google Classroom inclui recursos de e-mail e bate-papo e os pais recebem informações em suas próprias contas.

Programas de treinamento e e-learning

As ferramentas de e-learning são usadas para criar conteúdo educacional interativo. As aulas ou os cursos são ministradas por meios digitais e dispositivos eletrônicos.

Atenção

É preciso ter em conta que uma aula, treinamento ou palestra online é muito diferente de uma evento em sala de aula ou em um local físico adequado para treinamentos. Por isso, sempre faça um planejamento com antecedência. Descreva o objetivo da aula ou treinamento e somente então comece a trabalhar.

Principais funcionalidades dos programas de treinamento e e-learning:

  • Criação de aulas e cursos online responsivos para vários dispositivos de maneira fácil.
  • Acompanhamento dos resultados.
  • Disponibilidade de elementos interativos, como avaliações e questionários.
  • Modelos pré-definidos para facilitar a criação de aulas.
  • Possibilidade de personalização das aulas online com a identidade corporativa da empresa ou instituição.
  • Compatibilidade com vários tipos de arquivos, como iFrame, Modelo de Referência de Objeto de Conteúdo Compartilhável (SCORM na sigla em inglês) e com programas de apresentações.
  • Possibilidade de uso conjunto com sistemas LMS.

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Softwares de apresentação

Os programas para apresentações ajudam os instrutores e professores a agregar informações e apresentá-las de maneira visual. O Powerpoint é um dos exemplos mais conhecidos.

Com esse tipo de aplicativo, é possível compartilhar apresentações com os alunos fazendo o upload delas no sistema LMS, em uma ferramenta de colaboração ou por e-mail, por exemplo.

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O popular PowerPoint pode ajudar alunos no ensino a distância (Fonte)

Principais funcionalidades dos softwares de apresentação:

  • Ferramentas para adicionar informações em texto, imagens, áudio, vídeo e gráficos.
  • Modelos personalizáveis para montar apresentações de forma rápida e criativa com cores, fontes e efeitos.
  • Biblioteca de mídia com ícones, imagens e gráficos para serem usados nas apresentações.
  • Animações de textos e transições de slides.
  • Conteúdos de áudio e vídeo para tornar as apresentações mais ilustrativas.
  • Apresentação offline: possibilidade de compartilhamento da apresentação com o público em modo offline.

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Softwares de videoconferência

Os softwares de videoconferência viveram um boom depois da crise do coronavírus e são um grande aliado também dos professores. 

Além do recurso mais óbvio de poder ver os alunos por meio das chamadas, esse tipo de software tem funcionalidades muito úteis na hora do ensino, como o compartilhamento de tela, a possibilidade de subir arquivos (uma apresentação, por exemplo) e de abrir conversas em janelas de bate-papo.

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Software de videoconferência Zoom ganhou destaque durante a quarentena (Fonte)

Principais funcionalidade dos softwares de videoconferência:

  • Compartilhamento de tela com os participantes.
  • Bate-papo em tempo real: chat por texto durante uma conferência ao vivo ou após a reunião.
  • Streaming de apresentações e vídeos durante uma videoconferência.
  • Gravação e reprodução posterior de chamadas de vídeo e de videoconferências ao vivo.
  • Moderação da reunião: o anfitrião tem controle sobre determinadas ações.
  • Aplicativos móveis nativos: possibilidade de fazer conferências online por meio de um aplicativo móvel.

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Softwares de sala de aula virtual

Uma sala de aula virtual requer um investimento considerável em recursos audiovisuais e de TI.

Com esse tipo de ferramenta, um professor ministra a aula em um estúdio, diante de várias telas, enquanto os participantes estão visíveis online. Ao mesmo tempo, ele pode ver apresentações ou responder a perguntas em outra tela, por exemplo.

A vantagem da sala de aula virtual é que, como instrutor, você pode fazer contato visual com todos os participantes. Ela também possibilita uma maior interação entre o professor e os alunos e entre os próprios alunos. Além de um estúdio equipado com o equipamento audiovisual –como monitores, câmeras, etc.–, você também deve usar um software. Geralmente, são os mesmos usados para webinars.

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Sistemas de gamificação

Sistemas de gamificação, que podem ser usados para para testes e jogos digitais, tornam as aulas mais divertidas e interativas. Existem aplicativos simples e intuitivos para fazer bons testes e games que podem ser jogados no celular ou no computador. 

Principais funcionalidades dos sistemas de gamificação:

  • Organizar jogos ao vivo por videoconferência ou enviar o link dos jogos para a conexão com os alunos/participantes em casa ou em outros locais.
  • Definição e seguimento de objetivos.
  • Coleta de ideias e opiniões dos participantes.
  • Gerenciamento de comentários.
  • Gestão de medalhas e de recompensas (certificados/estrelas/pontos).

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Ferramentas para webinar

Ferramentas para webinar permitem que empresas e instituições educacionais façam apresentações de áudio e vídeo online. As apresentações podem ser interativas e gravadas ao vivo ou com antecedência.
Nos webinars, que em geral contam com um moderador/ apresentador, também é possível fazer perguntas e conversar via chat. Existem muitos tipos de programas para webinars no mercado. Ao selecionar uma ferramenta do tipo para educação a distância, preste muito atenção à facilidade de uso (por exemplo, registro e login), à estabilidade e em quantas pessoas podem participar simultaneamente. 
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GoToWebinar é uma da opções populares para fazer seminários online ao vivo (Fonte)

Principais funcionalidades das ferramentas para webinar:

  • Gerenciamento da lista de participantes, de presença e cancelamentos.
  • Gravação e arquivamento de apresentações para uso futuro.
  • Compartilhamento de tela durante a apresentação.
  • Bate-papo ao vivo com os participantes.
  • Perguntas e respostas em modo público e/ou privado.
  • Enquetes e votações: criação de pesquisas rápidas para manter os participantes envolvidos.

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Aplicativos para professores são seguros?

Como vimos, existem inúmeras possibilidades de aplicativos para professores para o ensino online. No entanto, antes de testá-los, é importante verificar se eles são seguros e se estão em conformidade com a legislação de privacidade de dados local. No caso do Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados ainda está em fase de aprovação, mas já tem mudado o panorama sobre a questão dos apps educacionais. 

Ao usar ferramentas online, a segurança dos dados e a privacidade dos alunos e participantes são muito importantes. Ao adotar uma ferramenta, você pode descobrir se ela é segura fazendo as seguintes perguntas:

  • O aplicativo usa dados pessoais? Se sim, quais?
  • Há segurança e privacidade dos dados dos alunos? Leia os termos e condições de privacidade.
  • Por que os dados pessoais são necessários?
  • Onde os dados são armazenados?
  • O software requer acesso a dados (de contato) de smartphone, tablet ou PC?
  • O software requer acesso à câmera ou ao microfone?

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10 consejos para una comunicación efectiva en equipos que teletrabajan

Comunicación efectiva en equipos durante el teletrabajo

Comunicación efectiva en equipos durante el teletrabajo

Las pequeñas y medianas empresas se han visto obligadas a implantar el teletrabajo para poder hacer frente al confinamiento y a la nueva normalidad. Muchas empresas han tenido que comprar nuevos software para poder mantener el ritmo de la nueva situación de mercado. También se ha observado un incremento en el uso de las herramientas de comunicación, como los programas para videoconferencias y de los software de gestión de proyectos.

Esta nueva forma de trabajar implica un cambio de mentalidad tanto en los trabajadores como en los clientes. También conlleva enfrentarse a nuevos desafíos.

Conseguir una comunicación efectiva es uno de los retos más importantes que presenta el teletrabajo

En un reciente estudio de Capterra* sobre el trabajo en remoto, los encuestados indicaron cuales son problemas principales a los que se enfrentan cuando teletrabajan. Además del reto que supone mantener la concentración, la comunicación entre los miembros del equipo y la relación con los clientes demostraron ser los desafíos más importantes a los que hay que hacer frente.

Principales retos del teletrabajo

Los resultados sugieren que las prácticas de comunicación actuales no son del todo claras en los siguientes tres aspectos:

  • Comunicación interna
  • Comunicación y mantenimiento de las relaciones con los clientes
  • Contacto continuo con los compañeros y sentirse parte de un equipo.

Las directrices de comunicación que elaboren las empresas deben cubrir estos tres aspectos. Para evitar mayores confusiones, también es necesario profundizar en las herramientas que mejor se adaptan a cada objetivo y los motivos por los que son las más adecuadas. Si los empleados entienden las razones en las que se sustentan los procesos de la empresa, estarán más dispuestos a respetarlos. De esta forma se podrá enfrentar los retos de comunicación interna y externa que el teletrabajo supone.

Cómo colaborar de forma eficaz

Para contribuir a que las empresas elaboren una política de comunicación efectiva, hemos clasificado cada tipo de comunicación en función de estos criterios:

  1. Objetivo: Práctico, ¿conversaciones con clientes o interacción social?
  2. Tiempo invertido: ¿Durante un horario determinado o continuamente?
  3. Frecuencia: ¿Continua o a intervalos de tiempo periódicos? 
  4. Herramientas: Necesidades de software.

Existe una inmensa variedad de herramientas indicadas para cubrir las necesidades del teletrabajo. No obstante, el objetivo es encontrar las más adecuadas y la cantidad correcta de plataformas en función de las necesidades de tu equipo. Los líderes de una empresa deberían ser los responsables de facilitar los procesos de comunicación y de reunir a todas las partes interesadas bajo un solo techo (virtual).

10 consejos para que los gestores de equipos que trabajan en remoto consigan una comunicación efectiva

Objetivo: Práctico

1. Centraliza la forma de comunicar los objetivos y los plazos de entrega

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Software de gestión de proyectos, herramientas de colaboración

Habitualmente, al comienzo de cada proyecto, el equipo de personas implicado en él se reúne en una sala para debatir el resultado final que se quiere alcanzar. Este primer paso es de suma importancia, dado que se trata de conseguir que todo el mundo esté al día. En el caso de un equipo que teletrabaja, organizarse a distancia es uno de los retos de la comunicación interna pero ese no es motivo para saltarse este paso.

Cuando se trata de proyectos pequeños, siempre debería existir un informe detallado que contenga los objetivos y las metas. Los líderes del proyecto deberían encargarse de perfeccionar el nivel de detalle con el que van a comunicar las líneas de actuación para evitar que se produzcan malentendidos.

Las herramientas de colaboración y los software de gestión de proyectos suelen funcionar bien para centralizar las actividades ad-hoc y las relacionadas con el trabajo continuo. Por lo general, la gestión se lleva a cabo por proyecto o por tareas, lo que permite a los usuarios incluir tanto el informe como el objetivo. Además, los gestores pueden desarrollar los pasos necesarios para los proyectos más grandes de forma independiente. 

La comunicación verbal sigue siendo crucial. Sin embargo, el hecho de tener un sistema en línea centralizado facilita a los empleados un punto de referencia cuando necesitan recordar pequeños detalles. 

2. Explica de forma clara los procesos de colaboración

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Programas de diseño gráfico

Ha sido necesario modificar muchos de los procesos, dado que la mayoría de los equipos han tenido que pasar de una estructura de trabajo en la oficina al teletrabajo. Si no reciben ningún tipo de orientación, los trabajadores probablemente se adaptarán a la nueva situación a su manera, pero es bastante improbable que modifiquen los procesos de la forma oportuna. 

Es el momento de volver a optimizar los procesos de forma que se adapten al nuevo entorno digital. Sin embargo, la sobrecarga de mensajes y de instrucciones digitales puede llegar a ser un problema. Para solucionarlo, es posible crear representaciones sencillas y visuales. 

Los organigramas y las presentaciones en PDF resultan muy útiles en este caso. Con los software de diseño gráfico, los gestores pueden resumir todas las variables de una tarea o proyecto. Del mismo modo, las estructuras corporativas visuales son una forma sencilla de que los trabajadores conozcan los puntos de contacto más importantes.

3. Agenda reuniones para actualizar sobre el avance del proyecto

Tiempo invertido: De 15 a 60 minutos

Frecuencia: Diaria o semanal

Herramientas: Programas para videoconferencias, programas para hacer presentaciones

En un entorno de teletrabajo, es muy sencillo perder la pista de lo que hacen los demás cuando uno está trabajando en tareas individuales, aunque todo ello forme parte de un mismo proyecto. En el caso de los equipos que tienen un ritmo de trabajo rápido, como en la metodología Agile, una breve reunión de 15 minutos a diario ha demostrado ser una forma eficaz de mantener a los miembros del equipo actualizados. Si no hay posibilidad de hacerlo, debería ser suficiente con una reunión semanal de una hora. 

