Mudanças no registro de ponto: saiba como se adaptar à nova lei

registro de ponto

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Em vigor desde o final de setembro, a chamada Lei da Liberdade Econômica trouxe mudanças importantes à lei trabalhista em uma das principais áreas de gestão de recursos humanos das empresas, o registro de ponto dos trabalhadores. 

O controle das horas trabalhadas dos funcionários é um tema de grande preocupação para os empreendedores, já que falhas podem levar a multas e eventuais processos trabalhistas. 

Neste post, explicaremos as principais novidades da lei e reuniremos dicas para as PMEs otimizarem o processo de registro de ponto, com a adoção de sistemas de ponto eletrônico.  

Lei da Liberdade econômica: as principais mudanças

Obrigatoriedade do ponto

Antes da entrada em vigor da nova lei, todas as empresas com 10 ou mais funcionários eram obrigadas a controlar o ponto dos seus funcionários por meio manual, mecânico ou eletrônico. 

Agora, o controle é obrigatório somente para empresas com 20 ou mais trabalhadores

Vale lembrar que empresas com menos de 20 funcionários estão dispensadas, mas não impedidas de adotar o controle.

Controle de ponto por exceção

Outra novidade foi a regularização do ponto por exceção, em que a marcação é feita somente para casos que fogem à rotina do trabalhador, como horas extras, atrasos ou faltas. 

Para trabalhadores que cumprem horas fixas de trabalho, das 9h às 18h (com uma hora para o almoço), por exemplo, o ponto seria marcado somente em situações em que tal horário não é cumprido.

A modalidade somente é permitida por meio de acordo individual escrito, convenção coletiva ou acordo coletivo de trabalho.

Trabalho remoto

A nova lei também trata dos casos em que o trabalhador realizar eventuais atividades fora da empresa. Neste caso, o próprio funcionário é responsável por marcar os horários de entrada, saída e descanso igualmente por meio manual, mecânico ou eletrônico. 

Um questão importante: esse ponto não se refere aos empregados em regime de teletrabalho (o conhecido home office), que não são obrigados a seguir a jornada de oito horas.

Controle de ponto eletrônico

Como vimos, tanto a lei trabalhista como sua mais recente modificação tratam da possibilidade do registro eletrônico das horas trabalhadas, mas não entram em detalhes sobre como as empresas devem utilizar estes sistemas.

Tais detalhes estão presentes em duas portarias do Ministério do Trabalho, que detalharemos a seguir:

  • A Lei do Ponto Eletrônico

A primeira de tais Portarias é a 1510, de 2009, que regularizou o uso do Registrador Eletrônico de Ponto (REP) e do Sistema de Registro Eletrônico de Ponto (SREP).

O primeiro é o aparelho eletrônico em que o trabalhador deve bater o ponto e que deve estar conectado a uma sistema, o SERP, para gerir esses registros. 

Uma das exigências da norma é que os equipamentos devem permitir a impressão de um comprovante dos registros.    

  • Portaria 373

Dois anos depois, uma nova portaria foi lançada para regularizar os sistemas alternativos eletrônicos de ponto e facilitar a vida de muitos empreendedores. 

A regra não alterou a Lei do Ponto Eletrônico, apenas estipulou que as empresas podem adotar outros sistemas eletrônicos, desde que autorizadas por convenção ou acordo coletivo de trabalho. Aqui entram os softwares específicos para registrar as horas trabalhadas.

Tal opção é mais vantajosa para empresas que possuem um grande número de trabalhadores que passam muitas horas fora do escritório, por exemplo.

Vantagens de adotar um sistema de ponto eletrônico

Comodidade do trabalhador

Pense no representante de vendas da sua empresa que passa praticamente todo o dia fora e só visita a sede para reuniões pontuais. 

Com um software de ponto que ofereça a opção de acesso pelo celular, bastam alguns cliques para que o trabalhador registre seu horário ao sair de casa e ao acabar o dia, sem ter que perder tempo indo até o escritório. 

Aplicativos com função de geolocalização informam o local onde o ponto foi registrado.

Em grandes cidades como São Paulo ou Rio de Janeiro, tal opção pode representar muitas horas economizadas por semana.

Segurança para a empresa

Softwares do tipo mantêm os dados registrados e seguros, evitando possíveis alterações e fraudes. 

Além disso, os sistemas online facilitam o controle das jornadas e a geração de relatórios que podem ser usados pela área de recursos humanos para avaliação de desempenho, ajudando na tomada de decisões.

Melhor controle da jornada

Uma das grandes dores de cabeça da área de recursos humanos é o controle das horas extras e a gestão do banco de horas dos trabalhadores. 

Controle manuais geram falta de transparência e desconfiança entre empregados e trabalhadores. 

Com um sistema de registro eletrônico, todas as horas a mais podem ser devidamente registradas e compensadas.  

Integrações

Empresas que já utilizam softwares para gerir outras áreas podem conectar seu sistema de ponto eletrônico às soluções usadas, como as de folha de pagamento.

Assim, a compensação de horas extras, por exemplo, pode ser gerida de forma muito mais simples e sem erros.

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Le sens du service client : 5 exemples à ne pas suivre

Header - Le sens du service client, les erreurs à éviter

Bien plus qu’une simple histoire de bonnes manières, un mauvais service client peut coûter cher aux entreprises. Pour pallier ce problème, elles investissent de plus en plus d’efforts dans les domaines associés à l’expérience client (CX) : et pourtant, le taux de satisfaction client ne cesse de chuter.

Header - Le sens du service client, les erreurs à éviter

Les relations client sont à un point critique de leur évolution, en partie à cause des réseaux sociaux. Chacun peut désormais partager avec son réseau le résultat des interactions qu’il a eues avec une entreprise.

Quand se perd le sens du service client : 5 échecs dont tirer des leçons

 

1. Évitez les réponses toutes faites aux questions délicates

Les clients veulent qu’on leur réponde rapidement, de façon personnalisée et 24 heures sur 24, 7 jours sur 7. Cependant, les entreprises ne doivent pas sacrifier la qualité du service client au profit de la rapidité et de la disponibilité en continu. La Bank of America l’a appris à ses dépens.

Après avoir écrit un message contre les saisies immobilières illégales à la craie devant une succursale de la Bank of America à Manhattan, un Américain du nom Mark Hamilton fut prié de quitter le trottoir à la demande de la police new-yorkaise.

Naturellement, Mark a abordé cet incident sur son compte Twitter :

Tweet de Mark Hamilton pour la Bank of America à propos de l'incident de la craie

L’équipe du service client de la Bank of America a commencé à répondre à Mark et aux autres commentateurs à l’aide d’un script :

Réponse de Bank of America sur Twitter pour l'incident de la craie, exemple de leur service client
Réponses toutes faites de l’équipe de la Bank of America (source)

Au départ, les utilisateurs de Twitter ont cru que ces réponses provenaient d’un bot de service client un peu trop zélé, une supposition que la Bank of America s’est empressée de rectifier : leurs réseaux sociaux sont bien gérés par une équipe humaine.

 Une leçon sur la personnalisation du service client :

  • L’erreur de la Bank of America fut de ne pas personnaliser ses interactions avec Hamilton. Des employés mal formés ont préféré copier-coller des réponses toutes faites plutôt que de prendre le temps de comprendre la question posée et d’y répondre de façon appropriée et réfléchie.
  • Mettez les bots de messagerie instantanée au service des agents d’automatisation et de service client, et instaurez une veille continue de vos plateformes de médias sociaux. Si votre entreprise n’est pas ouverte 24 heures sur 24, 7 jours sur 7, désactivez les réponses automatisées pendant vos heures de fermeture.

2. Permettez aux agents du service client d’escalader les demandes inhabituelles

Jeff Bezos, PDG d’Amazon a décrit son entreprise comme étant obsédée par le service client et considère que c’est cette approche centrée sur le consommateur qui est la clé de son succès.

Malheureusement, même les géants de l’e-commerce ne sont pas infaillibles. Craignant qu’une personne malintentionnée n’utilise son adresse e-mail pour usurper son identité et commettre une fraude, un Américain du nom de Chris Williams a contacté un agent du service client d’Amazon et lui a demandé de supprimer une adresse e-mail associée à son compte.

Pendant près d’une heure, Williams a fait des pieds et des mains rien que pour que le représentant du service client comprenne la nature de sa demande. Il a répété à plusieurs fois qu’il était victime d’une tentative d’hameçonnage, ce qui visiblement est tombé dans l’oreille d’un sourd. La transcription complète de la conversation en anglais a été publiée ici par Williams.

Echec du service client presque robotique d'Amazon
Le représentant du service client d’Amazon appelle Williams “Madame” et “Brittni” (source)

Il est évident que le représentant d’Amazon ne maîtrise pas l’anglais et a utilisé des réponses toutes faites pour combler ses lacunes, ce qui a généré une conversation incompréhensible et des plus frustrante. Si l’on se base uniquement sur cette transcription, on ne sait pas exactement ce qui se passe en coulisses, mais il est clair que cet agent avait toutes les difficultés à traiter une demande relativement simple.

 Une leçon sur le besoin d’escalader rapidement les demandes complexes :

  • Sachez identifier les cas difficiles : il est malheureusement courant que les mauvaises interactions avec le service client s’éternisent. Vos représentants devraient être formés de façon à reconnaître une conversation qui ne va nulle part. Mettez en place une stratégie pour orienter l’échange avec le client dans une autre direction.
  • Sachez quand transmettre une demande à un n+1 : plutôt que de laisser le manque de compétences d’un agent ajouter de l’huile sur le feu, vos représentants devraient savoir quand transmettre les demandes qui ne sont plus de leur ressort à l’interlocuteur adéquat.

3. Instillez de l’empathie dans votre expérience client

Le service client représente un canal de communication privilégié entre une entreprise et ses clients. Ainsi, il est essentiel que les représentants fassent preuve d’empathie.

Dans notre prochain exemple, Charter Communications (fournisseur américain de services Internet et de câblodistribution de la marque Spectrum) fait passer le message inquiétant que la récupération des biens de l’entreprise passe avant des clients en détresse. En 2011, l’Alabama a été touché par plusieurs tornades et certains clients de Spectrum ayant perdu leur maison ont donc contacté l’entreprise pour suspendre leur ligne. Ils ont été choqués d’entendre les représentants du service client leur demander de retrouver leur modem sous peine d’encourir une amende de 212 $ (192 €).

Dans ce cas-ci, les agents ont commis l’erreur d’adhérer à un script standard dans une situation inhabituelle et où il aurait fallu faire preuve d’empathie. Sans surprise, l’entreprise a été crucifiée sur Internet et a fait volte-face en exonérant les clients impactés des frais prévus.

 Une leçon d’empathie :

  • L’empathie est difficile à enseigner, mais vous pouvez former vos agents pour qu’ils soient prêts à faire face à des situations difficiles, quelles qu’elles soient. Pour cela, intégrez des protocoles de secours en cas de catastrophe naturelle ou de problèmes graves dans vos scripts.
  • Instillez une bonne dose d’empathie dans vos interactions avec la clientèle pour leur proposer des solutions basées sur une réelle compréhension de leur situation.

4. Évitez les techniques de vente et les comportements agressifs

Les collaborateurs capables de convaincre les clients mécontents de donner une seconde chance à l’entreprise sont extrêmement précieux. Cependant, entre efforts de fidélisation sincères et tentatives agaçantes de dissuader le client d’annuler sa commande ou son abonnement, il n’y a qu’un pas.

Lorsque Ryan Block a appelé le service à la clientèle de Comcast (géant américain des télécommunications) pour annuler son contrat, il a trouvé au bout du fil un agent extrêmement persistant qui n’a cessé de lui demander : “Pourquoi ne voulez-vous plus bénéficier du meilleur fournisseur d’accès Internet sur le marché ?” Voici la conversation en anglais : https://soundcloud.com/ryan-block-10/comcastic-service

Une leçon de tactiques de ventes et de rétention client :

  • Préserver la réputation de votre entreprise est plus important que de retenir un seul client à tout prix. Évitez les mesures de performances ou les formations qui encouragent les agents à tout faire pour ne pas perdre un client.
  • C’est normal de demander aux clients pourquoi ils annulent leur abonnement ou commande (après tout, il s’agit d’une information précieuse pour votre entreprise), mais il convient de le faire avec respect. Commencez par accuser réception de la demande d’annulation du client, puis prévenez-le que vous devrez lui poser quelques questions pour traiter sa requête.
  • Offrez des solutions alternatives basées sur les réponses du client, mais sachez quand vous arrêter. Fixez à vos équipes un maximum de deux tentatives pour essayer de retenir un client. Au-delà de ce seuil, battez en retraite.