En estas reuniones, los miembros del equipo deberían poner al día a sus compañeros sobre sus avances y facilitarles un resumen de las tareas que se van a desarrollar a continuación. También es una buena oportunidad para detectar los posibles problemas u obstáculos y debatirlos en grupo.

A pesar de que los equipos no puedan reunirse en persona todas las veces, los programas de videoconferencia facilitan la forma de juntarse más parecida a la física. El motivo es, probablemente, que podemos ver el lenguaje corporal de los demás y sus expresiones faciales, así como oír su tono de voz. Estas reuniones son mucho más útiles cuando los trabajadores dinamizan los debates en lugar de ser participantes pasivos. Una buena forma de fomentarlo es animar a los miembros del equipo a aportar ideas, comentar los resultados y crear presentaciones para celebrar los logros importantes.

Objetivo: Conversaciones con los clientes

4. Comparte la estrategia frente a la COVID-19

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de email marketing, herramientas de marketing en redes sociales, software para sistemas telefónicos

La honestidad en momentos de incertidumbre es importante porque los clientes valoran la transparencia. Comunica a tus clientes las decisiones que has tomado, por ejemplo, en cuanto a la forma de apoyar a tus equipos y a la empresa. Si decides cerrar de forma temporal ciertas facetas de la empresa para garantizar la seguridad de la plantilla, deja bien claro que es una de tus prioridades. El hecho de tratar a los clientes de tú a tú en vez de enviar propaganda corporativa genera confianza.

Si la empresa sigue funcionando ya sea total o parcialmente en la situación actual, es la oportunidad de dejar tranquilos a tus clientes. Ya sea a través de las redes sociales o bien con correos electrónicos masivos o llamadas telefónicas, comunica que vas a seguir prestando los servicios oportunos. 

5. Asume las repercusiones que van a sufrir los clientes

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de email marketing, programas para videoconferencias

La interrupción de los flujos de trabajo es inevitable cuando se atraviesan etapas de cambios sin precedentes. Es muy probable que los clientes lo disculpen sin pensar. Sin embargo, la falta de comunicación puede dejar muy mal sabor de boca. Asegúrate de que la frecuencia de las comunicaciones es suficiente para mantener actualizados a los clientes sobre aquello que les puedes ofrecer. 

En función del nivel de interrupción al que te enfrentes, puede bastar con una alerta rápida de correo electrónico. En caso de que la interrupción sea más importante, plantéate la posibilidad de realizar una videoconferencia para debatir un plan alternativo. 

El mundo está viviendo una etapa de inestabilidad en estos momentos. Como empresa, tu responsabilidad es transmitir sensación de tranquilidad y confianza a tus clientes. 

6. Comparte ideas, comentarios y consejos positivos

Tiempo invertido: Continuamente

Frecuencia: Semanal o mensualmente

Herramientas: Herramientas de email marketing, software para encuestas

Es posible que algunos clientes estén más nerviosos de lo normal en estos momentos. Un correo electrónico o una llamada de cortesía puede contribuir en gran medida a que sepan que estás disponible para ofrecerles asistencia. Sin embargo, respeta siempre sus horarios y la presión a la que se están viendo sometidos. Ciertas personas van a tener que lidiar con una carga de trabajo más elevada de lo normal, por lo que puede resultar molesto encontrarse con una llamada imprevista. 

Una de las formas de ofrecer valor añadido a los clientes es ofrecerles opiniones y consejos. Comunícate de forma diligente con tus contactos para saber el tipo de interrupciones que están sufriendo y los problemas a los que se están enfrentando. También puedes realizar una encuesta.

Con los datos importantes que recabes, puedes abordar los obstáculos más habituales y utilizar la experiencia para crear un contenido constructivo. Por ejemplo, un informe mensual de marketing o un boletín semanal en el que se destaque contenido constructivo que pueda orientar a los clientes durante esta etapa sin precedentes. 

Objetivo: Interacción social

7. Haz un seguimiento de forma regular a los trabajadores

Tiempo invertido: 30 minutos

Frecuencia: Diaria o semanal

Herramientas: Programas para videoconferencias

Un 43 % de los participantes que respondieron a la encuesta de Capterra indican que uno de los retos del teletrabajo es sentirse parte de un equipo y la comunicación con los compañeros. Para cualquier empresa que esté funcionando en estos momentos, es importante hacer un seguimiento del bienestar del equipo. Con tantas conversaciones digitales, es necesario que los gestores hagan un hueco para mantener conversaciones individuales cara a cara y de calidad con los miembros de sus equipos. 

Los programas para videoconferencias son muy útiles para que los gestores y sus trabajadores se puedan poner al día. Es una sala virtual en la que los trabajadores pueden hablar de su bienestar y los gestores pueden practicar la escucha activa. 

8. Organiza actividades virtuales

Tiempo invertido: De 1 a 2 horas

Frecuencia: Semanalmente

Herramientas: Programas para videoconferencias

Que levante la mano el que no esté cansado ya de las charlas durante el café que terminan convirtiéndose en conversaciones sobre el trabajo. 

Trata de revolucionar la forma de socializar virtualmente del equipo. Por ejemplo, organiza una tarde de juegos para el equipo a través de videollamadas. Internet está repleta de actividades lúdicas gratuitas y, si tu presupuesto lo permite, podrás incluso organizar un juego para tus empleados, como un escape room virtual.

Sea cual sea la actividad que elijas, anima a la plantilla a dejar atrás la semana y relajarse un poco. Pídeles que se tomen algo y prohíbe cualquier tema relacionado con el trabajo.

9. Crea rituales de celebraciones virtuales

Tiempo invertido: Menos de un minuto (en función del esfuerzo que se quiera invertir)

Frecuencia: La que sea necesaria

Herramientas: Herramientas de comunicación interna

Durante todos estos meses se celebrarán muchos cumpleaños y es posible que se logren alcanzar algunos de los objetivos de la empresa. La gente tendrá ganas de celebrarlo. Como llevar un aperitivo al trabajo o una comida fuera con todo el equipo no son actualmente una opción recomendada o viable, es posible crear ciertos rituales virtuales que permitan celebrar las ocasiones importantes. 

El software de comunicación interna es muy útil en estos casos. Además, plantéate crear imágenes personalizadas para rendir homenaje a quien lo merezca. Ten en cuenta, no obstante, que todo ello puede conllevar la inversión de una gran cantidad de tiempo.

Sea cual sea tu perspectiva al respecto, invertir esfuerzos en destacar el evento es más importante que la forma de hacerlo. Como se suele decir, la intención es lo que cuenta. 

Consejo adicional

10. Evita los bombardeos de mensajes digitales

Cuando se trabaja a distancia es importante establecer nuevas directrices en cuanto a las normas de comunicación. En ellas deben incluirse los medios más adecuados para cada propósito. Además, la casa de los empleados se ha convertido también en su oficina, lo que conlleva que sea mucho más difícil desconectar. Elaborar una norma que prohíba el uso de mensajería digital fuera del horario laboral animará a la plantilla a mantener su tiempo de ocio. 

Elimina los obstáculos para conseguir una comunicación efectiva

El teletrabajo a jornada completa es un concepto nuevo en la mayoría de las empresas. Las ventajas que aporta esta situación son muchas, pero la buena comunicación sigue siendo la base de un equipo de trabajo productivo en remoto. 

El hecho de tomarse ahora el tiempo necesario para elaborar las políticas de comunicación más eficaces para la empresa dará como resultado un incremento en el bienestar y la satisfacción de los empleados, así como el desarrollo de una empresa más funcional.

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*Metodología de la encuesta

Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea durante 23 y 27 de marzo del 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 517 personas, entre las que se seleccionaron 306 para participar. El criterio de selección es:

  • Residente en España
  • Empleado o dueño de una pequeña o mediana empresa
  • Empleado a jornada completa o parcial durante el inicio del confinamiento debido a COVID-19

Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 

Nota: La gráfica presentada en este artículo corresponde a la pregunta de respuesta múltiple: ¿Cuáles son los principales retos para hacer teletrabajo? Los resultados incluyen a los 212 participantes que realizan teletrabajo más 39 de los 94 participantes que no teletrabajan (los 54 participantes no considerados para esta pregunta son los que respondieron previamente que estaban de baja médica o que su trabajo requiere presencia física).

Il 51% delle PMI italiane non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

Il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

Il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa prima del COVID-19

La crisi dovuta al Covid-19 sembra essere – almeno momentaneamente – rientrata ma i suoi effetti si stanno rivelando in tutta la loro forza e stiamo assistendo a un cambio di abitudini e paradigmi senza precedenti.

Non parliamo solo di cambi nei nostri stili di vita e di consumo, la “nuova realtà” è arrivata per rimanere e i suoi strascichi si stanno avvertendo soprattutto nel mondo degli affari, andando ad impattare in molti casi le strategie di business impostate dalle aziende e le modalità lavorative.

Le piccole e medie imprese (PMI), sono state molo colpite non solo a livello economico ma anche e soprattutto a livello organizzativo. Un esempio su tutti è stata la necessità di riorganizzarsi per poter continuare a svolgere il lavoro in modalità telelavoro. La prova è stata brillantemente superata e ad oggi, oltre tre mesi dopo l’inizio della pandemia, il lavoro da remoto è considerato non solo una soluzione temporanea per far fronte all’emergenza ma un vero e proprio cambio di paradigma nel mondo aziendale.

Ora, alla fine dell’ondata pandemica, le aziende devono guardare al lungo termine e, in molti casi, rivedere il loro modello di business.

Quali misure sono state adottate in risposta all’emergenza? Quali cambiamenti nella strategia sono stati fatti per garantire la sopravvivenza delle attività? Si stanno apportando piani di continuità operativa e cambiando strategie di business per rispondere alle future crisi? Come si presenta il futuro a medio e lungo termine? Per rispondere a queste domande, Capterra ha intervistato 254 manager di PMI italiane tra il 15 e il 19 maggio 2020. La metodologia dettagliata è presentata alla fine dell’articolo.

Punti salienti dello studio


  • Prima del COVID-19, il 51% delle PMI non aveva alcun piano di continuità operativa per garantire lo svolgimento delle attività aziendali in caso di crisi.
  • Solo il 37% delle PMI si aspetta di poter sopravvivere per più di sei mesi con le misure speciali adottate e senza il sostegno finanziario del governo.
  • Il 46% delle PMI ha implementato o sta considerando di implementare un nuovo modello di business offrendo il proprio prodotto/servizio online.
  • Il 57% delle PMI ha cambiato o sta considerando di cambiare il ruolo dei propri dipendenti in maniera temporanea o permanente.

Le PMI non credono di poter garantire continuità operativa per più di 6 mesi

Per garantire la sopravvivenza del business durante l’emergenza, oltre alle misure di salute e sicurezza (67%) imposte dalla situazione eccezionale, le PMI hanno dovuto implementare con urgenza politiche di agevolazione del telelavoro (61%) e di sicurezza informatica (32%).

Le politiche per favorire il lavoro da remoto hanno portato all’adozione di software per agevolare lo svolgimento di mansioni quotidiane da parte dei dipendenti.  Abbiamo osservato – nella prima parte del nostro studio – come l’87% degli intervistati consideri l’adozione di software essenziale per la sopravvivenza della propria azienda. In particolare, i software per videoconferenza e i tool di collaborazione si sono rivelati indispensabili per garantire la business continuity.

E la sopravvivenza a lungo termine?

L'attuale modello operativo non è applicabile per più di 6 mesi

La percezione è piuttosto pessimista: solo il 15% delle PMI pensa di poter continuare ad operare con il modello attuale per oltre un anno (senza contare su aiuti economici da parte del Governo).

Nonostante le misure adottate, quindi, l’equilibrio a medio/lungo termine delle PMI rimane fortemente precario. La grande maggioranza prevede pertanto di dover ripensare in profondità i propri modelli operativi e le proprie strategie di business per riuscire a continuare a svolgere la propria attività.

Quanto potrà continuare ad operare la tua azienda con le misure speciali che ha adottato finora

Solo il 38% delle PMI aveva un piano di continuità operativa prima della crisi

La tua azienda aveva un piano di continuità operativa prima della crisi del COVID-19

La crisi del Covid-19 ha acceso i riflettori sull’estrema necessità di formulare un piano di continuità operativa: una serie formalizzata di passi pensati per riprendersi da un disastro aziendale.

La creazione di questo piano permette alle PMI di anticipare le conseguenze negative dovute ad una crisi e di continuare ad operare in “modalità ridotta”, limitando le perdite e accelerando la ripresa.