5. Choisissez les bons fournisseurs externes de service client

Il est de plus en plus courant pour les entreprises d’externaliser le service client à des tiers. Cependant, il s’agit d’une opération délicate : choisissez le mauvais partenaire et c’est toute l’image de votre marque qui en pâtit.

Les consommateurs qui cherchent à faire réparer leur iPhone en Inde doivent se fier à des fournisseurs de services tiers parce qu’Apple n’a pas de boutiques dans le pays. D’après iPhoneAddict.fr, les clients en Inde racontent que ces points de vente proposent souvent un service déplorable, qu’ils peuvent prendre des semaines pour effectuer des réparations simples et qu’ils instaurent leurs propres politiques de service lorsque les appareils ne sont plus sous garantie.

Aux États-Unis, Apple figure constamment parmi les meilleures entreprises selon l’index de satisfaction client américain (ACSI). Pourtant, en Inde, Apple écope de scores négatifs records en termes de qualité de service. Les prix élevés et le service médiocre ont finalement fait qu’Apple n’a pas réussi à pénétrer le deuxième marché mondial des smartphones, où il ne détient qu’une part de marché de 1 %.

 Une leçon sur l’externalisation du service client

  • Déterminez le type de service client dont vous avez besoin avant de chercher des partenaires. Voici les critères à prendre en compte : disponibilité du service (24 heures sur 24, 7 jours sur 7 ou à heures fixes), canaux de communication (p. ex. e-mail, téléphone, messagerie instantanée), services additionnels comme la prise de rendez-vous, etc. Vous ne pouvez pas identifier un partenaire de service client approprié sans d’abord définir vos besoins en la matière.
  • Assurez-vous que ces entreprises tierces possèdent les connaissances, les compétences linguistiques et l’attitude professionnelle nécessaires pour bien représenter votre marque. Si un fournisseur ne connaît pas bien votre secteur d’activité ou ne peut pas communiquer correctement avec vos clients dans leur langue maternelle, le service et la satisfaction client en souffriront.
  • Si vous envisagez d’externaliser votre service client, vérifiez les références des entreprises candidates. Assurez-vous que tous vos partenaires potentiels ont déjà travaillé pour des clients du même secteur et qui sont satisfaits de la qualité du service fourni.
  • Si vous voulez réduire vos coûts de service client, accroître son efficacité, ou les deux, envisagez les solutions de service client numériques. Ces logiciels proposent notamment des bots de messagerie instantanée et des outils en libre-service visant à résoudre les problèmes sans avoir besoin de passer par des canaux de communication plus coûteux.
  • Assurez-vous que tout service client numérique que votre entreprise déploie améliore de façon tangible l’expérience client. Le principal inconvénient des outils de service numérique est leur tendance à prolonger le parcours du client, ce qui entraîne des démarches plus coûteuses pour votre entreprise et plus frustrantes pour vos clients.

3 tips om de betrokkenheid van medewerkers die remote werken te vergroten

Medewerkers die remote werken, voelen zich vaak eenzaam. Ze hebben het gevoel er niet bij te horen. Het is de taak van de HR-afdeling om ook deze mensen bij het team te betrekken.

remote werken

Steeds meer mensen werken remote, met alleen een computer en een internetverbinding (en soms webconferentiesoftware). De werkplek is daarmee fundamenteel veranderd. Tegenwoordig werken meer dan 3 miljoen Nederlanders gewoonlijk of incidenteel thuis.

Dit biedt zowel werkgevers als werknemers een ongekende flexibiliteit. Door de fysieke afstand die een groeiend aantal medewerkers scheidt van de rest van hun collega’s, ontstaan er echter ook nieuwe problemen:

  • Mensen die thuis werken, ervaren eenzaamheid en een gebrek aan samenwerking als grootste nadelen van deze manier van werken.

Let op: als je HR-afdeling geen actie onderneemt, zullen deze problemen ertoe leiden dat je externe medewerkers hun betrokkenheid verliezen en vertrekken.

Om hun externe personeel betrokken te houden en vast te houden, moeten bedrijven tools en beleid implementeren waarin de behoeften van hun thuiswerkers centraal staan.

3 Tips om je medewerkers op afstand het gevoel te geven dat ze erbij horen

Als je nog nooit hebt nagedacht over wat jouw op afstand werkende medewerkers nodig hebben of ervan uitgaat dat hun behoeften hetzelfde zijn als die van je werknemers op kantoor, is het tijd voor verandering.

Hier zijn drie tips waarmee je alvast aan de slag kunt.

Tip 1: Zet je koffieautomaat online

Het weer, die spannende voetbalwedstrijd van gisteravond of de nieuwste ontwikkelingen in Heel Holland Bakt, dat zijn de dingen waar mensen op kantoor dagelijks over praten. Thuiswerkers doen hier meestal niet aan mee en voor hen hebben die koetjes en kalfjes een heel andere betekenis. Zonder de smalltalk bij de koffieautomaat blijft alleen het werk over als gespreksonderwerp, als ze al met hun collega’s praten.

Men is het er nog niet helemaal over eens of samenwerkingstools zoals Slack en Microsoft Teams ons ook echt productiever maken, maar deze tools zijn onmisbaar om thuiswerkers te laten deelnemen aan die o zo belangrijke smalltalk.

Als je zo’n tool dus nog niet hebt, moet je niet lang dralen en er een aanschaffen. Stel dan direct een paar dingen in om ervoor te zorgen dat je medewerkers er meteen mee aan de slag kunnen:

op afstand werken

Voor je managers is dit meteen een perfect forum om aan het hele team of zelfs het hele bedrijf te laten zien wat die externe medewerkers achter de schermen allemaal doen, wat ook weer een prima manier is om ze het gevoel te geven erbij te horen.

Tip 2: Train managers om thuiswerkers op een eerlijke manier te beoordelen en te bevorderen.

Managers denken misschien wel dat ze al hun medewerkers hetzelfde behandelen, maar daar zullen die medewerkers het niet altijd mee eens zijn, met name degenen die remote werken en door hun manager veel minder gezien worden dan hun collega’s op kantoor. Medewerkers die vanuit huis werken maken zich bijvoorbeeld zorgen dat ze hierdoor carrièrekansen mislopen.

De HR-afdeling moet deze zorgen samen met het management in de kiem smoren om niet het risico te lopen dat hun beste thuiswerkers opstappen om ergens anders te gaan werken waar ze die kansen wel krijgen.

In het Gartner-rapport “Out of Sight, Out of Mind? Managing the Remote Worker” komen twee dingen aan bod waarop je managers moet trainen om ervoor te zorgen dat ze externe medewerkers eerlijk behandelen als het gaat om hun prestaties en hun loopbaan (het volledige onderzoek is beschikbaar voor Gartner-klanten):

  1. Bied medewerkers uitdagende opdrachten en kansen om hun leidinggevende capaciteiten te laten zien. Managers zijn nogal eens geneigd om hun externe medewerkers vooral het eenvoudige, routinewerk te laten doen, dat ze niet zo vaak hoeven te controleren. Dat is echter geen goed idee. Ze moeten hun externe krachten juist uitdagend werk geven om ze op de proef te stellen en regelmatig contact opnemen om hulp aan te bieden als ze ergens moeite mee hebben. Als je thuiswerkers projecten laat leiden, zorgt dat ook meteen voor meer interactie tussen de teamleden thuis en op kantoor.
  2. Meet prestaties aan de hand van het resultaat, niet op basis van de tijd die eraan is besteed of wat je observeert. Het is niet raadzaam om de prestaties van je medewerkers te beoordelen op basis van tijd of “moeite”. HR en management moeten samenwerken om betere variabelen te ontwikkelen om gemakkelijker appels met appels te kunnen vergelijken als het om de prestaties van externe medewerkers gaat. Denk hierbij bijvoorbeeld aan meetbare output (bijvoorbeeld regels code) of een peerreview om de kwaliteit te beoordelen.

Ook het ontwikkelen van nieuwe vaardigheden is belangrijk. Net zoals alle medewerkers zijn ook thuiswerkers in de eerste plaats zelf verantwoordelijk voor hun ontwikkeling, maar managers hebben daarbij een belangrijke rol om ze op weg te helpen.

Tip 3: Zorg voor variatie in het face-to-face contact

Als remote werkers hun collega’s alleen maar zien tijdens haperende videovergaderingen die een keer per maand worden gehouden, is het niet verwonderlijk dat ze het gevoel hebben dat hun team ze niet kent of begrijpt.

Steeds meer mensen werken thuis. Daarom moeten bedrijven deze puur zakelijke videovergaderingen gaan combineren met andere vormen van face-to-facetijd, zodat teams hun externe collega’s als mensen gaan zien in plaats van als gezichten op een scherm.

Hier zijn een paar ideeën waarmee je direct aan de slag kunt, van eenvoudige zaken tot dingen die iets meer moeite kosten:

  • Laat nieuwe thuiswerkers een rondleiding geven door hun werkdomein. (Weinig moeite)
  • Koppel medewerkers op kantoor en thuis aan elkaar voor virtuele koffiepraatjes. (Weinig moeite)
  • Plan events waarbij interne en externe medewerkers samen dingen kunnen doen zoals films kijken of games spelen. (Iets meer moeite)
  • Betaal ervoor om thuiswerkers naar kantoor te brengen. (Relatief veel moeite)

Plan het bezoek van thuiswerkers aan het moederschip bij voorkeur rond gebeurtenissen waarvoor face-to-face communicatie van belang is, zoals een grote reorganisatie of een wijziging in het management.

We zijn er nog lang niet

Zelfs voor de groten der aarde gaat het managen van hun personeel op afstand niet van een leien dakje. Bedrijven zoals Best Buy, Yahoo en IBM hebben hun programma’s voor thuiswerken alweer aan de wilgen gehangen omdat deze niet de gewenste samenwerking opleverden.

Voor de meeste bedrijven zijn dergelijke drastische maatregelen echter niet nodig. Als je maar over de juiste tools en tactieken beschikt, kan jouw bedrijf gerust met personeel op afstand werken en er ook nog eens voor zorgen dat die medewerkers zich gewaardeerd voelen.

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Was ist Yammer und welche Teams profitieren davon?

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Es gibt viele Wege, mit den Kolleg*innen in Kontakt zu bleiben: Text- oder Sprachnachrichten, E-Mails und Kooperationstools kommen einem da in den Sinn. Manchmal hilft vielleicht sogar der gut gezielte Wurf eines Papierfliegers. Als Projektmanager*in solltest du mit allen Kommunikationsmöglichkeiten vertraut sein.

Besonders praktisch ist es, einen Ort zu haben, an dem das gesamte Team zusammenkommen und sich gegenseitig auf den neuesten Stand bringen kann.

Gleichzeitig sind soziale Netzwerke aus unserem Leben nicht mehr wegzudenken, beruflich wie privat. Das liegt daran, dass sie sich unglaublich gut dafür eignen, persönliche Beziehungen zu pflegen.

Und wenn Angestellte Facebook, Twitter und Instagram sowieso nutzen, kann man sich auch deren beste Features zunutze machen und eine entsprechende Plattform für die Arbeit erstellen – oder?

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Das ist der Grundgedanke hinter Microsoft Yammer.

Yammers Gründer David Sacks beschreibt die Entstehung auf dem Blog von Yammer so: „Wir haben nach einem Tool gesucht, um unser Unternehmen zu vernetzen. Uns hat eine Art Twitter für Unternehmen vorgeschwebt, aber so etwas gab es nicht. Also haben wir eine eigene Lösung entwickelt.“

Im Folgenden schauen wir uns an, wie Yammer Teil der Microsoft-Familie wurde und Hunderte Millionen Nutzer*innen gewann und für welche Teams es eigentlich hilfreich ist – und für welche weniger.

Yammer, was ist das denn nun?

Anders als der Name vermuten lässt – to yammer bedeutet auf Deutsch etwa aufdringlich drauflosreden – ist Yammer im Kern eine Kollaborationssoftware und ein soziales Netzwerk, das dazu dienen soll, Teams – und insbesondere räumlich getrennte Teams –zusammenzubringen.

Yammer – eine Einführung

Anders als klassische Projektmanagement-Software, die auch Features wie Budgetplanung, Aufgabenverwaltung und Zeiterfassung umfasst, geht es bei Yammer um die Zusammenarbeit und das Netzwerken.

Zwar enthalten auch einige Projektmanagement-Lösungen Tools wie einen Chat oder Filesharing-Optionen, bei ihnen steht aber das Projektmanagement im Zentrum. Nicht so bei Yammer. Yammer ist dazu gedacht, zusätzlich zu einer klassischen Projektlösung verwendet zu werden.

Überhaupt hat Yammer eine interessamte Geschichte. Das Tool, das heute zu Microsoft gehört, begann als Inhouse-Kommunikationsplattform für die Genealogie-Website Geni.com. Sacks und sein Mitbegründer Adam Pisoni erkannten bald, wie einzigartig Yammer war und dass es auch anderen Unternehmen nützlich sein könnte. Also vermarkteten sie es als eigenständiges Programm. Sobald sie öffentlich verfügbar war, erreichte die Software in 4 Jahren 5 Millionen Nutzer*innen.

Das ist wiederum Microsoft aufgefallen und der Softwareriese hat Yammer 2012 für 1,2 Milliarden Dollar gekauft. Inzwischen ist das Programm in bestimmte Pakete der Office 365-Suite integriert, sodass es vermutlich bereits auf deinen Firmenrechnern zwischen Excel, Word, PowerPoint und Konsorten vor sich hinschlummert.

Microsoft zufolge nutzen 85 % der weltweit erfolgreichsten Unternehmen Yammer für die interne Kommunikation. Bedenkt man, dass Office 365 der am weitesten verbreitete Cloud-Dienst der Welt ist, ist das gar nicht so überraschend.

Und falls du ein anderes Office-Paket im Einsatz hast, ist das auch kein Problem: Ein aktuelles Microsoft-Abo ist nicht erforderlich, man kann sich einfach mit seiner E-Mail-Adresse anmelden. Unternehmen mit gültigem Office-Paket haben aber erweiterte Möglichkeiten und erhalten gewissermaßen Admin-Rechte.

Warum Yammer?
screenshot yammer
Die Startseite von Yammer

Wer die Office 365-Suite kennt, fragt sich vermutlich, warum (und ob) die nun wirklich noch ein weiteres Kollaborationstool gebraucht hat, wo doch auch Delve, SharePoint und Teams enthalten sind. Zumal es ja noch eine Vielzahl von  unabhängigen Alternativen gibt.

Auf der Speisekarte oder bei der Urlaubsplanung ist viel Auswahl eine gute Sache. Geht es aber darum, eine neue Plattform auszuwählen und sie einem Team schmackhaft zu machen, kann das auch nerven.

Jeder kennt es: Eine über verschiedene Kanäle wie E-Mail, Chat und ein Kollaborationstool hinweg geführte Konversation ist ein ziemlicher Albtraum und führt ganz schnell zu Missverständnissen und Fehlern.

Um für ein bisschen mehr Klarheit zu sorgen, haben die Gartner-Analysten Jeffrey Mann und Mike Gotta einen Bericht mit dem Titel Help Employees Select the Right Office 365 Productivity Tools erstellt (der gesamte Bericht steht Gartner-Kunden auf Englisch zur Verfügung).

  • Derzeit scheint Microsoft einfach immer mehr Tools zur Kommunikation und Zusammenarbeit in die Office-Suite aufzunehmen, ohne sie ausreichend voneinander abzugrenzen oder darzulegen, wie sie nun eigentlich miteinander in Verbindung stehen. Das führt dazu, dass es Unternehmen zunehmend schwer fällt, sie auch effizient zu nutzen.
  • Funktionsüberschneidungen zwischen einzelnen Programmen, wie man sie bei Microsoft Teams besonders deutlich sieht, führen zu Verwirrung und es bleibt häufig den Mitarbeiter*innen einer Firma überlassen, sich zu überlegen, was sie nun wofür genau einsetzen wollen.
  • Entsprechend häufig werden IT-Abteilungen gebeten, Licht ins Dunkel zu bringen – haben aber meist selbst Mühe, klare Anwendungsgebiete zu definieren und ihren Kolleg*innen so eine Orientierung zu bieten.

In diesem Bericht schlägt Gartner vor, dass Change Manager*innen festlegen sollten, in welchem Zusammenhang ihre Teams welche Tools verwenden und eine Handreichung dazu erstellen, anstatt einfach „alle Tools von Office 365 zur Verfügung zu stellen und auf das Beste zu hoffen“.

Es ist also im Prinzip so, dass man sich auch hier zuerst über die einzelnen Möglichkeiten informieren und sie miteinander und auch mit den Vorlieben der eigenen Angestellten vergleichen sollte, um sich dann für die für das eigene Team passendste Lösung zu entscheiden.

Will sagen: Fühlt sich die Mehrheit eines Teams auf Facebook wohl, ist Yammer eine ausgezeichnete Wahl, da das Interface durchaus an Facebook erinnert.

Bei einer Gruppe Facebook-averser Programmierer hingegen ist ein Tool wie Github oder SourceForge vielleicht eher angebracht.

Wer sollte also auf Yammer setzen – und wer eher nicht?

Das Besondere an Yammer ist die nahtlose Integration in Office 365. Aus einer Konversation auf Yammer heraus lassen sich Termine in Outlook anlegen, eine Skype-Konferenz öffnen, Dokumente aus dem OneDrive verknüpfen oder PowerPoint-Präsentationen bearbeiten.

Es geht also im Grunde darum, ob Teams innerhalb des Office 365-Ökosystems arbeiten oder nicht. Wenn ja, dann ist Yammer eine sehr gute bereits integrierte Lösung, die sicherlich mit neuen Innovationen glänzen wird.

Teams hingegen, die auf eine andere Suite setzen, also zum Beispiel auf die G Suite oder auf Apple iWork, haben unter zahllosen plattformübergreifenden internen Netzwerken die Wahl und können ebenso gut auf Podio, Wrike, Slack oder etwas ganz anderes zurückgreifen.

Yammerst du schon?

Arbeitest du schon mit Yammer (oder hast in der Vergangenheit damit gearbeitet)? Dann hinterlasse uns doch eine Bewertung und sage uns: Wie funktioniert Yammer für dich?

Wir wüssten gern, was du davon hältst. War es nützlich? Wenn ja, warum? Wenn nein, warum nicht? Was würdest du daran ändern, wenn du könntest? Mit welchen Kniffen kann man besonders viel herausholen? Erzähl es in den Kommentaren!

Du suchst noch nach Projektmanagement-Software? Wirf einen Blick auf Capterras Liste der besten Projektmanagement-Lösungen!

 

 

¿Éxito o fracaso? Indicadores para evaluar un proyecto

Indicadores para evaluar un proyecto

Indicadores para evaluar un proyecto

Si le pides a cinco personas diferentes que definan “fracaso del proyecto”, es probable que obtengas cinco respuestas distintas. Esto se debe a que el fracaso de un proyecto es subjetivo, determinado tanto por los criterios de éxito como por los indicadores para evaluar un proyecto, su desempeño durante y después de su finalización.

Un proyecto puede considerarse un éxito si se adhiere al calendario previsto, otro proyecto si se mantiene dentro de su presupuesto inicial, y otro más si evita la corrupción del alcance, también conocido como el síndrome de lavadero.

Pero si alguien más tuviera que medir el éxito según la satisfacción del cliente, y estos proyectos no cumplieran con las expectativas del cliente, cada uno de ellos también podría llamarse un fracaso.

Debido a que el fracaso es subjetivo, es esencial incorporar criterios de éxito en un plan de proyecto, y es aún más importante que cada parte interesada esté alineada bajo la misma definición de éxito.

La falta de alineación se ve reflejada en falta de comunicación, descontento y la eventual fragmentación de los equipos, una receta para la ineficacia. 

Pero si cada parte interesada está trabajando en conjunto hacia la misma meta y se ponen de acuerdo sobre cuál es la restricción que priorizar sobre la otra, entonces cada proyecto entregará su valor exitosamente.

En este artículo, revisaremos cinco indicadores para evaluar un proyecto que se utilizan comúnmente para medir el éxito o el fracaso, y destacaremos las herramientas que puedes utilizar para realizar un seguimiento del rendimiento.

Indicadores para evaluar un proyecto

1. Alcance

El alcance son los resultados previstos de un proyecto y la labor que debe realizarse para lograr esos resultados. Describe los objetivos específicos, los entregables, las características, etc., que se espera que un proyecto entregue, además de las tareas, los plazos y los costos que se necesitarán para lograrlo.

Si no tienes un alcance completamente definido al comienzo de un proyecto, entonces el alcance no debería ser tu criterio principal de éxito. Ten en cuenta que una marca clave del método Agile es la falta de requisitos completamente definidos antes del inicio del proyecto, por lo que los proyectos ágiles deben usar una métrica diferente.

Cuando se aumenta el alcance de un proyecto, también se debe aumentar el presupuesto y/o el tiempo. Con demasiada frecuencia, las partes interesadas quieren añadir requisitos después de que un proyecto está en marcha, pero no quieren comprometer otras limitaciones.

¿Cuál es el riesgo?: En el último año, el 52% de los proyectos experimentaron el síndrome de lavadero, según el informe PMI’s 2018 Pulse of the Profession (disponible en inglés).

Cómo rastrear el alcance: Durante la planificación del proyecto, trabaja con las partes interesadas para crear un plan de la estructura del proyecto:

  • Identifica todos los requisitos del proyecto
  • Divide las necesidades en productos entregables más pequeños
  • Describe las tareas necesarias para completar los entregables (y los recursos clave*)
  • Calcula el tiempo necesario para realizar cada tarea
  • Determina el camino crítico del proyecto

*Los recursos juegan un papel importante en la comprensión del alcance de su proyecto. Tienes que conocer el ancho de banda de tu equipo, la utilización de los recursos clave y cómo las tasas de pago afectan el presupuesto.

Una vez que entienda el camino crítico y cómo las restricciones de recursos impactan el plan del proyecto, puedes usar el Diagrama de Gantt para visualizar el proyecto.

Ver el proyecto en un calendario es una manera de hacer que todas las partes interesadas comprendan el alcance del proyecto, y cómo se logran los requisitos específicos en el tiempo y el presupuesto asignado.

Los diagramas de Gantt también sirven como una herramienta de seguimiento de proyectos; los gerentes pueden utilizarlos para vigilar el rendimiento y asegurarse de que los proyectos estén en camino de cumplir con el alcance previsto.

Un gráfico de Wrike Gantt que describe el lanzamiento de una línea de cosméticos orgánicos (Fuente)

2.Calendario

El calendario es la línea de tiempo de tu proyecto. Abarca no sólo la fecha de cierre final (o el lanzamiento del producto, según sea el caso), sino también los hitos importantes y los plazos de las tareas a lo largo del proceso.

La razón más común por la que los proyectos exceden su calendario inicial es el exceso de trabajo de los empleados. En lugar de esperar que los empleados den el 100% a un proyecto, debe reconocerse que, de manera realista, pueden dedicar sólo el 33% de su tiempo disponible a los proyectos, según Gartner.

En “Resource Capacity Planning for PPM Leaders: Crawl Before You Walk” (informe completo disponible para los clientes de Gartner), dicen los analistas Robert Handler y Mbula Schoen:

“Forzar a la gente a saltar de una actividad a otra no relacionada a través de un compromiso excesivo impone un costo de 20 minutos a dos horas en términos de eficiencia y efectividad del trabajo del proyecto”.

Para evitar excesos en el programa, debe planificarse el tiempo de ejecución o el tiempo de flotación y la capacidad de recursos.

Si el calendario es tu criterio de éxito más importante y notas que la agenda comienza a fallar, tendrás que aumentar tu presupuesto para conseguir más gente a bordo que ayude a recuperar las pérdidas de tiempo, o reducir el alcance del proyecto para lograr lo que se pueda en la fecha límite.

¿Cuál es el riesgo?: En el último año, el 48% de los proyectos no se completaron dentro de su calendario inicial, de acuerdo con el informe PMI’s 2018 Pulse of the Profession.

Cómo hacer un seguimiento del calendario: Existen numerosas herramientas que pueden ayudarte a realizar un seguimiento de la programación de su proyecto, incluidos los diagramas de Gantt. Pero es importante tener en cuenta que también es necesario controlar las limitaciones de recursos.

Entre los indicadores clave para evaluar un proyecto que pueden ayudar a mantener tu proyecto a tiempo incluyen:

  • Porcentaje de tareas completadas
  • Tareas pendientes del proyecto 
  • Hitos perdidos
  • Índice de rendimiento de programa: Valor de terminación (EV) / valor planificado (PV) 
Visualización de tareas y utilización de recursos en TeamGantt (Fuente)

3. Presupuesto

El presupuesto es lo que costará tu proyecto. ¿Cuánto estás estimando gastar para completar el alcance del trabajo? ¿Qué fondos estás invirtiendo en el proyecto?