Ad oggi, con il rischio correlato all’arrivo di una seconda ondata pandemica o di un attacco infomatico, ad esempio, la gestione delle crisi è una politica che non può non essere implementata all’interno di ogni organizzazione. Esistono diverse strategie e strumenti che possono aiutare le imprese a creare un buon piano di business continuity.

I software per business continuity sono uno strumento pensato proprio per aiutare un’azienda a sopravvivere ad una crisi. Vengono utilizzati per progettare e realizzare un piano di continuità operativa e per attivarlo senza difficoltà al momento opportuno. Tra le principali funzioni, ad esempio, ci sono quelle volte a garantire l’integrità dei dati e renderli disponibili in caso di hacking, di identificare e notificare le minacce, di avvalersi dell’opzione di crittografia e dell’esecuzione di continui back up.

Ogni azienda dovrebbe determinare i punti chiave della propria attività, identificare i rischi potenziali e pianificare una soluzione per ciascuno di essi. I tool per business continuity permettono di raccogliere tutte queste informazioni, che possono essere voluminose, e le rendono facilmente accessibili e aggiornabili.

Per l’implementazione del piano in caso di necessità, è inoltre necessario prevedere un piano di comunicazione di crisi e l’adeguata formazione dei dipendenti. Tutta l’azienda si deve dimostrare reattiva e deve sapere quali azioni intraprendere.

Cambiare il modello di business per affrontare la crisi: e-commerce e cambio dei ruoli dei dipendenti

Secondo quanto emerso dallo studio, le priorità delle PMI in questo periodo di crisi sono state il mantenimento della base clienti, l’aumento della produttività, la fidelizzazione e il mantenimento della produttività dei dipendenti e la riduzione dei costi.

Come diretta conseguenza di queste necessità, abbiamo assistito al boom della digitalizzazione di prodotti e servizi, all’avvento definitivo dell’e-commerce e all’incremento di servizi di consegna a domicilio.

In particolare, dalla ricerca emerge come le aziende abbiamo optato per una vera e propria evoluzione del proprio modello di business:

Modifiche implementate al modello di business a causa del Covid-19

La principale reazione delle PMI a questa situazione, infatti, è stata la corsa alla digitalizzazione: adattare e offrire il proprio prodotto o servizio online. Circa l’87% dei manager intervistati ha dunque ritenuto indispensabile cambiare il modello di business per operare a distanza o in digitale.

La creazione di opportunità di e-commerce rappresenta una promessa di rinnovo e di rilancio, sia per i piccoli commercianti che per le aziende stesse. Sul mercato sono disponibili software per la creazione di siti web in grado di semplificare notevolmente il passaggio offline-online e di promuovere le attività di vendita.

Come dimostra l’indagine, le aziende stanno anche apportando cambiamenti nella strategia aziendale per far fronte alla nuova realtà: offrire un prodotto o un servizio gratuitamente, consegnarlo a casa del cliente o modificare il modello di prezzo.

In questo momento di grande fermento, l’aspetto umano non è stato sottovalutato e questo è un dato importante considerando che molti lavoratori italiani non hanno potuto lavorare a distanza in quanto svolgono attività che richiedono presenza fisica oppure non godevano delle condizioni necessarie per il telelavoro (mancanza di attrezzature informatiche, scarsa qualità della connessione internet, problemi legati alla vita privata…).

Dallo studio emerge come la riassegnazione temporanea (37%) o permanente (19%) dei dipendenti a ruoli diversi in risposta al COVID-19 è stata una misura efficace per evitare la riduzione del personale e, al contempo, per reinventarsi.

Anziché licenziare i dipendenti, gran parte delle PMI intervistate ha dunque potuto assegnare posizioni o mansioni diverse ai dipendenti che erano rimasti inattivi contribuendo magari a rafforzare alcuni reparti che stavano sperimentando un’esplosione della domanda.

La sopravvivenza dipende dalla capacità di adattamento e dalla velocità di risposta

La crisi causata dal COVID-19 ha colpito il mondo degli affari in modo totalizzante. Non si è trattato solo di adattarsi al telelavoro e di iniziare a vendere online, ma di una vera e propria rivoluzione del modello di business: nuovi programmi, strategia di pricing, inserimento di diversi servizi e riorganizzazione dell’organico aziendale.

In questa “nuova realtà”, la flessibilità indotta dagli strumenti di telelavoro, la digitalizzazione dell’offerta, la formazione dei team e la realizzazione ed esecuzione di un piano di continuità aziendale sono i pilastri della sopravvivenza delle aziende nel lungo periodo: le PMI che investiranno rapidamente in queste misure saranno quelle che potranno affrontare il futuro con spirito sereno.

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Metodologia

Per raccogliere i dati di questo studio, abbiamo condotto un’indagine online tra il 15 e il 19 maggio 2020 su 401 dipendenti di PMI italiane che hanno svolto telelavoro a causa della crisi COVID-19. I 254 intervistati che hanno risposto alle domande presentate in questo studio sono stati selezionati in base al loro ruolo all’interno dell’azienda: provengono da diversi settori di attività e ricoprono ruoli di responsabilità e decision-making (manager, senior manager, dirigenti o quadri superiori).

Raus aus der Digitalisierungswüste: Wie die Krise die Digitalisierung der Wirtschaft antreibt

Raus aus der Digitalisierungswüste- Wie die Krise die digitale Transformation in Deutschland antreibt

Von einem Tag auf den anderen sahen sich Tausende von Unternehmern mit einem völlig unerwarteten Szenario konfrontiert: dem sofortigen und alternativlosen Umstieg aufs Home-Office. Vor Monaten installierte Konferenzsoftware wurde zum ersten Mal geöffnet. Webcams nicht erkannt. Mitarbeiter suchten einen Arbeitsplatz in den eigenen vier Wänden, irgendwo zwischen Kaffeemaschine und Kinderzimmer. Plötzlich musste geschehen, was seit Jahren vorhergesagt wurde – die Corona-Krise wird zum Katalysator für die Digitalisierung der Wirtschaft.

Raus aus der Digitalisierungswüste: Wie die Krise die Digitalisierung der Wirtschaft antreibt

Eins ist klar: Unternehmen wurden gezwungen Strukturen zu schaffen, die die Krise überdauern werden und somit nachhaltig verändern, wie wir leben und arbeiten. Und das nicht nur in Deutschland – die Krise treibt die Digitalisierung der Wirtschaft weltweit an. Es ist wichtiger als je zuvor, Geschäftsmodelle, Angebote, Arbeitsmodelle und Denkweisen flexibel an neue Bedingungen anzupassen – und in einer Zeit, in der Abstand das Gebot der Stunde ist, bietet die Digitalisierung die dringend benötigten Antworten. Oder um es mit Frank-Walter Steinmeier zu sagen: „Die Welt danach wird eine andere sein.“

Wie gehen deutsche Unternehmen mit dieser Situation um? Bewältigen Sie die digitale Transformation einfach so auf Knopfdruck? Um eine erste Antwort auf diese Fragen zu geben, haben wir eine Online-Umfrage* unter 530 kleinen und mittleren Unternehmen zum Thema Remote-Arbeit durchgeführt. Sie zeigt, dass deutsche Unternehmen es geschafft haben, sich in kürzester Zeit an die neue Extremlage anzupassen.

Im Folgenden zeigen wir euch anhand von 4 Faktoren, wie die Corona-Krise die Digitalisierung der Wirtschaft in Deutschland vorantreibt.

Raus aus der Digitalisierungswüste: Wie die Krise die Digitalisierung der Wirtschaft antreibt

Dass Deutschland im globalen Vergleich bei der Digitalisierung hinterherhinkt, war in den letzten Jahren ein Allgemeinplatz, der sich leider immer wieder mit Zahlen belegen ließ. Es war sogar die Rede von der „Digitalisierungswüste Deutschland“. Es ist nicht immer einfach, der aktuellen Krise etwas Positives abzugewinnen, aber in den folgenden vier Punkten hat sich tatsächlich gezeigt, dass deutsche Unternehmen die plötzlichen Herausforderungen erfolgreich angehen. Auch und gerade im Bereich Digitalisierung.

1. Der technologische Wandel

Die Ausgangssperre hat die Überlebensfähigkeit vieler Marken und Unternehmen in verheerender Weise bedroht. Kleine und mittelständische Unternehmen haben sich jedoch schnell technologisch angepasst, um gegen die schwierigen Marktbedingungen anzukämpfen:

1. Unternehmen investieren in neue Software, Mitarbeiter passen sich schnell an.

2. Sie setzen dabei immer mehr auf die Cloud.

3. Die größten Investitionen werden in den Bereichen Kommunikation und Sicherheit getätigt.

Unsere Umfrage ergab, dass 35 % der KMU neue Software kauften und weitere 18 % die Anschaffung neuer Software planen. Mitarbeiter konnten sich unserer Umfrage zufolge ohne Schwierigkeiten an die neuen Softwareanwendungen gewöhnen. Ganze 70 % geben an, den Umgang mit den Tools einfach bis sehr einfach erlernt zu haben.

Auch die Software-Infrastrukturen haben sich in Deutschland gewandelt. Während Unternehmen lange dem Einsatz von Cloud-Software aufgrund von Datenschutzbedenken skeptisch gegenüber standen, setzen sie nun vermehrt auf die Technologie, um die Remote-Zusammenarbeit zu vereinfachen. So nutzen 42 % der Mitarbeiter ausschließlich Cloud-Anwendungen im Home-Office.

Technologieinvestitionen verlagern sich weg von den ursprünglich geplanten Bereichen und hin zu Softwarerubriken, die für die Zusammenarbeit, Remote Unterstützung und Sicherheit benötigt werden.

Digitalisierung der Wirtschaft: Technologieinvestitionen in Deutschland

Zukunftsblick: Die rasche Übernahme von Software und Cloud-Technologien in deutschen KMU wird erheblich zur Innovation von Geschäftsprozessen und -abläufen beitragen. Entscheidend ist allerdings, dass Datensicherheit und Datenschutz mit der gleichen Geschwindigkeit übernommen werden. Andernfalls steigen für Unternehmen die Risiken, die mit der Digitalisierung einhergehen. Die Gefahr liegt hier darin, dass schnell gefundene Lösungen als dauerhafte Provisorien erhalten bleiben.

2. Digitale Angebote vermehren sich

Fitness-Studios strahlen Trainingsvideos über YouTube aus, Restaurants bieten auf einer selbsterstellten Webseite Essenslieferungen an, Immobilienmakler verlagern die Wohnungsbesichtigung ins Internet und Lehrer unterrichten ihre Schüler per Webcam.

In unseren Umfrageergebnissen wird sichtbar, dass viele Unternehmen die Krise nutzen, um die Digitalisierung voranzutreiben und neue digitale Vertriebskanäle aufzubauen. Stolze 59 % aller kleinen und mittelständischen Unternehmen haben ihr Geschäftsangebot entweder vollständig (16 %) oder teilweise (43 %) angepasst, damit es jetzt virtuell bereitsteht.

Welche Branchen in Deutschland ihr Angebot dabei am meisten angepasst haben, sehen wir in der nachstehenden Grafik.

Digitalisierung der Wirtschaft: Brachen, die ihr Geschäftsangebot virtuell angepasst haben

Zukunftsblick: Die momentane Krise bringt den Zwang zur Veränderung mit sich. Digitale Angebote werden sich jedoch auch nach der Krise als wertvoll für Kunden erweisen. Daher sollten Unternehmen die Kundenorientierung als Schlüsselfaktor für Entscheidungen zur digitalen Transformation nutzen. Denn wie Prof. Dr. Andreas Schmietendorf erklärt, liegt “der Schlüssel zur Digitalisierung letztendlich beim Verständnis der Kundenbedürfnisse und bei der Fähigkeit der Integration auf allen Ebenen – von einer rein technologischen bis zu einer soziologischen Ebene der Integration. Wer das kann, wer das beherrscht, der wird zum Schluss erfolgreich sein.”

3. Remote-Arbeit als neuer Standard

Schön ruhig von zu Hause am eigenen Schreibtisch bei einer Tasse Kaffee, sanfter Musik und ohne störenden Lärm der Kollegen arbeiten: Klingt das nicht schön? Bisher galt die Remote-Arbeit als Vorteil, den nur wenige Mitarbeiter genießen konnten. Dies hat sich seit Beginn der Krise jedoch geändert. 45 % der Unternehmen haben ihre Mitarbeiter als Reaktion auf COVID-19 Vollzeit ins Home-Office geschickt.