Cuando los proyectos exceden su presupuesto inicial, casi siempre es el resultado de una mala planificación. Necesitas identificar todos los gastos posibles (salarios, materiales, diseño, pruebas, etc.), estimar el costo de cada partida y también planear para cuando las cosas salgan mal.

Para evitar sobrecostes, es importante planificar la contingencia en tu presupuesto, no sólo para tener en cuenta los costos inesperados, sino también en caso de que tus estimaciones resulten ser inexactas.

La mayoría de los expertos están de acuerdo en que debes agregar entre 10% y 30% de contingencia a los presupuestos de los proyectos. Y si un proyecto es de alto perfil, es posible que desees un presupuesto de respuesta de riesgo adicional.

El presupuesto está intrínsecamente ligado a los otros criterios de éxito mencionados aquí. Si ésta es tu principal limitación (como suele ocurrir) y los costos reales comienzan a superar sus gastos planificados, deberás ajustar el calendario, el alcance y/o la satisfacción del cliente para alcanzar el punto de equilibrio.

¿Cuál es el riesgo?: En el último año, el 43% de los proyectos no se completaron con su presupuesto inicial, según el informe PMI’s 2018 Pulse of the Profession.

Cómo hacer un seguimiento del presupuesto: Para realizar un seguimiento preciso del presupuesto, necesitarás herramientas automatizadas, no hojas de cálculo. Considera la posibilidad de crear una base de datos de gastos para ayudarte a estimar con mayor precisión los costos del proyecto en el futuro.

KPIs (indicadores claves de rendimiento) específicos para rastrear que pueden ayudarle a mantener su proyecto dentro del presupuesto incluyen:

Análisis del rendimiento de tiempo y materiales (T&M) en Mavenlink (Fuente)

4. Logro de los objetivos de negocio

El logro de los objetivos de negocio es la forma en que tu proyecto se desempeñó en comparación con tu business case. ¿Conseguiste los beneficios esperados (tanto tangibles como intangibles)? ¿Obtuviste el rendimiento esperado de la inversión (ROI por sus siglas en inglés)?

Con el ritmo tan rápido de cambio que trae consigo la digitalización, no es raro que el problema u objetivo empresarial que inicialmente incentivaba a un proyecto, cambie con el tiempo o desaparezca por completo. Los proyectos redundantes desperdician tiempo, dinero y recursos, además de que no proporcionan nada de valor a tu organización.

¿Cuál es el riesgo?: En el último año, el 31% de los proyectos no cumplieron con sus objetivos comerciales originales y su intención comercial, según el informe PMI’s 2018 Pulse of the Profession.

Cómo hacer un seguimiento del logro de los objetivos de negocio: Es probable que tengas una cola de proyectos esperando luz verde. Antes de dar luz verde a cualquier iniciativa, pide a un comité interdepartamental que revise el business case para asegurarte de que sigue alineado con los objetivos de la organización.

Las preguntas que hacerse incluyen:

  • ¿Es el proyecto único?
  • ¿Cómo se clasifica el proyecto en relación con los objetivos del negocio? (¿Es de prioridad alta, media o baja?)
  • ¿Cuál es el perfil riesgo-rentabilidad? (Alto riesgo, alto rendimiento, bajo riesgo, bajo rendimiento)

Luego, una vez que el proyecto esté en proceso, revisa periódicamente la intención frente a las necesidades del negocio para asegurarse de que el proyecto aporta valor en última instancia.

Tabla ejemplo de objetivos de negocio
Matriz de ejemplo que muestra los proyectos priorizados por objetivo de negocio

5. La satisfacción del cliente

La satisfacción del cliente se refiere al grado en que los resultados del proyecto cumplen o superan las expectativas. Esto abarca la calidad de las entregas, la experiencia general del cliente, el servicio al cliente, y la comunicación entre las partes interesadas internas y externas a lo largo del ciclo de vida del proyecto.

Esta métrica de éxito es de una importancia crítica porque a menudo es la que más se ve comprometida. ¿Importa si ganas por 1 o por 100 si ambos ganan? Eso depende del proyecto y de los demás criterios de éxito que estén sobre la mesa.

Ten en cuenta, sin embargo, que el 52% de los clientes han cambiado de proveedor en el último año debido a un mal servicio al cliente, según la encuesta de Accenture’s Global Consumer Pulse. Y habiendo cambiado, el 68% de ellos no regresará.

¿Cuál es el riesgo?: Según el informe de Gartner IT Key Metrics Data 2018 (disponible en inglés para los clientes de Gartner), el 26% de los participantes internos del proyecto (desde los CIOs hasta el personal de TI) no sienten que satisfacen adecuadamente las expectativas de los clientes, calificando sus percepciones de la satisfacción del cliente como “expectativas no satisfechas” o “algo decepcionantes”.

Cómo hacer un seguimiento de la satisfacción del cliente: Hay varias maneras de recopilar y analizar los comentarios de tus clientes, incluyendo:

  • Poner atención a las redes sociales
  • Encuestas a los clientes (incluyendo respuestas de campo abierto, no sólo una calificación numérica)
Realización de una encuesta de satisfacción de clientes en Nextiva (Fuente)

Conclusión

“Rápido, barato o bueno – elige dos.”

Este refrán sobre el triángulo de hierro es popular por una razón. Sigue siendo aplicable -y probablemente más cierto que nunca- con las limitaciones adicionales de la satisfacción de las partes interesadas y el logro de la intención empresarial añadidas a la mezcla.

Al principio de la planificación, identifica qué restricción del proyecto es más importante para tu proyecto y haz que sean tus criterios de éxito los que definan el éxito.

Lo más importante es asegurar que cada parte interesada se alinee y apoye la entrega exitosa de la métrica que se decida.

¿Qué otros indicadores para evaluar un proyecto existen? ¿Usas otros criterios? Cuéntamelo en los comentarios de abajo.

¿Buscas un software de gestión de proyectos? Ve la lista de Capterra de las soluciones de software de gestión de proyectos.

Was sind die besten Projektmanagementmethoden für Teams mit weniger als 10 Mitgliedern?

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Projektmanagementmethoden gibt es wie Sand am Meer – allein projektmagazin listet mehr als 100 davon auf. Sie sind nicht ohne Grund so zahlreich vertreten: Schlechte Kommunikation ist verantwortlich für das Scheitern von einem Drittel aller Projekte und einer Untersuchung vom Project Management Institute zufolge verschwenden Unternehmen 109 Millionen US-Dollar für jede in Projekte investierte Milliarde, wobei große Projekte besonders häufig scheitern.

Vor allem Teams mit weniger als 10 Mitgliedern fällt es angesichts dessen, was auf dem Spielt steht, oft nicht leicht, unter der großen Auswahl die passende Projektmanagementmethode zu wählen. Wie trifft man aber für das eigene Team die beste Wahl, um die oben genannten Probleme möglichst zuverlässig zu vermeiden?

In diesem Artikel beantworten wir häufige Fragen zur Auswahl der besten Projektmanagementmethoden für kleinere Projektteams, um die erste Orientierung zu erleichtern.

1. Was ist die üblichste Projektmanagementmethode für Teams mit weniger als 10 Mitgliedern?

Die Antwort heißt: Keine.

Als GetApp fast 200 Projektmanager*innen in den USA nach den von ihnen verwendeten Methoden fragte, antwortete fast die Hälfte (43 %), dass sie überhaupt keine nutzen. 47 % der Projektmanager*innen von Teams, die keine Projektmanagementmethode einsetzen, gaben an, dass sie dies auch zukünftig nicht planen.

Projektmanagementmethoden-unternehmen-grafik

2. Muss mein Team eine Projektmanagementmethode einsetzen?

Nicht unbedingt.

Manchmal kann es von Vorteil sein, keine Projektmanagementmethode zu nutzen. Je nach den Anforderungen des Teams ist das vielleicht sogar die beste Wahl.

Untersuchungen von Gartner (für Kunden auf Englisch verfügbar) raten Projektleiter*innen, in Erfahrung zu bringen, welche Tools ihre Teams spontan für die Zusammenarbeit nutzen. Autor Jeffrey Mann sagt, strikte Prozesse seien unnötig, wenn „Projektmanagement“ in einem Team das Synonym für „Zusammenarbeit“ sei.

In solchen Fällen sollte die Teamleitung beobachten, welche Tools die Mitglieder bereits selbst zum Arbeiten einsetzen. Anschließend können sie ihre Teams dazu anregen, weniger strukturierte Projekte mit diesen Kollaborationstools zu organisieren.

3. Welche Projektteams profitieren am meisten von Projektmanagementmethoden?

Teams, die an Softwareprojekten arbeiten.

Jeder vierte Teilnehmer der GetApp-Umfrage war entweder in der IT oder im Technologie- oder Softwarebereich tätig. Auch wenn die Zusammenarbeit bei Softwareprojekten eine Schlüsselrolle spielt, brauchen diese Teams einen formaleren Plan.

Der Softwareentwicklungsprozess umfasst eine Reihe von Schritten, vom ersten Entwurf über Tests bis hin zu Bugfixes. Und da Softwareprojekte bestimmte Produkte unterstützen (die Software selbst), ist während des Lebenszyklus von Softwareprodukten eine ganze Reihe von Projekten zu managen.

4. Was ist das größte Risiko, wenn ich keine Projektmanagementmethode einsetze?

Das Risiko, Projekte verspätet abzuschließen oder das Budget zu überschreiten.

Wenn es dem Projektteam hauptsächlich um die Zusammenarbeit geht, ist dafür vielleicht keine bestimmte Methode nötig. Aber Projektmanagementmethoden beeinflussen auch den Rest des Projektteams – und das erwiesenermaßen positiv.

Samuel Malachowsky, Autor zum Thema Projektmanagement und Dozent im Department of Software Engineering am Rochester Institute of Technology, erklärt, dass Projektmanagementmethoden alles vom Vertrieb und der Angebotserstellung bis hin zu Budgets und Zeitplänen beeinflussen. Sie helfen Teammitgliedern außerdem, Aufgaben nachzuverfolgen, den Fortschritt zu visualisieren und Probleme zu vermeiden.

„Wird also die Wahrscheinlichkeit größer, dass Teams Projekte pünktlich und im Rahmen des Budgets abliefern?“, fragt Malachowsky. „Ja – doch noch wichtiger ist: Sie haben vermutlich genauere Budgets und Zeitplanungen und verfügen über die nötige Transparenz, um zu wissen, wo sie im Hinblick auf diese Kriterien stehen.“

Wenn kein einheitlicher Prozess für alle Teammitglieder verwendet wird, geraten Projekte schnell in Zeit- und Geldnot. Dies kann die Existenz der Softwareprodukte bedrohen, die möglicherweise das Rückgrat eines kleinen Unternehmens sind. Angesichts der Tatsache, dass kleine Unternehmen besonders häufig – und oft schon nach wenigen Jahren – Insolvenz anmelden müssen, zählt jeder Euro.

5. Was ist die beste Methode für Teams, die umfangreiche Tests durchführen müssen?

Six Sigma.

Die Six Sigma-Methode zielt darauf ab, Prozesse zu verbessern, indem die Anliegen der Kund*innen wahrgenommen werden. Zu ihren größten Vorteilen gehören:

  • Nachvollziehen, wie Kundenanforderungen sich ändern
  • Qualität und Lieferung verbessern
  • Ausschuss und Kosten reduzieren
  • Starke Produkte und Prozesse entwickeln
  • Kontinuierliche Verbesserung
  • Die Wettbewerbsposition des Unternehmens stärken

Six Sigma erfordert fundierte Kenntnisse in Statistik, Ingenieurswesen und Projektmanagement. Dadurch ist diese Methode ideal für Projektteams in Branchen wie dem Finanzwesen, Medizin und Militär.

„Während eines Code Freeze werden die unterschiedlichsten Tests durchgeführt und erst wenn alle Tests bestanden wurden, wird die Software veröffentlicht“, erläutert Alexis Wilke, CEO der Made to Order Software Corporation. In den meisten Fällen bedeutet dies, dass das Team mit der Arbeit an einem neuen Projektzweig für die nächste Version beginnt, während die Tester den „eingefrorenen“ Code überprüfen.

„Wenn ein Bug entdeckt wurde, wird im Release-Zweig an einem Fix gearbeitet“, sagt Wilke. „An diesem Zweig erfolgen keine weiteren Code-Änderungen. Das verlangsamt zwar den Prozess, aber im Ergebnis ist der Code mit großer Wahrscheinlichkeit sehr viel sicherer und funktionaler.“

6. Was ist die beste Methode für Projektteams aus Wissensarbeiter*innen?

Scrum oder Kanban.

Scrum und Kanban sind zwei separate Methoden, die zu den agilen Projektmanagementmethoden gehören. Scrum und Kanban sind also nicht einfach nur Synonyme für „agil“ (darum wird es in einem späteren Abschnitt gehen). Stattdessen handelt es sich um zwei verschiedene Frameworks, mit denen agile Projektmanagementmethoden umgesetzt werden können.

Scrum kontrolliert Zeit und Kosten, um die Anforderungen im Blick zu behalten.
Eine direkte Zusammenarbeit zwischen den Projekt- und Kundenerfolgsteams ist für die erfolgreiche Umsetzung von Scrum besonders wichtig. Somit eignet sich Scrum hervorragend für kleine Teams mit weniger als 10 Personen, die gemeinschaftlich an Projekten arbeiten.

Scrum-Teams arbeiten in als Sprints bezeichneten Iterationen, die nicht länger als einen Monat dauern. Die Fortschritte bei diesen Sprints präsentieren Scrum-Teams bei täglichen 15-minütigen, im Stehen abgehaltenen Meetings – sogenannten Daily Scrums.

Kanban steuert die Produktentwicklung mit dem Ziel der Continuous Delivery ohne die Entwicklungsteams übermäßig zu belasten.
Zentrale Ziele sind:

  • Den Workflow für an einem Tag fällige Aufgaben visualisieren
  • Die Menge der aktuell in Arbeit befindlichen Aufgaben reduzieren, sodass Teams sich nicht zu viel vornehmen
  • Prozesse optimieren, sodass Rückstand priorisiert wird und die wichtigsten Aufgaben vorgezogen werden

Die Kanban-Projektmanagementmethode regt zu kontinuierlichen Verbesserungen an, indem Team-Workflows optimiert werden. Damit ist sie eine gute Wahl für Teams mit einer fortlaufenden Produktentwicklung.

„Für Teams aus Wissensarbeiter*innen wie Softwareentwickler*innen, Wissenschaftler*innen, Vertriebs- und Marketingprofis usw. ist Agile/Scrum oder Agile/Kanban meine Standardempfehlung“, sagt Shai Sandil, Gründer und CEO von Soft Solutions Consulting. „Beide Methoden wurzeln in der Idee, dass sich Projektanforderungen ständig ändern und Projekte nur Erfolg haben können, wenn auf diese Veränderungen reagiert wird.“

7. Was sind die größten Schwierigkeiten beim Untersuchen verschiedener Methoden?

Fehlende Unterstützung der Führungsetage.

Der Mangel an Unterstützung durch die Führungsetage ist einer der Hauptgründe dafür, dass Projekte fehlschlagen. Dies ist wenig verwunderlich: Schließlich ist es die Aufgabe des Trägers, die Projektvision festzulegen und zu erläutern, wie das Projekt zu den Unternehmenszielen beiträgt. Ist dies nicht gegeben, ist es schwierig, herauszufinden, welche Projektmanagementmethode für ein bestimmtes Team und Projekt die Richtige ist.

„Eines der größten Hindernisse ist fehlende Unterstützung durch die Leitung“, sagt Sandil. „Häufig zeigt sich das in einer „Lasst das Team doch machen, was es will“-Haltung. Das ist zwar besser als ein klares Nein, aber auch problematisch, wenn das Team das Management um Ressourcenzusagen bittet.“

Um dieser Herausforderung zu begegnen, sollte man als Projektleiter*in klar darlegen, weshalb man sich für eine Methode entschieden hat, warum sie die richtige Wahl für das Team ist und wie sie das Unternehmenswachstum vorantreiben wird.

8. Was ist der wichtigste Faktor für die erfolgreiche Einführung einer Projektmanagementmethode?

Sicherstellen, dass jeder sie einsetzen wird.

Untersuchungen zeigen, dass Führungskräfte in Zeiten der Veränderung ihre Erwartungen häufig nicht klar benennen. Sie formulieren die gewünschten Erwartungen als Aufgaben, nicht als Ergebnisse. Da der Mensch ein Gewohnheitstier ist und sich Änderungen gerne widersetzt, erstaunt es wenig, dass dies zu schlechten Resultaten führt.

Die Projektleitung hat die Aufgabe, dem Team klar zu kommunizieren, warum die neue Methode zu besseren Ergebnissen führen wird. Besonders wichtig ist das, wenn das Team noch nie zuvor eine Projektmanagementmethode eingesetzt hat. Jetzt gilt es zu erklären, warum die althergebrachten Arbeitsweisen nicht mehr ausreichen und die neuen Methoden positive Veränderungen bringen werden.

„Es ist äußerst wichtig, dass das Team die neuen Methoden wirklich mitträgt“, sagt Shandil. „Bei einem Drei-Personen-Team wird eine sehr umständliche Methode beispielsweise nie ankommen. Ein zehnköpfiges Team wird wiederum nicht mit einer Methode klarkommen, die sich auf eine Kommunikation von Angesicht zu Angesicht konzentriert, denn man will ja nicht immer die Zeit von zehn Personen verschwenden, sobald es etwas zu klären gibt.“

9. Ist es in Ordnung, mit einer Methode zu beginnen und später zu einer anderen zu wechseln?

Ja, solange die neue Methode mit der Projektstrategie im Einklang ist.

Häufig möchten Projektleiter*innen ihre Methode gerne noch einmal wechseln, wenn das Team und die Kundenanforderungen gewachsen sind. Dies gilt insbesondere für Softwareprojekte.

„In der Anfangszeit des Projekts ist die Kanban-Methode sehr sinnvoll“, sagt Wilke. „Eine Programmiererin sollte schließlich nicht aufhören müssen, an einer Funktion zu arbeiten, wenn sie mit einem neuen Projekt anfängt. Sie wird mit der Funktion fortfahren, bis sie abgeschlossen ist und dieser Teil des Codes veröffentlicht werden kann.

Sobald ein funktionierendes Produkt besteht und die Kund*innen ständig neue Funktionen wünschen, empfiehlt sich die Scrum-Methode für das Team, das für die Weiterentwicklung verantwortlich ist. Hier ist es die Aufgabe des Managers oder der Managerin, eine Liste mit neuen Funktionen zu führen und diese zu priorisieren. Sobald ein neuer Meilenstein festgelegt ist, wird an den Features und Bugs mit der höchsten Priorität für diesen Meilenstein gearbeitet.“

Malachowsky rät jedoch davon ab, überstürzt zu wechseln. Projektteammitglieder sind meist am erfolgreichsten, wenn sie Methoden nutzen, mit denen sie vertraut sind. Daher sollte auch der Hintergrund der einzelnen Teammitglieder in Betracht gezogen werden, bevor man sich für eine neue Methode entscheidet.

„Die Chance ist groß, dass das Team mit Methoden erfolgreicher ist, die es bereits zuvor verwendet hat“, sagt Malachowsky, „sei es durch das Team selbst (wenn sie bereits zusammengearbeitet haben), einzelne Teammitglieder (durch Unternehmensstandards) oder brancheninterne Standards (bei kürzlich angeworbenen Teams). Es gibt natürlich noch mehr zu bedenken, aber diese Überlegungen sollten am Anfang stehen.“

10. Kann mein Projektteam eine Methode eher als Leitfaden verwenden, statt sie haargenau umzusetzen?

Ja – Projektmanagementmethoden sind Konzepte, die Spielraum bieten, keine unveränderlichen Vorschriften.

Wer einen Marathon laufen möchte, befolgt üblicherweise einen Trainingsplan. Doch wer setzt seinen Plan schon bis ins kleinste Detail genauso um, wie er dasteht? Vermutlich fast niemand.

Agile Methoden sind unter anderem genau deshalb so erfolgreich geworden, weil sie Veränderungen und Abstufungen zulassen: Das agile Manifest priorisiert Individuen vor Prozessen. Es ist also durchaus sinnvoll, Methoden eher als Richtschnur für ein Team und nicht als starren Prozess zu betrachten.

Vor allem kleine Projektteams haben meist gar keine andere Wahl, als Änderungen in ihrer Planung mit einzukalkulieren. Jede gewählte Methode sollte zum Projekt und zu den Unternehmenszielen passen. Alles, was darüber hinausgeht, kann nach Bedarf angepasst werden.

„Wenn eine Methode nicht funktioniert, lass sie weg, probier etwas anderes aus oder verändere sie, bis sie passt“, sagt Sandil. „Keine Methode will „nach Vorschrift“ ausgeführt werden. Sie alle wollen an die individuellen Bedürfnisse angeglichen werden. Als Berater sollte ich das vielleicht nicht sagen, aber die Wahrheit ist die Wahrheit.“

11. Was genau bedeutet „agil“?

„Agil“ ist ein Oberbegriff für mehrere Methoden, mit denen Projektteams erfolgreich auf Veränderungen reagieren können.

„Agil“ ist nicht eine bestimmte Methode, sondern eine ganze Reihe von Methoden (einschließlich Scrum und Kanban), die Projektteams beim Bewältigen von Projektabweichungen helfen.

Angesichts dieses breit gefassten Ziels können Projektleiter*innen agile Methoden ihrer Wahl auf die unterschiedlichsten Projekte anwenden, vom Marketing bis hin zur Softwareentwicklung. Agile Methoden bieten sich an, wenn auf ein Projekt Folgendes zutrifft:

  • Es basiert auf der engen Zusammenarbeit zwischen den Entwicklungs- und Geschäftsteams
  • Es muss einen kontinuierlichen Geschäftswert liefern
  • Die Anforderungen sind flexibel
  • Die Teams – idealerweise mit maximal neun Personen – sind selbstorganisiert

„Wenn ein Projekt kompliziert oder komplex ist und eine regelmäßige Interaktion zwischen dem Product Owner und dem Team erfordert, ist die Scrum-Methode optimal“, sagt Alan Zucker, Gründer von Project Management Essentials LLC.

„Scrum eignet sich am besten, wenn man neue Anwendungen oder große Verbesserungen für veraltete Anwendungen entwickelt, wobei man schrittweise einen Mehrwert schaffen will und tägliche Interaktionen zwischen dem Entwicklungsteam und dem Unternehmen gewünscht sind.

Wenn es vor allem darum geht, die Arbeitsabläufe eines Projekts zu managen und Überflüssiges zu vermeiden, ist Kanban die beste Methode.“

12. Okay, wir haben uns entschieden, Scrum auszuprobieren. Womit fangen wir an?

Die ersten Schritte mit Scrum bestehen darin, die Rollen von Product Owner und Scrum Master zuzuweisen. (Diese Rollen werden beispielsweise hier genauer erklärt.)

Zur erfolgreichen Scrum-Implementierung legt der Product Owner im Voraus Zeitrahmen fest, in denen fällige Aufgaben erledigt werden sollen. Diese festgelegten Zeitrahmen werden auch als Sprints bezeichnet und sind üblicherweise zwei Wochen lang, manchmal auch bis zu einem Monat.

„Wir entwickeln ein Produkt und die Anforderungen und Prioritäten ändern sich regelmäßig – wöchentlich, wenn nicht gar täglich“, erklärt Nitin Verma, Mitgründer von Orgzit. „Die Arbeit unserer Teams war stark miteinander verflochten und damit war es grundlegend wichtig, dass jedes Teammitglied wusste, woran die anderen arbeiten und ob es etwas fertigzustellen gibt, bei dem die anderen festhängen.“

Scrum-Teams führen täglich ein kleines Meeting durch („Daily Scrum“ oder „Daily Stand-Ups“), in dem der Fortschritt während der Sprints festgehalten wird. Diese Meetings sollen allen Teammitgliedern die Gelegenheit bieten, in höchstens 15 Minuten einen Überblick über ihre Arbeit zu geben. Entscheidend für erfolgreiche Daily Scrums ist die richtige Balance zwischen Kürze und Teamwork.

„Wir befolgen eine sehr einfache Daily Scrum-Methode und nutzen einfache Aufgabenlisten“, sagt Verma. „Im Grunde muss jedes Teammitglied jeden Tag nur drei Fragen beantworten:

  1. Was hast du gestern erreicht?
  2. Warst oder bist du bei etwas blockiert?
  3. Woran wirst du heute arbeiten?“
Welche Projektmanagement-Software ist für deine eigenen Projekte und Methoden am besten geeignet?
Im GetApp-Softwarekatalog kannst du nach Funktionen, Preis, Integrationen und mehr filtern.

How your small business can overcome the skills shortage in the UK

skills shortage uk

There is a skills shortage in the UK, and it’s costing businesses money. In this article, we look at the scale of the problem and what’s being done to tackle it. We also examine the effect on small businesses and how software can help.

skills shortage uk

Skills shortage harms UK’s global competitiveness

The lack of skilled workers across UK industry is a potential time bomb. Businesses warn that the skills shortage is harming the UK’s global competitiveness, and the Industrial Strategy Council (ISC) recently released a report claiming that 20 percent of UK workers will be significantly under skilled for their job by 2030.