Digitalisierung der Wirtschaft: Wie viele Mitarbeiter in Deutschland im Home-Office arbeiten

Knapp ein Drittel der Mitarbeiter, die momentan im Home-Office sitzen, arbeiten ansonsten im Büro. Das ist eine große Umstellung, die noch dazu nicht freiwillig erfolgte. Daher haben wir mit einem eher negativen Stimmungsbild gerechnet. Jedoch ganz im Gegenteil: 70 % der remote arbeitenden Angestellten teilen uns mit, dass sie gerne von zu Hause arbeiten.

Dabei wurden und diese drei Punkte als größte Vorteile der Remote-Arbeit genannt:

  • Kein Pendeln
  • Die Möglichkeit, Arbeitszeiten an Verantwortlichkeiten im Privatleben anzupassen
  • Lockerer Dresscode

Zukunftsblick: Wenn so viele Menschen angeben, dass sie gerne von zu Hause arbeiten und Arbeitgeber sehen, dass sich die Produktivität nicht verschlechtert, dann wird die Remote-Arbeit auch nach der Krise in großem Umfang beibehalten oder eingeführt.

4. Die Unternehmensführung treibt Digitalisierung voran

Das Aufstellen und Durchführen einer Digitalisierungsstrategie beginnt in der Unternehmensführung. Diese ist ebenfalls für die erfolgreiche Durchsetzung der neuen Maßnahmen verantwortlich. Einfach nur Software kaufen ist noch kein erfolgreicher Digitalisierungsprozess. Neben dem Faktor Technologie entscheidet auch immer der Faktor Mensch über Erfolg oder Misserfolg der Digitalisierungsmaßnahmen.

Die Unternehmensführungen in Deutschland haben in diesem Punkt besonders gut abgeschnitten. Nur 6 % der Befragten geben an, dass sie von ihren Vorgesetzten keine Anleitung zur Remote-Arbeit erhalten haben. Die Mehrheit der Unternehmen führen ihre Mitarbeiter durch Veränderungen in der Arbeitsweise.

Digitalisierung der Wirtschaft: Richtlinien für das Home-Office

Die meisten Richtlinien erhalten Mitarbeiter zu den Themen Arbeitszeiten, Kommunikation und Team-Meetings. Genau hier treten auch die meisten Schwierigkeiten auf. Auf die Frage, was die größten Herausforderungen bei der Remote-Arbeit seien, werden fehlende soziale Kontakte & Einsamkeit sowie Schwierigkeiten bei der Kommunikation mit Kolleg*innen am häufigsten genannt.

Zukunftsblick: Neben der Vorgabe von Richtlinien wird die Unternehmensführung auf Dauer kreativer werden müssen, um ihre Mitarbeiter im Home-Office zu motivieren. Neben der Ausstattung des Teams mit der richtigen Technologie ist es wichtig, eine gute Arbeitsatmosphäre zu schaffen, in der alle Beteiligten sich wertgeschätzt und dem Team zugehörig fühlen und gleichzeitig eigenverantwortlich agieren. Wichtig ist auch ein Vertrauensverhältnis zwischen den Teammitgliedern untereinander sowie dem Team und dem Management, besonders wenn es um die Leistungsbeurteilung geht.

Eine Oase ist bereits in Sicht

Deutsche Unternehmen haben sich schnell an die Krise angepasst, vor allem wenn man bedenkt, wie weit hinten die meisten bei der digitalen Transformation vor Kurzem noch lagen. Wenn es eine positive Sache der Corona-Krise gibt, dann die angekurbelte Digitalisierung der Wirtschaft. Auch wenn es noch viel zu verbessern, lernen und digitalisieren gibt, können wir bereits mächtig stolz auf uns sein. Die ersten Schritte aus der Digitalisierungswüste sind gemacht und die Digitalisierungsoase ist in der Ferne bereits in Sicht.

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*Methodik der Studie:

Capterra führte diese Online-Umfrage zwischen Ende März und Anfang April 2020 unter 528 voll- oder teilzeitbeschäftigten Deutschen aus verschiedenen Branchen kleiner und mittelständischer Unternehmen (2 bis 250 Mitarbeiter) durch, die wegen der Krise von zu Hause aus arbeiten. Die Ergebnisse sind repräsentativ für die Umfrage, aber nicht notwendigerweise für die deutsche Bevölkerung als Ganzes.

Hinweis: Bei einigen Fragen standen mehrere Antwortoptionen zur Verfügung, sodass die Gesamtsumme der Prozentwerte in den Grafiken 100 % übersteigt.

El 54 % de las pymes ve clave ofrecer productos online para renovar su modelo de negocio ante la crisis

Cambios en el modelo de negocio

Cambios en el modelo de negocio

Los distintos frentes abiertos de las pymes ante la crisis

El impacto del coronavirus en los negocios tiene muchos frentes. La supervivencia ante la crisis actual se basa en la adquisición de nuevo software, la oferta de productos y servicios en formato virtual, el aprendizaje y la integración de herramientas de teletrabajo, el cambio de mentalidad a la hora de operar y, por supuesto, los cambios en la organización.

Capterra ha realizado un estudio* a fin de conocer la transformación del modelo de negocio y la organización interna de las pymes para poder navegar en los peligrosos oleajes de la nueva realidad. ¿Cuánto tiempo creen poder sobrevivir bajo las condiciones actuales? ¿Estaban preparadas para una crisis así? ¿Han hecho cambios internos para habituarse al emergente mercado virtual? ¿Cómo han tenido que adaptar su producto o servicio?

Al ser cuestiones que competen a la directiva de las empresas, para este artículo se analizaron únicamente las respuestas de los participantes con poder de toma de decisión.

Puntos destacados del estudio

  • Sólo el 32 % prevé que puede sobrevivir más de seis meses bajo las medidas especiales sin ayudas económicas gubernamentales.
  • El 54 % de las pymes ha implementado o consideran ofrecer su producto/servicio de forma online.
  • El 73 % de las pymes ha cambiado los roles de los empleados o están pensando en hacerlo.

Preocupante pronóstico de supervivencia de las pymes a pesar de la existencia de plan de continuidad

La economía se está reactivando y los negocios poco a poco vuelven a un tipo de normalidad que está condicionada por las medidas especiales tomadas como respuesta a la pandemia. La percepción de supervivencia de las pymes bajo esta situación no es positiva. El estudio indica que únicamente un 32 % prevé que puede sobrevivir más de seis meses sin ayudas económicas gubernamentales.

Pronostico continuidad de pymes en medidas especiales de la pandemia

¿Estaban las pymes preparadas para una crisis de esta índole? El análisis indica que no, incluso teniendo un plan para asegurar la continuidad del negocio. Un 45 % sí tenía plan de continuidad, un 40 % no lo tenía y el resto no está seguro. Pero, sorpresivamente, el sí tenerlo no garantiza la supervivencia del negocio ya que una crisis económica derivada de una pandemia es un caso excepcional.

Casi la mitad de las pymes tenían plan de continuidad previo a la pandemia

Un porcentaje considerable de las organizaciones (64 %) que sí tenía un plan para asegurar la continuidad del negocio frente a una crisis económica está en el segmento que considera no aguantar más de seis meses. Esto sugiere que la pandemia desarrolló frentes inesperados incluso para los escenarios previstos por estos planes.

Renovar el modelo de negocio para enfrentar la crisis: productos online y cambio de roles de los empleados

La reacción principal de las pymes ante esta situación ha sido la digitalización: adaptar y ofrecer su producto o servicio vía online. Un 66 % de ellas considera importante cambiar el modelo de negocio para operar de manera remota o digital.

Por ejemplo, utilizar software de videoconferencia para las reuniones de equipos, instalar un chatbot de asistencia al cliente en la página web o incluso abrir un ecommerce para una experiencia optimizada al usuario.

Como expone la encuesta, las empresas también están realizando cambios en la estrategia de negocio para resistir en la nueva realidad: ofrecer un producto o servicio gratis, entregar a domicilio o modificar el modelo de precios. 

Son cambios en el modelo de negocio que principalmente residen en la digitalización de los productos. Para ello fue necesario comprar nuevo software, una decisión considerada crucial por el 75 % de las pymes

Software adquirido por pymes debido a COVID-19

Un 63 % de las pymes ha adquirido nuevo software para trabajo en equipo, procesos internos y entrega de producto. Por ejemplo, herramientas de colaboración, software de gestión de proyectos o software de chat en directo.

Adquirir e implementar nuevas herramientas implica aprender a utilizarlas, ya que una herramienta mal usada no sólo es pérdida de dinero sino también de tiempo y calidad en el servicio al cliente. Las pymes lo tienen claro, ya que un 82 % de ellas dio formaciones online ya fuese mediante un curso certificado (36 %) o informal (46 %) por medio de un miembro del equipo.

Empleados han recibido formación online informal en las nuevas herramientas digitales

Este nuevo escenario, donde se opera a distancia y se reconfiguran los equipos y los procesos de trabajo, ha supuesto que el 73 % de las pymes hayan cambiado los roles de los empleados o estén pensando en hacerlo. 

Pymes planifican o implementan recolocación de empleados debido al coronavirus

Es consecuente que en situaciones extraordinarias las organizaciones también tengan que tomar medidas no sopesadas anteriormente. De momento, la implementación o consideración de cambio de roles temporal es mayor al permanente pero el mundo de los negocios no es ni será el mismo que el previo al coronavirus, por lo que estas modificaciones podrían mantenerse incluso terminando la crisis, en la nueva realidad. 

Revolución integral de las pymes: modelo de negocio, producto y estructura interna

La crisis causada por la COVID-19 está afectando de manera integral el mundo de los negocios. No es únicamente adaptarse al teletrabajo y expandir el producto a canales virtuales, sino también cambiar el modelo de negocio: planes, precios, servicios, roles de los empleados y la manera de pensar el mercado.

Estos cambios no son fáciles y la mayoría de las pymes no estaban preparadas para un paro tan agresivo y repentino como el que supuso la pandemia, ni siquiera las que tenían planes de continuidad.

El camino que están siguiendo las pymes para mantenerse operativas es ofrecer el producto o servicio online. Y muchas de ellas están haciendo lo necesario para lograrlo: comprar software, formar a los empleados, reorganizarse internamente, abrirse a los nuevos canales y cambiar la mentalidad de funcionar en el mercado.

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*Metodología de la encuesta
Para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta en línea durante mayo 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 1009 personas, entre las que se seleccionaron 421 para participar. El criterio de selección es:
  • Residente en España
  • Empleado o dueño de una pequeña o mediana empresa
  • Empleado a jornada completa o parcial
Los participantes provienen de diferentes sectores de la industria. 
De los 421 participantes, 325 son directivos, gerentes o dueños con poder de toma de decisiones y 96 son empleados sin poder de toma de decisiones. Este artículo está basado en el análisis de las respuestas de los participantes con poder de toma de decisiones.
Nota: La gráfica 3 corresponde a una pregunta con opción de respuesta múltiple, debido a esto la suma total de los porcentajes es mayor a 100 %.

Digital workplace : le bureau de demain

organisation des nouveaux espaces de travail

organisation des nouveaux espaces de travail

Les récentes évolutions observées dans le monde du travail confortent l’émergence d’un modèle déjà bien connu dans de nombreux milieux professionnels, fondé sur une plus grande flexibilité et une mobilité accrue. Faciliter l’accès aux ressources de l’entreprise, en tout lieu et à tout instant, est l’un des principaux défis de cette nouvelle dynamique. La tendance est d’autant plus prononcée que la transformation numérique gagne tous les secteurs d’activité et donne lieu à l’émergence de solutions innovantes telles que les logiciels de digital workplace. Concept très actuel, la digital workplace répond aux enjeux du travail moderne et présente des avantages multiples aussi bien pour les travailleurs que pour les entreprises.

Qu’est-ce que la digital workplace ?

La digital workplace est un environnement numérique de travail offrant aux utilisateurs un accès centralisé à l’ensemble des outils et informations nécessaires à l’exercice de leurs fonctions au sein de l’entreprise. Elle apparaît ainsi comme une version numérique du bureau physique ou de la salle de réunion. C’est une plateforme collaborative unifiant les principales ressources exploitées par l’entreprise dont les mails, la messagerie instantanée, les médias sociaux, les logiciels professionnels et la gestion documentaire. Selon les spécificités, la digitale workplace peut également intégrer des applications métiers spécifiques. Elle s’adapte ainsi aux besoins de chaque organisation.

Découlant directement des évolutions de l’intranet, la digital workplace est une solution complexe qui va au-delà du portail d’entreprise et des suites de productivité comme Office 365 ou G-Suite. Ces dernières se limitent en effet à donner accès à une diversité d’applications ainsi qu’à un environnement de travail collaboratif, sans pour autant assurer l’interconnectivicté et l’intégration des outils entre eux.  La digital workplace est un espace de travail virtuel unifié, basé sur les deux principes fondateurs que sont l’intégration et la collaboration.

Quels sont les enjeux de cet outil révolutionnaire ?

La digital workplace s’adapte aux nouvelles approches de travail, de plus en plus transversales et collaboratives. Le renforcement de la productivité des travailleurs et l’amélioration de la communication en entreprise sont les deux principaux enjeux de cet outil d’avenir.

Renforcer la productivité des collaborateurs

Les modes de travail et l’environnement professionnel sont en pleine mutation. Face aux besoins de flexibilité et de mobilité des travailleurs, le télétravail et la virtualisation gagnent du terrain. En unifiant de manière intelligente tous les outils de travail, la digital workplace simplifie l’accès à une diversité de programmes interconnectés de gestion des tâches, ce qui stimule la productivité des collaborateurs. Ces derniers peuvent accéder à leur espace de travail ainsi qu’à l’ensemble des ressources de l’entreprise à tout moment et en tout lieu, qu’ils soient au bureau, à la maison ou en déplacement. Grâce à la centralisation des applications professionnelles parfois pléthoriques, il n’est plus nécessaire de passer continuellement d’un environnement à un autre, ce qui réduit les pertes de temps et améliore l’efficacité des équipes.

Améliorer la collaboration et la communication interne

La communication revêt un enjeu majeur pour les organisations, qui cherchent à toujours mieux fédérer et impliquer les employés. Elle constitue aussi l’un des points importants de la digital workplace. Cette dernière facilite et optimise l’échange d’informations entre les collaborateurs à travers des solutions intégrées de messagerie d’entreprise. L’amélioration de la communication et l’optimisation du partage d’informations contribuent à une meilleure collaboration au sein de l’entreprise, ce qui permet de gagner du temps et d’accroître la productivité des travailleurs. Par ailleurs, la digital workplace crée un environnement de travail dynamique qui renforce l’attractivité de l’emploi. Autant de facteurs qui influent de façon bénéfique sur le rendement des salariés de l’entreprise.

Quels sont les principaux avantages de la digital workplace ?

La digital workplace apporte des bénéfices liés à la transformation numérique de l’entreprise, notamment en matière de mobilité, de flexibilité et de célérité dans l’exécution des tâches. Elle a aussi l’avantage de regrouper ces tâches dans une seule plateforme et d’interconnecter tous les outils et ressources dont l’employé a besoin pour travailler efficacement. Centrée sur les besoins de l’utilisateur, elle crée un environnement sécurisé et fonctionnel qui s’adapte aux usages des travailleurs. Ces derniers peuvent aisément partager des documents et leurs connaissances, fournir de l’aide et des informations, autant qu’ils peuvent en recevoir de leurs collègues.

De manière plus spécifique, la digital workplace permet de :

  • Disposer d’un accès unique et sécurisé aux ressources professionnelles ;
  • Faciliter l’interaction et la communication entre les collaborateurs de façon synchrone ;
  • Impliquer les collaborateurs et organiser la collaboration selon les besoins ;
  • Planifier les tâches dans un calendrier partagé et fluidifier leur gestion ;
  • Capitaliser et partager les connaissances et les ressources en toute simplicité ;
  • Accéder aux documents et informations en mobilité ;
  • Offrir un tableau de bord en temps réel ;
  • Réduire les coûts opérationnels grâce à l’automatisation des tâches.

Les contraintes liées à la mise en place d’une digital workplace

Difficile à mettre en œuvre du fait de sa complexité et de la multiplicité des outils intégrés qui la composent, la digital workplace ne saurait s’imaginer en dehors de la stratégie digitale de l’entreprise. En effet, la mise en place d’une digital workplace implique au préalable une certaine maturité du système d’information de l’organisation. Elle procède de la transformation numérique de l’entreprise, laquelle doit dès lors satisfaire aux exigences de gouvernance, de sécurité, de gestion de données et de formation du personnel.

L’intégration des données est aussi un impératif dans la mise en œuvre de la digital workplace. Cette dernière doit permettre d’intégrer des données depuis une variété de logiciels implémentés. C’est ce qui fait la différence entre la digital workplace et les applications de travail collaboratif. De plus, chaque secteur professionnel a ses spécificités que doit prendre en compte la digital workplace. La plateforme doit dès lors s’adapter aux besoins de chaque organisation. Elle tient ainsi la promesse d’un environnement de travail adapté aux attentes et usages des travailleurs, tout en augmentant leur productivité et leur bien-être au travail.

Et maintenant ? Consultez notre catalogue de logiciels de digital workplace pour trouver l’outil qu’il vous faut.

Outils de travail collaboratif à distance : quel bilan après la crise ?

nouvelle organisation du travail

nouvelle organisation du travail

Qui aurait pu prédire, fin février, début mars, que le monde tel qu’on le connaît allait être chamboulé aux niveaux humain, social, politique, économique et professionnel comme il l’a été ? Pour les entreprises, le confinement aura été un brutal bouleversement digital et, pour beaucoup, il aura fallu improviser afin de pouvoir pleinement opérer en télétravail. Les outils de travail collaboratif à distance se sont retrouvés au cœur de ce nouveau mode de travail. Quel bilan tirer de leur utilisation ?  Quels en ont été les défis et les avantages ? Vont-ils s’inscrire sur la durée ou connaître les limites de leur potentiel sur le long terme ?

Les outils de travail collaboratif à distance ont déferlé sur le monde professionnel

Les logiciels de collaboration et de communication ont prouvé leur caractère indispensable lors de l’instauration du télétravail. 85 % des logiciels adoptés en raison de la crise ont été jugés “essentiels à la survie [de l’entreprise]” lors d’une enquête GetApp (196 répondants*). Parmi ceux-ci, les outils collaboratifs et de communication atteignent à eux seuls 59 % des outils dans lesquels les PME ont investi dans le but de poursuivre leur activité en période de confinement.

L’outil Google Trends montre en ce sens la courbe d’intérêt de logiciels de visioconférence tels que Zoom ou Skype dont l’apogée se situe à la semaine du 15 mars. Si la courbe est ensuite décroissante, il n’en reste pas moins que le volume de recherche est supérieur à la période pré-confinement et connaît aujourd’hui une certaine stabilité.

Les principales motivations d’implémentation de tels outils se retrouvent dans la nécessité d’assurer un travail d’équipe. Cette dernière est ainsi citée comme besoin justifiant l’investissement dans de nouveaux logiciels par 46 % des PME interrogées (314 répondants*). Grâce à ces plateformes en ligne, les collaborateurs peuvent échanger des informations, consulter des documents, s’organiser pour mener un projet.

outils collaboratifs

Au moment où il était encore impossible d’évaluer la durée du confinement, les PME ont vu dans les outils collaboratifs une solution immédiate pour remédier aux défis que posait un télétravail imposé dans l’urgence. Pour celles qui ne disposaient pas de plan de continuité d’activité (37 % de PME interrogées, 335 répondants), les outils collaboratifs ont fait office de filet de sécurité. Le virtuel s’est ainsi substitué au présentiel et a permis de maintenir l’activité et la productivité de PME dont l’essentiel du travail peut s’effectuer par le biais d’Internet.

Outre cette mutation, la forme qu’a pu prendre la communication elle-même a été une nouveauté pour nombre d’entreprises et collaborateurs. Cette période exceptionnelle a été un accélérateur et une source d’enseignements sur la façon dont communiquer au sein d’une équipe et celle de mener un projet à terme.

Comme le note Yann Gourvennec, fondateur et dirigeant de l’agence de marketing digital Visionary Marketing, “Avec le confinement, les Français ont découvert, enfin, le télétravail. C’est une bonne chose, alors que nous étions à la traîne dans ce domaine depuis 25 ans. Avec cette crise, l’obligation, quasi surréaliste, de devoir rester à la maison, a fait qu’une proportion non négligeable de professionnels français y ont pris goût.”

Collaboration en temps de crise : un cas d’école dont tirer des leçons pour l’avenir

Avec l’intégralité des collaborateurs travaillant de chez eux, et sans réunions présentielles possibles, il a fallu apprendre à communiquer différemment. Pour cela, diverses politiques ont pu être implémentées, comme une politique de télétravail ou de cybersécurité. Le meilleur apprentissage aura été l’utilisation quotidienne par l’ensemble des collaborateurs.

Pour en faire le bilan, il convient évidemment de faire preuve de discernement. Yann Gourvennec fait d’ailleurs remarquer qu’il ne s’agit d’ailleurs pas vraiment de télétravail comme l’a souligné Zevillage.net, mais de confinement, et ce n’est pas la même chose. Toutefois, il est indéniable que face à cette situation inédite, les Français ont laissé tomber leur traditionnelle réticence pour le digital, et sans doute que cela est une bonne nouvelle pour le futur. (…) Ce n’est pas le fait d’une préparation antérieure. Dans ce cas, c’est la nécessité qui a fait loi. ”

C’est avec cette précision en tête, et en n’omettant pas le stress induit par le contexte d’une crise sanitaire, que l’on peut faire un bilan du télétravail et de l’utilisation des outils de collaboration.

La flexibilité au travail s’avère globalement bénéfique pour la productivité : le temps habituellement passé dans les transports est utilisé ailleurs et participe à l’équilibre entre la vie personnelle et la vie professionnelle. Quant aux outils de collaboration, leur mise en place hâtive a d’un côté permis le travail d’équipe et, d’un autre côté, a pu créer un certain épuisement. Maintenant que les entreprises préparent “l’après”, où le télétravail devient une possibilité pour nombre d’employés, un regard en arrière sur les bénéfices et obstacles rencontrés lors de leur utilisation massive s’avère utile pour appréhender l’avenir.

Bénéfices apportés par les outils collaboratifs et de communication en télétravail

  • Le télétravail devient possible à très grande échelle.
  • La communication multicanale permet de discuter en privé et via des canaux dédiés à des projets ou équipes spécifiques.
  • Les appels téléphoniques et vidéo permettent la communication verbale et le partage d’écran.
  • La gestion de projet est facilitée : des projets inter équipe peuvent être menés de n’importe où dans le monde.
  • La productivité se voit favorisée grâce à la centralisation et au partage des informations sur une plateforme commune.
  • Ces outils ont l’avantage d’être tout aussi utiles en temps normal, hors télétravail.

Des applications telles que Google Drive, Basecamp ou encore Trello sont autant de plateformes collaboratives populaires.

Des outils tels que Skype Entreprise ou Slack ou intègrent en sus  les appels audio et vidéo.

Obstacles rencontrés lors d’une utilisation intensive

  • Isolement : les outils ne pallient pas forcément le manque de contact humain et l’aspect social de la vie de bureau que certains recherchent.
  • Les nombreux canaux peuvent monopoliser un temps considérable, là où une discussion de vive voix accomplit la même chose en quelques minutes.
  • “Zoom fatigue”: la fréquence soutenue des appels en visioconférence et des meetings en ligne ont pu générer un certain épuisement.

Comment remédier à ces obstacles afin d’exploiter positivement ces outils ?

S’ils ont été une solution d’appoint, de tels outils s’avèrent pourtant bénéfiques même dans un contexte de travail “traditionnel”. Il faut cependant observer quelques règles de bon sens et d’apprentissage afin de profiter au mieux parti de tout leur potentiel.

Il est important de miser sur la formation de l’ensemble du personnel et de suivre une certaine étiquette afin que tous collaborent et communiquent selon des règles préalablement établies.

De la bonne utilisation des outils de travail collaboratif à distance

Ces quelques mois d’enfermement complet auront été l’occasion de tirer des enseignements en matière de collaboration et de communication au travail. Un logiciel collaboratif est avant tout un outil et comme on le sait, l’outil ne fait pas tout : il faut surtout savoir s’en servir. Il faut comprendre qu’ils s’inscrivent dans une démarche agile.

Voici les points clés à ne pas négliger si l’on veut optimiser l’adoption de solutions collaboratives dans un contexte de télétravail :

  • Une hiérarchie des dossiers et une nomenclature des fichiers claires afin de faciliter la recherche de documents.
  • Maintenir à jour la documentation sur la plateforme afin que tous disposent des informations les plus récentes.
  • Un management à distance : celui-ci doit faire la part belle à la confiance et permettre l’autogestion, plutôt que la surveillance à outrance.
  • Une communication réfléchie en amont afin de délivrer des informations claires et d’éviter des malentendu.
  • Limiter les réunions à celles qui nécessitent une discussion de vive voix ou qui ne peuvent tenir dans un message sur le canal de l’équipe.
  • Valoriser les collaborateurs en reconnaissant la réussite d’un projet ou d’une tâche pour maintenir l’engagement (on devient vite “invisible” à distance).
  • Proposer des canaux dédiés aux discussions informelles et des cafés virtuels pour recréer une “vie de bureau”.