The reasons behind the shortage a numerous and complex. Educational failings are partly to blame – less than half the adult population has primary-school-level numeracy skills, says the ISC – and a similar proportion lack the digital skills to succeed at work today. As technology becomes increasingly important in the workplace, this skills mismatch will only get worse.

A nation in desperate need of digital skills 

There is a lack of skilled workers in science, technology, engineering and mathematics (STEM). 

Professions in demand include all jobs in biological sciences and biochemistry, civil, mechanical, electrical and electronic engineering, IT, programming and software development, web design, cybersecurity and medicine.

Business foots the bill

The issue has become a problem for CIOs. In Gartner’s Emerging Risk Report from late 2018, 63% of senior executives said that talent shortage was a key concern for their organisation. This outranked issues like GDPR, cybersecurity disclosure, and accelerating privacy regulation.

In the UK alone, addressing this digital deficit costs businesses £63 billion a year, according to the Confederation of British Industry. Its report from June 2019 says that more than two-thirds of UK companies have unfilled digital vacancies, less than one-third are confident that they will be able to access the digital skills they need in the next 3–5 years, and 69% of smaller businesses’ digital needs will peak within the next two years.

Collaboration required to bridge skills gap

There are broadly three solutions to the skills shortage, with responsibility falling across government, the education sector, employers, and individuals.

  1. Improve education and training for young people
  2. Make on-the-job training more accessible and attractive for employers
  3. Make it easier for employers to hire skilled workers

Schemes are currently in place, for example, to improve the level of vocational training. 

Since 2010, University Technical Colleges (UTCs) have helped 14–19-year-old gain the skills and knowledge they need to help the UK bridge its skills gap. Their focus is on STEM subjects like engineering, manufacturing, computer science, health sciences, digital technologies and cybersecurity. 

In 2018, 2,000 young people left UTCs to either go to university or enter the workforce.

Unlike traditional schools, UTCs have strong links to local universities and employers, meaning that their curricula are designed to meet the region’s needs.

In addition, students from UTCs, as well as those from schools, colleges and universities, can take advantage of apprenticeships, where they gain valuable work experience alongside study related to their role, as well as a wage.

Employers, especially small businesses, can get financial support for training apprentices – up to 100% of training costs in some cases. This makes it an attractive option for firms looking to fill vacancies. They don’t have to be teenagers, either – apprenticeships are available to people of all ages and backgrounds.

Girls key to growing STEM workforce

The UK needs killed STEM employees, but women only represent a small proportion of the current STEM workforce – 13% according to STEM Graduates. Furthermore, Girls Into STEM reports that 39% of girls enjoy engineering at school, but research by the Institute of Engineering & Technology  found that 93% of parents would not support their daughter in pursuing a career in the sector.

There are numerous initiatives designed to encourage girls into STEM careers, and this begins in primary school. Organisations like Stemettes and the WISE Campaign hold events where girls can develop skills or explore STEM careers. Small businesses can get involved by providing space, hosting events, offering mentoring or donating to campaigns.

Software can help you recruit the talent you need

The Open University Business Barometer reports that of the £6.3 billion the skills shortage costs business each year, £2.72 billion of that comes from temporary staffing and recruitment costs. An obvious solution to this problem is to streamline the recruitment processes, and there is a range of recruitment software to help.

Recruitment software lets you collect information about job applicants, then filter, grade and match applicants to your vacancies. At its most basic level, the software lets you automate the tedious tasks to save your small business time and money. Depending on what software you choose, there are features that help you improve communication with applicants, boosting your reputation as a considerate and engaged employer.

Our website contains a large number of recruitment software products – all rated and reviewed by small business owners and managers like you. You’ll also find links to download the software for trial periods – or for free in many cases.

Best Task Management Apps To Speed Up Your Team

Best task management apps for team productivity

Looking to help your team work through their to-do lists quicker? We’ve got you covered. In this article, we reveal the best task management apps for speeding up team projects.

Best task management apps for team productivity

What is the best way to manage tasks?

Every employee has their own way of working through a to-do list, and there’s no ‘one-size-fits-all’ approach to task management. One person’s liking for brightly coloured labels is another person’s trigger for a migraine. But when we all work in silos, it’s trickier to spot opportunities to speed up processes and work collaboratively. 

Managers should empower their employees to work independently, but it’s also their responsibility to create environments where teammates can work in conjunction with each other. Standardising task management can assist with this, but finding a process to suit everyone isn’t easy. It’s essential to test out different task management apps to find the best fit for your team.

What is the best app for task management

Task management apps need to be able to suit a variety of use cases. To that end, we set the following criteria during our research.

The software selected must have the following features:

  • Task management 
  • Reminders and notifications
  • Multiple options to organise tasks
  • Fast organisation (specifically, tasks can be added within a few clicks)
  • Cloud deployment for remote working
  • Download options for iOS and Android.

The platforms must also have:

  • An established market in Australia
  • A high search volume in Australia
  • At least 7,000 reviews on Capterra Australia with 4+ stars.

Based on these requirements, we’ve selected five task management apps that help drive productivity and improve team performance.

Listed in alphabetical order.

Asana

Asana online task management softwarescreenshot
Screenshot to show Asana’s Product Launch template for task management purposes.

 

Overall rating: 4.4/5

Ease of use: 4.3/5

Features: 4.3/5

Value for money: 4.4/5

What is Asana?

Asana allows users to organise tasks into projects or objectives within one platform. Teams create channels, labelled under hashtags, to discuss specific tasks or projects. 

Asana can be used by teams to stay in sync, hit deadlines, and reach goals. The Asana Basic plan focuses on tasks and personal to-do lists. It includes multiple ways to display tasks, such as within lists, boards, and calendars. 

Key features included with Asana:

  • Task management
  • Delegation and assignment
  • Deadline management
  • Collaboration with up to 15 teammates.

The platform also integrates with apps such as Slack, Litmus and Dropbox.

Cost: New subscribers have access to the Premium version for 30 days. After this, users can decide whether to continue with the Premium version at a monthly rate of AUD$13.49 or downgrade to the basic, freemium model.

What users liked: Capterra users say Asana’s ability to manage small operational tasks and carry out task delegation is beneficial for collaboration. Progress is easy-to-track and users are alerted to changes made to the project. 

User recommended improvements: Reviewers said an Asana time tracking feature would make a useful addition. Users also suggested that the platform is best-suited to team projects, rather than individuals.

Basecamp

 

Basecamp free task manager
Screenshot of Basecamp’s to-do list report function.

 

Overall rating: 4.3/5

Ease of use:  4.3/5

Features: 4.2/5

Value for money: 4.2/5

What is Basecamp?

Basecamp combines several collaboration tools in one platform. For example, the business subscription option includes:

  • Boards
  • Messaging
  • Scheduling
  • To-do lists
  • Group chats
  • Documents 
  • File storage.

Cost: Basecamp Business allows a free trial of 30 days for new subscribers. After this, subscribers must pay a flat rate of AUD$99 per month. Alternatively, they can downgrade to Basecamp Personal, which is meant for lighter use. Users who pick this preference have 1GB of storage space available and can manage up to three projects at one time. 

What users liked: Capterra reviewers expressed that Basecamp had proved to be an essential tool in streamlining project processes. Users also highlighted the ease to integrate with other apps, particularly time trackers, further enabled them to reach their goals. 

User recommended improvements: Users suggested that workflows can become disorganised between teams because of the multiple communication channels available. They advised subscribers to create clear processes for communication within the platform to get the best results from their collaboration projects.

JIRA

 

JIRA online task management software for teams
Screenshot of a JIRA task management board.

 

Overall rating: 4.3 / 5

Ease of use:  3.9 / 5

Features: 4.4 / 5

Value for money: 4.2 / 5

What is JIRA?

JIRA is popular with developers and caters to teams that follow agile project management frameworks. Teams can plan, manage and track tasks within boards. The task management functionality is broken down into:

  • Open tasks
  • In progress
  • Under review
  • Final approval
  • Completed tasks.

The platform integrates with hundreds of development tools and works with more than 3,000 add-ons apps. 

Cost: JIRA is free to use for up to ten users. It includes most features except standard support, but users still have access to community support. The Standard platform costs AUD$7 per user per month and has a 5,000 user limit with 9-5 support. The Premium version, which increases to AUD$14 per user per month, includes a 99% upside SLA along with 24/7 support. 

What users liked: Capterra reviewers say JIRA is easy to set up and it’s ease-of-use makes it simple to onboard entire teams onto a customised platform. Users also said the customisation allowed them to adjust the platform to best fit into their preference of working.

User recommended improvements: Capterra reviewers say that while JIRA is very dynamic, it may be too advanced for smaller teams or inexperienced product teams. 

Slack Project Management

 

Slack project management
Screenshot of a Slack channel. (Source: Slack)

 

Overall rating: 4.6/5

Ease of use:  4.6/5

Features: 4.5/5

Value for money: 4.5/5

What is Slack?

Slack is a communication tool created for teams to discuss and manage tasks, keep projects on track, and collaborate on shared project files. 

Its primary focus is as a messaging app, but project management teams also use Slack for:

  • Automation
  • Planning
  • Oversight
  • Collaboration.

Teams can create a project or objective-specific channel to keep conversations focused.

Cost: The Standard Plan costs AUD$8 per person, per month when billed monthly. The plan comes with unlimited apps and integrations, and 10 GB storage per member. For users who require larger storage allowance, the Plus plan offers 20 GB per user and costs a monthly fee of $15 per person.

What users liked: Slack users say the platform is a useful asset for teams that work remotely because of its ability to integrate with cloud extensions. It allows employees to share and collaborate on project files from multiple locations while staying within the platform.

User recommended improvements: Capterra reviewers suggested that the standard plan could benefit from additional sharing options. For example, the current version offers limited sharing ability with outside users, such as agencies and clients.

Trello

 

Trello free task manager
Screenshot of Trello’s task management board.

Overall rating: 4.5/5

Ease of use: 4.5/5

Features: 4.3/5

Value for money: 4.6/5

What is Trello?

Trello is for teams across sales and marketing, HR and operations, but also performs well as a cross-team collaboration tool. 

Trello’s core feature is its sticky-note style boards, which allow teams to organise tasks according to their needs. For example, teams following kanban and scrum frameworks can use the boards to get information about tasks quickly and track their progressions within a project. 

Smaller teams benefit most from the basic platform, but there are also options for project or product teams who require additional customisation and personalised branding.

All versions of Trello include:

  • Unlimited cards (sticky-notes)
  • Personal boards 
  • Team boards
  • Calendar syncing
  • Automation by Butler (Trello’s digital assistant)
  • 2-Factor authentication.

Cost: Trello offers subscribers a free version that includes all the features mentioned and up to 10 MB per file attachment. If users require customisation, they can upgrade to the business class option for a monthly cost of AUD$12.50 per person.

What users liked: Capterra reviewers say that Trello worked well for a variety of departments, from software development teams to content marketing teams. Trello also caters to most technical abilities.

User recommended improvements: Trello’s freemium model users say the 10 MB attachment limit prevents teams from being able to attach PDF, video, or slide deck presentations to cards. However, reviewers noted that it’s possible to resolve the issue through a link attachment.

If you’re ready to speed up your teams progress on projects, check out Capterra’s directory of task management apps today.

Las pymes y el control de horario de empleados: la mayoría cumple, pero sin usar software

Control de horario de empleados

Control de horario de empleados

El pasado 12 de mayo entró en vigor la obligación del registro de la jornada de trabajo mediante el Real Decreto Ley 8/2019, el cual establece que las empresas deben realizar un control de horario de empleados como forma de combatir la precariedad laboral.

A poco más de 6 meses de la activación de esta normativa, en Capterra hemos realizado una encuesta* para conocer la situación de las pymes con respecto a este tema.

¿Están cumpliendo con la obligación? ¿Cuántas empresas han tenido que buscar una solución a raíz de este decreto ley? ¿Qué tipo de sistema se utiliza más? ¿Cuál es la percepción de los empleados sobre esta ley? 

Puntos destacados del estudio

  • El número de pymes con un sistema de registro casi se ha duplicado desde la entrada en vigor del decreto ley
  • El 72 % de las pymes cumplen con la obligación de controlar el horario
  • El 57 % de los empleados no utiliza software específico para registrar su jornada laboral

La nueva normativa de registro de jornada laboral es un foco de atención

Una cosa está clara, la nueva normativa es muy conocida (tal vez porque ha generado muchas expectativas), el 83 % de los encuestados respondieron que sí conocen la obligación de control de horario.

La mayoría de los empleados conocen la ley de control de horarios

Esto indica un interés sobre las posibles soluciones que puede aportar este decreto ley, tanto para empleados como para empresas, por ejemplo: el pago de horas extras o la recopilación de datos para realizar análisis de rendimiento.

A pesar de que la normativa es una obligación y está diseñada para beneficiar tanto a empresas como a empleados, no todas las pymes la han implementado y no todos los trabajadores la ven con optimismo.

El 72 % de las pymes ya están cumpliendo con el control de horario de empleados

Los participantes de nuestra encuesta indican que casi tres cuartas partes de las pymes ya realizan el registro de la jornada laboral. 

El 72 % de las pymes cumplen con la normativa que obliga a registrar horario laboral

Una situación que era de imaginar es que no todas las empresas estuvieran listas (24 %) en este rango de tiempo.

Por el motivo anterior, el Ministerio de Trabajo ha hecho varias inspecciones desde la entrada en vigor de la normativa con la finalidad de lograr que el 100 % de las empresas cumplan con el decreto ley.

Un interesante dato complementario a este escenario es que un porcentaje considerable de pymes ya realizaba esta práctica antes de la normativa. 

¿Ya estaban acostumbradas las pymes a controlar la jornada de los trabajadores?

Sí, las pequeñas y medianas empresas ya solían realizar un control de horario a sus empleados.

Un 49 % de los participantes que actualmente tiene un sistema de control de horario, ya registraba su jornada laboral antes del 12 de mayo; mientras que un 41 % comenzó a implementarlo después de dicha fecha.

En otras palabras, el número de pymes que tienen un sistema de registro casi se duplica después del decreto ley.

Las pymes con sistema de registro de horario casi se han duplicado desde la normativa

Del grupo de pymes que ya realizaba un registro de la jornada laboral previo a la nueva normativa, son los sectores de Administración (16 %), Comercial y Ventas (14 %) y Tecnología de la Información (12 %) los que más familiarizados estaban con esta práctica.

Mientras que los sectores que más han acelerado la implementación de un sistema de registro después del 12 de mayo son Educación (18 %) y Turismo (12 %).

Las oficinas son líder en el registro de jornada laboral y las pymes de 6 a 15 años son las más comprometidas hasta ahora

El tipo de instalación que más realiza el control de horario de empleados son las oficinas (48 %), seguido por instituciones educativas (12 %) y después los hoteles y restaurantes (8 %). En contra de lo que se podría asumir, las fábricas y almacenes componen únicamente un 10 % de este segmento.

Actualmente, el grupo de pymes que ya cumple con el decreto ley está compuesto principalmente por empresas con una antigüedad de 6 a 15 años (36 %), seguido por las empresas jóvenes de 1 a 5 años (27 %). 

Esta información conduce a la siguiente pregunta ¿cuántas empresas utilizan software para registrar la jornada laboral?

Más de la mitad de los empleados no utiliza software para registrar su jornada laboral

Más de la mitad de las pymes no usa software para registrar la jornada laboral

Parece increíble pero es cierto, el 57 % de los empleados no utiliza software especializado para fichar. Esto quiere decir que utilizan otros sistemas, como papel y lápiz u otros mecanismos, o incluso no son ellos mismos los que se encargan de introducir su registro.

Usar un software para registrar el horario laboral tiene varias ventajas, por ejemplo: la gestión de datos es más rápida; se puede utilizar internet y la nube para que los trabajadores fichen fácilmente desde cualquier dispositivo y desde cualquier lugar; realizar un análisis de datos y de comportamiento de empleados es más sencillo con la finalidad de revisar el rendimiento y mejorar las operaciones.

Y, ¿los empleados que no tienen lugar físico de trabajo? Nuestra encuesta registró que un 24 % de los participantes trabaja uno o varios días a la semana a distancia, a este segmento le preguntamos si contaba con un sistema de control de horario, la mayoría respondió que no.

Gran parte de las pymes no tienen sistema para fichar a distancia

El hecho de que un 70 % de los empleados que trabajan a distancia no utilice un software para registrar su jornada indica una falta de atención grave a este grupo. Un software de seguimiento de asistencia lo puede resolver sencillamente.

Las herramientas de control de horario más utilizadas

Aunque no todas las pymes utilizan software, hemos podido elaborar una lista de los productos de acuerdo con las respuestas en nuestro estudio.

Software de control de horario de empleados más utilizado

Sage Control Horario: la conocida empresa de contabilidad y gestión comercial también presenta una herramienta para controlar las horas de oficina, las horas extra y la asistencia.

Sesame Time: un sistema de gestión automática para todo tipo de agendas en la empresa. Es una herramienta de recursos humanos, muy completa y fácil de usar. 

Software propio: algunas pymes optan por el desarrollo de herramientas a medida. Una solución si las necesidades no son muy complejas.

Safescan TimeMoto: una plataforma de seguimiento de asistencia en tiempo real. Los empleados pueden registrar su hora de entrada y salida usando cualquier dispositivo y desde cualquier lugar, gracias a que la solución está basada en la nube.

Timework Workmeter: un software de control de horario que registra las horas trabajadas, así como las horas extras. Los empleados también pueden acceder a esta plataforma desde cualquier dispositivo.

¿Qué hay de las horas extra? 

Una de las discusiones que desató esta nueva normativa es sobre el pago de horas extra. ¿Cuántas veces has escuchado que la empresa no paga las horas extra? En principio, este decreto ley está ideado para que las empresas paguen este tiempo de trabajo, que en muchos casos no se hace.

La encuesta realizada ayuda a entender mejor el escenario actual y la percepción sobre si mejorará o no la situación laboral gracias a la obligación de control de horario de empleados.

La pregunta que seguramente mucha gente se hace es ¿cuántas horas extra realmente se cobran? Los participantes de nuestro estudio indican lo siguiente:

El 54 % de los empleados cobra todas las horas extra que trabaja

Solo un 54 % de los empleados sí cobran todas las horas extra que trabaja. Una cifra muy por debajo de la que debería ser.

Por lo tanto, ¿cuál es la percepción de este nuevo decreto ley?, ¿servirá para que finalmente los trabajadores cobren todas las horas extra trabajadas?, ¿mejorará su situación laboral en general?

Opinión dividida sobre si se cobrará horas extra gracias a la nueva normativa de control de horario

La respuesta está prácticamente dividida. La mitad de ellos cree que sí cobrarán las horas extra gracias a la normativa y la otra mitad piensa lo contrario. 

Y, ¿sobre las condiciones de trabajo?, ¿qué sensación se tiene al respecto?

Muy pocos creen que mejore la situación laboral gracias a la ley de control de horario

Únicamente el 32 % cree que este decreto ley mejorará su situación laboral.

Por lo tanto, no se puede considerar como positivo el efecto que tiene en la mente el control de horario de empleados. A pesar de que el espíritu de la normativa es mejorar la situación laboral, este no se percibe así.

Falta mucho por hacer: cumplir con la obligación, digitalizar el sistema y cambiar la percepción sobre el beneficio de la nueva normativa

El nuevo Real Decreto-Ley 8/2019 ha tenido un fuerte impacto en el mundo laboral, es una normativa que ha hecho mucho ruido y casi todos la conocen (83 % de los encuestados).

También ha generado muchas expectativas, pero en el fondo la gente es bastante escéptica con respecto a los resultados que puede ofrecer, ya que únicamente el 32 % de los participantes cree que la situación laboral mejorará gracias a ella.

De momento, un efecto es claro, el número de pymes que tiene un sistema de registro casi se ha duplicado desde la entrada en vigor del decreto ley.

A pesar de este último dato, el porcentaje que actualmente no cumple con la ley es alto (24 %), teniendo en cuenta que han pasado 6 meses desde que es una obligación y que ya se está sancionando a las empresas que no lo hacen.

Lo que resulta sorprendente es que el 57 % de los empleados no utiliza software para registrar su jornada laboral. Hoy en día, a pesar de la facilidad y accesibilidad a la tecnología, más de la mitad de las pymes optan por otros mecanismos. No se está aprovechando la nube o la variedad de dispositivos móviles disponibles; ni siquiera internet. 

Toda esta situación va a cambiar en los próximos meses, las pymes que aún no cumplen con el decreto ley deben de hacerlo, la percepción sobre si mejorará la situación laboral también debería ser más clara (y no tan polarizada) ya que habrá más casos sobre las consecuencias de la normativa, así como las empresas tendrán una base de datos que les permitirá analizar más a detalle el rendimiento de empleados por jornada laboral.

Infografía sobre estado de pymes con respecto a la normativa de control de horario

¿Tu empresa cumple con la normativa? Si no lo hace, deberías poner atención a este tema lo antes posible.

¿Sí cumple con la normativa? ¿Utiliza software? Si no lo hace, deberías plantearte usarlo, las ventajas de poder fichar vía internet, la nube, desde cualquier punto y centralizar los datos, facilita mucho la gestión y el análisis de datos. 

¿Estás buscando un software de seguimiento de la asistencia? Mira el catálogo de Capterra y utiliza nuestra herramienta de filtros para encontrar y comparar productos.

* Metodología de la encuesta: para recopilar los datos de este informe hemos lanzado una encuesta en línea. Las respuestas provienen de una muestra del mercado español. El cuestionario se envió a 747 personas, de las cuales se seleccionaron 333 participantes. Los participantes cualificados están empleados (a tiempo completo o parcial) y trabajan en una pyme (entre 1 y 250 empleados). Todos provienen de diferentes sectores empresariales.

10 erreurs SEO fréquentes et comment les résoudre

erreurs SEO les plus courantes

erreurs SEO les plus courantes

La maturité des entreprises en matière de référencement naturel est très variable. Si certains secteurs ont internalisé des équipes entières d’experts SEO pour faire face à une concurrence féroce sur leur marché, d’autres en sont encore à se demander s’il est pertinent de bloquer un budget pour cet enjeu crucial du marketing digital. Conséquence directe ? Les erreurs SEO sont fréquentes sur les sites web et il est parfois simple d’améliorer son référencement naturel en corrigeant quelques éléments. Voici un tour de table des erreurs les plus fréquentes : erreurs techniques, erreurs de contenu et enfin erreurs relatives à la popularité.

Les erreurs techniques majeures qui gênent le référencement naturel

À la croisée entre l’expérience utilisateur et le référencement naturel, les critères techniques de votre site Internet sont des éléments cruciaux à prendre en compte. De plus en plus mis en avant par les moteurs de recherche, Google en tête, vous ne pouvez plus vous permettre de les ignorer. Nous vous présentons ici trois piliers dont vérifier la solidité.

Erreur SEO n° 1 : ne pas optimiser le temps de chargement de ses pages

Dernièrement, le temps de chargement des pages est devenu le fer de lance du SEO technique. Mis en avant par Google, qui souhaite avant tout offrir une expérience utilisateur de bon niveau, le moteur de recherche l’intègre maintenant dans son algorithme. Vous devrez donc régulièrement vérifier votre site et vos pages de façon individuelle.

Trois éléments cruciaux sont à prendre en compte pour un référencement naturel optimal :

  1. Le poids des images : il s’agit d’un critère majeur pour la vitesse d’un site. Le poids des images peut représenter jusqu’à 50 % du poids de votre site : il est nécessaire de les optimiser. Pour cela, vous pouvez utiliser des logiciels SaaS comme TinyPNG ou encore Imagify qui propose des services freemium pour retravailler vos images pour le web. Sinon, Photoshop est une solution efficace mais qui demande certaines notions afin de pouvoir s’en servir.
  2. La politique de cache : le cache est un système de mémoire temporaire. Lorsqu’un utilisateur vient sur votre site, une version de la page est enregistrée pour la présenter plus rapidement lors des visites suivantes. Cet aspect technique peut s’avérer complexe à mettre en place soi-même. Mais si votre site est sous WordPress, vous aurez la chance de pouvoir utiliser le poids lourd de cette catégorie, à savoir le plugin WP Rocket.
  3. La performance de l’hébergement : un hébergement de qualité proposant de bonnes performances techniques est l’une des clés d’un site performant. Il permet de limiter les temps de réponse serveur et donc de gagner en temps de chargement. Certains hébergeurs spécialisés proposent même un package prenant en compte l’optimisation des images ainsi que la gestion du cache. On peut notamment citer l’hébergeur WP Serveur spécialement conçu pour WordPress.
Conseil : veillez à auditer régulièrement le temps de chargement des pages de votre site (et pas uniquement celui de la page d’accueil). Pour cela, référez-vous à votre compte Google Analytics ou à l’outil en ligne PageSpeed Insights de Google.