La formation, étape incontournable de l’inscription des outils de collaboration dans la durée

Quel avenir pour ces outils et modes de travail sur le long terme ?

Lorsque l’on sait que 51 % des employées souhaiteraient voir le télétravail se démocratiser et que 50 % estiment que leur entreprise pourrait fonctionner normalement avec un tel modèle (513 répondants**), la question mérite d’être sérieusement considérée. Une fois la décision prise, reste un aspect clé pour parfaire cette implémentation : la formation. À l’annonce du confinement, une importante part de PME n’avait pas prévu de formation pour l’utilisation des nouveaux outils. Celle-ci s’est faite en grande partie “sur le tas”, par le biais d’un membre de l’équipe possédant quelques connaissances en la matière.

Assurer une formation, c’est s’assurer que les collaborateurs détiennent les connaissances nécessaires pour travailler de manière autonome et remplissent leurs objectifs sans dépenser d’énergie à chercher comment se servir d’un outil.

Quant aux nouvelles formes d’organisation du travail, Yann Gourvennec conclut par ces mots : “Certes, le retour sur les lieux de travail reste encore aujourd’hui très lent. Mais ce fait est plus à mon avis à mettre sur le compte de la peur qui a saisi les employés français que sur leur amour immodéré de la technologie.(…) Il est trop tôt et la situation est trop instable pour savoir de quoi demain sera fait exactement. Mais il est sûr que cette période aura eu un impact très net sur le retard français en matière de digital et sur un nécessaire rebond pour rattraper le niveau des pays du Nord.”

Vous souhaitez en savoir plus ? Consultez notre catalogue d’outils collaboratifs pour découvrir davantage de produits.

Méthodologies :

*Méthodologie de l’enquête sur les Tendances d’achat de logiciels : pour collecter les données de ce rapport, nous avons mené une enquête en ligne entre le 15 et 19 mai 2020 auprès de 397 employés de PME françaises effectuant du télétravail en raison de la crise de COVID-19. Les 335 répondants aux questions ont été sélectionnés selon leur rôle dans l’entreprise : ceux-ci sont issus de divers secteurs d’activité et sont tous preneurs de décision (confirmé/manager, manager sénior, membre de la direction ou haute direction). Le nombre de répondants peut différer d’une question à l’autre selon le profil recherché pour une question donnée.

**Méthodologie de l’enquête sur le Télétravail : pour collecter les données de ce rapport, nous avons mené une enquête en ligne entre le 4 et 14 avril 2020 auprès de 4 600 employés de PME effectuant du télétravail en raison de la crise de COVID-19. Ceux-ci sont issus de divers secteurs d’activité et de divers niveaux d’ancienneté. Les répondants viennent d’Australie, du Brésil, d’Espagne, de France, d’Allemagne, d’Italie, du Mexique, des Pays-Bas et du Royaume-Uni.

Home office en pymes implica retos en comunicación y ciberseguridad pero también beneficios significativos

Home Office y ciberseguridad en pymes mexicanas

El coronavirus empuja a las pymes a cambiar su forma de funcionar

La situación creada por COVID-19 obligó a muchas pequeñas y medianas empresas a funcionar de manera remota. Procesos y canales de comunicación se tuvieron que adaptar al home office, lo cual significó un cambio sustancial en la manera trabajar y la implementación de nuevas herramientas digitales. Esto implica nuevos retos pero también conlleva beneficios.

En Capterra* lanzamos una encuesta para conocer la situación de las pymes y su forma de operar bajo esta nueva normalidad. ¿Estaban las empresas preparadas para operar a distancia? ¿Qué dificultades y beneficios presenta? ¿Están las compañías preparadas en ciberseguridad para esta manera de trabajar? ¿Los empleados quieren seguir haciendo trabajando en remoto?

Adaptar el negocio y adquirir nuevo software

El confinamiento causó que oficinas, locales, agencias y demás tipo de negocios tuvieran que transformarse para seguir funcionando. El 71% de las pymes adaptó su servicio o producto a un formato virtual o lo está planeando hacer. Un porcentaje muy alto que indica que las empresas no estaban preparadas para operar de esta manera ni total ni parcialmente. Por lo tanto es un cambio significativo en mentalidad y organización.

Pymes adaptaron su producto o servicio a un formato virtual

Esta adaptación también supone utilizar nuevas herramientas para trabajar, ya sean para el funcionamiento interno de la empresa o de cara al cliente. Nuestro estudio señala que el 61% de las pymes tuvo que comprar/instalar nuevo software para hacer home office o está planeando hacerlo.

Compra de software debido al home office

Las nuevas herramientas digitales a las que se han tenido que acostumbrar los trabajadores son principalmente productos que facilitan la comunicación y la organización, por ejemplo:

Software en la nube despega en uso

La diferencia entre un software local y un software basado en la nube es que el primero se encuentra instalado únicamente en la computadora o laptop y sólo se puede acceder desde ese dispositivo en específico, y el segundo está en internet, por lo tanto se puede acceder desde cualquier dispositivo con conexión a la red, por ejemplo gmail o facebook.

Por este motivo, el software basado en la nube es más importante que nunca, la facilidad de acceso desde cualquier dispositivo y desde cualquier lugar con conexión a internet hace que sea la opción lógica para que los trabajadores puedan trabajar en remoto ya sea con su computadora personal o con una de la empresa.

La encuesta confirma esta tendencia, ya que un 68% de los participantes usa software en la nube ya sea de manera parcial o total. Mientras que el uso de software instalado localmente únicamente llega al 54%.

La nube es fundamental para hacer home office

La cultura de ciberseguridad es muy baja

En cuestión de ciberseguridad, los resultados no son positivos. Faltan buenos hábitos y cultura de seguridad informática. La educación en esto es de suma importancia ya que  los empleados que están en su casa no cuentan con infraestructura de seguridad que podría tener su oficina y por lo tanto están expuestos a mayores riesgos.

Por ejemplo, el software anti-virus y de redes, el cual está especializado en reconocer software malicioso y ayuda a proteger los datos, solo lo tiene instalado un 43% de los empleados de pymes. Este programa es básico para la seguridad y ni siquiera la mitad lo usa. Un mal hábito que facilita la entrada de malware y ransomware a la computadora y servidores, lo cual le puede costar mucho dinero y reputación a las empresas

Otro ejemplo que también aporta mucha ciberseguridad, es un VPN. Este tipo de software protege la comunicación entre una computadora y el servidor de la empresa, encripta los datos mientras recorren el internet público, una tecnología muy eficaz en tiempos de trabajo a distancia. En este caso únicamente un 30% de los encuestados lo tiene instalado.

Otro mal hábito es cómo se administran las contraseñas, por ejemplo, tener una única contraseña para varias cuentas y/o que sean fáciles de descifrar ya que son sencillas debido a que se memorizan únicamente. 

Hoy en día una herramienta muy útil para crear, guardar y gestionarlas es el software de administración de contraseñas ya que permite tener múltiples credenciales con distintas claves pero se gestionan únicamente con un master password (uno bien diseñado, muy difícil de descifrar). Esta eficaz herramienta sólo la usa un 39% de los empleados, casi el mismo porcentaje que usa su memoria (31%) para recordar el acceso a sus diversas cuentas.

Las pymes deben invertir más en herramientas y formación de los trabajadores en este tipo de tecnología con el fin de reducir al máximo el riesgo de ataques de cibercriminales.

Home office, una modalidad nueva con retos pero también beneficios

El trabajo en remoto es una nueva forma de trabajar que conlleva hacer cambios en la vida y espacio personal, como reacomodar la casa, crear nuevos horarios, aprender a concentrarse en otro entorno, entre otros. Un porcentaje de empleados de pymes ya estaba acostumbrado a esto pero la mayoría no.

Trabajadores no estaban acostumbrados a trabajar desde casa

Para el 56% es una novedad completamente trabajar en remoto, el coronavirus supuso un fuerte giro a su manera de funcionar. Mientras que para un 19% es conocido porque lo hacían de vez en cuando. Aun así, cambiar de un día para otro a este formato es difícil, los retos que implica son varios. No sólo para para estos dos segmentos sino también para los que están acostumbrados a el trabajo en remoto (25%) porque ellos ahora deben operar con compañeros o clientes que son nuevos en esto, por lo tanto los procesos y la comunicación es distinta también.

Retos del trabajo a distancia

La comunicación es el principal reto, ya sea con compañeros de trabajo, con clientes, o la complejidad de gestionar la cantidad de mensajes que llegan por diferentes canales.

Este es un problema global, la sociedad se debe acostumbrar a la nueva realidad, ya que aunque la pandemia termine, el distanciamiento social seguirá por un tiempo y los hábitos de trabajo ya habrán cambiado lo suficiente como para que muchos procesos se queden a nivel remoto. Por esto, aprender a relacionarse a distancia es clave para que los negocios fluyan sin contratiempos de malinterpretaciones que pueden causar pérdida de tiempo, dinero y contactos.

Debido a estos desafíos, las herramientas de comunicación y colaboración están en auge, mientras que el software de administración de proyectos o gestión de relaciones con los clientes (CRM) se convierten en indispensables para que las pymes puedan seguir funcionando de manera correcta.

A pesar de haber tenido que adoptar nuevo software y herramientas de una forma rápida, nuestra encuesta indica que para la mayoría de los empleados ha sido fácil muy fácil aprender a usarlas.

Fue fácil para empleados aprender a usar las nuevas herramientas digitales

Al 85% de las pymes le gusta hacer home office

Al 85% de los encuestados le gusta (44%) o le gusta mucho (41%) hacer home office. Un porcentaje alto para un formato de trabajo que es novedoso en México. 

¿Cuáles son los motivos principales de esto?

Beneficios de home office

Es lógico que la comodidad de estar en casa y no de tener que usar el coche o subirse al metro o camión para ir al trabajo sea una de las razones principales. El tráfico de las metrópolis mexicanas puede hacer que una persona pierda varias horas al día sólo con ir y regresar de la oficina, demasiado tiempo perdido al año por este motivo. De hecho, trabajar desde casa significa ganar tiempo de vida personal.

La flexibilidad de ajustar el horario conforme a la responsabilidades permite realizar labores domésticas y cuidar a los niños y mascotas. Otro punto a favor para la vida personal.

También se percibe que se gana experiencia y conocimiento tecnológico, esto seguramente es debido a que los trabajadores ahora no cuentan con un técnico que les ayude o les haga las cosas completamente. Ahora ellos tienen que configurar conexiones, instalar programas ver tutoriales por su cuenta, incluso aunque un técnico les ayude forma remota, ya el hecho de que ellos lo operen manualmente es ganar experiencia.

México con mentalidad digital y con la confianza de funcionar a home office

La mayoría de los encuestados (64%) cree que las empresas pueden funcionar al máximo con personal trabajando tiempo completo desde casa. De igual forma, les gustaría continuar con este formato de trabajo cuando se regrese a nueva realidad, aunque sea sólo algunos días.

Pymes quieren seguir haciendo home office cuando se regrese a la normalidad

Home office obligatorio sienta precedente para el futuro inmediato de los nuevos modelos de negocios

La forma de hacer negocios se está transformado rápidamente en México: 

  • Muchas compañías tuvieron que cambiar parte o todo su producto/servicio a un formato virtual invirtiendo en nuevo software especializado para trabajar a distancia. 
  • La adopción de esta tecnología ha sido rápida y positiva, los trabajadores no han encontrado dificultades en utilizar las nuevas herramientas.
  • El reto principal al que se están enfrentando es la comunicación, interna y externa, y la diversidad de canales en la que ahora se produce. 
  • Las herramientas de colaboración, organización interna, comunicación con los clientes y de planeación y gestión de proyectos son claves en este contexto.
  • Las pymes reprueban en cultura y protocolos de ciberseguridad. Programas, actualmente básicos, como un anti-virus, un administrador de contraseñas o un VPN, son usados muy poco, debajo del 50%. Esto puede resultar en una brecha de seguridad seria y, en el peor de los casos, arruinar a la empresa.
  • A los trabajadores les gusta trabajar desde su casa, le encuentran muchos beneficios y quisieran continuar haciéndolo después de que pasé la pandemia. 
  • La mayoría cree que el negocio puede rendir al máximo con personal haciendo home office a tiempo completo. Hay un espíritu pro-digital y de trabajo en remoto.

El coronavirus ha acelerado la digitalización en México, la nube ha ganado terreno, los empleados han ganado conocimiento en tecnología, y están dispuestos a seguir operando así. El futuro de los negocios en México será distinto cuando este hecho histórico termine.

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*Metodología de la encuesta: para recopilar los datos de este informe hemos llevado a cabo una encuesta online en abril del 2020. Las respuestas provienen de una muestra del mercado mexicano. El cuestionario se envió a 1240 personas, entre las que se seleccionaron 508 para participar. Los participantes cualificados están empleados (a jornada completa o parcial) en pequeñas y medianas empresas (pymes), trabajan en diferentes sectores de la industria, y durante la realización de la encuesta estaban haciendo home office debido a la emergencia sanitaria. 

7 dicas para manter uma boa comunicação com o cliente

comunicação com o cliente

comunicação com o cliente

Não há como negar que a pandemia do novo coronavírus trouxe grandes desafios para os negócios, exigindo que as empresas de todo o mundo se adaptassem à crise sanitária. De um dia para o outro, o home office passou a ser adotado como regra e, junto com ele, as empresas tiveram que repensar diversos processos, internos e externos, para continuar operando.

Gestão de equipes remotas, realização de reuniões por videoconferência, compartilhamento de documentos colaborativos na nuvem são apenas alguns dos workflows internos que viraram rotina nas empresas em tempos de COVID-19.

Como consequência, o relacionamento e a comunicação com os clientes também sofreram grande impacto, necessitando ajustes para se adequar a essa nova realidade.

Não à toa, em um estudo realizado pelo Capterra sobre a adoção do teletrabalho entre as PMEs após o início da pandemia, 36% dos entrevistados consideraram justamente a comunicação com os clientes como seu principal problema atual. A comunicação externa pode parecer mais complexa do que a relação entre trabalhadores, mas –por sorte– muitas vezes segue a mesma dinâmica e se beneficia diretamente das mudanças internas.

Neste artigo, vamos apresentar sete dicas para manter a qualidade da comunicação e fidelizar os clientes trabalhando com equipes remotas.

1. Escute

Escutar o que o cliente tem para dizer é o ponto de partida de todo relacionamento bem-sucedido. Conhecer a realidade do outro lado é essencial para poder tomar melhores decisões sobre como trabalhar. Em tempos de crise, essa conversa é ainda mais importante. Assim como sua empresa precisou se reestruturar, o cliente também está vivendo um momento de mudanças, e você pode (e deve) ajudá-lo.

Toda informação que você puder obter dele é valiosa, seja direta ou indiretamente. Abra um canal de comunicação direto com ele e deixe-o à vontade para explicar suas necessidades e problemas. Acompanhe suas redes sociais e aprofunde-se nas questões relacionadas ao seu negócio. Quanto mais você conhecer a realidade do seu cliente, mais chances tem de oferecer a melhor solução para os problemas que ele enfrenta.

Ferramentas que podem ajudar: Ferramentas para redes sociais e de CRM social.

2. Escolha o melhor canal de comunicação com o cliente

Ruídos na comunicação podem fazer ruir todo o relacionamento entre empresa e cliente. Por isso, a seleção do canal de comunicação mais apropriado é tão importante. Atualmente, a oferta é bastante vasta, indo desde o telefone e as ligações convencionais –muitas vezes relegadas, mas que ainda têm muito valor– até sistemas complexos com bate-papo em tempo real, chatbots e gravações de conversas em arquivos de log completos.

Você não precisa optar por apenas um canal de comunicação, mas caso utilize mais de um é necessário agrupar toda a informação em um único local para manter sua uniformidade e coerência. Nesse caso, o mais recomendado é utilizar softwares CRM.

Ferramentas que podem ajudar: Softwares de comunicação com o cliente, softwares CRM  e programas de gravação de ligações.

3. Centralize a comunicação

Não são apenas as informações e dados fornecidos pelo cliente que devem estar armazenados em um único lugar. O ponto de contato do cliente dentro da empresa também deve ser centralizado, ou seja, você deve designar uma pessoa para ser a responsável por toda a comunicação direta com ele. Dessa forma, a conversa manterá fluidez e constância, dificultando mal entendidos.

Esta pessoa pode ser você ou um líder de equipe, lembrando que o responsável deve ter uma visão ampla do negócio do cliente e de suas necessidades. No caso de escolher um líder de equipe para gerenciar essa comunicação, opte por alguém da área mais envolvida com o cliente, como TI, marketing ou recursos humanos. E tenha sempre um backup, para qualquer eventualidade.

Ferramentas que podem ajudar: Software CRMprogramas para compartilhar arquivos.

4. Organize e priorize as demandas do cliente

Um depósito unificado de informações e um atendimento centralizado permitem que as demandas do cliente sejam organizadas e priorizadas mais facilmente. Organize-as por tópicos, urgência e relevância e trabalhe junto com o próprio cliente para priorizá-las, se necessário.

Ferramentas Agile são uma boa opção para categorizar as demandas, distribui-las às áreas internas correspondentes e fazer o seguimento adequado. Essas ferramentas funcionam bem com equipes remotas e geralmente incluem ou se integram com recursos de comunicação, como chats ou fóruns, o que contribui com a agilidade e eficácia do processo.

Ferramentas que podem ajudar: Ferramentas Agile.

5. Mantenha contato constante

O uso de metodologias ágeis para gerenciar internamente as demandas cria um ambiente perfeito para incluir o cliente como stakeholder do processo e realizar reuniões rotineiras de seguimento com ele. Agende conversas periódicas para fazer um follow-up de revisão e validação das tarefas.

Reuniões constantes e periódicas podem ajudar também a diminuir  intervenções ativas do cliente que causam interferências ou imprevistos, atrasando o andamento dos processos. Discuta com ele a frequência e o canal mais adequados para manter essas conversas.

Ferramentas que podem ajudar: Ferramentas Agile e softwares para agendar reuniões.

6. Seja resolutivo nas reuniões e conversas

Agilidade na comunicação não se resume apenas a reuniões constantes, mas principalmente à duração das conversas. Assim como o seu tempo, o tempo do cliente também é valioso. Portanto, oriente os responsáveis de contato para serem diretos e resolutivos. Ir direto ao ponto, além de economizar tempo, demonstra que sua empresa tem foco no que é mais relevante: a resolução dos problemas do cliente.

Mais uma vez, o uso de metodologias ágeis e a realização de reuniões frequentes pode ajudar. Para complementar, você pode desenhar um roteiro para seguir em cada conversa, passando pelas tarefas em andamento, as finalizadas e dedicando tempo ao cliente para solicitar novas demandas, caso existam.

Ferramentas que podem ajudar: Ferramentas Agilesoftwares para reuniões.

7. Ofereça serviços inovadores

O cliente é quem solicita as demandas, mas as conversas não têm porque serem sempre de mão única. Sua empresa deve ser proativa e propor novas soluções e inovações para o cliente.

A manutenção e a centralização das informações exercem papel fundamental nessa etapa. Ao conhecer o negócio do cliente com amplitude e profundidade, é possível desenhar estratégias inovadoras que nem ele chegou a pensar e, assim, surpreendê-lo positivamente.

Ferramentas que podem ajudar: Sistemas de gestão de ideias e programas para criar mapas mentais.

arte comunicação com o cliente

Foco no cliente sempre

Estas são sete atitudes recomendadas para sustentar a qualidade do atendimento ao cliente trabalhando com equipes remotas. Elas funcionam como um fluxo de trabalho, uma vez que estão intrinsecamente conectadas entre si e se alimentam umas das outras.

Algumas empresas já haviam se adiantado ao home office mesmo antes da crise do coronavírus e há quem diga que essa tendência veio para ficar na chamada “nova normalidade”.

Então, não encare o desafio de adaptar o processo de comunicação da sua empresa como algo temporário, mas como algo perene e que será usado de agora em diante. Lembre-se que o foco no cliente também deve ser permanente.

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Studie zum Home-Office: 59 % der Unternehmen weltweit arbeiten wegen COVID-19 remote

Studie zum Home-Office weltweit

Die COVID-19-Pandemie hat die Welt, wie wir sie kennen, von einem Tag auf den anderen auf den Kopf gestellt. Egal ob wir auf dem Kontinent der Kängurus, im Land des Sauerkrauts, der Stadt der Liebe oder der Hauptstadt des Karnevals leben, wir alle sind zuhause und müssen nun in Vollzeit im Home-Office arbeiten und unsere Produkte und Dienstleistungen virtuell anpassen. 

Studie zum Home-Office weltweit

Die Arbeitswelt steht vor zahlreichen Herausforderungen: Jetzt gilt es, schnell den Umgang mit neuen Softwaretools für die Remote-Arbeit zu lernen und sich an neue Formen der Kommunikation mit Teammitgliedern und Management zu gewöhnen. Auch die IT-Sicherheit ist eine große Herausforderung. Viele Hacker nutzen die Krise, um Unternehmen anzugreifen und wertvolle Daten zu stehlen. Personal im Home-Office ist für diese Kriminellen ein leichtes Ziel.

Wir wollten mehr darüber erfahren, wie weltweit während der Pandemie im Home-Office gearbeitet, Software genutzt und IT-Sicherheitspraktiken umgesetzt werden. Daher befragte Capterra in der Studie “Home-Office” 4.600 in Vollzeit remote arbeitende Angestellte aus kleinen und mittleren Unternehmen (KMU) in Australien, Brasilien, Spanien, Frankreich, Deutschland, Italien, Mexiko, den Niederlanden und dem Vereinigten Königreich (*Methodologie der Studie Home-Office am Ende der Seite).

59 % der Unternehmen weltweit arbeiten aktuell komplett remote 

Arbeiten am eigenen Schreibtisch, mit dem Lieblingsradiosender im Hintergrund, einer heißen Tasse Kaffee und ganz ohne lärmiges Büro: Das sind die aktuellen Arbeitsbedingungen für fast 60 % der Beschäftigten weltweit.

Studie Home Office

Wir fragten, welche Vorteile der Arbeit im Home-Office weltweit als am größten wahrgenommen wurden. Die Top 5 sind:

  • Kein Pendeln
  • Die Möglichkeit, Arbeitszeiten an Verantwortlichkeiten im Privatleben anzupassen
  • Lockerer Dresscode
  • Verbesserte Produktivität
  • Die Möglichkeit, sich um Kinder/Haustiere zu kümmern

Die Zukunft ist remote: 55 % könnten sich eine Zukunft ihres Unternehmens mit permanenter Remote-Arbeit vorstellen

Die Krise treibt die digitale Transformation voran und zeigt Unternehmen, wie wichtig es ist, nicht nur Produkte und Dienstleistungen der aktuellen Situation anzupassen, sondern auch Arbeitsbedingungen und Denkweisen. 

Das Home-Office gehörte vor Corona nur für eine kleine Zahl von Mitarbeitern zur Realität: Nur 11 % der Beschäftigten weltweit arbeiteten vor der Krise auf Vollzeitbasis von zu Hause. Jetzt, wo so viele Menschen von zuhause aus arbeiten, ohne dass das Management Produktivitätseinbrüche bemerkt, dürfte das Home-Office immer stärker die Zukunft prägen.

Studie Home Office

Gartner prognostiziert, dass die Generation Z diesen Trend weiter verstärken wird. Generation Z (geboren zwischen 1995 und 2010) ist die Generation der wahren Digital Natives. Für sie ist digitaler statt persönlicher Kontakt eine Normalität, denn sie sind es schon ihr ganzes Leben lang gewohnt, digital zusammenzuarbeiten. Diese Vorliebe der Generation Z wird dafür sorgen, dass Telearbeit zu einer standardmäßigen Arbeitsweise wird.

Tipps und Empfehlungen, um die Produktivität im Home-Office zu fördern

Mit den folgenden Ratschlägen von Brian Kropp (VP bei Gartner) hilfst du deinen Angestellten, im Home-Office produktiv zu bleiben:

1. Angestellte gut ausrüsten: Stell sicher, dass deine Angestellten über alle nötigen Technologien für ein erfolgreiches Arbeiten verfügen – von der Hardware bis zur richtigen Software für die Zusammenarbeit im Team.

2. Auf Ergebnisse statt Prozesse fokussieren: Konzentriere dich darauf, was Teammitglieder erreichen sollen. Liege klare Ziele fest und behalte diese im Blick anstelle der Prozesse, die zu ihnen hinführen.

3. Mehr Anerkennung schaffen: „In Krisenzeiten steigt der Wunsch der Angestellten, für ihren Beitrag anerkannt zu werden, um etwa 30 %“, sagt Kropp. Diese Anerkennung kann durch öffentliches Lob, Zeichen der Wertschätzung, Möglichkeiten zur Weiterentwicklung und kostengünstige Extras erfolgen.