Erreur SEO n° 2 : oublier de rediriger les pages 404 et laisser des liens cassés

Pages 404 et liens cassés vont de pair. Même si la logique n’est pas tout à fait la même, nous allons vous présenter ces deux erreurs techniques classiques en détails pour vous aider à les résoudre.

Lorsque vous changez d’URL ou supprimez une page, cela crée une erreur 404. Pourquoi ? Car la page était indexée dans les moteurs de recherche et qu’elle le sera toujours après votre suppression. De fait, un internaute qui clique sur l’annonce dans le moteur de recherche arrivera sur votre page 404. Bien entendu, il y a fort à parier qu’il va quitter votre site pour retourner à sa recherche Google. C’est pourquoi il est nécessaire de réaliser une redirection à chaque fois que vous modifiez une URL ou que vous supprimez une page. Dans le cadre d’une refonte de site Internet, il faudra aller encore plus loin en créant un tableau de redirection qui vous permettra de ne pas perdre l’historique de vos pages.

L’autre élément perturbateur est le lien cassé. Il s’agit simplement de liens (internes ou externes) dans vos contenus qui ne mènent désormais nulle part. Page supprimée, site n’existant plus… Les raisons peuvent être nombreuses. Vous devez y faire attention car les liens sont des passerelles pour les robots Google. Si ceux-ci sont cassés, les robots ne peuvent plus naviguer correctement de lien en lien et cela pénalise votre site.

Conseil : Google propose un outil pour webmaster, Google Search Console, qui donne de nombreuses indications et vous permettra d’analyser vos pages et ainsi mettre en place vos redirections.

Erreur SEO n° 3 : un fort volume de contenu dupliqué

Google privilégie la pertinence dans votre contenu et donc la présence d’éléments inédits. Pourtant, un site peut avoir un volume de contenu dupliqué important.

Ce dernier se présente sous deux formes :

  • Le contenu dupliqué venant d’un autre site : vous avez par exemple copié-collé la description d’un produit que vous revendez.
  • Le contenu dupliqué entre vos propres pages : vous proposez des pages similaires avec un attribut de produit qui change. Par exemple, un polo avec 10 couleurs différentes. Hormis la couleur, toute la description sera identique sur chacune des pages.

Le premier cas est à éviter impérativement. Il est très fortement pénalisé par Google. La logique est assez simple, si vous proposez un contenu déjà présent sur le web sans apporter de plus-value, alors votre page n’a pas d’intérêt majeur pour les utilisateurs et google ne la mettra donc pas en avant.

Le second est parfois inévitable dans une moindre mesure mais doit rester modéré. Sur une page, vous devez avoir une forte proportion de contenu unique. Pour cause, vos pages ne sont pas censées parler de la même chose. Dans le cas des pages produits en e-commerce, vous pouvez définir des URL canoniques. Il s’agit d’une méthode permettant de présenter aux moteurs de recherche une URL “mère” pour qu’ils puissent comprendre qu’il ne s’agit pas de contenus dupliqués.

Conseil : qui dit nouvelle page, dit création de contenu inédit. Cela doit devenir un réflexe.

Les erreurs SEO de contenu

Les erreurs liées au contenu ont-elles aussi de très lourdes conséquences en termes de SEO. Elles proviennent tantôt de la volonté des éditeurs de site à aller vite, ce qui les amène à négliger la création de contenu pertinent, tantôt du souhait de produire des sites où l’image prédomine et où les contenus textuels sont rares. Dommage car, depuis des années, et pour encore longtemps en référencement naturel, le contenu est roi.

Erreur SEO n° 4 : confondre architecture SEO et arborescence de site web

Entre la technique et la sémantique, voici l’une des erreurs les plus complexes du référencement naturel et aussi des plus importantes : l’erreur d’architecture SEO. Elle se définit par la structure des URL de votre site web, de la page d’accueil à vos pages profondes. L’objectif de la travailler est de permettre de créer des cocons sémantiques autour d’une partie de votre site.

Prenons l’exemple classique d’un site e-commerce non optimisé dans le textile et comparons-le à un site optimisé  :

Page catégorie pour les jeans : monsite.fr/product-category/jean/monsite.fr/jean/
Page produit pour un jean précis : monsite.fr/produit/nom-du-produit/monsite.fr/jean/nom-du-produit

Dans la seconde version, tous les “jeans”, par exemple, se retrouveront dans la même catégorie. Idéal pour donner du poids sur l’ensemble de cette catégorie.

Là où la logique devient plus complexe, c’est lorsque vous avez des centaines, voire des milliers d’URL à traiter. Vous devrez alors faire des choix parfois difficiles. Il faut savoir qu’en fonction du CMS utilisé pour votre site, les possibilités ne sont pas toujours les mêmes. Pour couronner le tout, il ne faut pas confondre architecture SEO (orientée moteur de recherche) et arborescence de site (menu de navigation).

On pourra par exemple retrouver des éléments dans l’arborescence qui sont totalement différents dans l’architecture. Ce n’est pas parce que j’ai “prestations” en menu et “seo” en sous-menu que ma page aura forcément comme adresse monsite/prestation/seo. Cela pourra être totalement différent selon la stratégie adoptée.

Pour creuser ce sujet, je vous renvoie vers cet article expliquant les différences entre architecture SEO et arborescence de site web. Grâce à ses exemples concrets, il vous aidera à mieux comprendre de telles notions.

Conseil : attention, cette logique est complexe à mettre en place et demande une analyse sémantique importante ainsi que les compétences informatiques nécessaires à la mise  en place d’un plan de redirection 301. Il est déconseillé de réaliser son architecture SEO sans être accompagné par une agence ou un freelance SEO.

Erreur SEO n° 5 : ne pas répondre aux problématiques utilisateur

Le contenu de votre site doit répondre aux interrogations de vos clients potentiels et ne doit pas se contenter d’expliquer ce que sont vos produits ou services. C’est un conseil qui permet d’améliorer l’expérience utilisateur et qui s’applique également en SEO. Ne pas traiter les problématiques de vos cibles, c’est ne pas se positionner sur des requêtes et donc ne pas être présent sur les recherches Google de vos prospects. Plus encore, cela peut donner un sentiment de frustration pour un internaute qui arriverait sur votre page mais ne trouverait pas les réponses à ses questions.

Conseil : élaborez des personas marketing, interrogez vos client et commerciaux, construisez le contenu de votre site en fonction de leurs retours. Pour chacune de vos pages, mettez-vous à la place de l’internaute afin de répondre à tous ses besoins.

Erreur SEO n° 6 : manquer de contenu sur ses pages 

Google a toujours préconisé un contenu de minimum 300 mots pour chacune des pages. C’est la matière minimale qui lui est nécessaire pour estimer si elles présentent bel et bien un intérêt pour les utilisateurs et donc un intérêt à être positionnées.

Si cette valeur minimale est déjà très faible et ne permettra que très rarement de se positionner dans les premières pages du moteur de recherche, certains sites proposent parfois des pages ne comportant même pas une centaine de mots ! C’est bien souvent le résultat d’une volonté d’axer le contenu des sites sur l’image et le minimalisme. Il faut alors trouver un juste milieu qui vous permettra à la fois d’avoir un site web esthétique et SEO-friendly.

Conseil : gardez en tête que, pour des requêtes concurrentielles, vos pages devront proposer beaucoup de contenu. Outre la notion de volume, il y a aussi une notion de qualité à respecter. Vous ne pouvez pas traiter correctement un sujet sans proposer un minimum de contenu.

Erreur SEO n° 7 : la balise title non optimisée

Élément essentiel de votre référencement naturel, la balise title correspond tout simplement au titre de votre page présent sur le moteur de recherche. C’est un des éléments les plus importants pour le référencement naturel puisqu’il a une double utilité :

  • Placer les mots-clefs ou l’expression sur laquelle vous souhaitez vous positionner.
  • Inciter les internautes qui voient votre page dans les résultats de recherche à cliquer.

De nombreux sites ont des balises titles ne correspondant à aucun de ces deux critères. Pourtant, l’optimisation de ces balises peut avoir un impact majeur. 

Conseil : en SEO, optimiser ses balises titles et métadescriptions est l’un des premiers efforts à faire pour attirer un trafic qualifié. Vous allez donc devoir vérifier régulièrement vos balises titles.

La popularité, un impact majeur

Les moteurs de recherche, Google en tête, se sont construits en proposant les contenus les plus pertinents à leurs internautes. Pour savoir quels contenus sont les plus adaptés à une demande, Google se sert de la notion de popularité. Un site (ou une page) “populaire” très cité et mis en avant est naturellement plus poussé qu’un site qui n’est jamais mentionné. Il est donc nécessaire dans une stratégie SEO de prendre en compte  la popularité, de l’entretenir et de la faire croître autant que possible.

Erreur SEO n° 8 : ne pas travailler son autorité de site web

Si l’on se focalise souvent sur le contenu pour travailler son référencement naturel, l’autorité n’est pas un point à négliger. Le SEO repose en effet sur trois grands axes : le contenu, la technique et l’autorité.

Cette dernière correspond au nombre et à la qualité de liens pointant vers votre site. Chaque site possède une autorité plus ou moins forte en fonction de ces critères :

  • le nombre de domaines (c’est-à-dire de sites) référents qu’il possède,
  • l’autorité de ses domaines référents,
  • la thématique dans lesquels ces domaines sont crédibles.

On parle de Trust Flow et Citation Flow.

Il sera par exemple parfaitement pertinent de recevoir un lien de l’office de tourisme de la Réunion si vous êtes une compagnie aérienne proposant des séjours vers cette destination. A contrario, il est peu probable ou pertinent que votre site sur la mécanique reçoive des liens d’un blog juridique.

Des logiciels comme SEMRush ou encore Majestic SEO vous permettent justement de connaître les metrics de chaque site pour savoir quels sont les emplacements pertinents ou non pour aller chercher des liens.

Conseil : pour développer l’autorité de votre site, les stratégies sont nombreuses. Vous pourrez par exemple rédiger des contenus de blog très qualitatifs pour inciter des sites web à citer vos articles. D’autres préfèreront aller chercher des liens sur des sites d’autorité aux thématiques similaires aux vôtres en proposant des contenus.

Erreur SEO n° 9 : avoir un maillage interne non pertinent

Le maillage interne de votre site web est un élément très important pour votre SEO. Concrètement, il va vous servir à créer des ponts entre vos pages et transférer l’autorité de ces dernières au sein de votre site. Une page ne devrait jamais être une impasse et il est donc pertinent de renvoyer vers des services complémentaires, des sous-pages de précisions, des articles traitant des thématiques connexes au contenu par exemple.

Il faut donc créer des liens logiques entre vos pages et renvoyer vers celles qui peuvent avoir un intérêt SEO. L’erreur classique étant de renvoyer vers la page “contact” ce qui ne présente généralement aucune plus-value directe ou lien sémantique réel.

Conseil : liez vos pages en fonction de vos thématiques connexes et tentez de ne pas créer d’impasses.

Erreur SEO n° 10 : penser que le SEO n’a pas d’avenir !

Dernier élément, et non des moindres, puisqu’il s’agit d’une interrogation stratégique et non purement opérationnelle. Avec les évolutions constantes de Google, on peut être amené à penser qu’il n’est plus aussi intéressant qu’auparavant de miser sur une stratégie de référencement naturel.

En effet, le moteur de recherche devient de plus en plus moteur de réponse et à l’aide de résultats enrichis, il extrait directement des sites le contenu pertinent générant ainsi potentiellement une perte de trafic. Pire : les annonces Google Ads prennent de plus en plus de place avec les années et on peut donc imaginer qu’il ne s’agisse que d’une question de temps avant que les résultats naturels ne deviennent qu’un lointain souvenir.

Pour autant, cette théorie n’a en réalité rien de nouveau. Le SEO existe depuis aussi longtemps que les agences webmarketing, ou presque. Cela fait d’ailleurs l’objet de nombreux articles, tels que SEO : le référencement naturel n’est pas mort. Les intentions de recherche changent et la manière de faire du référencement naturel également. Il ne faut donc pas penser l’avenir du SEO sur les standards du passé.

Vous cherchez un logiciel de SEO ? Jetez un coup d’œil à la liste de Capterra des meilleurs logiciels d’optimisation des moteurs de recherche.


À propos de l’auteur

agence web digitaleMaxime Ben Bouaziz est spécialiste inbound marketing et growth hacking. Il accompagne des entreprises, startups, PME et grands comptes dans la définition de leurs stratégies digitales. Fondateur du média La Pousse Digitale il ambitionne d’offrir les clés d’un webmarketing efficace au travers d’articles et de dossiers de fonds.