4. Kommunikation in beide Richtungen: Ein Dialog zwischen Management und Personal ist unverzichtbar. Besonders in Zeiten der Veränderung ist es enorm wichtig, dass Angestellte die Entscheidungen des Unternehmens und deren Auswirkungen verstehen und das Management die Probleme und Bedenken der Angestellten kennt.

5. Vertrauen in die Angestellten: Auch wenn es Führungskräfte zunächst frustrieren kann, die Tätigkeiten ihrer Angestellten nicht mehr ständig zu überblicken, ist Mikromanagement die falsche Antwort. Dadurch werden bereits gestresste Angestellte zusätzlich demotiviert. Hab stattdessen Vertrauen in deine Mitarbeiter*innen.

70 % der Unternehmen weltweit können ihre Produkte online anbieten

Fitnessstudios senden Trainingsvideos, Restaurants bieten Essenslieferungen über selbst erstellte Websites, Makler*innen bieten Hausbesichtigungen per Webcam an und Lehrer*innen verwandeln ihre Wohnzimmer in virtuelle Klassenzimmer.

Studie Home Office

Es ist beeindruckend zu sehen, wie viele Unternehmen weltweit in kürzester Zeit auf die Krise reagiert haben. Der Studie zufolge konnten 70 % der Unternehmen ihr Angebot ganz oder teilweise verändern und virtuell anbieten. Die Digitalisierung deines Produkts oder deiner Dienstleistungen ist ein erster Schritt auf diesem Weg. Wenn du darüber hinaus deine Geschäftsangebote weiter transformieren willst, können dir die folgenden Ratschläge helfen.

Tipps und Empfehlungen, wie neue digitale Einnahmen generiert werden können 

Hung LeHong (VP bei Gartner) nennt 6 zentrale Möglichkeiten zum Generieren neuer digitaler Einnahmen, die im Folgenden beginnend mit der Option aufgelistet werden, für die am wenigsten Veränderung nötig ist.

1. Bestehende digitale Ressourcen vertreiben: Für den Einstieg ist es am einfachsten, digitale Ressourcen zu verkaufen, die du bereits besitzt, beispielsweise Informationen oder Know-how.

2. Produkte oder Dienstleistungen digitalisieren: Passe deine Produkte oder Dienstleistung an die virtuelle Welt an. Biete dein Produkt in digitaler Form an oder vertreibe Dienstleistungen online.

3. Nutzungsabhängige Zahlungsmodelle anbieten: Digitale Produkte werden häufiger genutzt, wenn keine Ressourcen dafür eingesetzt werden müssen, sie selbst zu besitzen oder zu managen.

4. Variiere die Preise abhängig von gemeinsamen Faktoren: Biete flexible Preise abhängig von gemeinsam mit dem Kunden festgelegten Erfolgsfaktoren, wie erfolgreichen Verkäufen oder erreichten Serviceleveln.

5. Nutze ein Plattform-Geschäftsmodell: Über eine Plattform kannst du Produkte oder Dienstleistungen vertreiben, ohne sie selbst besitzen oder verteilen zu müssen. Ein Beispiel für ein solches Geschäftsmodell ist Airbnb.

6. Dringe in neue Branchen vor: Nutze deine Erfahrungen aus einer Branche, um in eine andere vorzustoßen.

60 % der KMU weltweit müssen für die Arbeit im Home-Office in neue Software investieren

Infolge der Krise ändert sich die Art und Weise, wie Technologie in Unternehmen verwendet wird. Für die Remote-Arbeit wird neue Software erworben und die Angestellten lernen schnell, mit ihr umzugehen. Unsere Daten zeigen, dass 60 % der Unternehmen bereits neue Softwaretools für die Arbeit im Home-Office erworben haben oder dies aktuell planen.

Der Umfrage zufolge konnten 64 % der Angestellten weltweit den Umgang mit der neuen Software leicht oder sehr leicht erlernen. 

Studie Home Office

Auch die Softwareinfrastruktur hat sich geändert. Unternehmen investieren zunehmend in Cloud-Technologien: 39 % der Unternehmen weltweit nutzen für die Remote-Arbeit ausschließlich Cloud-Produkte. 

Studie Home Office

Die nachstehende Grafik zeigt auf, welche Tools weltweit aktuell am häufigsten für die Remote-Arbeit verwendet werden.

Software fürs Home-Office

Ein wichtiger Hinweis: Die meisten eingeführten Softwareprodukte dienen der

Bei der Anschaffung neuer Tools ist es sehr wichtig, auch in die IT-Sicherheit zu investieren. Ansonsten erhöht sich das Risiko von Cyberangriffen (siehe Tipps zum Schaffen einer sicheren Arbeitsumgebung unten).

Kommunikationsprobleme mit Kollegen und Einsamkeit gehören zu den größten Herausforderungen im Home-Office

Auch wenn viele Angestellte das Arbeiten von zuhause genießen, bringt es auch Schwierigkeiten mit sich. Erst wenn diese angegangen werden, ist eine erfolgreiche und produktive Remote-Arbeit möglich.

Herausforderungen im Home-Office

Die meisten Unternehmen unterstützen ihre Angestellten während dieser Krise und stellen ihnen Software für die Kommunikation und Richtlinien in den richtigen Bereichen bereit. Unserer Homeoffice-Studie zufolge bieten 37 % der Unternehmen Richtlinien zu Kommunikation und Team-Meetings. Doch das reicht nicht aus. Trotz allem haben Angestellte weltweit immer noch Probleme mit der Kommunikation mit Teammitgliedern.

Tipps und Empfehlungen, wie die Kommunikation im Home-Office verbessert werden kann

Diese fünf Empfehlungen können helfen, die Teamkommunikation zu verbessern: 

1. Meetings zum Austausch von Neuigkeiten planen: Plane tägliche Stand-up-Meetings (oder wöchentliche Meetings mit kleineren Teams), damit alle Teammitglieder einander informieren und den Überblick über Aufgaben, Fortschritte, Änderungen usw. behalten können.

2. Raum für Smalltalk bieten: Verwende vor oder nach offiziellen Meetings Videokonferenzsoftware, um einen Raum zu schaffen, in dem Menschen über Themen sprechen können, die nicht mit der Arbeit zu tun haben. Spreche mit Mitarbeitern über Dinge, an denen sie persönlich interessiert sind.

3. Brainstorming-Sitzungen planen: Plane feste Zeiten ein (zweiwöchentlich oder monatlich), zu denen die Teams Prozesse verbessern und neue Ideen entwickeln. Zeiten der Veränderung bieten besonders viel Raum und Bedarf für innovative Ideen. 

4. Das richtige Tool wählen: Bestehe nicht auf einem endlosen E-Mail-Austausch oder dem Chat im Messaging-Tool, wenn dadurch Zeit verlorengeht. Manchmal löst ein kurzer Anruf das Problem am schnellsten.

5. Den Spaß nicht vergessen: Organisiere virtuelle Teambuilding Aktivitäten, wie virtuelle Feierabenddrinks, Pub Quiz, Filmabende oder virtuelle Escape-Rooms. 

Infografik zur Studie Home-Office

Nur 36 % der Angestellten nutzen starke Passwörter

Zu den wichtigsten Aspekten der Remote-Arbeit gehört das Schaffen einer sicheren Arbeitsumgebung. Die folgenden fünf Schritte helfen, die IT-Sicherheit im Unternehmen zu stärken. 

40 % der Angestellten weltweit nutzen nur ihre persönlichen Geräte für die Arbeit im Home-Office. 

1. Es wird dringend empfohlen, nicht dieselben Geräte bei der Arbeit und privat zu verwenden, da sonst das Angriffsrisiko steigt und Kriminelle leichter wertvolle Daten stehlen können.

Nur 39 % aller Angestellten haben Antivirus-Software installiert.            29 % nutzen Firewalls.

2. Investiere in Sicherheitssoftware wie Antivirus-Software und Firewalls. Diese beiden Dinge sollten in jedem Unternehmen unbedingt Standard sein. Zusätzlich kannst du überlegen, in Netzwerk-Monitoring und Endpoint Protection zu investieren.

Tipp: Sicherheitssoftware muss auf allen privaten Geräten (Laptops, Tablets, Smartphones) installiert werden, mit denen auf Unternehmensdaten zugegriffen wird. 

32 % wurden Opfer eines Phishing-Angriffs, davon 49 % während der Remote-Arbeit.                                                                                                             Nur 22 % nutzen global E-Mail-Sicherheitssoftware.

3. E-Mails sind einer der wichtigsten, aber leider auch unsichersten Kommunikationswege in Unternehmen. E-Mail-Sicherheitssoftware hilft, das Risiko von Phishing-Angriffen zu reduzieren. Die Software identifiziert bösartige E-Mails und sortiert sie aus. 

Tipp: Unternehmen sollten ein Phishing-Test durchführen. Damit können Sie herausfinden, wie anfällig ihre Angestellten für Phishing per E-Mail sind. 

Weniger als ein Drittel der Unternehmen nutzt ein VPN. 

4. Implementiere während der Remote-Arbeit ein VPN, besonders, wenn sensible Geschäftsdaten übertragen werden. VPNs ermöglichen eine verschlüsselte Internetverbindung, sodass Dritte die Netzwerkaktivitäten nicht einsehen können.

Nur 36 % der Angestellten weltweit nutzen starke Passwörter mit zufälligen Buchstaben, Zahlen und Symbolen.                                               29 % nutzen einen Passwortmanager. 

5. Gutes Passwortmanagement ist unerlässlich, um Cyberangriffe zu verhindern. Unternehmen sollten die aktuelle Zeit nutzen, um ihren Angestellten die Wichtigkeit starker Passwörter bewusst zu machen. Ein Passwortmanager ist die sicherste und bequemste Lösung und ermöglicht es, Passwörter unkompliziert mit Teammitgliedern zu teilen. 

Tipp: Beim Kauf eines Passwortmanagers solltest du auf einen mit zweistufiger Authentifizierung achten. Die zweistufige Authentifizierung ist üblicherweise nicht automatisch aktiviert, also vergiss nicht, sie einzurichten, bevor du die Software mit deinem Team verwendest. 

Die nachstehende Grafik zeigt auf, wie Angestellte im Home-Office ihre Passwörter verwalten:

Infografik zur IT Sicherheit im Home-Office

Mit Blick nach vorne 

Wir befinden uns in einer Zeit der Unsicherheit. Es gibt jedoch einige Erkenntnisse, die nicht nur während einer Krise relevant sind, sondern auch dann, wenn sich die Lage zu beruhigen beginnt. 

Das haben wir gelernt:

  • Unternehmen stellen sich schnell darauf ein, von zu Hause zu arbeiten und Produkte virtuell anzubieten.
  • Unternehmen führen neue Software ein.
  • Mitarbeiter mögen die Möglichkeit, remote zu arbeiten.

Wir haben jedoch auch gelernt, dass Unternehmen sich verbessern müssen in den Bereichen:

  • Kommunikation mit Mitarbeitern,
  • Der Verwendung von Sicherheitssoftware und
  • Passwort-Richtlinien.

Im Home-Office Angestellte sind glücklicher, wenn ihr Unternehmen ihnen mehr Vertrauen entgegenbringt. Dieses Vertrauen könnte die Form einer lockeren Kleiderordnung oder flexibler Arbeitszeiten annehmen. Der entscheidende Punkt ist, dass Vertrauen kein Mikromanagement zulässt. Unternehmen haben Erfolg damit gehabt, ihr Angebot virtuell anzupassen und auf neue Software umzustellen. Habe also keine Angst davor, Prozesse und Werkzeuge zu ändern, wenn sie nicht funktionieren.

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* Methodik der Studie Home-Office

 Die Daten für die Studie “Home-Office” wurden vom 4. bis 14. April 2020 bei einer Online-Umfrage unter 4.600 Angestellten kleiner oder mittelgroßer Unternehmen erhoben, die infolge der COVID-19-Pandemie remote arbeiten. Die Teilnehmenden sind in den unterschiedlichsten Unternehmensbereichen tätig und verfügen über unterschiedliche Berufserfahrung. Befragte Teilnehmer kommen aus Australien, Brasilien, Spanien, Frankreich, Deutschland, Italien, Mexiko, den Niederlanden und dem Vereinigten Königreich.

Hinweis: Bei der Grafik zu den größten Herausforderungen bei der Remote-Arbeit standen mehrere Antwortoptionen zur Verfügung, sodass die Gesamtsumme der Prozentwerte 100 % übersteigt.